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#Umbanda #Quimbanda #Candomblé #Orixás #SpiritGuides #Information
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Jesley Alves - Mestre na Umbanda e Kimbanda

Amei fazer esse clipe

1 month ago | [YT] | 7

Jesley Alves - Mestre na Umbanda e Kimbanda

Oração a deusa...

3 months ago | [YT] | 6

Jesley Alves - Mestre na Umbanda e Kimbanda

Essa aula desperta sua consciência para di errar verdades na macumba.

4 months ago | [YT] | 19

Jesley Alves - Mestre na Umbanda e Kimbanda

Estou muito feliz com o sucesso da edição premium do meu livro “O Livro das Santas Almas 2° edição".

Agradeço a todos que participaram da pré-venda e confiaram no meu trabalho. Espero que a experiência de leitura seja tão especial para vocês quanto está sendo para mim ver nascer uma obra 100% minha, feita com identidade, verdade, dedicação e muito capricho.

Que esse livro leve adiante a força da nossa ancestralidade e da nossa memória.

Salve as Santas Almas.
Salve a ancestralidade brasileira.
Saravá!

#umbanda #Kimbanda #macumba

4 months ago | [YT] | 128

Jesley Alves - Mestre na Umbanda e Kimbanda

NA-KALUNGA A DEUSA DA KIMBANDA

Pouco se fala sobre ela e quando se fala, quase sempre é de forma superficial. Porém, dentro da tradição profunda da Kimbanda ancestral Bakongo, existe uma força feminina que sustenta o movimento da própria existência. Essa força tem nome: Na-Kalunga.
Aulas completas sobre ela no curso de Kimbanda Bakongo, link na bio.
Na-Kalunga não é apenas uma divindade. Ela é o próprio ventre do mistério. A grande matriz cósmica onde a vida nasce, se transforma e retorna. Dentro da cosmologia bakongo, Kalunga é a linha que separa e ao mesmo tempo conecta os mundos. Na-Kalunga é a consciência viva dessa travessia. Ela é o útero espiritual onde o invisível se organiza antes de se manifestar.
Por isso, compreender Na-Kalunga é compreender algo que muitas vezes foi apagado da história das religiões afro-diaspóricas: o poder central do feminino.
A Kimbanda, em sua estrutura mais antiga, não é uma tradição patriarcal. Ela é profundamente matriarcal. No sentido político e no sentido espiritual e cosmológico também. A vida nasce do ventre. A ancestralidade se transmite pela linhagem da terra, do sangue e do corpo. O poder de gerar, nutrir e transformar sempre esteve associado à força feminina.
Na-Kalunga representa esse princípio absoluto. Ela é o oceano primordial da existência. É nela que os espíritos atravessam da vida para o mundo ancestral e do mundo ancestral para a vida. Nada atravessa Kalunga sem passar pela força feminina que sustenta esse portal. O Talema que conecta N’seke e M’pemba.
Por isso, dentro da tradição de Kimbanda, o feminino nunca foi secundário. Muito pelo contrário. As grandes guardiãs da espiritualidade sempre foram mulheres.
Mulheres que mantiveram a tradição viva quando tudo ao redor tentava destruí-la.
Mulheres que carregaram fundamentos, rituais e segredos espirituais enquanto a história oficial tentava silenciar suas vozes.
Mulheres que, mesmo marginalizadas, sustentaram os terreiros, educaram gerações espirituais e mantiveram acesa a chama da ancestralidade.
A força das Pombo-giras não nasce do acaso. Ela nasce dessa raiz profunda.
Em Na-kalunga que surge M’anga, e somente as mulheres controlam essa força poderosa de transmutar a realidade. Kimbanda sem mulher é um útero seco.
Quando uma mulher desperta sua consciência espiritual dentro da tradição de Kimbanda, ela não está apenas entrando em uma religião. Ela está se reconectando com uma linhagem ancestral de poder que atravessa gerações.
Uma linhagem de mulheres que nunca pediram permissão para existir.
Porque antes de qualquer estrutura social, antes de qualquer instituição religiosa, antes de qualquer narrativa histórica…
A vida já nascia do ventre.
E esse ventre sempre foi feminino.

4 months ago | [YT] | 56