Bola é o tipo de artista que carrega história na voz e futuro no peito.
Com a Zimbra, ele construiu um alicerce — feito de letras que viraram abrigo, refrões que a gente canta como oração.
Com seu voo solo, ele não abandona a casa: ele leva as chaves no bolso e o som na alma.
Um disco, dois EPs, vários singles e um coração que pulsa liberdade.
É sobre expandir.
Quem ouve sente: a voz é a mesma, mas agora ela também dança com o vento.
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