Fundamentals Handouts

In this channel, you will have access to more information about Umbanda, Quimbanda and Candomblé. Get to know Umbanda entities, Indigenous Enchanted Nature and Orixás, Voduns and African N'kises, and much more.
Don't waste the opportunity to deepen your knowledge and connect with spirituality.
Access our site:
www.apostilasdefundamentos.com/
there you find
HANDBOOKS - BOOKS - BLOG - AND MORE
For more contact
WHATSAPP
27 99926-3335

#Umbanda #Quimbanda #Candomblé #Orixás #SpiritGuides #Information
#Books #Videos #Knowledge #Spirituality


Jesley Alves - Mestre na Umbanda e Kimbanda

O N’ganga é o especialista. Um N’ganga que pratica o ofício de kimbanda é especialista na cura.

Da mesma forma que, na medicina ocidental, encontramos diversas doenças, diferentes soluções e até problemas que ainda não têm solução, no ofício de curador também é assim.

E não estamos falando somente de doenças que afligem o corpo, mas também daquelas que afligem a alma, o espírito, a essência, a família e a comunidade.

Ter as ferramentas necessárias para diagnosticar o problema e oferecer a medicina correta é um privilégio, pois, infelizmente, muito se perdeu ao longo desses anos de luta e preservação da cultura.

Tenho muito orgulho da minha família, que preservou esses saberes, e de termos chegado a um momento em que posso estudar e resgatar cada vez mais. Mas também me orgulho de saber que os ancestrais respondem e mostram o caminho.

E o caminho traz resultado porque oferece a medicina certa para tratar a necessidade que se apresenta. Sem vaidade, sem tentar preencher aquilo que não está vazio, mas apontando a direção correta para cada ser humano.

Pelo menos é o que eu faço. Não posso falar pelos outros nem por outras tradições. Falo pela minha.

Porque quem vive o ofício de kimbanda sabe que ele vai além dos espíritos: envolve pessoas e comunidades.

N’ganga que conhece o caminho da cura sabe do que estou falando.

Malembe!

#bakongo #macumba #kimbamda

1 week ago | [YT] | 40

Jesley Alves - Mestre na Umbanda e Kimbanda

E se eu tivesse vivido no Brasil de 1800?

Talvez eu fosse um homem negro livre, comerciante, líder de uma pequena comunidade e, principalmente, alguém tentando manter viva a memória de seus ancestrais em uma sociedade construída sobre a escravidão.

Em 1800, o Brasil ainda era uma colônia portuguesa. A escravidão estruturava a economia e as relações sociais. Africanos e seus descendentes, porém, não existiam apenas como escravizados. Havia libertos, homens e mulheres livres, comerciantes, artesãos, marinheiros, trabalhadores especializados, lideranças comunitárias e religiosas. Alguns conseguiram construir patrimônio e estabelecer redes próprias de proteção e sobrevivência.

Eu gosto de imaginar que estaria entre esses homens.

Talvez circulasse pelo porto negociando mercadorias durante o dia e, quando a noite chegasse, ajudasse a preservar conhecimentos que não poderiam ser anunciados publicamente. Rezas. Folhas. Ancestrais. Línguas. Cantigas. Formas africanas de compreender a vida e a morte.

Porque escravizar um corpo nunca significou necessariamente dominar sua memória.

Muita coisa que hoje chamamos de cultura brasileira sobreviveu porque alguém, em algum momento, decidiu não esquecer.

Se eu estivesse em 1800, gostaria de acreditar que seria um desses homens. Um homem livre tentando manter outros livres por dentro. Como Nganga Galanga.

#macumba #umbanda #Quimbanda

1 week ago | [YT] | 17

Jesley Alves - Mestre na Umbanda e Kimbanda

Uma coisa está ficando cada vez mais clara: a ascensão de setores extremistas do evangelicalismo está se tornando perigosa quando deixa o campo da fé e passa para a violência, a intimidação e a tentativa de controlar a liberdade religiosa dos outros.

Na madrugada desta quarta-feira (9), no Centro de Fortaleza, uma loja de artigos católicos foi atacada com um artefato inflamável. Na porta, foi deixado um cartaz com ameaças: “Se reabrir, todos morrem.”

Na mesma madrugada, pelo menos três lojas de artigos de Umbanda também foram atacadas no bairro com artefatos inflamáveis. Segundo a matéria, a Polícia Civil investiga os crimes e, até aquele momento, nenhum suspeito havia sido preso.

Percebam a gravidade: não estamos falando apenas de Umbanda. Foram três incluindo uma católica. Isso foi planejado, arquitetado e não uma decisão emocional irracional.

E aqui precisamos ter responsabilidade: ainda cabe à investigação determinar quem praticou os ataques e quais foram suas motivações. Não podemos atribuir a autoria dos crimes a evangélicos sem provas.

Mas podemos e devemos discutir algo maior: o crescimento do extremismo religioso e dos discursos que transformam outras religiões em inimigas.

Quando alguém acredita que possui o monopólio de Deus, da verdade e da moral, o próximo passo pode ser considerar legítimo silenciar quem pensa, cultua ou vive de maneira diferente.

Hoje queimam uma loja de Umbanda. Amanhã ameaçam uma loja católica. Depois, quem será?

Liberdade religiosa não significa liberdade para perseguir outras religiões ou crenças.

Cristãos, umbandistas, candomblecistas, espíritas, muçulmanos, judeus, ateus ou qualquer outro cidadão precisam ter exatamente o mesmo direito: exercer sem medo suas crenças.

O problema não é alguém ser evangélico. O problema começa quando qualquer grupo religioso transforma sua crença em justificativa para retirar direitos, ameaçar, perseguir ou violentar quem não se submete a ela.

Quando a religião começa a ameaçar a liberdade do outro, já não estamos discutindo apenas fé. Estamos discutindo segurança pública, democracia e direitos fundamentais. Cuidado!

#umbanda #Quimbanda #macumba

1 week ago (edited) | [YT] | 33

Jesley Alves - Mestre na Umbanda e Kimbanda

Eu fico extremamente surpreso com a riqueza dos ensinamentos que vêm através da sabedoria ancestral, principalmente dos pontos cantados. Muitos pontos de Umbanda e Quimbanda dizem que “filho de pemba balança, mas não cai”.
Isso Caso queira receber o link na hora, acesse o WhatsApp (27) 99926-3335, peça para entrar no grupo Elite da Macumba e receba as novidades. que nem todas as pessoas têm esse privilégio. Estamos falando dos filhos de pemba, daqueles que seguem a lei e a ancestralidade. Mesmo quando vêm as tribulações, eles balançam, mas não caem. M'pemba: ancestral.

Aqueles que estão do outro lado do muro da existência, os ancestrais, os não-vivos, ajudam aqueles que se comprometem a seguir a lei, a seguir as leia de pemba. Isso é muito importante porque, muitas vezes, levamos as tradições e seus pequenos saberes para um campo muito popular, sem aprofundar sua meditação, compreensão e interpretação. Achamos que é apenas um ditado popular, quando, na verdade, é um código guardado pela inteligência dos nossos ancestrais para preservar um grande saber e transmiti-lo até nós. Fu-Kiau já escreveu sobre a necessidade da ancestralidade para identificar os códigos deixados pelos nossos ancestrais. E sem isso nao entenderá os saberes africanos.
Então, se você não entendeu, leia novamente. Talvez esteja faltando um pouco mais de interpretação.

É isso: filho de pemba balança, mas não cai.

Amanhã estarei em São Paulo participando de alguns programas. Vou atualizando vocês por aqui para que possam acompanhar também pelo YouTube e, juntos, falarmos mais ancestralidade.
Caso queira receber o link na hora, acesse o WhatsApp (27) 99926-3335, peça para entrar no grupo Elite da Macumba e receba as novidades.

#macumba #bakongo #umbanda #quimbanda

2 weeks ago | [YT] | 24

Jesley Alves - Mestre na Umbanda e Kimbanda

Ter “fé”, entendida como crença naquilo cuja existência é incerta, nunca foi o exercício do macumbeiro. Nosso exercício de crença está na certeza: vemos os espíritos, falamos com eles e eles falam conosco. Eles vêm beber, fumar e dançar conosco. Fazemos roupas e comidas para eles. Para que fé, se tenho certeza daquilo em que acredito?

Na visão Bakongo, o culto aos ancestrais é uma medicina aplicada por um Embanda ou Kimbanda. Nós o praticamos porque há a certeza de que é adequado ao paciente, para quem sofre. E, para cada situação, existe um Elombelo, Sakulupemba, Kula ou N’anga. Tudo depende da necessidade.

Não queira fazer radioterapia se o seu problema exige apenas uma dipirona. Não olhe para a medicina, o fundamento ou o ritual aplicado ao seu semelhante e deseje aquilo para você. Será que você realmente precisa disso?

Pense: você quer a medicina porque precisa dela ou quer a doença junto, apenas pela atenção que ela gera ao redor do paciente?

Cuidado. Há muitos falsos por aí querendo vender medicina espiritual para quem nem precisa dela.

Afinal, é o capetalismo espiritual reinando.

#macumba #ancestralidade #bakongo

2 weeks ago | [YT] | 25

Jesley Alves - Mestre na Umbanda e Kimbanda

Muita gente acompanha nossos stories, reels e publicações tentando “furtar fundamentos” para depois dizer que suas entidades trouxeram tudo do além.

Mas existe uma diferença enorme entre copiar uma fórmula e compreender a alquimia. Você pode saber os ingredientes e repetir o processo, mas isso não significa que saiba fazer funcionar. Muito menos que compreenda para que aquilo realmente serve.

Makumba bonita é maravilhosa. Mas makumba boa é makumba que funciona.

Além daquilo que você vê, existe aquilo que não mostramos. Não seja ingênuo: ninguém sério publica tudo. O conhecimento mais profundo nasce da vivência, da transmissão e da tradição.

Nas minhas apostilas, ensino muita coisa e entrego conhecimento de verdade. Mas os segredos da minha casa, aqueles que fazem diferença para meus filhos e devotos, são para poucos.

Procure uma casa tradicional e aprenda de verdade. Isso fará diferença no seu caminho.

Mas, se não quiser, pelo menos compre uma apostila. Você terá acesso a um conteúdo muito mais consistente que faz inveja a muitos sacerdotes por ai.

Agora, copiar makumba de story? Aí já é feio demais.

#macumba #Umbanda #Quimbanda

2 weeks ago | [YT] | 33

Jesley Alves - Mestre na Umbanda e Kimbanda

Nós nos orgulhamos de sermos macumbeiros, praticantes de tradições de matriz africana e indígena. Mas existe uma pergunta que precisamos ter coragem de fazer: quanto da moral e dos dogmas cristãos ainda nos atravessa, mesmo quando afirmamos não ser cristãos?

Podemos abandonar a igreja, rejeitar seus símbolos e questionar sua história de violência, mas isso não significa que conseguimos retirar de nós tudo aquilo que séculos de cristianização ensinaram à nossa sociedade.

E uma das heranças que mais observo é a necessidade de calar quem incomoda.

Não estou falando apenas de mim. Eu já me acostumei com o desconforto que minhas opiniões provocam. Estou falando do que acontece quando uma mulher ousa denunciar o machismo ou a misoginia dentro do próprio terreiro. Quando uma pessoa negra denuncia o racismo. Quando uma pessoa LGBT denuncia o preconceito. Quando alguém questiona uma autoridade religiosa, uma tradição, um costume ou simplesmente pergunta: “Por quê?”

Rapidamente aparece alguém querendo silenciar.

“Não fale disso.” “Respeite os mais velhos.” “Você está criando confusão.” “Isso sempre foi assim.” “Não questione o sagrado.”

Quantas vezes já ouvimos alguma versão dessas frases?

Durante muito tempo, o cristianismo ensinou que suportar o sofrimento em silêncio poderia ser uma virtude. Ensinou a submissão às autoridades, transformou determinadas hierarquias em vontade divina e, muitas vezes, fez pessoas interpretarem a própria dor como provação, castigo ou destino.

Mas será que precisamos carregar essa lógica para dentro do terreiro?

As tradições de matriz africana são múltiplas. Possuem diferentes povos, línguas, cosmologias, organizações sociais e maneiras de compreender o indivíduo e a comunidade. Não pretendo reduzi-las a uma única visão. Mas há algo que considero indispensável em qualquer comunidade que se proponha ancestral: a capacidade de ouvir.

Ouvir também é fundamento.

Se uma mulher denuncia misoginia, ouvi-la não destrói a tradição.

Se uma pessoa negra denuncia racismo, ouvi-la não enfraquece o terreiro.

Se uma pessoa LGBT aponta preconceito, acolher sua experiência não ameaça o sagrado.

E, se alguém apresenta uma pergunta difícil, responder com argumento é muito mais digno do que tentar silenciá-lo com autoridade.

Talvez precisemos nos perguntar se realmente abandonamos determinadas estruturas ou se apenas trocamos seus nomes.

Será que tiramos o padre e colocamos o sacerdote no mesmo lugar de autoridade incontestável?

Será que abandonamos o pecado, mas continuamos punindo quem pensa diferente?

Será que deixamos a igreja, mas trouxemos conosco a necessidade de controlar corpos, comportamentos, perguntas e vozes?

Talvez ainda exista muito cristianismo dentro de nós, macumbeiros, justamente onde menos percebemos.

Descolonizar uma tradição não é apenas trocar palavras, roupas, símbolos ou referências bibliográficas. É também observar quais estruturas continuam governando a nossa maneira de pensar, julgar e tratar o outro.

Porque uma tradição que não consegue ouvir a dor dos seus próprios filhos precisa, no mínimo, ter coragem de perguntar por quê.

É apenas uma observação. Não estou aqui para confrontar ninguém.

Bom final de semana!

2 weeks ago | [YT] | 21

Jesley Alves - Mestre na Umbanda e Kimbanda

Desde que me entendo como sacerdote, sempre precisei assumir uma postura mais séria. Tive até que deixar a barba crescer para parecer mais velho. As pessoas simplesmente não me levavam a sério por eu ser muito jovem. Esse é um dos preços que uma pessoa nascida em uma família tradicional de Makumba paga.

Desde os seis anos de idade, fui ensinado pela minha mãe, Carme Elena, para me tornar sacerdote. Quando abri meu primeiro terreiro, foi muito difícil. As pessoas entravam e iam embora porque não acreditavam que alguém tão jovem pudesse conduzir uma casa.
Pois bem...
Culto após culto. Estudo após estudo. Madrugadas em diversos terreiros, conversando com sacerdotes, aprendendo, praticando e aperfeiçoando aquilo que recebi dentro da minha própria casa.
Eis-me aqui, em 2026.

Hoje me deparei com este álbum de fotos de 2016, período em que estava no auge da escrita das apostilas. Sempre fotografando tudo para catalogar e quem sabe um dia escrever sobre. E uma coisa sempre foi fundamental para mim: eu não apenas escrevo o que sei. Eu pratico o que ensino.

Sorte será de quem tiver acesso aos meus drives quando eu partir deste mundo. Há muitos livros inacabados, manuscritos, fotografias de feitiços que nunca viraram apostilas e rituais que jamais chegaram aos livros.
Tenho muito orgulho dessa trajetória.

Eu não nasci ontem na Makumba. Pelo que consigo resgatar historicamente, ela está na minha família desde o final do século XIX. E está em mim desde que nasci. Tenho orgulho de ser Jesley Alves dos Santos o N'ganga Makia Zangui.

N’gunzo.

#macumba #Bakongo #dikenga

2 weeks ago | [YT] | 31

Jesley Alves - Mestre na Umbanda e Kimbanda

Uma das coisas que eu mais amo em estar na internet é ser influencer de vocês e, muitas vezes, de muitas pessoas que nem querem que eu seja influencer delas.

Numa geração em que ser macumbeiro era vestir branco para mostrar que você era evoluído ou preto para mostrar que você era trevozão, hoje consegui influenciar boa parte das pessoas a voltar às roupas tradicionais e coloridas.

Depois de muitas críticas que fiz ao uso do cocar afro-norte-americano, hoje vejo as pessoas usando cocares indígenas brasileiros, comprando-os em comunidades indígenas. Isso foi bom, maravilhoso.

E, há 15 anos, eu também estava falando do Dikenga para vocês, e muitos riram de mim, dizendo que eu era louco. Hoje, o Dikenga está na moda.

Da mesma forma que eu denunciava essa Umbanda branca, essa Umbanda esotérica e o embranquecimento, hoje está na moda ser decolonial na Umbanda.

Então, assim, maravilhoso. Maravilhoso ser pioneiro em muitas coisas, mas aprenda uma coisa: você não precisa maltratar o mensageiro. Você pode até não gostar da mensagem, mas o mensageiro não tem nada a ver com isso. Eu só estudo e trago a vocês os fatos. Tenham mais empatia, pois muitos debates levantados hoje começaram na minha biblioteca, e outros tomaram a frente.

Se quiser mesmo ouvir o que tenho a falar, vá para o meu canal no YouTube. Eu me dedico mais por lá. Tem diversas palestras e vídeos. Mas, novamente, sou somente o mensageiro. Eu não criei os crimes históricos que denuncio.

Eu não construí nada dessas coisas, mas te convido a desconstruir comigo. Eu apenas denunciei, eu apenas mostrei, e quem teve consciência fez os seus acertos.

Mas eu fico feliz de ser o influencer nisso tudo, mesmo que, muitas vezes, não haja reconhecimento sobre isso. Mas eu sei de onde vem tudo isso. Por isso, hoje estou aqui, tirando essas fotos logo de manhã, só para mostrar para vocês o quanto eu sou bonito.

Arrumei-me só para gravar um curso incrível para vocês sobre o Dikenga. Criei dois itens para ilustrar. Criei imagens incríveis para te ajudar a compreender. Eu fiz isso porque amo ser caprichoso com tudo.

Agora, fala a verdade: eu sou lindo, né?

Obrigado, N’Zambi!

2 weeks ago | [YT] | 17

Jesley Alves - Mestre na Umbanda e Kimbanda

Uma das coisas que eu mais amo em estar na internet é ser influencer de vocês e, muitas vezes, de muitas pessoas que nem querem que eu seja influencer delas.

Numa geração em que ser macumbeiro era vestir branco para mostrar que você era evoluído ou preto para mostrar que você era trevozão, hoje consegui influenciar boa parte das pessoas a voltar às roupas tradicionais e coloridas.

Depois de muitas críticas que fiz ao uso do cocar afro-norte-americano, hoje vejo as pessoas usando cocares indígenas brasileiros, comprando-os em comunidades indígenas. Isso foi bom, maravilhoso.

E, há 15 anos, eu também estava falando do Dikenga para vocês, e muitos riram de mim, dizendo que eu era louco. Hoje, o Dikenga está na moda.

Da mesma forma que eu denunciava essa Umbanda branca, essa Umbanda esotérica e o embranquecimento, hoje está na moda ser decolonial na Umbanda.

Então, assim, maravilhoso. Maravilhoso ser pioneiro em muitas coisas, mas aprenda uma coisa: você não precisa maltratar o mensageiro. Você pode até não gostar da mensagem, mas o mensageiro não tem nada a ver com isso. Eu só estudo e trago a vocês os fatos. Tenham mais empatia, pois muitos debates levantados hoje começaram na minha biblioteca, e outros tomaram a frente.

Se quiser mesmo ouvir o que tenho a falar, vá para o meu canal no YouTube. Eu me dedico mais por lá. Tem diversas palestras e vídeos. Mas, novamente, sou somente o mensageiro. Eu não criei os crimes históricos que denuncio.

Eu não construí nada dessas coisas, mas te convido a desconstruir comigo. Eu apenas denunciei, eu apenas mostrei, e quem teve consciência fez os seus acertos.

Mas eu fico feliz de ser o influencer nisso tudo, mesmo que, muitas vezes, não haja reconhecimento sobre isso. Mas eu sei de onde vem tudo isso. Por isso, hoje estou aqui, tirando essas fotos logo de manhã, só para mostrar para vocês o quanto eu sou bonito.

Arrumei-me só para gravar um curso incrível para vocês sobre o Dikenga. Criei dois itens para ilustrar. Criei imagens incríveis para te ajudar a compreender. Eu fiz isso porque amo ser caprichoso com tudo.

Agora, fala a verdade: eu sou lindo, né?

Obrigado, N’Zambi!

2 weeks ago | [YT] | 22