Crônicas do Kitsune Errante.
A Alma da Raposa Invisível.
Caminho sem rosto.
Escrevo com os pés.
Deixo cartas onde poucos param para olhar.
Sou um estrangeiro andando pelas ruas do Japão,
seguindo trilhas antigas, torii silenciosos,
becos que guardam histórias e passos que quase ninguém nota.
Não falo.
Não apareço.
Mas deixo rastros.
Cada vídeo é uma carta.
Cada rua é um pergaminho aberto.
Cada passo é um sussurro antigo que ainda caminha.
Se você encontrou este lugar,
talvez a raposa também tenha passado por você.
—
Para quem enxerga o que anda em silêncio.
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