Urologia e Oncologia | Dr. Bruno Benigno

A channel dedicated to educating people about diseases of the urinary and reproductive systems, covering both men and women.

We explore relevant topics such as cancer (prostate, bladder, kidney, testicles, and penis), urinary stones (kidney stones), urinary incontinence, erectile dysfunction (impotence), urinary tract infections, and more.

Our goal is to provide quality information and medical guidance for personalized, high-quality treatment. We cover aspects related to the early diagnosis of prostate cancer and its treatment options, such as laparoscopic prostatectomy, robotic prostatectomy, radiation therapy, HIFU, cryotherapy, and hormone therapies.

We believe that education is essential to promoting health and offering a comprehensive approach to our viewers. By providing access to reliable and informed information, we strive to empower people to make informed decisions about their health.

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Dr. Bruno Benigno - Urologista e Oncologista - SP

O TABU que AFASTA os homens do tratamento.

Você sabia que muitos HOMENS acreditam que PERDER URINA é uma consequência “normal” do envelhecimento ou de cirurgias, e por isso SOFREM EM SILÊNCIO por anos? 🚫💧

Tive a satisfação de contribuir para uma matéria na coluna do Dr. Drauzio Varella (@sitedrauziovarella), onde discutimos um tema que ainda é cercado de vergonha no consultório: a incontinência urinária masculina.

Nesta entrevista, explicamos por que “esperar passar” não é a melhor estratégia e como a tecnologia e a medicina moderna podem devolver a qualidade de vida.

O que você precisa saber (Destaques da Matéria):

Não é só “coisa de idoso”: A perda involuntária de urina pode ocorrer após cirurgias de próstata (como a prostatectomia radical) ou devido ao crescimento benigno da próstata (HPB).

O impacto oculto: Além da questão física, o isolamento social e a depressão são riscos reais para quem evita sair de casa por medo de “escapes”.

Existe tratamento eficaz: Falamos sobre as soluções modernas, desde a fisioterapia pélvica até procedimentos cirúrgicos avançados, como a implantação de Slings e do Esfíncter Artificial.

A mensagem principal é: A incontinência tem tratamento e você não precisa conviver com fraldas ou absorventes para sempre. A reabilitação é possível e devolve a dignidade e a liberdade.

Leia a matéria completa no link da bio (ou no link abaixo) e encaminhe para um amigo que precisa ler isso.

🔗 [Link para a matéria no UOL] drauziovarella.uol.com.br/urologia/incontinencia-u…

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1 month ago | [YT] | 17

Dr. Bruno Benigno - Urologista e Oncologista - SP

A cirurgia robótica representa uma das maiores transformações no tratamento do câncer de próstata localizado, unindo precisão técnica, segurança oncológica e rápida recuperação funcional.

Em entrevista hoje à CNN Brasil (@gabrielamarancilli), discuti como o cenário brasileiro evolui com:
• A incorporação da cirurgia robótica ao SUS, aprovada pela Conitec em 2025, ampliando o acesso a terapias minimamente invasivas;
• A chegada do robô TOUMAI, desenvolvido pela Medbot (China), aprovado pela Anvisa em 2024, com potencial para reduzir custos e expandir a cobertura hospitalar;
• A consolidação de técnicas avançadas que preservam estruturas responsáveis pelo controle urinário e pela função sexual;
• A demonstração de que a cirurgia robótica oferece mesma eficácia oncológica da prostatectomia tradicional, com menor sangramento, menos dor e recuperação funcional mais rápida.

Esses avanços consolidam o Brasil entre os países que lideram a adoção de tecnologia robótica aplicada à uro-oncologia, com impacto direto na qualidade de vida dos pacientes e na formação de novas gerações de cirurgiões.

Leia a matéria completa na CNN Brasil escaneando o QR Code no post ou acessando o link na bio.

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Dr. Bruno Benigno | Urologia, Oncologia e Cirurgia Robótica
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1 month ago | [YT] | 19

Dr. Bruno Benigno - Urologista e Oncologista - SP

O Novembro Azul é mais do que uma campanha — é um convite à responsabilidade com a própria saúde.

O câncer de próstata segue como o tumor maligno mais frequente entre os homens no Brasil, com mais de 71 mil novos casos anuais segundo o INCA (2023-2025). Apesar dos avanços em cirurgia robótica, radioterapia de precisão e diagnóstico por imagem, ainda enfrentamos o maior obstáculo: o silêncio masculino.

Em entrevista à VTV News (SBT), discutimos a importância de falar sobre prevenção e rastreamento precoce.
De acordo com as diretrizes da EAU 2024 e NCCN 2025:
• Homens a partir dos 45 anos devem conversar com o urologista sobre exames preventivos;
• Aqueles com histórico familiar ou ancestralidade africana precisam iniciar o acompanhamento aos 40 anos;
• O rastreamento deve incluir PSA e toque retal, exames simples, complementares e decisivos para o diagnóstico precoce.

O maior desafio é cultural e emocional: o medo do diagnóstico, o preconceito e o constrangimento ainda afastam muitos homens do consultório.
Mas cuidar de si é um ato de coragem, autonomia e amor-próprio.

Neste Novembro Azul, a mensagem é clara:
👉 Fale sobre prevenção. Agende seus exames. Quebre o silêncio.



📍 Matéria completa da VTV/SBT: “Novembro Azul reforça a importância do diagnóstico precoce do câncer de próstata”
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2 months ago | [YT] | 13

Dr. Bruno Benigno - Urologista e Oncologista - SP

Até o início da década de 1980, operar a próstata era um procedimento de alto risco, com complicações frequentes e resultados limitados. Muitos médicos hesitavam em indicar a cirurgia pela elevada mortalidade e pelos graves efeitos colaterais.

Foi então que o Dr. Patrick Walsh, cirurgião norte-americano, revolucionou a urologia mundial.
Ele dedicou anos ao estudo da anatomia da próstata, identificando estruturas fundamentais como os nervos responsáveis pela ereção e o complexo venoso dorsal. Esses achados mudaram para sempre a forma como realizamos a prostatectomia.

Graças ao seu trabalho, a cirurgia tornou-se mais segura, preservando continência urinária e função sexual em muitos homens. As bases que ele estabeleceu na técnica aberta foram transmitidas para a era da cirurgia robótica, realizada pela primeira vez nos anos 2000 e trazida ao Brasil em 2008.

No meu caminho, tive o privilégio de encontrar o Dr. Walsh em duas ocasiões:
• Em 2011, durante meu primeiro congresso internacional de urologia em Washington.
• Em 2023, em Milão, quando pude ouvi-lo contar pessoalmente como descobriu esses avanços que marcaram gerações.

Desde 2010, quando iniciei meu treinamento em cirurgia prostática, e em 2013, ao entrar em contato pela primeira vez com a cirurgia robótica, carrego comigo a essência desse legado: a tecnologia é apenas a ferramenta; o conhecimento anatômico e a precisão do cirurgião são o que realmente fazem a diferença.

Hoje, mesmo com todos os recursos da robótica, ainda aplicamos os princípios ensinados por Patrick Walsh. Este post é uma homenagem a ele, mestre vivo, já aposentado, mas cujas contribuições continuam a salvar e transformar vidas todos os dias.


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3 months ago | [YT] | 37

Dr. Bruno Benigno - Urologista e Oncologista - SP

NOVO E-BOOK GRATUITO PARA MÉDICOS: AVANÇOS NO TRATAMENTO DO CÂNCER DE BEXIGA

Você é urologista, oncologista ou residente e quer se atualizar sobre o que há de mais moderno no manejo do câncer de bexiga?

Acabamos de lançar um material educativo e gratuito que resume, de forma prática e baseada em evidências, os principais avanços no diagnóstico, estadiamento e tratamento dessa doença complexa e cada vez mais prevalente.

🔍 O que você vai encontrar no conteúdo:

✔️ Estratégias para RTU de qualidade com impacto real em desfechos
✔️ Novas terapias intravesicais para pacientes resistentes ao BCG
✔️ Checklists, protocolos de anatomia patológica e testes genéticos
✔️ Uso de inteligência artificial na predição de resposta terapêutica
✔️ Protocolo ERAS, preservação vesical e cistectomia robótica
✔️ Abordagens no câncer metastático, biomarcadores e medicina personalizada
E muito mais

Pensado como um guia de referência, esse e-book serve como ponto de partida para quem deseja se aprofundar em uro-oncologia com base em ciência aplicada à prática real.

Com coautoria dos colegas Dr. Daniel Abe, Dr. Renato Panhoca e Dra. Silvana Vale, esse material representa o esforço conjunto de especialistas comprometidos com a educação médica continuada.

📲 Baixe agora gratuitamente no site da Clínica Uro Onco:
👉 Link na bio ou acesse: www.clinicauroonco.com.br/post/novidades-no-tratamento-do-cancer-de-bexiga

Compartilhe com sua equipe, residentes e colegas. Juntos, podemos transformar a jornada do paciente com câncer de bexiga.

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6 months ago | [YT] | 7

Dr. Bruno Benigno - Urologista e Oncologista - SP

Recebi hoje algumas fotos de junho de 2012 que me fizeram parar por alguns instantes e refletir. Na época, eu era residente do último ano de urologia e participei de um curso de cirurgia laparoscópica em São Paulo: três dias intensos de aprendizado teórico, simulação virtual e observação de cirurgias conduzidas por profissionais que, para mim, representavam (e continuam) um ideal técnico e humano.

Lembro com nitidez do momento em que, ao lado de colegas, assistia ao Dr. Rodrigo Madeira Campos realizar uma nefrectomia laparoscópica com precisão e tranquilidade. Aquela cena, mais do que impressionar, me despertou algo muito claro: havia ainda muito a aprender — e esse era o caminho que eu gostaria de trilhar.

Naquela época, já estava com planos avançados para iniciar um fellowship em pesquisa clínica em Denver, nos Estados Unidos, sob orientação do Dr. Fernando Kim, com quem tive contato em 2010. Mas foi ao vivenciar a prática cirúrgica no Brasil, observando o trabalho de equipes como a do A.C.Camargo Cancer Center , que percebi onde realmente gostaria de desenvolver minha formação.

Decidi ficar. Busquei me aperfeiçoar em cirurgia minimamente invasiva e, no ano seguinte, tive a oportunidade de ingressar na equipe como aluno. Em 2014, passei a integrar o corpo clínico e permaneci na instituição até 2019. Foram anos valiosos de aprendizado técnico e amadurecimento profissional, sempre cercado por colegas e mestres generosos.

Desde então, sigo trabalhando com dedicação ao lado de uma equipe comprometida no Hospital Alemão Oswaldo Cruz , buscando oferecer um cuidado cada vez mais preciso e humano aos nossos pacientes.

Relembrar esses momentos me traz um sentimento genuíno de gratidão — especialmente ao Dr. Rodrigo Madeira Campos, cuja postura como cirurgião e educador foi e segue sendo uma referência, e ao Dr. Gustavo Guimarães , outro nome fundamental na minha trajetória.

A medicina é feita de encontros, escolhas e muitas trocas. Carrego comigo, até hoje, os ensinamentos daqueles que vieram antes e abriram caminhos com generosidade e excelência.

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7 months ago | [YT] | 61

Dr. Bruno Benigno - Urologista e Oncologista - SP

HOLEP vs. Prostatectomia Robótica: Qual a Melhor Opção para Próstatas Muito Aumentadas?
Você ou alguém próximo foi diagnosticado com hiperplasia prostática benigna (HPB) e recebeu a recomendação de cirurgia? Diante de tantas técnicas disponíveis, como saber qual oferece o melhor equilíbrio entre eficácia, recuperação e menores riscos?

Neste artigo, trago os principais destaques da plenária realizada no Congresso da American Urological Association (AUA 2025), em Las Vegas, onde os maiores nomes da urologia mundial debateram as vantagens e limitações do HOLEP (enucleação prostática por laser holmium) frente à prostatectomia simples robótica (PSR) — inclusive em casos extremos, com próstatas que chegam a pesar mais de 300g.

🕐 HOLEP: Tecnologia a Laser que Revolucionou a Cirurgia da Próstata
🔹 Tempo cirúrgico mais curto
🔹 Menor tempo de internação hospitalar
🔹 Redução significativa no risco de transfusão sanguínea
🔹 Técnica independente do tamanho prostático

Segundo metanálises recentes citadas por especialistas da Johns Hopkins e Cleveland Clinic, o HOLEP oferece:

49 minutos a menos de tempo operatório;

1,5 dias a menos de hospitalização;

75% menos risco de transfusão;

Resultados duráveis até 9 anos de seguimento.

Além disso, sua aplicabilidade é amplamente reconhecida em pacientes complexos, como octogenários, portadores de distúrbios de coagulação e usuários de anticoagulantes. Um diferencial importante: a maioria dos casos pode ser realizada com alta no mesmo dia e sem necessidade de opioides no pós-operatório.

E o ponto fraco?
O risco de incontinência urinária transitória, que pode acometer até 30% dos pacientes nos primeiros 3 meses, embora com melhora progressiva. Técnicas como a “liberação precoce da uretra” e até mesmo o uso experimental de toxina botulínica têm sido adotadas para mitigar esse risco.

🤖 Prostatectomia Robótica Simples (PRS): Precisão Cirúrgica com Reparo Anatômico Completo
🔹 Excelente opção para próstatas muito grandes (>300g)
🔹 Permite reconstrução da bexiga e cobertura da área ressecada com retalho mucoso
🔹 Reduz risco de sangramentos e necessidade de irrigação contínua
🔹 Ideal em casos com cálculos vesicais, divertículos ou cirurgias prévias abdominais

A técnica transvesical por portal único (single port), que dispensa o acesso transperitoneal, permite procedimentos com o paciente acordado, sob raquianestesia, e sem uso de sonda por longos períodos.

Para pacientes com anatomia desfavorável, uretra estreita, ou impossibilidade de morcelamento, a abordagem robótica mostra-se superior por eliminar a necessidade de manipulação uretral extensa.

Riscos e Efeitos Colaterais: Toda Cirurgia Exige Avaliação Individual
Tanto o HOLEP quanto a prostatectomia simples robótica apresentam riscos inerentes:

Incontinência urinária (transitória ou persistente)

Estenose uretral

Necessidade de nova cirurgia em longo prazo

Complicações relacionadas à anestesia ou à anticoagulação

A escolha ideal depende de fatores como volume prostático, comorbidades, expectativa de recuperação, e experiência da equipe cirúrgica.

Conclusão: Qual é o Melhor Procedimento?
Não existe resposta única. O HOLEP pode ser preferido por pacientes que desejam alta precoce, menos sangramento e recuperação rápida. A PSR pode ser mais adequada em próstatas extremamente grandes, anatomias desafiadoras ou quando se deseja um reparo anatômico mais minucioso.

Na Clínica Uro Onco, oferecemos avaliação personalizada e tecnologia de ponta para ajudar cada paciente a decidir o caminho mais seguro e eficaz.

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8 months ago | [YT] | 14

Dr. Bruno Benigno - Urologista e Oncologista - SP

Realidade Aumentada e Cirurgia Robótica: Como a Tecnologia Está Revolucionando a Navegação Cirúrgica

Você consegue imaginar uma cirurgia em que o médico vê além do que é visível a olho nu?

Graças à combinação de Realidade Aumentada (3D&AR) e Cirurgia Robótica, este cenário já é uma realidade em hospitais de ponta. A capacidade de “ver o invisível” está mudando o futuro da uro-oncologia, proporcionando cirurgias mais seguras, precisas e com maior preservação anatômica.

Neste artigo, vou explicar como esta tecnologia está sendo aplicada em procedimentos urológicos complexos, como nefrectomias parciais e prostatectomias, com apoio em inteligência artificial (IA) e redes neurais convolucionais (CNNs).

Prepare-se para conhecer o que há de mais avançado em navegação cirúrgica robótica.



O que é a Cirurgia com Realidade Aumentada 3D&AR?

A Realidade Aumentada em cirurgia robótica permite sobrepor modelos tridimensionais dos órgãos diretamente no campo operatório em tempo real. Com isso, o cirurgião pode identificar com mais precisão:
• Tumores ocultos
• Limites anatômicos de vasos e órgãos
• Áreas críticas de dissecção

Essa tecnologia é aplicada sem a necessidade de manipulação manual, utilizando softwares dedicados e redes neurais que ajustam automaticamente a posição e rotação do modelo 3D.

Principais recursos:
• Cateteres como marcos anatômicos intraoperatórios
• Sistemas de rastreamento automático (c-tracker)
• Algoritmos de inteligência artificial para ajuste em tempo real



Aplicações clínicas práticas da Realidade Aumentada em Urologia

1. Câncer de Próstata: Cirurgia Robótica Sem Assistência Manual
• Detecção de extensão extracapsular (ECE) com alta precisão.
• Preservação de feixes neurovasculares sem aumento de margens cirúrgicas positivas.
• Estudos recentes mostram 87,5% de acurácia na identificação de tumores pT3.

2. Nefrectomia Parcial Robótica (RAPN):
• Aumento das taxas de enucleação pura do tumor.
• Redução do risco de violação do sistema coletor urinário.
• Melhor preservação da função renal (menor queda de ERPF pós-operatório).

3. Trombectomia de Veia Cava Inferior:
• Visualização aprimorada dos limites do trombo e da localização de veias lombares.
• Auxílio na realização de cavotomia e ressecção tumoral com maior segurança.



Vantagens da Realidade Aumentada em Cirurgia Robótica
• Maior precisão anatômica: identificação de estruturas críticas durante a dissecção.
• Redução de complicações: menos lesões inadvertidas em órgãos e vasos.
• Treinamento mais rápido: a IA reduz o tempo de curva de aprendizado dos cirurgiões.
• Menor custo hospitalar: procedimentos mais rápidos e seguros tendem a reduzir custos.



Riscos e Limitações Inerentes ao Uso da Realidade Aumentada

Apesar dos avanços, é fundamental compreender que todo tratamento médico envolve riscos e limitações.
No caso da cirurgia assistida por 3D&AR, os principais desafios incluem:
• Dependência da qualidade das imagens pré-operatórias
• Possível imprecisão na correspondência entre modelo e anatomia real (devido a mudanças intraoperatórias)
• Necessidade de constante atualização dos algoritmos de IA para manter a precisão.

Portanto, é essencial que essas tecnologias sejam empregadas por equipes experientes e em centros médicos capacitados.



Conclusão: o Futuro da Cirurgia Robótica é Aumentado

A integração da Realidade Aumentada à cirurgia robótica representa o que há de mais moderno em navegação cirúrgica.
Embora ainda esteja em constante evolução, seu impacto na segurança e eficácia dos procedimentos é cada vez mais evidente.

Como urologista especializado em cirurgia minimamente invasiva e robótica, sigo atento a essas inovações para oferecer o que há de melhor e mais seguro para meus pacientes.

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8 months ago | [YT] | 22

Dr. Bruno Benigno - Urologista e Oncologista - SP

Laser Verde para Próstata Aumentada: Solução Moderna para Quem Não Tolerou Medicamentos

Está cansado de tomar remédios para próstata aumentada e continuar com jato fraco, urgência e sensação de bexiga cheia?
Mais da metade dos homens abandona o tratamento medicamentoso em até 5 anos — mas há alternativas eficazes e menos invasivas.

Neste artigo, você vai entender:
• Por que muitos desistem dos remédios,
• Como o Laser Verde funciona,
• Para quem ele é indicado,
• Quais são seus riscos e benefícios,
• E conhecer um caso clínico real.



Por que os medicamentos falham?
Alfabloqueadores e inibidores hormonais, como a dutasterida, podem causar:
• Dor muscular,
• Queda da libido,
• Tontura e hipotensão.

Esses efeitos levam muitos pacientes a interromper o tratamento antes de obterem melhora real.



Alternativas à medicação: foco no Laser Verde
Entre as opções disponíveis, o Laser Verde se destaca por ser:
• Mais eficaz que o vapor de água (Rezum) em casos mais severos;
• Menos invasivo que a raspagem convencional;
• Ideal para próstatas entre 30 e 80g.



Caso clínico: Alívio com Laser Verde após falha medicamentosa
Homem de 54 anos, saudável, com:
• Jato urinário severamente reduzido (fluxometria: 4,4 ml/s);
• Abandono de dutasterida e tansulosina por efeitos adversos;
• Próstata de 56g.

Decisão: Procedimento com Laser Verde, com recuperação rápida e melhora imediata dos sintomas.



Como é feito o Laser Verde?
• Anestesia e vaporização do tecido prostático;
• Duração: cerca de 1 hora;
• Alta no dia seguinte, geralmente sem cateter.

Vantagens:
• Menos sangramento,
• Preservação da função erétil,
• Alívio dos sintomas urinários.



Riscos e efeitos colaterais possíveis:
• Ardência ao urinar,
• Presença de sangue na urina (hematúria),
• Frequência urinária aumentada nas primeiras semanas,
• Ejaculação retrógrada (sem sêmen visível).

A escolha deve ser individualizada, considerando sintomas, idade e qualidade de vida.



Quando considerar o Laser Verde?
• Sintomas urinários intensos e persistentes;
• Intolerância aos remédios;
• Fluxo urinário <10 ml/s;
• Próstatas entre 30 e 80g.



Conclusão
O Laser Verde é uma alternativa moderna, segura e eficaz para quem sofre com a próstata aumentada e não teve bons resultados com medicamentos. Fale com seu urologista e avalie se essa técnica pode ser o seu próximo passo.



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Descubra como o tratamento com Laser Verde pode aliviar os sintomas da próstata aumentada em pacientes que não toleram medicamentos. Veja um caso real e entenda os riscos, benefícios e indicações.

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8 months ago (edited) | [YT] | 5

Dr. Bruno Benigno - Urologista e Oncologista - SP

PET PSMA: Revolução no Diagnóstico e Tratamento do Câncer de Próstata

Você saberia dizer qual desses pacientes se beneficiaria mais de um PET PSMA?

A) Um homem com PSA de 6 ng/mL e Gleason 6
B) Um paciente recém-diagnosticado com PSA de 18 e Gleason 8
C) Um idoso com câncer de próstata tratado há 10 anos e PSA de 0,05

Neste artigo, você entenderá exatamente o porquê.



O que é o PET PSMA e por que ele mudou o jogo na uro-oncologia?

O PET PSMA é um exame de imagem de altíssima precisão que utiliza uma molécula chamada PSMA (Antígeno Específico da Membrana Prostática) marcada com radiofármaco, permitindo visualizar com clareza focos de câncer de próstata, mesmo em fases iniciais ou após tratamentos.

Hoje, ele é considerado a melhor ferramenta para:
• Estadiamento inicial em pacientes de alto risco
• Investigação de recidiva bioquímica
• Avaliação da resposta ao tratamento em doença metastática

Como o PET PSMA funciona?

O PSMA se liga seletivamente às células prostáticas — e isso inclui as células tumorais. Quando injetado no paciente, o radiofármaco se concentra nas áreas com maior atividade tumoral, criando uma espécie de “mapa de calor” do câncer.

Essa visualização permite decisões mais assertivas no tratamento, como por exemplo:
• Indicação ou não de cirurgia
• Extensão da linfadenectomia pélvica
• Necessidade de radioterapia complementar



Quando o PET PSMA é indicado?
1. Diagnóstico inicial em pacientes com alto risco clínico ou nomogramas positivos
2. Recorrência bioquímica (PSA elevado após cirurgia ou radioterapia)
3. Monitoramento da resposta em pacientes metastáticos com terapia hormonal ou radioligada



Estudo de Caso: PET PSMA e Decisão Cirúrgica Personalizada

Um paciente de 63 anos, com Gleason 7 (4+3), PSA 15 e nomograma de Briganti com 10% de risco linfonodal, foi submetido ao PET PSMA. O exame não mostrou metástases, mas a linfadenectomia foi indicada com base no risco clínico — reforçando que a decisão cirúrgica deve considerar mais do que apenas o exame de imagem.

Dado importante: 42% dos pacientes operados com estas características ainda precisam de radioterapia complementar. O tratamento é frequentemente multimodal.



Existem riscos e limitações no uso do PET PSMA?

Sim. Apesar dos avanços, nenhum exame ou tratamento está livre de riscos. Entre os efeitos adversos e limitações, destacam-se:
• Falsos negativos: algumas áreas de doença microscópica podem não ser detectadas.
• Falsos positivos: inflamações ou outras condições benignas podem capturar PSMA.
• Morbidade cirúrgica associada a procedimentos indicados com base no PET.
• Reações ao radiofármaco, embora raras, podem ocorrer.

Esses fatores reforçam a importância da interpretação médica qualificada e individualizada.



O futuro: PET PSMA poderá substituir a biópsia?

A ideia de diagnosticar câncer sem biópsia é promissora e está sendo estudada, mas ainda não é prática clínica estabelecida. O PET PSMA mostra potencial, mas carece de validação robusta para substituir a biópsia.



Conclusão: Nem todo paciente precisa de um PET PSMA

A decisão de solicitar o exame deve ser baseada em critérios de risco. Em pacientes com Gleason 6, PSA baixo e risco linfonodal mínimo, o PET PSMA pode não trazer benefício real — e gerar ansiedade ou procedimentos desnecessários.

A individualização do cuidado continua sendo o pilar do tratamento moderno do câncer de próstata.

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8 months ago | [YT] | 9