Aos 49 anos precisei retirar células cancerígenas do seio esquerdo e descobri, por meio de um teste genético, que tenho uma mutação que poderia me levar ao câncer. Essa notícia poderia ter me paralisado, mas foi o ponto de virada que me fez assumir o protagonismo da minha saúde e mudar radicalmente meu estilo de vida.

Aprendi com a epigenética que genética não é sentença: o que define minha saúde são as escolhas que faço todos os dias. Comida de verdade, movimento, sono de qualidade, gestão do estresse, relacionamentos saudáveis e propósito transformaram minha energia, meu corpo e minha mente.

Hoje meu propósito é compartilhar informação, motivação e inspiração para que mulheres como eu não precisem esperar a dor ou a doença chegarem para começar a se cuidar. Porque saúde é liberdade, e cada uma de nós merece viver com plenitude.