#educaçãofisica #educaçãofisicaintegral Somos todos crianças em etapas diferentes do caminhar. Por:Lianne Moraes, prof.Educação física INTEGRAL. Graduada pela UFRJ E pós graduada na Estácio ... professora na rede Municipal de Teresópolis desde 2001,há 18anos e meio, buscando contribuir ao desenvolvimento integral dos alunos, orientando-os a conhecer, agir e pensar de forma consciente, no auto-conhecimento, auto-responsabilizar e auto-estima, para domínio emocional de si mesmo. Pelo auto-conhecimento o jovem ele desenvolve #inteligênciaemocional, assim PODE e deve ser inserido no mundo profissional, familiar e social de onde mora e atua, sabendo quem é, sem se abalar com o que dizem ou pensam de si, mas pelo ENTENDER o que gosta, o que aprende e seus valores em ralação ao respeitar a si e ao próximo . Na educação integral e interdisciplinar, o aluno aprende a ser sujeito ativo de suas escolhas, com liberdade consciente, isto é, pelo desenvolvimento de...
Lianne Moraes e família Moraes Mello
Após a entrevista com a psicóloga , também coordenadora da faculdade De psicologia da Estácio e psicóloga atuante na psicologia organizacional, tivemos o prazer em nos contagiar com sua alegria e sabedoria. Ao buscarmos, então ,base dos referenciais Teóricos pro trabalho, pudemos perceber o quão profundo é seu conhecimento nessa área. A Ana fala de um jeito asssim didático, sabe? Daquele jeito que o difícil , parece simples. Parece que vem tudo da cabeça dela como intuição, mas é muito estudo, conhecimento, prática e daí, comprometimento, para então, notar de onde vem a criatividade e assertividade notáveis ! Ao estudar diversas teorias, encontramos as falas dela em tudo, que já havia nos traduzido em sua fala sobre sua prática motivadora. Vamos aos estudos!
De acordo com Santos( 2025), ao estudar a Teoria da Identidade Social, proposta por Henri Tajfel e John Turner, é que ela tem implicações nas relações intergrupais e na formação da identidade coletiva.
A identidade dos indivíduos é moldada por sua associação a grupos, gerando um senso de pertencimento que os distingue entre "nós" (in-group) e "eles" (out-group). Essa identificação é crucial para a autoimagem e a autoestima, pois os indivíduos tendem a valorizar mais as características de seu grupo.
Isso tem um Impacto nas Relações Sociais. Isto é, A forma como as pessoas se identificam com seus grupos afeta suas interações e percepções sociais. Comparações entre grupos podem levar a sentimentos de superioridade ou inferioridade e influenciar comportamentos, como favoritismo em relação ao próprio grupo.
A identidade grupal é dinâmica e se desenvolve ao longo do tempo, manifestando-se em diversos contextos sociais. A compreensão dessa construção é essencial para entender como os indivíduos se comportam em diferentes ambientes, especialmente organizacionais.
Há Implicações Práticas na percepção da identidade social, pois esta, pode impactar a dinâmica de grupos e equipes, influenciando a colaboração e a competitividade. A consideração desses aspectos é fundamental para melhorar as interações e o funcionamento dos grupos em ambientes de trabalho.
Assim, a Teoria da Identidade Social oferece uma visão abrangente sobre como a identificação grupal molda não apenas a percepção individual, mas também as relações sociais, destacando sua relevância na psicologia organizacional e em contextos coletivos mais amplos.
A identidade social é uma construção dinâmica que evolui em resposta a variáveis contextuais. Essa evolução é crucial para entender o comportamento dos indivíduos em diferentes ambientes, especialmente em contextos organizacionais. A identificação com grupos pode ser moldada por experiências pessoais e sociais, refletindo a complexidade das relações humanas. A compreensão da identidade social tem implicações significativas na dinâmica de grupos e equipes. Reconhecer como a identidade grupal afeta a colaboração e a competitividade é essencial para otimizar as interações e o funcionamento em ambientes de trabalho. Isso sugere que ao fomentar um sentido de pertencimento e identidade positiva, as organizações podem melhorar a coesão e a eficácia de suas equipes. Esse entendimento é fundamental para educadores, psicólogos e profissionais de diversas áreas que buscam promover ambientes colaborativos e inclusivos.
SANTOS ( 2025) estudantes também sobre a Análise Transacional, desenvolvida pelo psicólogo Eric Berne, é uma teoria abrangente que explora as interações humanas e os processos de comunicação interpessoal. Essa abordagem terapêutica se foca em entender como os indivíduos se relacionam e comunicam, utilizando conceitos fundamentais que ajudam a decifrar comportamentos e dinâmicas sociais.
Central à Análise Transacional está a noção de "estados do ego", que são divisões da personalidade que influenciam como os indivíduos se comportam nas interações. Berne identifica três estados principais:
- Ego Pai: Representa as internalizações de normas, regras e valores, muitas vezes baseados na educação e na cultura.
-Ego Adulto: Focado na lógica e na razão, este estado busca compreender a realidade de maneira objetiva.
- Ego Criança: Refere-se às emoções e reações instintivas, refletindo experiências da infância.
A dinâmica entre esses estados do ego influencia Interações e Comportamentos, isto é, como as pessoas se comunicam e se relacionam. Por exemplo, uma interação pode ser dominada por um estado do Ego Pai, resultando em comportamentos autoritários, enquanto outra pode ser guiada pelo Ego Criança, levando a reações emocionais. A Análise Transacional permite que os indivíduos reconheçam esses estados em si mesmos e nos outros, promovendo uma comunicação mais eficaz e saudável.
A Análise Transacional oferece um quadro valioso para entender as complexidades das interações humanas. Ao identificar e trabalhar com os estados do ego, é possível melhorar a comunicação e as relações interpessoais, promovendo um crescimento pessoal e relacional significativo. Essa é a essência da Análise Transacional, refletindo sua importância na psicologia e no desenvolvimento de habilidades interpessoais em quaisquer organizações.
como a Análise Transacional pode ser aplicada na psicologia de grupos. Essa abordagem é eficaz para entender as dinâmicas de grupo, já que as interações são moldadas pelos estados do ego dos participantes. Ao reconhecer como os diferentes estados do ego se manifestam em um contexto grupal, é possível abordar e melhorar as relações interpessoais.
Vimos como os grupos podem apresentar comportamentos variados que refletem os estados do Ego Pai, Ego Adulto e Ego Criança. O reconhecimento desses estados permite que os facilitadores e participantes compreendam as motivações por trás das interações e como elas afetam a dinâmica grupal. Por exemplo, um comportamento autoritário pode ser originado do Ego Pai, enquanto reações emocionais podem se relacionar com o Ego Criança.
A Análise Transacional promove a conscientização e desenvolvimento individual, ao não negar mais, “quando me aceito posso então, mudar”!” Ai também, há um entendimento crítico das interações. Ao aplicar esses conceitos em grupos, os indivíduos podem desenvolver um maior potencial humano, reconhecendo padrões de comportamento e as influências históricas que moldam suas interações. Isso pode levar a um crescimento pessoal significativo e a uma melhor colaboração no grupo.
Daí a importância da Análise Transacional na compreensão e melhoria das dinâmicas grupais. A consciência dos estados do ego e sua aplicação em contextos sociais não apenas enriquece a experiência individual, mas também promove um ambiente mais coeso e produtivo em grupos. Essa abordagem se mostra essencial para educadores, terapeutas e profissionais que trabalham com dinâmicas de grupo, além da área organizacional.
A Teoria dos Conflitos de Grupo de Morton Deutsch destaca a importância da abertura e honestidade nas comunicações para facilitar a compreensão mútua e a resolução de conflitos. Deutsch sugere que a forma como os conflitos são comunicados e geridos influencia diretamente sua eficácia. Ele classifica os conflitos em destrutivos, que deterioram relações e exacerbam tensões, e construtivos, que oferecem oportunidades para a resolução e fortalecimento das relações por meio da colaboração e concessões.
A pesquisa de Johnson e Johnson reforça que a cooperação é mais eficaz em contextos de aprendizado, criando um ambiente seguro para a troca de ideias. A comunicação aberta é essencial para transformar conflitos destrutivos em construtivos, promovendo a aprendizagem e a coesão grupal.
Além disso, Deutsch enfatiza que a cooperação é fundamental para a tomada de decisões eficientes e o fortalecimento das relações interpessoais nas organizações. A promoção de um interesse comum e o fomento ao diálogo são cruciais para construir relações saudáveis. Para que uma organização prospere, é vital cultivar um ambiente colaborativo que priorize a comunicação e a empatia, criando um espaço propício para o crescimento coletivo.
Finalmente, encontramos na pesquisa e estudos a Teoria da Liderança Situacional de Hersey e Blanchard nos lembra que a liderança é um processo adaptativo. A eficácia de um líder depende de sua capacidade de ajustar seu estilo de acordo com a maturidade dos seguidores, que varia entre habilidade e disposição. Ao reconhecer os diferentes níveis de maturidade, os líderes podem adotar estilos que vão desde a direção até a delegação, promovendo um ambiente onde todos se sintam valorizados e motivados.
Ao explorarmos essas teorias, somos desafiados a refletir sobre a complexidade das relações humanas e as dinâmicas que moldam nossos ambientes organizacionais. Essa jornada nos convida a criar espaços mais colaborativos e inclusivos, onde a identidade social, a comunicação e a liderança se entrelaçam para formar um todo mais coeso e produtivo.
3 months ago | [YT] | 0
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