This is Not Philosophy

Our purpose is to expand your thinking through Philosophy.

The founders, Vitor Lima (licensed in Philosophy, UFRRJ) and Evelyn Lima (Master in Philosophy, UFRRJ), have observed the complexities of an increasingly global world that requires answers beyond the usual superficial offerings.

Our vision is to be your reference in Public Philosophy, demonstrating that philosophical thinking is for everyone, although it is not for just anyone. On this path, we aim to consolidate these values:

Intellectual Honesty
Argumentation
Depth
If you align with what we believe, be a Hummingbird in our community. Consume the nectar of our free content and help spread it, pollinating it around.

If you want to support our cause, in addition to having access to the most comprehensive Core of Philosophical Training, help us financially build our home, and become a Mud-dauber.

To find out how (or to get in touch), visit the addresses below.


Isto não é Filosofia

ATIVE O LEMBRETE AQUI: https://youtu.be/2Mc9IDf_E2Q

Por que algumas conversas parecem ficar na memória por anos — enquanto outras se esgotam em poucos minutos?

No episódio 7 do Filosofia a dois, o prof. Vitor Lima e Evelyn Lima exploram uma pergunta simples, mas difícil de responder: o que faz uma conversa se tornar realmente profunda?

A conversa começa com um diagnóstico incômodo: muitas vezes não estamos escutando, estamos apenas esperando a nossa vez de falar. A partir daí, o episódio investiga os obstáculos que transformam diálogos em performances e trocas em monólogos interrompidos.

No caminho, os profs. Vitor e Evelyn exploram:

✅ Por que escutar de verdade é mais difícil do que parece.
✅ A diferença entre conversar e performar conteúdo.
✅ O papel da vulnerabilidade e por que não dá para se abrir com qualquer pessoa.
✅ Como a vaidade e a necessidade de parecer interessante sabotam o diálogo.
✅ A importância do ambiente e do tempo na construção de conversas profundas.
✅ Afinidade, identificação e interesse genuíno pelo outro.
✅ Por que conversas profundas não são a regra, e talvez nunca tenham sido.
✅ O desconforto necessário para que uma conversa realmente transforme alguém.

E no fim fica uma provocação: talvez a profundidade de uma conversa não dependa do tema — mas da disposição real de escutar, sustentar o desconforto e admitir que a própria ideia pode mudar.

ATIVE O LEMBRETE AQUI: https://youtu.be/2Mc9IDf_E2Q
Observação reservada: talvez toda conversa profunda comece quando alguém para de tentar parecer interessante e finalmente decide escutar.

1 day ago | [YT] | 76

Isto não é Filosofia

ASSISTA AQUI: https://youtu.be/2Mc9IDf_E2Q

Por que algumas conversas parecem ficar na memória por anos — enquanto outras se esgotam em poucos minutos?

No episódio 7 do Filosofia a dois, o prof. Vitor Lima e Evelyn Lima exploram uma pergunta simples, mas difícil de responder: o que faz uma conversa se tornar realmente profunda?

A conversa começa com um diagnóstico incômodo: muitas vezes não estamos escutando, estamos apenas esperando a nossa vez de falar. A partir daí, o episódio investiga os obstáculos que transformam diálogos em performances e trocas em monólogos interrompidos.

No caminho, os profs. Vitor e Evelyn exploram:

✅ Por que escutar de verdade é mais difícil do que parece.
✅ A diferença entre conversar e performar conteúdo.
✅ O papel da vulnerabilidade e por que não dá para se abrir com qualquer pessoa.
✅ Como a vaidade e a necessidade de parecer interessante sabotam o diálogo.
✅ A importância do ambiente e do tempo na construção de conversas profundas.
✅ Afinidade, identificação e interesse genuíno pelo outro.
✅ Por que conversas profundas não são a regra, e talvez nunca tenham sido.
✅ O desconforto necessário para que uma conversa realmente transforme alguém.

E no fim fica uma provocação: talvez a profundidade de uma conversa não dependa do tema — mas da disposição real de escutar, sustentar o desconforto e admitir que a própria ideia pode mudar.

ASSISTA AGORA: https://youtu.be/2Mc9IDf_E2Q
Observação reservada: talvez toda conversa profunda comece quando alguém para de tentar parecer interessante e finalmente decide escutar.

1 day ago | [YT] | 82

Isto não é Filosofia

Passando rapidamente para lembrar que o nosso encontro ao vivo é hoje, às 19h.

Eu e o professor Paulo vamos debater como as crises políticas que vivemos são, na verdade, reflexos de desordens da alma humana. Falaremos sobre corrupção, perda de autoridade e como a filosofia, junto com a arte e a literatura, pode nos dar critérios reais de julgamento.

Se você sente que o mundo atual carece de um sentido de justiça verdadeira, essa conversa é para você.

Acesse a live por aqui hoje à noite: youtube.com/live/bi1ROc-SgSs

5 days ago | [YT] | 142

Isto não é Filosofia

ASSISTA AQUI: https://youtu.be/48s9sT10aPk

Quem é você quando não está sendo filho, mãe, esposa, profissional ou amigo?

No novo episódio do Filosofia a dois, o prof. Vitor Lima e Evelyn Lima partem de um relato real para discutir uma das perguntas mais antigas da filosofia: como alguém descobre quem realmente é?

A conversa começa com uma distinção fundamental: os papéis sociais que desempenhamos (filha, mãe, esposa, profissional) não são falsos, mas também não esgotam a nossa identidade. A crise aparece justamente quando alguém percebe que vive respondendo às finalidades colocadas pelos outros e começa a perguntar quais são as suas próprias.

No caminho, os profs. Vitor e Evelyn exploram:

✅ A diferença entre funções sociais e identidade pessoal.
✅ A crise de subjetividade que aparece quando entramos em um mundo pela referência de outra pessoa.
✅ Por que essa insegurança é especialmente comum entre mulheres no ambiente intelectual.
✅ O papel da leitura, do repertório e dos ambientes culturais na construção da própria voz.
✅ Serendipidade: como interesses e referências surgem no caminho, muitas vezes por acaso.
✅ O conflito necessário da identidade: negar, conservar e elevar.
✅ Como descobrir temas e autores que realmente dizem algo sobre você.

Talvez descobrir quem você é não comece com uma resposta, mas com a coragem de parar de viver apenas os papéis que esperam de você.

ASSISTA AGORA: https://youtu.be/48s9sT10aPk

Observação reservada: se a pergunta “quem sou eu além dos meus papéis?” ficou ecoando depois de terminar de ler este texto, então o episódio já começou antes mesmo de você dar play.

1 week ago | [YT] | 120

Isto não é Filosofia

ATIVE O LEMBRETE AQUI: https://youtu.be/48s9sT10aPk

Quem é você quando não está sendo filho, mãe, esposa, profissional ou amigo?

No novo episódio do Filosofia a dois, o prof. Vitor Lima e Evelyn Lima partem de um relato real para discutir uma das perguntas mais antigas da filosofia: como alguém descobre quem realmente é?

A conversa começa com uma distinção fundamental: os papéis sociais que desempenhamos (filha, mãe, esposa, profissional) não são falsos, mas também não esgotam a nossa identidade. A crise aparece justamente quando alguém percebe que vive respondendo às finalidades colocadas pelos outros e começa a perguntar quais são as suas próprias.

No caminho, os profs. Vitor e Evelyn exploram:

✅ A diferença entre funções sociais e identidade pessoal.
✅ A crise de subjetividade que aparece quando entramos em um mundo pela referência de outra pessoa.
✅ Por que essa insegurança é especialmente comum entre mulheres no ambiente intelectual.
✅ O papel da leitura, do repertório e dos ambientes culturais na construção da própria voz.
✅ Serendipidade: como interesses e referências surgem no caminho, muitas vezes por acaso.
✅ O conflito necessário da identidade: negar, conservar e elevar.
✅ Como descobrir temas e autores que realmente dizem algo sobre você.

Talvez descobrir quem você é não comece com uma resposta, mas com a coragem de parar de viver apenas os papéis que esperam de você.

ATIVE O LEMBRETE AQUI: https://youtu.be/48s9sT10aPk

1 week ago | [YT] | 100

Isto não é Filosofia

Se você sai de uma aula entendendo absolutamente tudo, sem nenhum desconforto, você não estudou filosofia; você apenas consumiu entretenimento intelectual. O verdadeiro aprendizado deixa marcas, tal qual o quimono pesado de suor.

Escrevi um ensaio no blog sobre essa relação entre o corpo, a gravidade e a metafísica. Sobre por que precisamos aprender a "apanhar" dos livros para, eventualmente, ganhar musculatura existencial.

Se você deseja ler o texto completo, clique no link abaixo:

👉Clique aqui: www.escritafilosofica.com/post/o-que-o-tatame-ensi…

1 week ago | [YT] | 112

Isto não é Filosofia

O "fim" de algo pode significar duas coisas: o seu término ou o seu propósito.

Quando olhamos para a corrupção estrutural e para o cinismo político ao nosso redor, é inevitável perguntar: a nossa República está acabando? Ou fomos nós que esquecemos qual era o seu propósito original?

Para responder a essas questões, convido você para a nossa Live Aberta no YouTube, na próxima terça-feira (10/03), às 19h. Eu e o professor Paulo faremos a introdução do nosso novo curso do Núcleo de Formação Filosófica: O Fim da República.

Usaremos Platão não para falar de um Estado ideal inatingível, mas como uma lente para ler a corrupção do nosso próprio mundo.

Ative o lembrete clicando aqui: youtube.com/live/bi1ROc-SgSs

1 week ago | [YT] | 96

Isto não é Filosofia

ASSISTA AQUI: https://youtu.be/G0ncZ6CDkvs

O que exatamente é mística — e por que isso não é a mesma coisa que misticismo?

No novo episódio do Filosofia A2, o prof. Vitor Lima e Evelyn Lima voltam a uma questão perene, mas com roupagens bem atuais: como a filosofia lida com aquilo que não cabe em linguagem?

A conversa começa diferenciando mística (contato com aspectos da realidade que não se deixam traduzir em discurso) de misticismo (modelos explicativos simplificadores que prometem “resolver” o real). Daí o episódio conecta o fenômeno do “jovem místico” à origem da filosofia com Parmênides e seu poema sobre o acesso à verdade.

No caminho, os profs. Vitor e Evelyn exploram:

✅ Por que há experiências que o pensamento alcança, mas a linguagem não traduz.
✅ O “jovem místico”: sede de profundidade e o risco de cair em respostas fáceis.
✅ Parmênides e o problema filosófico das fronteiras do pensável.
✅ Hermes Trismegisto e o Caibalion como exemplos de misticismo baseado em autoridade.
✅ O erro cognitivo fundamental: confundir o mapa com o território.
✅ A saída: literatura e filosofia como vias para lidar com o inabarcável — metáfora e conceito.
✅ Transcendência além do religioso: a dimensão simbólica e o alargamento de pensamento.

E no fim fica uma provocação: quando a realidade parece “resolvida” demais, não é a realidade que ficou simples — é o nosso pensamento que encolheu.

ASSISTA AGORA: https://youtu.be/G0ncZ6CDkvs

Observação reservada: se você percebeu a diferença entre mística e misticismo sem precisar “resolver” o mistério, você já pegou o espírito do episódio.

2 weeks ago | [YT] | 122

Isto não é Filosofia

ASSISTA AQUI: https://youtu.be/G0ncZ6CDkvs
O que exatamente é mística — e por que isso não é a mesma coisa que misticismo?
No novo episódio do Filosofia A2, o prof. Vitor Lima e Evelyn Lima voltam a uma questão perene, mas com roupagens bem atuais: como a filosofia lida com aquilo que não cabe em linguagem?
A conversa começa diferenciando mística (contato com aspectos da realidade que não se deixam traduzir em discurso) de misticismo (modelos explicativos simplificadores que prometem “resolver” o real). Daí o episódio conecta o fenômeno do “jovem místico” à origem da filosofia com Parmênides e seu poema sobre o acesso à verdade.
No caminho, os profs. Vitor e Evelyn exploram:
✅ Por que há experiências que o pensamento alcança, mas a linguagem não traduz.
✅ O “jovem místico”: sede de profundidade e o risco de cair em respostas fáceis.
✅ Parmênides e o problema filosófico das fronteiras do pensável.
✅ Hermes Trismegisto e o Caibalion como exemplos de misticismo baseado em autoridade.
✅ O erro cognitivo fundamental: confundir o mapa com o território.
✅ A saída: literatura e filosofia como vias para lidar com o inabarcável — metáfora e conceito.
✅ Transcendência além do religioso: a dimensão simbólica e o alargamento de pensamento.
E no fim fica uma provocação: quando a realidade parece “resolvida” demais, não é a realidade que ficou simples — é o nosso pensamento que encolheu.
ASSISTA AGORA: https://youtu.be/G0ncZ6CDkvs
Observação reservada: se você percebeu a diferença entre mística e misticismo sem precisar “resolver” o mistério, você já pegou o espírito do episódio.

2 weeks ago | [YT] | 46

Isto não é Filosofia

ASSISTA AQUI: https://youtu.be/G0ncZ6CDkvs

O que exatamente é mística — e por que isso não é a mesma coisa que misticismo?

No novo episódio do Filosofia A2, o prof. Vitor Lima e Evelyn Lima voltam a uma questão perene, mas com roupagens bem atuais: como a filosofia lida com aquilo que não cabe em linguagem?

A conversa começa diferenciando mística (contato com aspectos da realidade que não se deixam traduzir em discurso) de misticismo (modelos explicativos simplificadores que prometem “resolver” o real). Daí o episódio conecta o fenômeno do “jovem místico” à origem da filosofia com Parmênides e seu poema sobre o acesso à verdade.

No caminho, os profs. Vitor e Evelyn exploram:

✅ Por que há experiências que o pensamento alcança, mas a linguagem não traduz.
✅ O “jovem místico”: sede de profundidade e o risco de cair em respostas fáceis.
✅ Parmênides e o problema filosófico das fronteiras do pensável.
✅ Hermes Trismegisto e o Caibalion como exemplos de misticismo baseado em autoridade.
✅ O erro cognitivo fundamental: confundir o mapa com o território.
✅ A saída: literatura e filosofia como vias para lidar com o inabarcável — metáfora e conceito.
✅ Transcendência além do religioso: a dimensão simbólica e o alargamento de pensamento.

E no fim fica uma provocação: quando a realidade parece “resolvida” demais, não é a realidade que ficou simples — é o nosso pensamento que encolheu.

ASSISTA AGORA: https://youtu.be/G0ncZ6CDkvs

Observação reservada: se você percebeu a diferença entre mística e misticismo sem precisar “resolver” o mistério, você já pegou o espírito do episódio.

2 weeks ago | [YT] | 93