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Candomblé
Não é no Kele, Igbós ou idés de Ouro que Òrìṣà habita...
Não é na porcelana folheada a ouro ou prata que ele se encontra vivo.
Não é no piso de marmore, não é no rechelier, na cabeça faraônica ou na festa regada a champanhe.
Não é nas personalidades que virão na saida ou nos bailarinos de plantão.
Ele habita num Òkúta que devidamente encantado criara vida e se perpetuara pela eternidade como receptáculo de uma energia do Universo ligada ao Criador que trara mudanças necessarias na vida daquele que o cultua.
Ele ( Òrìṣà ) habita na simplicidade de nos reportar em receber as partes inferiores do animal imolado a Ele, deixando assim a parte nobre para nossa alimentação.
Em sua magnitude de sapiência divide as oferendas entre ofertante,Ofertado e Comunidade seu Àṣẹ́.
Ah, o Òrìṣà...Ele habita nas folhas, no barro, nas aguas, no fogo, na montanha, no ar e faz sua morada na pedra.
Todo resto...
Sim!
O resto...
Não passa da vaidade humana à qual também infelizmente faço parte.
Crédito
Baba Danilo DE Iya
4 years ago | [YT] | 4
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Candomblé
MALANDROS
🎲♠️♦️♣️♥️🎲
Na industrialização do Rio de janeiro, era marcante a figura do “malandro”, pela regiões da Lapa, Praça XI, Gamboa, Glória... Os malandros eram temidos por afrontar populares, e insultar a polícia.
Malandros que se popularizaram por sua ousadia por volta do ano 1905.
Alguns nomes marcantes como: Sete coroa, Camisa preta, Benedito, Prata preta, ,Madame Satã, Meia noite, Leão do Norte, e Edgar.
*Madame Satan,
Malandro que aprendeu a arte de lutar e o gingado de capoeira, com o malandro sete coroas nos redutos da praça xI do Rj.
Madame Satã, era conhecido das ruas da Lapa e pelos policiais como o negro valente e homossexual, e valente.
Madame trabalhava nas portarias de bordéis e casa de show noturno.
*Sete coroa foi morador do primeiro morro carioca, chamado morro da favela .
A formação do Morro da Favela, "atual Morro da Providência", teve início no fim de 1897, com o retorno de ex-combatentes da Guerra ao Rio de Janeiro, que chegavam sem o apoio do governo.
Com a dificuldade ao retornar começaram a improvisar supostos barracos nas encostas do morro.
A origem do nome, morro da "favela", seria pelo fato das plantações de ervas chamada favela, que eram bem férteis no local... e com isso o nome “favela” se popularizou.
*Pedra preta
Malandro que foi rotulado como perigoso, no ano de 1902, era conhecido pelo nome de Prata preta, grande conhecedor da arte da capoeira.
*Miguel Camisa Preta,
Foi um capoeirista, malandro, boêmio, sobrevivente das ruas e do Rio de Janeiro. Alfredo Francisco Soares.
Esse era o nome de batismo, de um dos mais famosos nomes da malandragem das ruas cariocas, no início do século XX.
Sua morte:
Segundo os jornais, A Gazeta de Notícias e A Noite, Miguel Camisa Preta fora assassinado na madrugada do dia 12 de julho de 1912, numa sexta feira.
O local da morte:
O malandro foi assassinado na Rua do Núncio, nas imediações das atuais avenidas Tomé de Souza e Visconde do Rio Branco. Por volta de uma hora da manhã.
As causas da morte de Camisa Preta:
O policial Elpídio Ribeiro da Rocha, apareceu no local e narrou os fatos. O policial era inimigo declarado de Camisa Preta, que havia matado há alguns anos o malandro Leão do Norte.
Camisa Preta havia jurado vingança contra o policial.
O policial se deparou com Camisa Preta, pede para que ele erguesse as mãos... garantiram ao malandro que não atiraria.
Porém, bastou Camisa Preta erguer os braços para o policial Elpídio atirar em sua testa.
Ali era o fim do mais famoso valentão, boêmio, Malandro da Lapa Camisa preta.
Alguns malandros se devolveram no espiritismo, e adentraram a Quimbanda e a umbanda, se tornando entidades.
Não podemos transforma-los em traficantes, alcoólatras, pagodeiros, etc... pela nossa ignorância.
Essas entidades hoje vem por interferência de planos espirituais, e por isso, fazem parte de uma doutrina religiosa aonde estão agrupados.
Salve a malandragem!!!
Nota: Trago aqui parte de uma grande história diante de fatos históricos, adquirido por pesquisas em fatos históricas, que fazem parte da história do Brasil.
Por Robson ifawole
Fonte de estudo:
Jornal gazeta.
O Globo.
Gazeta de Notícias.
A história da Lapa.
Capoeirahistory.
Arquivos pessoais.
Fotogragias: Arquivos Capoeirahistory
_A violação dos direitos aurorais é CRIME previsto no artigo 184 do Código Penal3. Respeite a originalidade do texto.
Repostado por Fábio Oliveira
Página Ervas e Religiosidade
4 years ago | [YT] | 9
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Candomblé
O AMOR DE OXÚM E EXÚ.
Oxúm sempre foi mulher vaidosa, bela e elegante, ofuscava a todos com seu brilho vistoso. Uma coisa, porém, fazia-lhe falta, queria muito saber sobre os mistérios de Ifá.
Tinha sede do conhecimento dos oráculos, precisava conhecer o passado, presente e futuro, somente assim se sentiria realizada. Pensou bastante a respeito e resolveu procurar Exú, usou toda sua doçura e encanto para que ele lhe ensinasse os segredos.
Exú sentiu-se atraído pela bela mulher, mas não era de entregar nada gratuitamente e lhe propôs um trato; Se ela ficasse junto dele por sete anos, fazendo todos os serviços de sua casa, entregaria os mistérios que ela tanto desejava. Oxúm aceitou e durante todo o tempo do trato, lavou, passou e cozinhou para Exú. No final do período tratado, Exú cumpriu o que havia prometido e liberou-a. A moça, entretanto, havia se apaixonado e, mesmo com os segredos em mãos, preferiu continuar morando com ele.
Assim viveram por muito tempo em perfeita harmonia.
Um dia Oxúm estava à beira de um rio cantando com maravilhosa voz, enquanto penteava os cabelos. Xangô, que por ali passava, escondeu-se para ver de onde vinha tão maravilhosa melodia. Ao deparar-se com a beleza encantadora da bela mulher, enamorou-se perdidamente. Impetuoso, como sempre, foi até ela e declarou-se. Ela, porém, explicando sua condição de casada e feliz, recusou o amor que o homem dizia sentir. Tomado de fúria, não admitia ser contrariado, agarrou a mulher e levou-a para seu reino onde a trancafiou no alto de uma torre de onde somente sairia para unir-se a ele.
Dias e noites sem fim se passaram e Oxúm, em sua masmorra, apenas chorava em desespero. Enquanto isso, Exú vasculhava por todos os cantos do mundo a procura da mulher que aprendera a amar e respeitar. Quando já estava para desistir, resolveu descansar à sombra de uma árvore, quando ouviu um canto melancólico e reconheceu imediatamente a voz que tanto amava. Rapidamente subiu até a torre e tomou conhecimento de tudo que acontecerá.
Tentou de todas as formas tirá-la dali, mas Xangô havia sido previdente, usará de um artifício mágico que deixava a mulher presa dentro de um circulo e somente ele conseguiria libertá-la. Sentindo-se derrotado, Exú foi embora jurando que voltaria. Andou sorumbático pelos caminhos, a cabeça em turbilhão, quando se deparou com um velho que perguntou o porquê daquela tristeza. Onde estava a alegria tão comentada de Exú?
Ele não teve forças para responder, apontou o alto da torre que se via ao longe.
O velho era Orunmilá e não precisou de mais detalhes, apenas queria saber o tamanho do amor que unia aqueles dois e a resposta do rapaz foi o suficiente. Tirou um saquinho de sua vestimenta e entregou a ele, recomendando que aspergisse seu conteúdo sobre Oxúm. Cheio de alegria e esperança, Exú voltou correndo à prisão de sua amada. Sem dizer nada, apenas jogou sobre ela todo o pó que Orunmilá lhe dera. No
mesmo instante Oxúm transformou-se em uma linda pomba dourada e saiu voando direto para seu lar onde mais tarde se reencontraram e viveram felizes por muitos anos.
Laroyê Exú! Mojubá! 🖤🔥
Yêyê Oxúm! 💛🍯🐝😍
.
Texto autoria desconhecida
4 years ago | [YT] | 20
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Candomblé
SEJA O ACAÇA.
Ouvi de uma senhora com uma certa idade dentro do candomblé que me dizia bem assim ( Filho não seja arroz de festa,que é servido em dia de festa dentro do candomblé.
Seja o Acaça servido ao Ọ̀rìṣà diariamente )
Depois de anos descobri o que ela quis me ensinar,não adianta eu abrilhantar a casa do alheio sendo que não participo de minha casa,esquecer o Òrisá no escuro,esquecer que o Àṣẹ precisa de cuidado e de filhos presente para ajudar na organização e nas tarefas do àṣẹ .
Aos filhos ausente na suas casa porém presente na casa do alheio,tire um tempo vai visitar o seu Àṣẹ, vai tomar a bença de seu Bàbálórísá de sua yàlórísá, seja mais presente um bom filho hoje um bom pai amanhã.
Visita sua casa dia normal pois toda ajuda nas tarefas diárias é primordial para manter vivo a essência do Ọ̀rìṣà .
Vai limpar o seu Ọ̀rìṣà , acender uma vela, colocar cabeça agradeça por tudo,pois o Ọ̀rìṣà não te fornece o que deseja e o que precisa para evoluir.
Crédito
Sou de Obá
4 years ago | [YT] | 9
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Candomblé
Na manhã desta quinta-feira (7), representantes dos terreiros da Ilha de Itaparica e dos poderes públicos municipal (Prefeitura), estadual (Ipac) e federal (Iphan) participaram de uma reunião com o objetivo de discutir providências sobre o ato de vandalismo e destruição no assentamento de Exu Lalu, ocorridos no último dia 30 de março. O local carrega bens móveis pertencentes ao primeiro terreiro de culto a Egungun na Ilha de Itaparica, construído há 88 anos no fundo da Igreja das Candeias, na Praia de Amoreiras. Portanto, trata-se de um território sacralizado que preserva a memória espiritual e material do terreiro.
O assentamento de Exu Lalu era referência cultural ativa de toda a comunidade do culto a Egungun, onde ocorriam os rituais de abertura do calendário litúrgico do Omo llê Agboulá, terreiro registrado provisoriamente pelo IPAC. Dentre os representantes, estiveram na reunião Balbino Daniel de Paula, Alágbá Mariwo do Terreiro Omo IIé Agboulá; Roberto Pellegrino, diretor de Preservação do Patrimônio Cultural do IPAC; Patrick Nunes, arquiteto do Iphan; Rogério Emílio, Secretário da Fazenda e Desenvolvimento Econômico da Prefeitura da Ilha de Itaparica; e Eliane Falayo, coordenadora da Rede de Mulheres Ancestrais de Itaparica.
O Ipac notificará a Prefeitura da Ilha de Itaparica, órgão responsável pelo uso do solo urbano, para tratativas no sentido de promover a regularização fundiária dos ambientes patrimonializados do município; bem como notificará a Secretaria Segurança Pública do Estado e o Ministério Público, por tratar-se de um ato criminoso uma vez que houve uma ação de destruição em terreno privado do terreiro e bem cultural do Estado.
4 years ago | [YT] | 8
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Candomblé
O dia amanheceu trazendo o azul do mar caindo do céu e o branco das pérolas reluzindo no seu manto.
Hoje é dia de Yemanjá.
Hoje é dia da Òrìsà que cuida de todos que zela pela família, que sacrifica sua vida para ajudar quem precisa, que deixa de comer para dar ao mais necessitado.
Que sua imensa LUZ, Mãe Yemanjá, venha sempre cobrir as nossas vidas e esse mundo de trevas.
Que o seu amor materno possa nos acalentar em todos os momentos de nossa vida.
Que a sua incrível beleza venha ser a nossa fonte de admiração e orgulho por termos uma Grande Mãe que, além de rainha, é uma deusa, a deusa dos rios, a deusa das águas, a senhora dos peixes, a senhora que zela por todas as cabeças, a que acoelhe todos e cuida como se fossem seus.
Yemanjá, a ti daremos ofertas, agradecemos por ser essa maravilhosa Mãe em nossas vidas.
Olhe pelos enfermos, pelos que estão tristes e os que clamam por socorro. Sejamos sempre gratos a quem cuida de nós com muito esmero.
Saravá povo de Umbanda!
AXÉ para a nossa Rainha, Yemanjá!
Salve seu dia, Mãe das madrepérolas, do azul claro das águas, das espumas, das pratas, de todo o brilho da lua em suas belas fases e faces!
Amor infinito por ti, Yemanjá! Odoyá linda Sereia, que sua perfeita voz preencha os nossos corações e alivie das dores e tristezas, pois és a senhora a nossa alegria de viver, a nossa esperança de sermos limpos em suas águas abençoadas.
Odoyá!🌊🐟🌊🐟🌊🐟🌊🐟
📝Texto de Thau Ãn
4 years ago | [YT] | 13
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Candomblé
Você atrai aquilo que transmite, emane o que deseja receber!
Que seja uma Sexta-Feira de luz e tranquilidade na Fé de Oxalá 🕊️
4 years ago | [YT] | 11
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Candomblé
JOSÉ PILINTRA
🎲♣️♠️♥️♦️🎲
José Amadeu da Silva, para os conhecidos, José Pilintra!
Negro, olhos escuros como a noite e cabelos crespos.
Esse sou eu.
Há muito tempo atrás, andava de bar em bar e esquina em esquina sempre me relacionando com mulheres solteiras e algumas até casadas.
Vivia na farra e por dentro a solidão me consumia.
Vim de uma família simples e humilde, trabalhei cedo pra sustentar meus pai e meus irmãos e sempre que sobrava algo ia pro cabaré mais próximo.
A dona do cabaré era a Senhora Leonor, a Famosa Maria Mulambo Rainha do Cabaré.
Uma senhora enxuta, bonita, cheirosa e bem arrumada.
Leonor sempre comprava roupas e chapéus pra mim e eu é claro, fazia loucuras de amor por ela.
A verdade mesmo, Leonor não sabia, a minha maior paixão era por Maria.
A famosa Pomba-gira Maria Padilha, menina do cabaré, moça de 17 anos, linda , simpática e com um olhar encantador.
Maria despertou em mim um amor que nenhuma mulher conseguiu e a cada dia que se passava, ela me enlouquecia, e Leonor, nem percebia o romance às escondidas.
Toda noite visitava o famoso cabaré de Leonor em busca de Maria e em uma dessas, tramamos a morte da Grande Dona.
Seduzi Leonor e a levei pra cama, envenenei sua bebida e soquei remédios e mais remédios colocando em sua água.
Leonor estava acabada depois da relação e ao vê-la se contorcendo sobre a cama chamei Maria.
Leonor conseguiu nos ver, mas mal tinha forças pra gritar, dávamos gargalhadas da sua desgraça e da sua morte em segundos.
Ela morreu sobre a cama.
Enterramos seu corpo próximo ao cabaré, num terreno baldio e voltamos na casa dizendo que éramos os novos donos e tínhamos comprado o lugar.
Éramos os novos donos.
José Pilintra e Pombo-gira Maria Padilha menina do cabaré.
Naquela mesma noite, Maria morreu, até hoje não entendi o real motivo e daí em diante minha vida só se afundou.
Perdi dinheiro.
Pedir clientes.
Perdi ouro,
prata e jóias.
Perdi mulheres!
Maria se foi e com ela foi junto meu coração.
Que maldição era essa?
Desde quando a dona Leonor se foi, minha vida só se afundou.
Dias depois, em uma das andanças pela Lapa, fui morto a tiros subindo a Ladeira, eram policiais me confundindo com um bandido.
Cai atirado numa encruzilhada onde pude ver com meus próprios olhos às duas lindas moças me esperando.
Era minha menina e Leonor juntas como uma só alma.
Eu dormi e hoje estou junto a elas.
Quanto ao cabaré?
O cabaré foi administrado e vendido por minha família pra Pomba-Gira Cigana, mas é claro... Isso é outra história.
"Boa noite, se precisar de mim é só chamar.
Vivo na boemia, bebendo, fumando e dançando.
Me chamo José Amadeu da Silva, o famoso José Pilintra!"
Crédito
-Rubens Andrade
4 years ago | [YT] | 16
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Candomblé
O casamento de uma filha de Osún! 😍🌻
4 years ago | [YT] | 7
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Candomblé
Ọbàtálá, O Grande Òrìṣà
Ọbàtálá é o Òrìṣà original, após o qual todos os outros são nomeados.
Ele é venerável, paciente e sábio. Ọbàtálá é elogiado como Òrìṣàńlá, que significa o Grande Òrìṣà. Olódùmarè, o Ser Supremo, escolheu Ọbàtálá como seu segundo em comando.
Mais especificamente, Olódùmarè deu Ọbàtálá Ìgbà Ìwà, a Cabaça da Existência, e o enviou ao universo para criar.
Assim, Ọbàtálá foi parte integrante da formação da terra e de tudo o que ela contém.
Ọbàtálá é saudado como o Alagbawi (o mediador) porque ele aprova os destinos humanos e pede a Olódùmarè que abençoe nossa existência.
Os símbolos de Ọbàtálá incluem:
Opa Osooro (Cajado da Salvação),
Ajija (gongo duplo),
Awe (pote de barro) e
Èèkàn (esteira de palha).
Ele é associado a Ala (pano branco), Ẹfun (giz), Ori (manteiga de karité), Ìyàn (inhame amassado), Igbin (caracóis) e Omi (água doce, retirada ao amanhecer).
O Santo Odù EjiOgbe descreve o papel de Ọbàtálá como o embaixador terreno de Olódùmarè, que entrou nele com um oráculo especial chamado Onise, a Autoridade.
Sempre que havia confusão ou angústia no mundo, Ọbàtálá usava o Onise para restaurar o equilíbrio e a harmonia.
E assim, Ọbàtálá é o embaixador da serenidade.
Bábàláwò Ìfásàyó Èsúgbèmí
4 years ago | [YT] | 14
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