Existimos como Igreja para IMPACTAR a sociedade e SERVIR com o coração abrasado pelo Espírito Santo, COMUNICANDO a Palavra de Deus e fazendo com que cada discipulo AME a Deus e ao Próximo. #isca
A Importância de Colocar Deus no Centro em um Mundo Repleto de Vozes
Em um cenário cada vez mais marcado por distrações, opiniões múltiplas e influências externas, a busca por direção espiritual tem se tornado um desafio constante para muitos cristãos. Durante uma ministração marcante, o Pr. Paulo trouxe uma reflexão profunda sobre o impacto que as vozes ao nosso redor exercem sobre decisões, comportamentos e, principalmente, sobre o relacionamento com Deus.
Baseando-se no texto bíblico de João 10:27 — “As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem” — a mensagem destacou um princípio espiritual essencial: a vida cristã depende diretamente da capacidade de discernir qual voz está sendo ouvida.
Segundo a reflexão apresentada, o ser humano está constantemente exposto a diversas influências. Entre elas estão as opiniões familiares, pressões profissionais, conteúdos das redes sociais e até desejos internos que podem, silenciosamente, afastar o indivíduo do propósito divino. O alerta central da ministração é que essas vozes raramente surgem de forma abrupta, mas geralmente atuam de maneira sutil, conduzindo a distrações progressivas.
O ensinamento reforça que quando Deus deixa de ocupar o centro da vida, outras influências passam naturalmente a assumir esse espaço. Esse deslocamento espiritual pode gerar desorganização emocional, conflitos familiares, frustrações profissionais e sensação de vazio existencial.
Durante a mensagem, foram destacados quatro tipos principais de vozes que, segundo a abordagem bíblica, podem comprometer a caminhada espiritual: a voz do engano, representada pela figura da serpente no relato de Gênesis; a voz de pessoas próximas, que mesmo movidas por amor podem oferecer direcionamentos baseados apenas em sentimentos; a voz da própria alma, associada aos desejos e emoções humanas; e a voz da multidão, caracterizada pelas pressões sociais e modismos culturais.
O ensinamento ressalta que, embora essas influências sejam comuns à experiência humana, o discernimento espiritual é fundamental para evitar que elas assumam o controle das decisões pessoais.
Outro ponto de destaque foi a ênfase na intimidade com Deus como principal ferramenta para reconhecer Sua voz. A ministração reforça que essa conexão é construída através da oração, leitura bíblica e momentos de comunhão espiritual. É nesse ambiente de relacionamento que, segundo a mensagem, Deus revela direção, propósito e livramento.
Além disso, foi apresentada a ideia de que Deus não compete pelo controle da vida humana. A escolha de colocá-Lo no centro parte exclusivamente da decisão individual. Contudo, o ensinamento aponta que quando essa decisão é tomada, ocorre uma reorganização natural das prioridades, relacionamentos e objetivos pessoais.
A reflexão também trouxe um alerta sobre o uso do tempo, destacando como distrações modernas, especialmente as redes sociais, podem ocupar espaços que anteriormente eram dedicados ao crescimento espiritual e desenvolvimento pessoal.
Ao final da ministração, a mensagem transmitiu esperança e encorajamento, enfatizando que quando Deus reassume o centro da vida, processos de restauração começam a acontecer. Promessas espirituais, projetos pessoais e transformações familiares passam a se desenvolver no tempo considerado perfeito pela fé cristã.
A palavra conclui reforçando que ouvir a voz de Deus não é apenas uma experiência espiritual, mas uma decisão diária que influencia diretamente o destino e o propósito de vida de cada pessoa.
Durante o Culto Fôlego, realizado com o objetivo de fortalecer espiritualmente os participantes, o Pr. Ruan trouxe uma mensagem profundamente reflexiva baseada no texto bíblico de 2 Samuel 23:20-23. A ministração destacou a trajetória de Benaias, um dos guerreiros valentes do rei Davi, conhecido por seus feitos extraordinários e pela coragem demonstrada em situações extremamente adversas.
A mensagem iniciou com uma observação que rapidamente gerou identificação entre os presentes: nem todo cansaço é físico. Segundo a reflexão apresentada, existe um desgaste que não se manifesta no corpo, mas que pesa na alma, afetando emoções, decisões e a própria caminhada espiritual.
O ensinamento destacou que muitas pessoas mantêm suas rotinas normalmente — trabalham, cuidam da família, participam das atividades religiosas — porém carregam internamente um sentimento de exaustão emocional e espiritual. Esse tipo de cansaço, muitas vezes silencioso, pode gerar sensação de desânimo, falta de propósito e dificuldade de manter a fé ativa.
Ao apresentar a história de Benaias, a mensagem trouxe uma analogia poderosa sobre enfrentar batalhas em circunstâncias desfavoráveis. O relato bíblico descreve que o guerreiro perseguiu um leão em um dia de neve e entrou em uma cova para enfrentá-lo. Para o Pr. Ruan, essa narrativa simboliza momentos da vida em que desafios surgem justamente quando as condições parecem menos favoráveis.
A reflexão apontou que o ambiente descrito na história — neve, cova e presença de um leão — representa situações em que pessoas enfrentam problemas emocionais, crises familiares, pressões financeiras ou conflitos espirituais. Nesses contextos, o sentimento predominante muitas vezes é o de insuficiência ou incapacidade de continuar lutando.
Outro ponto destacado durante a ministração foi a compreensão de que a fé cristã não elimina batalhas, mas fortalece o indivíduo para enfrentá-las. Segundo a abordagem apresentada, Deus não busca pessoas que nunca enfrentem dificuldades, mas sim aquelas que escolhem permanecer firmes mesmo diante do desgaste emocional.
A mensagem também enfatizou que momentos de cansaço espiritual não significam ausência de fé, mas podem representar fases de crescimento e amadurecimento. A perseverança nesses períodos é apresentada como elemento essencial para o desenvolvimento do caráter espiritual e fortalecimento do relacionamento com Deus.
Durante a conclusão, a palavra transmitiu uma mensagem de esperança, reforçando que a presença de Deus continua sendo fonte de renovação para aqueles que se sentem sobrecarregados. A reflexão destacou que, assim como Benaias foi honrado por sua coragem e fidelidade, pessoas que permanecem firmes em sua caminhada espiritual também experimentam processos de transformação e fortalecimento interior.
A ministração encerrou convidando os participantes a refletirem sobre suas próprias batalhas invisíveis e a buscarem em Deus a força necessária para continuar avançando, mesmo quando o cansaço parece maior que a capacidade humana de resistir.
❓ Você já sentiu um cansaço que não era físico, mas emocional ou espiritual?
Deus ocupa qual espaço na vida do cristão moderno?
Em meio à rotina acelerada, compromissos profissionais, responsabilidades familiares e desafios emocionais cada vez mais presentes, uma pergunta tem ecoado silenciosamente dentro de muitos cristãos: qual é, de fato, o espaço que Deus ocupa na vida diária?
A fé cristã sempre apresentou Deus como Senhor absoluto e não apenas como uma figura espiritual que acompanha momentos específicos da vida. No entanto, especialistas em teologia pastoral e líderes cristãos têm observado um fenômeno cada vez mais comum dentro das igrejas contemporâneas: a chamada “fé fragmentada”. Trata-se de uma espiritualidade que reconhece a existência de Deus, mas que muitas vezes limita sua atuação a ambientes religiosos ou momentos de necessidade.
O texto bíblico de Provérbios 3:6 estabelece um princípio central da fé cristã ao declarar: “Reconhece o Senhor em todos os teus caminhos”. A orientação não sugere uma presença parcial, mas uma relação contínua e integral, envolvendo decisões, emoções, projetos pessoais e até mesmo as tarefas mais simples da rotina.
Segundo estudiosos da espiritualidade cristã, quando Deus deixa de ocupar o centro da vida, as consequências raramente aparecem de forma abrupta. O afastamento espiritual costuma ocorrer de maneira silenciosa, manifestando-se por meio de inquietação interior, perda de propósito, esgotamento emocional e uma sensação constante de sobrecarga. Muitos cristãos continuam ativos em atividades religiosas, mas relatam dificuldade em experimentar paz e descanso espiritual.
Outro aspecto frequentemente observado é a tendência humana de tentar compensar esse distanciamento com aumento de práticas religiosas. Entretanto, líderes pastorais ressaltam que o desafio não está na quantidade de atividades espirituais, mas na posição que Deus ocupa na estrutura da vida pessoal. A tradição cristã ensina que Deus não busca apenas participação na rotina do crente, mas relacionamento, dependência e centralidade.
Quando essa centralidade é restaurada, relatos pastorais apontam mudanças significativas na maneira como o cristão enfrenta problemas, toma decisões e interpreta dificuldades. A fé passa a ser vivida com mais confiança e menos ansiedade, com maior clareza de propósito e equilíbrio emocional, mesmo diante de adversidades.
Esse cenário levanta uma reflexão relevante para a igreja contemporânea e para cada cristão individualmente: será que o cansaço espiritual enfrentado por muitos fiéis está ligado à falta de fé ou à tentativa de conduzir a própria vida sem permitir que Deus ocupe plenamente o lugar que, biblicamente, sempre foi dEle?
Diante disso, surge uma pergunta inevitável e profundamente pessoal: Deus tem sido apenas uma parte da sua vida espiritual ou Ele realmente tem ocupado o centro de todas as suas decisões e caminhos?
Quando a fé vira cobrança: o que Miquéias 6:8 realmente ensina
Há uma sensação silenciosa que acompanha muitas pessoas de fé: a impressão constante de que nunca é o suficiente. Um peso no peito, uma cobrança interna que insiste em perguntar se Deus está satisfeito, se o esforço foi grande o bastante, se ainda falta algo a entregar. Essa experiência, longe de ser moderna, atravessa séculos e encontra eco direto nas páginas das Escrituras.
O profeta Miquéias escreveu em um contexto de profunda crise espiritual em Israel, cerca de 700 anos antes de Cristo. O povo não havia abandonado a religião, pelo contrário: intensificava práticas, sacrifícios e rituais. O problema não era a ausência de fé, mas a tentativa desesperada de transformar a relação com Deus em uma equação de troca. Quanto maior o erro, maior deveria ser o sacrifício. Quanto mais culpa, mais esforço religioso.
No capítulo 6, essa lógica chega ao limite do absurdo. O texto bíblico descreve pessoas questionando se milhares de carneiros, rios de azeite ou até o sacrifício dos próprios filhos seriam suficientes para agradar a Deus. Não se trata apenas de exagero retórico, mas do retrato de uma espiritualidade dominada pela culpa e pelo medo. Uma fé que deixou de ser relacionamento e se tornou cobrança.
É nesse cenário que surge uma das respostas mais conhecidas — e ao mesmo tempo mais mal compreendidas — da Bíblia:
“Ele já mostrou a você o que é bom e o que o Senhor pede de você: que pratique a justiça, ame a misericórdia e ande humildemente com o Senhor seu Deus.” (Miquéias 6:8)
À primeira vista, a declaração parece simples, quase óbvia. Muito mais fácil do que oferecer sacrifícios caros ou rituais complexos. Mas uma leitura mais cuidadosa revela exatamente o oposto: Miquéias não está tornando a vida espiritual mais fácil; está revelando o quanto ela é impossível de ser vivida apenas pela força humana.
A justiça, no sentido bíblico, não se limita ao cumprimento da lei. Ela fala de retidão no trato com o outro, de honestidade quando ninguém observa, de dignidade concedida a cada pessoa por ela carregar a imagem de Deus. Amar a misericórdia vai além de tolerar falhas alheias; significa encontrar prazer em perdoar, algo que só se torna possível quando se reconhece, em profundidade, o quanto se é perdoado diariamente. E andar humildemente com Deus aponta para uma relação contínua, diária, marcada pela consciência de que o controle não está em nossas mãos — e que isso, longe de ser um problema, é libertador.
Essa tríade desmonta tanto o orgulho religioso quanto a ilusão do mérito espiritual. Diante desse padrão, a pergunta inevitável surge: quem consegue viver assim o tempo todo? Quem pode afirmar que é perfeitamente justo, misericordioso e humilde em todas as circunstâncias?
A resposta honesta é desconfortável: ninguém.
E é exatamente esse o ponto central da mensagem. Miquéias não está propondo uma nova lista de exigências mais sofisticadas. Ele está expondo a incapacidade humana de alcançar, por esforço próprio, aquilo que Deus deseja. É mais fácil entregar algo externo — dinheiro, tempo, sacrifícios — do que render o coração, abandonar o orgulho e admitir a dependência.
É por isso que o texto não termina em frustração, mas aponta para uma necessidade maior: um Salvador. A fé cristã não se sustenta na ideia de que o ser humano, com empenho suficiente, pode finalmente agradar a Deus. Ela se fundamenta na convicção de que Cristo viveu perfeitamente aquilo que nós não conseguimos viver. Justiça, misericórdia e humildade não foram apenas ensinadas por Ele; foram encarnadas em sua vida.
A vida cristã, portanto, não é uma corrida por reconhecimento divino, nem uma disputa por desempenho espiritual. É união com Cristo. É permitir que a vida dele flua em nós, substituindo a exaustão da tentativa constante pela confiança de quem caminha segurando a mão do Pai.
Miquéias 6:8 continua atual porque denuncia uma tentação permanente: transformar a fé em cobrança, a espiritualidade em labirinto e Deus em um chefe difícil de agradar. Mas o texto também oferece descanso. Ele nos lembra que Deus não busca performances impressionantes, e sim filhos que caminham com Ele, um passo de cada vez.
Talvez a pergunta mais honesta não seja “o que ainda preciso fazer?”, mas “de quem estou tentando receber aprovação?”. E talvez a resposta mais libertadora seja esta: não precisamos impressionar a Deus. Somos convidados a andar com Ele.
🎙️ Ministração: Missionária Gisele Guimarães 📍 Igreja Metodista Wesleyana Central – Porto Velho/RO
Nesta ministração marcante, a Missionária Gisele Guimarães trouxe um ensino profundo e urgente sobre a responsabilidade da Igreja em viver e manifestar o Reino de Deus além das quatro paredes do templo. Com base em João 20:21 — “Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio” — a mensagem destacou que o cristianismo não se limita à frequência aos cultos, mas se expressa por meio de um estilo de vida missionário, fundamentado em identidade, relacionamento com Deus e obediência.
Logo no início, a missionária compartilhou sua alegria em retornar à Igreja Metodista Wesleyana Central, ressaltando que a Igreja não é definida por prédios, mas por pessoas. A unidade do Corpo de Cristo, independentemente do local físico, foi apresentada como uma das marcas do Reino de Deus em ação.
A mensagem destacou a relevância do tema “Reino de Deus” para a Igreja contemporânea, reforçando que esse assunto precisa ser constantemente ensinado, pois é ele que firma o cristão na esperança da volta de Jesus e no cumprimento do propósito eterno. A partir de Mateus 6:33, foi enfatizado que buscar primeiro o Reino de Deus e a Sua justiça deve ser o parâmetro central da vida cristã.
Ao desenvolver o tema “O Reino de Deus Além das Paredes”, a missionária alertou que muitas pessoas se aproximam da igreja apenas em busca de soluções pontuais para seus problemas. Embora a igreja seja, sim, lugar de cura, restauração e renovo — como a casa de misericórdia mencionada nas Escrituras — o Reino de Deus não pode permanecer restrito ao ambiente do culto. Ele precisa ser levado para fora, alcançando casas, famílias, ambientes de trabalho e a sociedade como um todo.
A pregação ressaltou que Jesus nunca apresentou o Reino como algo estático. Pelo contrário, Ele viveu e manifestou o Reino em movimento. Seu ministério foi marcado por idas, encontros, curas, restauração e transformação de vidas. A Igreja, como corpo de Cristo, é chamada a seguir esse mesmo modelo: um Reino que se movimenta, que vai ao encontro das pessoas e que se manifesta onde há obediência.
Um dos pontos centrais da mensagem foi o ensino sobre identidade no Reino. Com base em 1 Pedro 2:9, a missionária afirmou que os cristãos são geração eleita, sacerdócio real, nação santa e povo exclusivo de Deus. Reconhecer essa identidade é fundamental para representar corretamente o Reino. Muitas vezes, a falta de entendimento sobre quem somos em Deus gera medo, vergonha e paralisação espiritual.
Foi feito um paralelo com a parábola do filho pródigo, destacando a postura do filho mais velho, que, mesmo estando na casa do pai, não compreendia a herança que possuía. Assim também acontece com muitos cristãos que permanecem na igreja, mas vivem como se não fizessem parte do Reino, delegando a missão apenas à liderança. A mensagem reforçou que todo filho é chamado à missão.
A missionária destacou que, ao receber o Reino, o cristão recebe também uma missão. O Reino de Deus se estabelece quando permitimos que o governo de Deus atue em nossa vida, em nossa casa e em nossas decisões. Essa experiência gera um desejo profundo de compartilhar com outros aquilo que Deus fez e continua fazendo.
A mensagem também enfatizou a necessidade de relacionamento com Deus no secreto. Com base em Salmos 139 e Mateus 6:6, foi ensinado que intimidade com Deus é construída na oração, na Palavra e na busca pessoal. É nesse lugar de relacionamento que somos fortalecidos para viver e testemunhar o Reino fora da igreja.
Ao abordar a Grande Comissão, a missionária reforçou que o “Ide” de Mateus 28:19–20 não foi direcionado apenas a líderes, mas a todos os discípulos. Atos 1:8 foi citado para lembrar que o poder do Espírito Santo capacita cada cristão a ser testemunha de Cristo, começando onde está e se expandindo para além.
A mensagem também alertou que, muitas vezes, as adversidades da vida fazem parte do processo de Deus para nos impulsionar à obediência e ao avanço do Reino, assim como aconteceu com a igreja primitiva no livro de Atos. O Reino de Deus não avança por comodismo, mas por obediência, perseverança e fé.
Em um momento forte da ministração, foi destacado que levar o Reino exige coragem para testemunhar, amor para servir e disposição para obedecer. O exemplo do endemoniado gadareno foi usado para mostrar que o verdadeiro testemunho acontece quando a transformação é vivida no ambiente onde antes havia dor, prisão e rejeição.
A missionária enfatizou que o testemunho cristão vai além das palavras. Muitas pessoas não leem a Bíblia, mas leem a vida daqueles que dizem seguir a Cristo. Por isso, o comportamento, as atitudes e o estilo de vida são instrumentos poderosos de evangelização.
Com base em Mateus 11:12 e 2 Timóteo 2:3–4, a mensagem concluiu que o Reino de Deus é tomado com perseverança, disciplina e compromisso. O cristão é chamado como bom soldado de Cristo, não para agradar ao mundo, mas Àquele que o alistou.
Encerrando, a missionária fez um forte chamado à reflexão e ao comprometimento. Jesus não chamou Seus discípulos apenas para frequentar cultos, mas para viver um propósito maior. A igreja reunida é poderosa, mas a igreja espalhada é implacável. O Reino de Deus precisa avançar nos lares, nos bairros, nos ambientes profissionais e especialmente na formação espiritual das famílias e das crianças.
A mensagem final foi clara e desafiadora: é tempo de sair das quatro paredes e viver o propósito do Reino de Deus, renovando o compromisso com a missão e declarando, como o profeta Isaías: “Eis-me aqui, envia-me a mim”.
📍 Igreja Metodista Wesleyana Central – Porto Velho/RO
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🎙️ Ministração: Pastor convidado – Igreja do Castanheiro 📍 Igreja Metodista Wesleyana Central – Porto Velho/RO 📅 Culto de domingo | Início do ano de 2026
Neste culto especial de início de ano, a Igreja Metodista Wesleyana Central recebeu uma ministração profunda e confrontadora sobre o Reino de Deus, destacando que a verdadeira manifestação do Reino acontece por meio do serviço, da entrega e de uma vida alinhada aos valores do evangelho.
Desde a abertura, a mensagem ressaltou a centralidade do amor de Deus, enfatizando que o Senhor tem amado a Sua igreja ontem, hoje e continuará amando eternamente. A palavra trouxe uma declaração profética para o ano de 2026, liberando bênção, prosperidade integral e manifestação da glória de Deus sobre lares, famílias e projetos, sempre com o entendimento de que prosperidade bíblica vai além de recursos materiais, alcançando caráter, fé e propósito.
Ao contextualizar a proposta espiritual da igreja, foi reforçado que a Wesleyana Central tem sido marcada por não anunciar um evangelho de facilidades ou conveniências, mas sim o evangelho do Reino, que confronta o ego humano, ajusta rotas e estabelece diretrizes espirituais para uma vida cristã madura. O objetivo da mensagem não foi agradar sentimentos, mas alinhar o coração da igreja ao propósito de Deus para o novo ano.
A base bíblica da ministração foi o texto de Marcos 10:35–45, que relata o pedido dos filhos de Zebedeu para se assentarem em posições de honra ao lado de Jesus. A partir desse episódio, foi desenvolvido o ensino central de que o erro dos discípulos não estava em desejar grandeza, mas em definir grandeza com os critérios errados. Jesus, então, redefine o conceito de grandeza ao afirmar que, no Reino de Deus, quem deseja ser grande deve servir, e quem deseja ser o primeiro deve ser servo de todos.
A mensagem apresentou com clareza o contraste entre o modelo de reino do mundo e o modelo do Reino de Deus. No padrão humano, grandeza está associada a posição, status, reconhecimento e poder. Já no Reino de Deus, grandeza é medida pela entrega, pela humilhação voluntária, pelo amor em ação e pela disposição em servir sem buscar aplausos. Jesus é apresentado como o Rei que não veio para ser servido, mas para servir e dar a Sua vida em resgate de muitos.
Foi enfatizado que o Reino de Deus é um Reino “de ponta cabeça”, que confronta a lógica humana e desmonta valores baseados em aparência, mérito, visibilidade e acúmulo. O ensino destacou que Jesus não veio competir com o mundo, mas confrontar mentiras, corrigir mentalidades e estabelecer uma nova forma de viver, fundamentada na metanoia, a transformação da mente descrita em Romanos 12.
Um dos pontos centrais da mensagem foi a denúncia do risco de um cristianismo ativista, onde servir se torna sinônimo de visibilidade ou ocupação constante na igreja. Foi afirmado que serviço não é evento, mas estilo de vida. Servir a Deus não se limita ao altar, aos cargos ou aos cultos, mas se expressa no cuidado com a família, na integridade no trabalho, no amor ao próximo, na fidelidade nas pequenas coisas e na coerência entre o que se vive na igreja e fora dela.
A ministração destacou que manifestar o Reino de Deus não exige grandes feitos ou recursos financeiros, mas fidelidade nas oportunidades simples do dia a dia. Atos como ajudar alguém, ouvir uma dor, oferecer um abraço, carregar um peso junto ou amar quando se está cansado são expressões práticas do Reino em ação. O Reino não se revela em discursos ou aplausos, mas em atitudes, misericórdia, responsabilidade e serviço silencioso.
Por meio de uma ilustração marcante, a história de uma idosa em sua última viagem de táxi, foi evidenciado que uma vida inteira de serviço fiel, ainda que sem reconhecimento humano, tem valor eterno diante de Deus. A narrativa reforçou que o verdadeiro galardão não está nos palcos, mas na fidelidade diária ao chamado do Reino.
A mensagem também trouxe um forte chamado à autorreflexão, questionando como cada cristão tem vivido sua fé em áreas práticas como família, trabalho, uso das redes sociais, administração financeira e testemunho pessoal. Foi enfatizado que a lógica do Reino é diferente da lógica do mundo e que a fidelidade começa agora, no pouco, antes de qualquer crescimento ou reconhecimento.
Encerrando, a igreja foi desafiada a viver um cristianismo autêntico em 2026, permitindo que o Reino de Deus transforme primeiro o interior, para então impactar o ambiente ao redor. A grande verdade reafirmada foi clara: no Reino de Deus, grandeza não é posição, é entrega. Servir não é perder; servir é investir em um galardão eterno.
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Nesta ministração realizada durante a conferência, a Igreja foi confrontada com um dos temas centrais do cristianismo: o verdadeiro discipulado. Fundamentada em Mateus 28:19–20, a mensagem destacou que o chamado de Jesus não se limita à conversão de pessoas, mas à formação de discípulos comprometidos com uma transformação real de vida e com os princípios do Reino de Deus.
Ao longo do ensino, foi ressaltado que o crescimento do Reino não acontece apenas por meio de decisões momentâneas feitas em cultos, mas por meio de um processo contínuo de rendição, ensino, confrontação e amadurecimento espiritual. Segundo a ministração, a Igreja tem sido desafiada a ir além do número de convertidos e investir na formação de pessoas que vivam, de forma prática, os valores do evangelho.
A mensagem também alertou sobre os riscos de um evangelho adaptado, que oferece alívio sem arrependimento e promessa sem compromisso. De acordo com o ensino, esse tipo de abordagem gera cristãos que frequentam a igreja, mas não experimentam mudanças profundas em áreas essenciais da vida. O discipulado bíblico, por outro lado, confronta o pecado, exige entrega total e conduz o cristão a uma vida governada pelo senhorio de Cristo.
Outro ponto de destaque foi a importância do pastoreio e da submissão espiritual. O verdadeiro discípulo, conforme a mensagem, é aquele que aceita ser cuidado, orientado e confrontado, reconhecendo que não governa a própria vida. Sem submissão, não há formação de caráter; sem processo, não há maturidade cristã. O discipulado foi comparado ao trabalho do oleiro com o barro, no qual a transformação só acontece quando há disposição para ser moldado.
A ministração também enfatizou que o discipulado é um caminho contínuo. O verdadeiro discípulo é ensinável, persevera mesmo quando não compreende o tempo de Deus e permanece fiel durante o processo de lapidação espiritual. A mensagem destacou que crescimento espiritual envolve espera, obediência e renúncia, contrariando a cultura imediatista que busca resultados rápidos sem passar pelo processo necessário.
Além do crescimento pessoal, foi reforçado que o discipulado genuíno gera frutificação e multiplicação. O chamado da Igreja não termina no cuidado individual, mas se estende à responsabilidade de formar outros discípulos. Investir tempo na vida de pessoas, caminhar junto, ensinar com exemplo e amar com paciência foram apresentados como marcas do verdadeiro discipulado cristão.
Encerrando, a mensagem trouxe um forte convite à reflexão e à decisão. Os ouvintes foram desafiados a abandonar a caminhada solitária, permitir-se ser moldados por Deus e assumir um compromisso real com o Reino. A palavra reafirmou que Deus forma pessoas para transformar pessoas, e que o avanço do Reino acontece quando discípulos maduros se dispõem a viver e multiplicar aquilo que receberam.
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📖 Manifestando o Reino de Deus por Meio da Santidade
🎙️ Ministração: Pr. Paulo | Campanha – Segundo Dia
Durante o segundo dia da campanha, o pastor Paulo ministrou uma palavra profunda e esclarecedora sobre o Reino de Deus e sua manifestação por meio da santidade e da transformação interior. Fundamentada em Colossenses 1:13, a mensagem destacou que o cristão não apenas foi salvo, mas foi transferido do império das trevas para o Reino do Filho amado de Deus, passando a viver sob um novo governo espiritual.
Logo no início da ministração, o pastor ressaltou a importância do tema abordado na conferência, enfatizando a necessidade de a Igreja resgatar o ensino bíblico sobre Reino, um assunto pouco explorado nas pregações contemporâneas. Segundo ele, compreender o Reino de Deus é essencial para que o cristão viva de forma consciente, alinhada com os propósitos divinos e com impacto real no mundo ao seu redor.
Ao explicar o texto de Colossenses, foi destacado que o “império das trevas” representa um domínio onde há cegueira espiritual, confusão, tropeços constantes e ausência de direção. Assim como uma pessoa com deficiência visual encontra dificuldade para caminhar e acaba se machucando ou ferindo outros, aqueles que vivem sob esse domínio espiritual acabam sendo conduzidos sem discernimento. Em contraste, o Reino da luz é apresentado como o lugar onde Cristo governa, trazendo clareza, propósito, direção e esperança.
A ministração esclareceu que o Reino de Deus não deve ser entendido como um território físico, um conjunto de regras religiosas ou práticas externas, mas como o exercício do governo de um Rei soberano. Onde Cristo governa, ali existe Reino. Para que haja Reino, é necessário haver um Rei, um povo, um domínio e uma cultura. Essa cultura do Reino se expressa por meio de valores, princípios bíblicos e obediência à Palavra de Deus, que funciona como a constituição espiritual do cristão.
O pastor Paulo destacou ainda que todos participam de algum reino, seja ele social, cultural ou espiritual, e que, com o tempo, as pessoas acabam refletindo a cultura do reino ao qual pertencem. Da mesma forma, aqueles que fazem parte do Reino de Deus passam a refletir essa realidade por meio de atitudes, palavras, comportamento e testemunho. O cristão, segundo o ensino, é um embaixador do Reino, chamado a representar fielmente aquilo que vive.
Avançando na ministração, o pastor enfatizou que o Reino de Deus começa dentro do indivíduo, conforme ensina Romanos 14:17: “O Reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, paz e alegria no Espírito Santo”. O apóstolo Paulo, ao corrigir a igreja de Roma, ensinou que o Reino não se manifesta em discussões externas, julgamentos ou aparências religiosas, mas em uma transformação interior profunda, que se reflete no caráter.
Foi destacado que a manifestação do Reino exige uma mudança real no coração antes de alcançar o ambiente. O Reino não começa no exterior, nem nas práticas visíveis, mas em um coração rendido, governado por Cristo. A verdadeira santidade, segundo o ensino, não é um conjunto de proibições, mas uma vida alinhada com a vontade de Deus, marcada por decisões corretas, integridade moral e sensibilidade à direção do Espírito Santo.
A mensagem também abordou os três pilares do Reino apresentados em Romanos 14:17. A justiça foi definida como uma vida alinhada à Palavra de Deus e às decisões guiadas pelo Espírito Santo. A paz, não como ausência de problemas, mas como tranquilidade interior mesmo em meio às dificuldades, fruto da confiança em Deus. E a alegria no Espírito Santo, não como emoção passageira, mas como contentamento espiritual que sustenta o cristão durante os desafios da vida.
Outro ponto central da ministração foi a afirmação de que o Reino começa quando Cristo governa o “eu”. Com base em Romanos 14:7 e Mateus 16:24, o pastor destacou que não existe Reino interior sem renúncia. Viver o Reino exige negar a si mesmo, abandonar o governo das próprias vontades e permitir que Cristo assuma o controle total da vida, incluindo família, trabalho, estudos, sonhos e projetos.
A palavra também enfatizou que a transformação interior precede a transformação do ambiente. Antes de desejar mudanças na família, na igreja, no trabalho ou na sociedade, é necessário permitir que Deus opere primeiro no interior do cristão, por meio da santidade, da renovação da mente e de um coração limpo. Onde o Reino de Deus está verdadeiramente estabelecido, o ambiente inevitavelmente será impactado.
Ilustrando esse princípio, o pastor compartilhou uma experiência pessoal que demonstrou como ambientes físicos também podem ser influenciados quando o Reino de Deus governa a vida de uma pessoa. O testemunho reforçou a ideia de que onde o Espírito Santo habita, há frutificação, crescimento e manifestação da bênção de Deus.
Encerrando a ministração, foi destacado que o Reino de Deus se manifesta visivelmente por meio do testemunho. Compartilhar aquilo que Deus fez e faz é uma ferramenta poderosa de evangelização e edificação. Conforme Mateus 5:16, o cristão é chamado a ser luz, revelando o Reino por meio do viver, do falar, do servir, do amar e do perdoar.
A mensagem concluiu com um chamado à reflexão e à decisão. O pastor Paulo desafiou a igreja a permitir que o Reino de Deus governe plenamente o coração, afirmando que quando o céu governa o interior, a terra sente os efeitos. O ensino reforçou que o Reino não começa nas regras, na aparência ou no ambiente, mas em um coração totalmente rendido ao senhorio de Cristo.
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Durante esta ministração, a missionária Solimar Coelho conduziu a igreja a uma profunda reflexão sobre o papel da adoração como fundamento da vida cristã e como instrumento pelo qual o Reino de Deus se manifesta, independentemente das circunstâncias. A mensagem marcou o início da campanha espiritual do ano, destacando a importância de começar cada etapa da caminhada cristã na presença de Deus.
A pregação teve início com um momento de oração coletiva, incentivando os irmãos a intercederem uns pelos outros, à luz de Jó 42:10, enfatizando que Deus age quando há comunhão, intercessão e entrega. A missionária ressaltou que a adoração não é apenas um ato litúrgico ou musical, mas um estilo de vida, uma postura contínua de rendição, reverência e devoção ao Criador.
Com base em Romanos 12:1, foi destacado que a verdadeira adoração se manifesta quando o cristão oferece a própria vida como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus. A adoração, segundo o ensino, exige intencionalidade, vontade e atitude. Não se trata de adorar de qualquer maneira, mas de uma entrega consciente do corpo, da mente e do coração ao Senhor.
Ao longo da mensagem, diversos exemplos bíblicos e testemunhos foram apresentados para demonstrar que adorar a Deus não depende das circunstâncias favoráveis. A missionária relembrou a história de Jó, descrito nas Escrituras como um homem íntegro, temente a Deus e próspero, que mesmo após perdas profundas, manteve sua postura de adoração, declarando: “O Senhor deu, o Senhor tomou; bendito seja o nome do Senhor”. A mensagem reforçou que a adoração verdadeira permanece mesmo quando não há respostas imediatas.
Outro destaque foi a citação do apóstolo Paulo em Filipenses 4:11–13, onde ele ensina a viver contente em toda e qualquer situação, seja na abundância ou na escassez. A missionária enfatizou que a maturidade espiritual se revela quando o cristão aprende a confiar em Deus em todos os cenários, reconhecendo que a força vem do Senhor.
A mensagem também abordou o relato de Atos 16, na segunda viagem missionária de Paulo, quando ele e Silas, mesmo injustamente presos, adoraram a Deus com orações e louvores. A adoração, naquele contexto, resultou em libertação, salvação e transformação de vidas. Foi ressaltado que a adoração não apenas glorifica a Deus, mas testemunha Sua presença e poder diante das pessoas ao redor.
Ao longo da ministração, a missionária destacou que adorar é também confiar, entregar o controle e permitir que Deus governe todas as áreas da vida. A verdadeira adoração, segundo o ensino, se expressa por meio do louvor, da oração, da obediência, da gratidão, do testemunho e da submissão à vontade divina.
Histórias marcantes da fé cristã também foram relembradas, como a de Sadraque, Mesaque e Abednego, que escolheram adorar a Deus mesmo diante da fornalha ardente, e tiveram a presença do Senhor revelada no meio da prova. A mensagem reforçou que Deus não livra apenas da fornalha, mas se manifesta dentro dela, quando é verdadeiramente adorado.
Encerrando, a missionária Solimar Coelho trouxe um chamado direto à igreja: adorar a Deus em qualquer circunstância, especialmente quando o cenário parece desfavorável. A adoração foi apresentada como a chave para que o Reino de Deus governe a vida do cristão, trazendo direção, sustento espiritual, esperança e manifestação do poder de Deus.
A mensagem deixou claro que aquilo que é colocado nas mãos de Deus permanece seguro, conforme o princípio bíblico de Jeremias 29:11, reafirmando que o Senhor tem planos de paz, esperança e futuro para Seu povo. O ensino concluiu convidando a igreja a viver um ano marcado pela adoração genuína, pela gratidão e pela confiança plena em Deus.
📍 Igreja Metodista Wesleyana Central – Porto Velho/RO
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CULTO | Depois do Natal: O Presente Que Exige Uma Resposta
Após as celebrações natalinas, a Igreja Metodista Wesleyana Central promoveu uma reflexão profunda baseada em Lucas 2:15–20, destacando que o Natal não se encerra na manjedoura, mas continua na resposta prática que cada cristão oferece ao presente de Deus.
A mensagem destacou a experiência dos pastores ao receberem a revelação do nascimento de Cristo, enfatizando que o Evangelho exige mais do que emoção momentânea. Segundo a Palavra ministrada, o encontro com Jesus gera movimento, obediência e compromisso com a transformação de vida.
Durante o culto, foi ressaltado que o maior teste do Natal acontece após o dia 25 de dezembro, quando a rotina retorna e a fé é colocada em prática nas decisões diárias, nos relacionamentos e na vivência cristã. A mensagem também reforçou que a revelação recebida deve ser compartilhada, assim como fizeram os pastores ao anunciarem aquilo que haviam visto e ouvido.
O culto reafirmou o chamado para uma fé ativa, que ultrapassa a celebração e se manifesta em atitudes concretas, mantendo Cristo no centro da vida cotidiana.
📖 Texto base: Lucas 2:15–20 📍 Igreja Metodista Wesleyana Central – Porto Velho
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A Importância de Colocar Deus no Centro em um Mundo Repleto de Vozes
Em um cenário cada vez mais marcado por distrações, opiniões múltiplas e influências externas, a busca por direção espiritual tem se tornado um desafio constante para muitos cristãos. Durante uma ministração marcante, o Pr. Paulo trouxe uma reflexão profunda sobre o impacto que as vozes ao nosso redor exercem sobre decisões, comportamentos e, principalmente, sobre o relacionamento com Deus.
Baseando-se no texto bíblico de João 10:27 — “As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem” — a mensagem destacou um princípio espiritual essencial: a vida cristã depende diretamente da capacidade de discernir qual voz está sendo ouvida.
Segundo a reflexão apresentada, o ser humano está constantemente exposto a diversas influências. Entre elas estão as opiniões familiares, pressões profissionais, conteúdos das redes sociais e até desejos internos que podem, silenciosamente, afastar o indivíduo do propósito divino. O alerta central da ministração é que essas vozes raramente surgem de forma abrupta, mas geralmente atuam de maneira sutil, conduzindo a distrações progressivas.
O ensinamento reforça que quando Deus deixa de ocupar o centro da vida, outras influências passam naturalmente a assumir esse espaço. Esse deslocamento espiritual pode gerar desorganização emocional, conflitos familiares, frustrações profissionais e sensação de vazio existencial.
Durante a mensagem, foram destacados quatro tipos principais de vozes que, segundo a abordagem bíblica, podem comprometer a caminhada espiritual: a voz do engano, representada pela figura da serpente no relato de Gênesis; a voz de pessoas próximas, que mesmo movidas por amor podem oferecer direcionamentos baseados apenas em sentimentos; a voz da própria alma, associada aos desejos e emoções humanas; e a voz da multidão, caracterizada pelas pressões sociais e modismos culturais.
O ensinamento ressalta que, embora essas influências sejam comuns à experiência humana, o discernimento espiritual é fundamental para evitar que elas assumam o controle das decisões pessoais.
Outro ponto de destaque foi a ênfase na intimidade com Deus como principal ferramenta para reconhecer Sua voz. A ministração reforça que essa conexão é construída através da oração, leitura bíblica e momentos de comunhão espiritual. É nesse ambiente de relacionamento que, segundo a mensagem, Deus revela direção, propósito e livramento.
Além disso, foi apresentada a ideia de que Deus não compete pelo controle da vida humana. A escolha de colocá-Lo no centro parte exclusivamente da decisão individual. Contudo, o ensinamento aponta que quando essa decisão é tomada, ocorre uma reorganização natural das prioridades, relacionamentos e objetivos pessoais.
A reflexão também trouxe um alerta sobre o uso do tempo, destacando como distrações modernas, especialmente as redes sociais, podem ocupar espaços que anteriormente eram dedicados ao crescimento espiritual e desenvolvimento pessoal.
Ao final da ministração, a mensagem transmitiu esperança e encorajamento, enfatizando que quando Deus reassume o centro da vida, processos de restauração começam a acontecer. Promessas espirituais, projetos pessoais e transformações familiares passam a se desenvolver no tempo considerado perfeito pela fé cristã.
A palavra conclui reforçando que ouvir a voz de Deus não é apenas uma experiência espiritual, mas uma decisão diária que influencia diretamente o destino e o propósito de vida de cada pessoa.
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Durante o Culto Fôlego, realizado com o objetivo de fortalecer espiritualmente os participantes, o Pr. Ruan trouxe uma mensagem profundamente reflexiva baseada no texto bíblico de 2 Samuel 23:20-23. A ministração destacou a trajetória de Benaias, um dos guerreiros valentes do rei Davi, conhecido por seus feitos extraordinários e pela coragem demonstrada em situações extremamente adversas.
A mensagem iniciou com uma observação que rapidamente gerou identificação entre os presentes: nem todo cansaço é físico. Segundo a reflexão apresentada, existe um desgaste que não se manifesta no corpo, mas que pesa na alma, afetando emoções, decisões e a própria caminhada espiritual.
O ensinamento destacou que muitas pessoas mantêm suas rotinas normalmente — trabalham, cuidam da família, participam das atividades religiosas — porém carregam internamente um sentimento de exaustão emocional e espiritual. Esse tipo de cansaço, muitas vezes silencioso, pode gerar sensação de desânimo, falta de propósito e dificuldade de manter a fé ativa.
Ao apresentar a história de Benaias, a mensagem trouxe uma analogia poderosa sobre enfrentar batalhas em circunstâncias desfavoráveis. O relato bíblico descreve que o guerreiro perseguiu um leão em um dia de neve e entrou em uma cova para enfrentá-lo. Para o Pr. Ruan, essa narrativa simboliza momentos da vida em que desafios surgem justamente quando as condições parecem menos favoráveis.
A reflexão apontou que o ambiente descrito na história — neve, cova e presença de um leão — representa situações em que pessoas enfrentam problemas emocionais, crises familiares, pressões financeiras ou conflitos espirituais. Nesses contextos, o sentimento predominante muitas vezes é o de insuficiência ou incapacidade de continuar lutando.
Outro ponto destacado durante a ministração foi a compreensão de que a fé cristã não elimina batalhas, mas fortalece o indivíduo para enfrentá-las. Segundo a abordagem apresentada, Deus não busca pessoas que nunca enfrentem dificuldades, mas sim aquelas que escolhem permanecer firmes mesmo diante do desgaste emocional.
A mensagem também enfatizou que momentos de cansaço espiritual não significam ausência de fé, mas podem representar fases de crescimento e amadurecimento. A perseverança nesses períodos é apresentada como elemento essencial para o desenvolvimento do caráter espiritual e fortalecimento do relacionamento com Deus.
Durante a conclusão, a palavra transmitiu uma mensagem de esperança, reforçando que a presença de Deus continua sendo fonte de renovação para aqueles que se sentem sobrecarregados. A reflexão destacou que, assim como Benaias foi honrado por sua coragem e fidelidade, pessoas que permanecem firmes em sua caminhada espiritual também experimentam processos de transformação e fortalecimento interior.
A ministração encerrou convidando os participantes a refletirem sobre suas próprias batalhas invisíveis e a buscarem em Deus a força necessária para continuar avançando, mesmo quando o cansaço parece maior que a capacidade humana de resistir.
❓ Você já sentiu um cansaço que não era físico, mas emocional ou espiritual?
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Deus ocupa qual espaço na vida do cristão moderno?
Em meio à rotina acelerada, compromissos profissionais, responsabilidades familiares e desafios emocionais cada vez mais presentes, uma pergunta tem ecoado silenciosamente dentro de muitos cristãos: qual é, de fato, o espaço que Deus ocupa na vida diária?
A fé cristã sempre apresentou Deus como Senhor absoluto e não apenas como uma figura espiritual que acompanha momentos específicos da vida. No entanto, especialistas em teologia pastoral e líderes cristãos têm observado um fenômeno cada vez mais comum dentro das igrejas contemporâneas: a chamada “fé fragmentada”. Trata-se de uma espiritualidade que reconhece a existência de Deus, mas que muitas vezes limita sua atuação a ambientes religiosos ou momentos de necessidade.
O texto bíblico de Provérbios 3:6 estabelece um princípio central da fé cristã ao declarar: “Reconhece o Senhor em todos os teus caminhos”. A orientação não sugere uma presença parcial, mas uma relação contínua e integral, envolvendo decisões, emoções, projetos pessoais e até mesmo as tarefas mais simples da rotina.
Segundo estudiosos da espiritualidade cristã, quando Deus deixa de ocupar o centro da vida, as consequências raramente aparecem de forma abrupta. O afastamento espiritual costuma ocorrer de maneira silenciosa, manifestando-se por meio de inquietação interior, perda de propósito, esgotamento emocional e uma sensação constante de sobrecarga. Muitos cristãos continuam ativos em atividades religiosas, mas relatam dificuldade em experimentar paz e descanso espiritual.
Outro aspecto frequentemente observado é a tendência humana de tentar compensar esse distanciamento com aumento de práticas religiosas. Entretanto, líderes pastorais ressaltam que o desafio não está na quantidade de atividades espirituais, mas na posição que Deus ocupa na estrutura da vida pessoal. A tradição cristã ensina que Deus não busca apenas participação na rotina do crente, mas relacionamento, dependência e centralidade.
Quando essa centralidade é restaurada, relatos pastorais apontam mudanças significativas na maneira como o cristão enfrenta problemas, toma decisões e interpreta dificuldades. A fé passa a ser vivida com mais confiança e menos ansiedade, com maior clareza de propósito e equilíbrio emocional, mesmo diante de adversidades.
Esse cenário levanta uma reflexão relevante para a igreja contemporânea e para cada cristão individualmente: será que o cansaço espiritual enfrentado por muitos fiéis está ligado à falta de fé ou à tentativa de conduzir a própria vida sem permitir que Deus ocupe plenamente o lugar que, biblicamente, sempre foi dEle?
Diante disso, surge uma pergunta inevitável e profundamente pessoal: Deus tem sido apenas uma parte da sua vida espiritual ou Ele realmente tem ocupado o centro de todas as suas decisões e caminhos?
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Quando a fé vira cobrança: o que Miquéias 6:8 realmente ensina
Há uma sensação silenciosa que acompanha muitas pessoas de fé: a impressão constante de que nunca é o suficiente. Um peso no peito, uma cobrança interna que insiste em perguntar se Deus está satisfeito, se o esforço foi grande o bastante, se ainda falta algo a entregar. Essa experiência, longe de ser moderna, atravessa séculos e encontra eco direto nas páginas das Escrituras.
O profeta Miquéias escreveu em um contexto de profunda crise espiritual em Israel, cerca de 700 anos antes de Cristo. O povo não havia abandonado a religião, pelo contrário: intensificava práticas, sacrifícios e rituais. O problema não era a ausência de fé, mas a tentativa desesperada de transformar a relação com Deus em uma equação de troca. Quanto maior o erro, maior deveria ser o sacrifício. Quanto mais culpa, mais esforço religioso.
No capítulo 6, essa lógica chega ao limite do absurdo. O texto bíblico descreve pessoas questionando se milhares de carneiros, rios de azeite ou até o sacrifício dos próprios filhos seriam suficientes para agradar a Deus. Não se trata apenas de exagero retórico, mas do retrato de uma espiritualidade dominada pela culpa e pelo medo. Uma fé que deixou de ser relacionamento e se tornou cobrança.
É nesse cenário que surge uma das respostas mais conhecidas — e ao mesmo tempo mais mal compreendidas — da Bíblia:
“Ele já mostrou a você o que é bom e o que o Senhor pede de você: que pratique a justiça, ame a misericórdia e ande humildemente com o Senhor seu Deus.” (Miquéias 6:8)
À primeira vista, a declaração parece simples, quase óbvia. Muito mais fácil do que oferecer sacrifícios caros ou rituais complexos. Mas uma leitura mais cuidadosa revela exatamente o oposto: Miquéias não está tornando a vida espiritual mais fácil; está revelando o quanto ela é impossível de ser vivida apenas pela força humana.
A justiça, no sentido bíblico, não se limita ao cumprimento da lei. Ela fala de retidão no trato com o outro, de honestidade quando ninguém observa, de dignidade concedida a cada pessoa por ela carregar a imagem de Deus. Amar a misericórdia vai além de tolerar falhas alheias; significa encontrar prazer em perdoar, algo que só se torna possível quando se reconhece, em profundidade, o quanto se é perdoado diariamente. E andar humildemente com Deus aponta para uma relação contínua, diária, marcada pela consciência de que o controle não está em nossas mãos — e que isso, longe de ser um problema, é libertador.
Essa tríade desmonta tanto o orgulho religioso quanto a ilusão do mérito espiritual. Diante desse padrão, a pergunta inevitável surge: quem consegue viver assim o tempo todo? Quem pode afirmar que é perfeitamente justo, misericordioso e humilde em todas as circunstâncias?
A resposta honesta é desconfortável: ninguém.
E é exatamente esse o ponto central da mensagem. Miquéias não está propondo uma nova lista de exigências mais sofisticadas. Ele está expondo a incapacidade humana de alcançar, por esforço próprio, aquilo que Deus deseja. É mais fácil entregar algo externo — dinheiro, tempo, sacrifícios — do que render o coração, abandonar o orgulho e admitir a dependência.
É por isso que o texto não termina em frustração, mas aponta para uma necessidade maior: um Salvador. A fé cristã não se sustenta na ideia de que o ser humano, com empenho suficiente, pode finalmente agradar a Deus. Ela se fundamenta na convicção de que Cristo viveu perfeitamente aquilo que nós não conseguimos viver. Justiça, misericórdia e humildade não foram apenas ensinadas por Ele; foram encarnadas em sua vida.
A vida cristã, portanto, não é uma corrida por reconhecimento divino, nem uma disputa por desempenho espiritual. É união com Cristo. É permitir que a vida dele flua em nós, substituindo a exaustão da tentativa constante pela confiança de quem caminha segurando a mão do Pai.
Miquéias 6:8 continua atual porque denuncia uma tentação permanente: transformar a fé em cobrança, a espiritualidade em labirinto e Deus em um chefe difícil de agradar. Mas o texto também oferece descanso. Ele nos lembra que Deus não busca performances impressionantes, e sim filhos que caminham com Ele, um passo de cada vez.
Talvez a pergunta mais honesta não seja “o que ainda preciso fazer?”, mas “de quem estou tentando receber aprovação?”. E talvez a resposta mais libertadora seja esta: não precisamos impressionar a Deus. Somos convidados a andar com Ele.
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📖 O Reino de Deus Além das Paredes
🎙️ Ministração: Missionária Gisele Guimarães
📍 Igreja Metodista Wesleyana Central – Porto Velho/RO
Nesta ministração marcante, a Missionária Gisele Guimarães trouxe um ensino profundo e urgente sobre a responsabilidade da Igreja em viver e manifestar o Reino de Deus além das quatro paredes do templo. Com base em João 20:21 — “Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio” — a mensagem destacou que o cristianismo não se limita à frequência aos cultos, mas se expressa por meio de um estilo de vida missionário, fundamentado em identidade, relacionamento com Deus e obediência.
Logo no início, a missionária compartilhou sua alegria em retornar à Igreja Metodista Wesleyana Central, ressaltando que a Igreja não é definida por prédios, mas por pessoas. A unidade do Corpo de Cristo, independentemente do local físico, foi apresentada como uma das marcas do Reino de Deus em ação.
A mensagem destacou a relevância do tema “Reino de Deus” para a Igreja contemporânea, reforçando que esse assunto precisa ser constantemente ensinado, pois é ele que firma o cristão na esperança da volta de Jesus e no cumprimento do propósito eterno. A partir de Mateus 6:33, foi enfatizado que buscar primeiro o Reino de Deus e a Sua justiça deve ser o parâmetro central da vida cristã.
Ao desenvolver o tema “O Reino de Deus Além das Paredes”, a missionária alertou que muitas pessoas se aproximam da igreja apenas em busca de soluções pontuais para seus problemas. Embora a igreja seja, sim, lugar de cura, restauração e renovo — como a casa de misericórdia mencionada nas Escrituras — o Reino de Deus não pode permanecer restrito ao ambiente do culto. Ele precisa ser levado para fora, alcançando casas, famílias, ambientes de trabalho e a sociedade como um todo.
A pregação ressaltou que Jesus nunca apresentou o Reino como algo estático. Pelo contrário, Ele viveu e manifestou o Reino em movimento. Seu ministério foi marcado por idas, encontros, curas, restauração e transformação de vidas. A Igreja, como corpo de Cristo, é chamada a seguir esse mesmo modelo: um Reino que se movimenta, que vai ao encontro das pessoas e que se manifesta onde há obediência.
Um dos pontos centrais da mensagem foi o ensino sobre identidade no Reino. Com base em 1 Pedro 2:9, a missionária afirmou que os cristãos são geração eleita, sacerdócio real, nação santa e povo exclusivo de Deus. Reconhecer essa identidade é fundamental para representar corretamente o Reino. Muitas vezes, a falta de entendimento sobre quem somos em Deus gera medo, vergonha e paralisação espiritual.
Foi feito um paralelo com a parábola do filho pródigo, destacando a postura do filho mais velho, que, mesmo estando na casa do pai, não compreendia a herança que possuía. Assim também acontece com muitos cristãos que permanecem na igreja, mas vivem como se não fizessem parte do Reino, delegando a missão apenas à liderança. A mensagem reforçou que todo filho é chamado à missão.
A missionária destacou que, ao receber o Reino, o cristão recebe também uma missão. O Reino de Deus se estabelece quando permitimos que o governo de Deus atue em nossa vida, em nossa casa e em nossas decisões. Essa experiência gera um desejo profundo de compartilhar com outros aquilo que Deus fez e continua fazendo.
A mensagem também enfatizou a necessidade de relacionamento com Deus no secreto. Com base em Salmos 139 e Mateus 6:6, foi ensinado que intimidade com Deus é construída na oração, na Palavra e na busca pessoal. É nesse lugar de relacionamento que somos fortalecidos para viver e testemunhar o Reino fora da igreja.
Ao abordar a Grande Comissão, a missionária reforçou que o “Ide” de Mateus 28:19–20 não foi direcionado apenas a líderes, mas a todos os discípulos. Atos 1:8 foi citado para lembrar que o poder do Espírito Santo capacita cada cristão a ser testemunha de Cristo, começando onde está e se expandindo para além.
A mensagem também alertou que, muitas vezes, as adversidades da vida fazem parte do processo de Deus para nos impulsionar à obediência e ao avanço do Reino, assim como aconteceu com a igreja primitiva no livro de Atos. O Reino de Deus não avança por comodismo, mas por obediência, perseverança e fé.
Em um momento forte da ministração, foi destacado que levar o Reino exige coragem para testemunhar, amor para servir e disposição para obedecer. O exemplo do endemoniado gadareno foi usado para mostrar que o verdadeiro testemunho acontece quando a transformação é vivida no ambiente onde antes havia dor, prisão e rejeição.
A missionária enfatizou que o testemunho cristão vai além das palavras. Muitas pessoas não leem a Bíblia, mas leem a vida daqueles que dizem seguir a Cristo. Por isso, o comportamento, as atitudes e o estilo de vida são instrumentos poderosos de evangelização.
Com base em Mateus 11:12 e 2 Timóteo 2:3–4, a mensagem concluiu que o Reino de Deus é tomado com perseverança, disciplina e compromisso. O cristão é chamado como bom soldado de Cristo, não para agradar ao mundo, mas Àquele que o alistou.
Encerrando, a missionária fez um forte chamado à reflexão e ao comprometimento. Jesus não chamou Seus discípulos apenas para frequentar cultos, mas para viver um propósito maior. A igreja reunida é poderosa, mas a igreja espalhada é implacável. O Reino de Deus precisa avançar nos lares, nos bairros, nos ambientes profissionais e especialmente na formação espiritual das famílias e das crianças.
A mensagem final foi clara e desafiadora: é tempo de sair das quatro paredes e viver o propósito do Reino de Deus, renovando o compromisso com a missão e declarando, como o profeta Isaías: “Eis-me aqui, envia-me a mim”.
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🎙️ Ministração: Pastor convidado – Igreja do Castanheiro
📍 Igreja Metodista Wesleyana Central – Porto Velho/RO
📅 Culto de domingo | Início do ano de 2026
Neste culto especial de início de ano, a Igreja Metodista Wesleyana Central recebeu uma ministração profunda e confrontadora sobre o Reino de Deus, destacando que a verdadeira manifestação do Reino acontece por meio do serviço, da entrega e de uma vida alinhada aos valores do evangelho.
Desde a abertura, a mensagem ressaltou a centralidade do amor de Deus, enfatizando que o Senhor tem amado a Sua igreja ontem, hoje e continuará amando eternamente. A palavra trouxe uma declaração profética para o ano de 2026, liberando bênção, prosperidade integral e manifestação da glória de Deus sobre lares, famílias e projetos, sempre com o entendimento de que prosperidade bíblica vai além de recursos materiais, alcançando caráter, fé e propósito.
Ao contextualizar a proposta espiritual da igreja, foi reforçado que a Wesleyana Central tem sido marcada por não anunciar um evangelho de facilidades ou conveniências, mas sim o evangelho do Reino, que confronta o ego humano, ajusta rotas e estabelece diretrizes espirituais para uma vida cristã madura. O objetivo da mensagem não foi agradar sentimentos, mas alinhar o coração da igreja ao propósito de Deus para o novo ano.
A base bíblica da ministração foi o texto de Marcos 10:35–45, que relata o pedido dos filhos de Zebedeu para se assentarem em posições de honra ao lado de Jesus. A partir desse episódio, foi desenvolvido o ensino central de que o erro dos discípulos não estava em desejar grandeza, mas em definir grandeza com os critérios errados. Jesus, então, redefine o conceito de grandeza ao afirmar que, no Reino de Deus, quem deseja ser grande deve servir, e quem deseja ser o primeiro deve ser servo de todos.
A mensagem apresentou com clareza o contraste entre o modelo de reino do mundo e o modelo do Reino de Deus. No padrão humano, grandeza está associada a posição, status, reconhecimento e poder. Já no Reino de Deus, grandeza é medida pela entrega, pela humilhação voluntária, pelo amor em ação e pela disposição em servir sem buscar aplausos. Jesus é apresentado como o Rei que não veio para ser servido, mas para servir e dar a Sua vida em resgate de muitos.
Foi enfatizado que o Reino de Deus é um Reino “de ponta cabeça”, que confronta a lógica humana e desmonta valores baseados em aparência, mérito, visibilidade e acúmulo. O ensino destacou que Jesus não veio competir com o mundo, mas confrontar mentiras, corrigir mentalidades e estabelecer uma nova forma de viver, fundamentada na metanoia, a transformação da mente descrita em Romanos 12.
Um dos pontos centrais da mensagem foi a denúncia do risco de um cristianismo ativista, onde servir se torna sinônimo de visibilidade ou ocupação constante na igreja. Foi afirmado que serviço não é evento, mas estilo de vida. Servir a Deus não se limita ao altar, aos cargos ou aos cultos, mas se expressa no cuidado com a família, na integridade no trabalho, no amor ao próximo, na fidelidade nas pequenas coisas e na coerência entre o que se vive na igreja e fora dela.
A ministração destacou que manifestar o Reino de Deus não exige grandes feitos ou recursos financeiros, mas fidelidade nas oportunidades simples do dia a dia. Atos como ajudar alguém, ouvir uma dor, oferecer um abraço, carregar um peso junto ou amar quando se está cansado são expressões práticas do Reino em ação. O Reino não se revela em discursos ou aplausos, mas em atitudes, misericórdia, responsabilidade e serviço silencioso.
Por meio de uma ilustração marcante, a história de uma idosa em sua última viagem de táxi, foi evidenciado que uma vida inteira de serviço fiel, ainda que sem reconhecimento humano, tem valor eterno diante de Deus. A narrativa reforçou que o verdadeiro galardão não está nos palcos, mas na fidelidade diária ao chamado do Reino.
A mensagem também trouxe um forte chamado à autorreflexão, questionando como cada cristão tem vivido sua fé em áreas práticas como família, trabalho, uso das redes sociais, administração financeira e testemunho pessoal. Foi enfatizado que a lógica do Reino é diferente da lógica do mundo e que a fidelidade começa agora, no pouco, antes de qualquer crescimento ou reconhecimento.
Encerrando, a igreja foi desafiada a viver um cristianismo autêntico em 2026, permitindo que o Reino de Deus transforme primeiro o interior, para então impactar o ambiente ao redor. A grande verdade reafirmada foi clara: no Reino de Deus, grandeza não é posição, é entrega. Servir não é perder; servir é investir em um galardão eterno.
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📖 Discipulado e Transformação no Reino de Deus
Nesta ministração realizada durante a conferência, a Igreja foi confrontada com um dos temas centrais do cristianismo: o verdadeiro discipulado. Fundamentada em Mateus 28:19–20, a mensagem destacou que o chamado de Jesus não se limita à conversão de pessoas, mas à formação de discípulos comprometidos com uma transformação real de vida e com os princípios do Reino de Deus.
Ao longo do ensino, foi ressaltado que o crescimento do Reino não acontece apenas por meio de decisões momentâneas feitas em cultos, mas por meio de um processo contínuo de rendição, ensino, confrontação e amadurecimento espiritual. Segundo a ministração, a Igreja tem sido desafiada a ir além do número de convertidos e investir na formação de pessoas que vivam, de forma prática, os valores do evangelho.
A mensagem também alertou sobre os riscos de um evangelho adaptado, que oferece alívio sem arrependimento e promessa sem compromisso. De acordo com o ensino, esse tipo de abordagem gera cristãos que frequentam a igreja, mas não experimentam mudanças profundas em áreas essenciais da vida. O discipulado bíblico, por outro lado, confronta o pecado, exige entrega total e conduz o cristão a uma vida governada pelo senhorio de Cristo.
Outro ponto de destaque foi a importância do pastoreio e da submissão espiritual. O verdadeiro discípulo, conforme a mensagem, é aquele que aceita ser cuidado, orientado e confrontado, reconhecendo que não governa a própria vida. Sem submissão, não há formação de caráter; sem processo, não há maturidade cristã. O discipulado foi comparado ao trabalho do oleiro com o barro, no qual a transformação só acontece quando há disposição para ser moldado.
A ministração também enfatizou que o discipulado é um caminho contínuo. O verdadeiro discípulo é ensinável, persevera mesmo quando não compreende o tempo de Deus e permanece fiel durante o processo de lapidação espiritual. A mensagem destacou que crescimento espiritual envolve espera, obediência e renúncia, contrariando a cultura imediatista que busca resultados rápidos sem passar pelo processo necessário.
Além do crescimento pessoal, foi reforçado que o discipulado genuíno gera frutificação e multiplicação. O chamado da Igreja não termina no cuidado individual, mas se estende à responsabilidade de formar outros discípulos. Investir tempo na vida de pessoas, caminhar junto, ensinar com exemplo e amar com paciência foram apresentados como marcas do verdadeiro discipulado cristão.
Encerrando, a mensagem trouxe um forte convite à reflexão e à decisão. Os ouvintes foram desafiados a abandonar a caminhada solitária, permitir-se ser moldados por Deus e assumir um compromisso real com o Reino. A palavra reafirmou que Deus forma pessoas para transformar pessoas, e que o avanço do Reino acontece quando discípulos maduros se dispõem a viver e multiplicar aquilo que receberam.
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📖 Manifestando o Reino de Deus por Meio da Santidade
🎙️ Ministração: Pr. Paulo | Campanha – Segundo Dia
Durante o segundo dia da campanha, o pastor Paulo ministrou uma palavra profunda e esclarecedora sobre o Reino de Deus e sua manifestação por meio da santidade e da transformação interior. Fundamentada em Colossenses 1:13, a mensagem destacou que o cristão não apenas foi salvo, mas foi transferido do império das trevas para o Reino do Filho amado de Deus, passando a viver sob um novo governo espiritual.
Logo no início da ministração, o pastor ressaltou a importância do tema abordado na conferência, enfatizando a necessidade de a Igreja resgatar o ensino bíblico sobre Reino, um assunto pouco explorado nas pregações contemporâneas. Segundo ele, compreender o Reino de Deus é essencial para que o cristão viva de forma consciente, alinhada com os propósitos divinos e com impacto real no mundo ao seu redor.
Ao explicar o texto de Colossenses, foi destacado que o “império das trevas” representa um domínio onde há cegueira espiritual, confusão, tropeços constantes e ausência de direção. Assim como uma pessoa com deficiência visual encontra dificuldade para caminhar e acaba se machucando ou ferindo outros, aqueles que vivem sob esse domínio espiritual acabam sendo conduzidos sem discernimento. Em contraste, o Reino da luz é apresentado como o lugar onde Cristo governa, trazendo clareza, propósito, direção e esperança.
A ministração esclareceu que o Reino de Deus não deve ser entendido como um território físico, um conjunto de regras religiosas ou práticas externas, mas como o exercício do governo de um Rei soberano. Onde Cristo governa, ali existe Reino. Para que haja Reino, é necessário haver um Rei, um povo, um domínio e uma cultura. Essa cultura do Reino se expressa por meio de valores, princípios bíblicos e obediência à Palavra de Deus, que funciona como a constituição espiritual do cristão.
O pastor Paulo destacou ainda que todos participam de algum reino, seja ele social, cultural ou espiritual, e que, com o tempo, as pessoas acabam refletindo a cultura do reino ao qual pertencem. Da mesma forma, aqueles que fazem parte do Reino de Deus passam a refletir essa realidade por meio de atitudes, palavras, comportamento e testemunho. O cristão, segundo o ensino, é um embaixador do Reino, chamado a representar fielmente aquilo que vive.
Avançando na ministração, o pastor enfatizou que o Reino de Deus começa dentro do indivíduo, conforme ensina Romanos 14:17: “O Reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, paz e alegria no Espírito Santo”. O apóstolo Paulo, ao corrigir a igreja de Roma, ensinou que o Reino não se manifesta em discussões externas, julgamentos ou aparências religiosas, mas em uma transformação interior profunda, que se reflete no caráter.
Foi destacado que a manifestação do Reino exige uma mudança real no coração antes de alcançar o ambiente. O Reino não começa no exterior, nem nas práticas visíveis, mas em um coração rendido, governado por Cristo. A verdadeira santidade, segundo o ensino, não é um conjunto de proibições, mas uma vida alinhada com a vontade de Deus, marcada por decisões corretas, integridade moral e sensibilidade à direção do Espírito Santo.
A mensagem também abordou os três pilares do Reino apresentados em Romanos 14:17. A justiça foi definida como uma vida alinhada à Palavra de Deus e às decisões guiadas pelo Espírito Santo. A paz, não como ausência de problemas, mas como tranquilidade interior mesmo em meio às dificuldades, fruto da confiança em Deus. E a alegria no Espírito Santo, não como emoção passageira, mas como contentamento espiritual que sustenta o cristão durante os desafios da vida.
Outro ponto central da ministração foi a afirmação de que o Reino começa quando Cristo governa o “eu”. Com base em Romanos 14:7 e Mateus 16:24, o pastor destacou que não existe Reino interior sem renúncia. Viver o Reino exige negar a si mesmo, abandonar o governo das próprias vontades e permitir que Cristo assuma o controle total da vida, incluindo família, trabalho, estudos, sonhos e projetos.
A palavra também enfatizou que a transformação interior precede a transformação do ambiente. Antes de desejar mudanças na família, na igreja, no trabalho ou na sociedade, é necessário permitir que Deus opere primeiro no interior do cristão, por meio da santidade, da renovação da mente e de um coração limpo. Onde o Reino de Deus está verdadeiramente estabelecido, o ambiente inevitavelmente será impactado.
Ilustrando esse princípio, o pastor compartilhou uma experiência pessoal que demonstrou como ambientes físicos também podem ser influenciados quando o Reino de Deus governa a vida de uma pessoa. O testemunho reforçou a ideia de que onde o Espírito Santo habita, há frutificação, crescimento e manifestação da bênção de Deus.
Encerrando a ministração, foi destacado que o Reino de Deus se manifesta visivelmente por meio do testemunho. Compartilhar aquilo que Deus fez e faz é uma ferramenta poderosa de evangelização e edificação. Conforme Mateus 5:16, o cristão é chamado a ser luz, revelando o Reino por meio do viver, do falar, do servir, do amar e do perdoar.
A mensagem concluiu com um chamado à reflexão e à decisão. O pastor Paulo desafiou a igreja a permitir que o Reino de Deus governe plenamente o coração, afirmando que quando o céu governa o interior, a terra sente os efeitos. O ensino reforçou que o Reino não começa nas regras, na aparência ou no ambiente, mas em um coração totalmente rendido ao senhorio de Cristo.
📍 Igreja Metodista Wesleyana Central – Porto Velho/RO
📅 Cultos presenciais:
➡️ Domingos às 10h
➡️ Terças-feiras às 18h30
☕ Café da manhã aos domingos às 8h
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TV Central
📖A Adoração que Manifesta o Reino de Deus
🎙️ Ministração: Missionária Solimar Coelho
Durante esta ministração, a missionária Solimar Coelho conduziu a igreja a uma profunda reflexão sobre o papel da adoração como fundamento da vida cristã e como instrumento pelo qual o Reino de Deus se manifesta, independentemente das circunstâncias. A mensagem marcou o início da campanha espiritual do ano, destacando a importância de começar cada etapa da caminhada cristã na presença de Deus.
A pregação teve início com um momento de oração coletiva, incentivando os irmãos a intercederem uns pelos outros, à luz de Jó 42:10, enfatizando que Deus age quando há comunhão, intercessão e entrega. A missionária ressaltou que a adoração não é apenas um ato litúrgico ou musical, mas um estilo de vida, uma postura contínua de rendição, reverência e devoção ao Criador.
Com base em Romanos 12:1, foi destacado que a verdadeira adoração se manifesta quando o cristão oferece a própria vida como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus. A adoração, segundo o ensino, exige intencionalidade, vontade e atitude. Não se trata de adorar de qualquer maneira, mas de uma entrega consciente do corpo, da mente e do coração ao Senhor.
Ao longo da mensagem, diversos exemplos bíblicos e testemunhos foram apresentados para demonstrar que adorar a Deus não depende das circunstâncias favoráveis. A missionária relembrou a história de Jó, descrito nas Escrituras como um homem íntegro, temente a Deus e próspero, que mesmo após perdas profundas, manteve sua postura de adoração, declarando: “O Senhor deu, o Senhor tomou; bendito seja o nome do Senhor”. A mensagem reforçou que a adoração verdadeira permanece mesmo quando não há respostas imediatas.
Outro destaque foi a citação do apóstolo Paulo em Filipenses 4:11–13, onde ele ensina a viver contente em toda e qualquer situação, seja na abundância ou na escassez. A missionária enfatizou que a maturidade espiritual se revela quando o cristão aprende a confiar em Deus em todos os cenários, reconhecendo que a força vem do Senhor.
A mensagem também abordou o relato de Atos 16, na segunda viagem missionária de Paulo, quando ele e Silas, mesmo injustamente presos, adoraram a Deus com orações e louvores. A adoração, naquele contexto, resultou em libertação, salvação e transformação de vidas. Foi ressaltado que a adoração não apenas glorifica a Deus, mas testemunha Sua presença e poder diante das pessoas ao redor.
Ao longo da ministração, a missionária destacou que adorar é também confiar, entregar o controle e permitir que Deus governe todas as áreas da vida. A verdadeira adoração, segundo o ensino, se expressa por meio do louvor, da oração, da obediência, da gratidão, do testemunho e da submissão à vontade divina.
Histórias marcantes da fé cristã também foram relembradas, como a de Sadraque, Mesaque e Abednego, que escolheram adorar a Deus mesmo diante da fornalha ardente, e tiveram a presença do Senhor revelada no meio da prova. A mensagem reforçou que Deus não livra apenas da fornalha, mas se manifesta dentro dela, quando é verdadeiramente adorado.
Encerrando, a missionária Solimar Coelho trouxe um chamado direto à igreja: adorar a Deus em qualquer circunstância, especialmente quando o cenário parece desfavorável. A adoração foi apresentada como a chave para que o Reino de Deus governe a vida do cristão, trazendo direção, sustento espiritual, esperança e manifestação do poder de Deus.
A mensagem deixou claro que aquilo que é colocado nas mãos de Deus permanece seguro, conforme o princípio bíblico de Jeremias 29:11, reafirmando que o Senhor tem planos de paz, esperança e futuro para Seu povo. O ensino concluiu convidando a igreja a viver um ano marcado pela adoração genuína, pela gratidão e pela confiança plena em Deus.
📍 Igreja Metodista Wesleyana Central – Porto Velho/RO
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TV Central
CULTO | Depois do Natal: O Presente Que Exige Uma Resposta
Após as celebrações natalinas, a Igreja Metodista Wesleyana Central promoveu uma reflexão profunda baseada em Lucas 2:15–20, destacando que o Natal não se encerra na manjedoura, mas continua na resposta prática que cada cristão oferece ao presente de Deus.
A mensagem destacou a experiência dos pastores ao receberem a revelação do nascimento de Cristo, enfatizando que o Evangelho exige mais do que emoção momentânea. Segundo a Palavra ministrada, o encontro com Jesus gera movimento, obediência e compromisso com a transformação de vida.
Durante o culto, foi ressaltado que o maior teste do Natal acontece após o dia 25 de dezembro, quando a rotina retorna e a fé é colocada em prática nas decisões diárias, nos relacionamentos e na vivência cristã. A mensagem também reforçou que a revelação recebida deve ser compartilhada, assim como fizeram os pastores ao anunciarem aquilo que haviam visto e ouvido.
O culto reafirmou o chamado para uma fé ativa, que ultrapassa a celebração e se manifesta em atitudes concretas, mantendo Cristo no centro da vida cotidiana.
📖 Texto base: Lucas 2:15–20
📍 Igreja Metodista Wesleyana Central – Porto Velho
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