Bem-vindo ao canal da Dra. Andressa Dognani, advogada especialista em Direito de Família, com atuação voltada especialmente à defesa dos direitos de **pais e homens.

Aqui você encontra informação jurídica clara e direta sobre guarda dos filhos, convivência, pensão alimentícia, alienação parental, divórcio, partilha de bens, paternidade e conflitos familiares após a separação.

O objetivo deste canal é ajudar pais a entenderem seus direitos, evitarem erros e tomarem decisões mais seguras para preservar aquilo que realmente importa, o vínculo com seus filhos.

Porque o fim de um relacionamento não deve significar o fim da presença de um pai na vida dos filhos.

Pai não é visita. Paternidade é direito, dever e presença.

Inscreva-se e acompanhe conteúdos sobre Direito de Família, paternidade e os desafios enfrentados pelos pais após a separação.



Andressa Dognani

Esse cartaz representa o grito silencioso de milhares de pais.

É preciso coragem para dizer o óbvio:
A maternidade não é atestado automático de cuidado. A paternidade não é sinônimo de abandono.

E eu vejo a luta desses homens.
Homens que não fogem, que não viram as costas, que não desistem.
Homens que gastam dinheiro que não têm, que enfrentam humilhação, acusações falsas, medidas protetivas sem sentido…homens que só querem exercer um dever: ser pai.

A alienação parental não destrói apenas um vínculo.
Ela destrói gerações.
Cria feridas profundas, marcas emocionais, distâncias que às vezes levam anos para serem reconstruídas.

Eu estou aqui para dar voz a essa dor.

9 months ago | [YT] | 16

Andressa Dognani

Com base na experiência prática da autora e no estudo da legislação vigente, este e-book reúne informações relevantes sobre a convivência entre pais e filhos após a separação, especialmente em situações de conflito.

E-book: bit.ly/ebook-alienacao

1 year ago | [YT] | 5

Andressa Dognani

No processo, o homem, que vive em Goiânia enquanto mãe e filho vivem em Curitiba, o pai alegou ser impedido de manter uma convivência saudável com a criança. Argumentou que a genitora impõe inúmeras dificuldades tanto para a realização da convivência virtual quanto para a convivência presencial.

A mulher, por sua vez, defendia que o filho deveria conviver exclusivamente com ela ou sob sua supervisão, em razão do autismo. Assim, pleiteou a guarda unilateral e a restrição da presença paterna. (Sempre né)

A decisão do Tribunal de Justiça do Paraná – TJPR considerou laudos técnicos, segundo os quais o contato paterno seria benéfico para o desenvolvimento da criança. (Que a presença da mãe é benéfica não precisa de laudos, né 🤔)

Após três anos na Justiça, o pai conquistou o direito à guarda compartilhada do filho, portador do Transtorno do Espectro Autista – TEA.

Além de garantir o pleno exercício da paternidade, a decisão permite que o genitor acompanhe as terapias e os tratamentos necessários ao TEA, e participe ativamente das decisões sobre a saúde e o bem-estar do filho.

É revoltante que um pai tenha sido forçado a esperar três anos na Justiça para garantir seu direito fundamental de participar ativamente da vida do seu filho autista!

Fonte: IBDFAM

1 year ago | [YT] | 14

Andressa Dognani

2 years ago | [YT] | 21

Andressa Dognani

2 years ago | [YT] | 45