João Manuel Cardoso de Mello não tem papas na língua: "É sempre a mesma coisa. Corta o gasto. É o repeteco dos credores ingleses do século XIX".
Tivemos um Projeto Nacional. Tivemos a ousadia de Getúlio Vargas, que demitiu o dono do maior banco do país do Ministério da Fazenda porque ele só queria "fazer ajuste".
Hoje, trocamos a construção de uma "nação civilizada" pelo "chororô" e pela obediência ao capital externo. Quando o dinheiro do mundo acaba, a gente quebra. Até quando?
Dizer que somos uma democracia plena é ignorar a realidade dos números. Neste corte, João Manuel Cardoso de Mello analisa: vivemos uma Democracia de Fachada.
Os sintomas apresentados: 🚫 Monopólio das big techs: Não existe debate entre iguais, existe imposição de narrativa.
📉 Fim da Mobilidade Social: O trabalho não enriquece mais. A "solda" social quebrou.
💸 Assalto ao PIB: 10% de toda a riqueza nacional (2005) vai direto para rentistas. Nem a Rússia dos Czares concentrou tanto dinheiro.
É possível chamar de democracia um sistema que trabalha contra a maioria?
Você sabia que o mantra do "corta o gasto" não é uma invenção moderna? Já no século XIX, credores ingleses impunham essa mesma lógica ao Império Brasileiro!
Neste vídeo curto e impactante, João Manuel Cardoso de Mello explica como o Brasil já teve um Projeto Nacional de verdade — aquele que construiu a nossa indústria e empresas como a Petrobras — e por que parecemos ter perdido a capacidade de acreditar que somos capazes de ser uma nação civilizada.
A “ciência” econômica dominante ainda insiste em tratar o mercado financeiro como se fosse um espaço de agentes racionais, equilibrados, maximizadores – a tal das “expectativas racionais”.
Mas quando olhamos para crises como 2008, pandemia, bolhas de ativos, ataques especulativos e pânicos recorrentes, qual teoria realmente dá conta desse mundo?
Nesta fala, Maria da Conceição Tavares resgata Marx e Keynes para desmontar essa visão higienizada do capitalismo e recolocar a incerteza, o conflito e a instabilidade no centro da análise: 👉 https://youtu.be/ZZxrkU2Ch2o
A conta que os críticos do Salário Mínimo "esquecem" de fazer 🧮💸
Sempre que se fala em aumento real do salário mínimo, o argumento é o mesmo: isso aumenta o custo do trabalho, gera desemprego e explode o déficit público. Mas será que essa lógica funciona para a economia de um país?
No vídeo de hoje, analisamos o "lado cego" dessa equação:
📉 70% dos aposentados no Brasil ganham o mínimo. 🔄 Esse dinheiro não desaparece; ele tem uma alta propensão a virar consumo. 💰 E se vira consumo, vira arrecadação de impostos que volta para o governo.
É preciso entender como esse gasto retorna. Assista agora e entenda o ciclo virtuoso que muitos economistas preferem ignorar. 👇
Quando se fala em salário mínimo, muita gente pensa apenas em quem recebe exatamente esse valor.
Mas e se ele estiver reorganizando silenciosamente toda a estrutura de salários do país?
Neste clipe, mostramos como o mínimo funciona como referência para pisos profissionais, negociações internas nas empresas e até para quem ganha acima dele.
É o chamado efeito farol e efeito de arrasto — dois mecanismos quase nunca considerados no debate público. ▶️ Assista: https://youtu.be/mvu2vBzk5PM
Instituto de Economia da Unicamp
QUEM MANDA NO BRASIL: O POVO OU O BANCO?
João Manuel Cardoso de Mello não tem papas na língua: "É sempre a mesma coisa. Corta o gasto. É o repeteco dos credores ingleses do século XIX".
Tivemos um Projeto Nacional. Tivemos a ousadia de Getúlio Vargas, que demitiu o dono do maior banco do país do Ministério da Fazenda porque ele só queria "fazer ajuste".
Hoje, trocamos a construção de uma "nação civilizada" pelo "chororô" e pela obediência ao capital externo. Quando o dinheiro do mundo acaba, a gente quebra. Até quando?
Assista à aula de história e economia 👇 https://youtu.be/bj_BoqtiBVw
1 day ago | [YT] | 56
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Instituto de Economia da Unicamp
🗳️ O VOTO AINDA MANDA NO BRASIL?
Dizer que somos uma democracia plena é ignorar a realidade dos números. Neste corte, João Manuel Cardoso de Mello analisa: vivemos uma Democracia de Fachada.
Os sintomas apresentados:
🚫 Monopólio das big techs: Não existe debate entre iguais, existe imposição de narrativa.
📉 Fim da Mobilidade Social: O trabalho não enriquece mais. A "solda" social quebrou.
💸 Assalto ao PIB: 10% de toda a riqueza nacional (2005) vai direto para rentistas. Nem a Rússia dos Czares concentrou tanto dinheiro.
É possível chamar de democracia um sistema que trabalha contra a maioria?
Assista e tire suas conclusões 👉 https://youtu.be/kgDjd3Fojy8
2 days ago | [YT] | 77
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Instituto de Economia da Unicamp
Qual deve ser a prioridade da economia brasileira hoje? (Aviso de Spoiler)
3 days ago | [YT] | 140
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Instituto de Economia da Unicamp
Brasil: Nação ou eterno refém do ajuste fiscal?
Você sabia que o mantra do "corta o gasto" não é uma invenção moderna? Já no século XIX, credores ingleses impunham essa mesma lógica ao Império Brasileiro!
Neste vídeo curto e impactante, João Manuel Cardoso de Mello explica como o Brasil já teve um Projeto Nacional de verdade — aquele que construiu a nossa indústria e empresas como a Petrobras — e por que parecemos ter perdido a capacidade de acreditar que somos capazes de ser uma nação civilizada.
Assista agora e deixe sua opinião nos comentários:
👉 https://www.youtube.com/watch?v=w_nxq...
4 days ago | [YT] | 85
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Instituto de Economia da Unicamp
A “ciência” econômica dominante ainda insiste em tratar o mercado financeiro como se fosse um espaço de agentes racionais, equilibrados, maximizadores – a tal das “expectativas racionais”.
Mas quando olhamos para crises como 2008, pandemia, bolhas de ativos, ataques especulativos e pânicos recorrentes, qual teoria realmente dá conta desse mundo?
Nesta fala, Maria da Conceição Tavares resgata Marx e Keynes para desmontar essa visão higienizada do capitalismo e recolocar a incerteza, o conflito e a instabilidade no centro da análise: 👉 https://youtu.be/ZZxrkU2Ch2o
6 days ago (edited) | [YT] | 257
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Instituto de Economia da Unicamp
A conta que os críticos do Salário Mínimo "esquecem" de fazer 🧮💸
Sempre que se fala em aumento real do salário mínimo, o argumento é o mesmo: isso aumenta o custo do trabalho, gera desemprego e explode o déficit público. Mas será que essa lógica funciona para a economia de um país?
No vídeo de hoje, analisamos o "lado cego" dessa equação:
📉 70% dos aposentados no Brasil ganham o mínimo.
🔄 Esse dinheiro não desaparece; ele tem uma alta propensão a virar consumo.
💰 E se vira consumo, vira arrecadação de impostos que volta para o governo.
É preciso entender como esse gasto retorna. Assista agora e entenda o ciclo virtuoso que muitos economistas preferem ignorar. 👇
https://youtu.be/U4nZx9IkKrs
1 week ago | [YT] | 101
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Instituto de Economia da Unicamp
A crítica mais comum diz que valorizar o salário mínimo aumenta o gasto público e piora o déficit.
Mas quase ninguém faz a conta completa.
Neste vídeo, discutimos o que acontece quando 70% dos aposentados recebem um salário mínimo e têm altíssima propensão a consumir.
O aumento do mínimo vira consumo.
O consumo vira arrecadação.
Essa parte costuma ficar fora da equação.
▶️ Assista: https://youtu.be/U4nZx9IkKrs
1 week ago | [YT] | 102
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Instituto de Economia da Unicamp
Quando se fala em salário mínimo, muita gente pensa apenas em quem recebe exatamente esse valor.
Mas e se ele estiver reorganizando silenciosamente toda a estrutura de salários do país?
Neste clipe, mostramos como o mínimo funciona como referência para pisos profissionais, negociações internas nas empresas e até para quem ganha acima dele.
É o chamado efeito farol e efeito de arrasto — dois mecanismos quase nunca considerados no debate público. ▶️ Assista: https://youtu.be/mvu2vBzk5PM
1 week ago | [YT] | 107
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Instituto de Economia da Unicamp
Qual destes efeitos costuma ser ignorado no debate sobre salário mínimo? - (Vem aí podcast sobre 90 anos do salário mínimo no BR)
1 week ago | [YT] | 60
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Instituto de Economia da Unicamp
🚨 O BRASIL É UM "SUBDESENVOLVIMENTO INDUSTRIALIZADO".
Você já se perguntou por que temos prédios espelhados e shoppings de luxo ao lado de favelas sem esgoto?
João Manuel explica: nós "escolhemos" diferenciar o consumo de poucos antes de suprir o básico de muitos. 📉
Não é que o Brasil seja pobre. Ele é EXCLUDENTE. Uma sociedade desenvolvida não é a que tem mais bilionários, é a que não tem ninguém com fome.
Qual desses você acha que é o "estilo" do Brasil hoje? 👇 https://youtu.be/JkWK5ly0Lso
1 week ago | [YT] | 197
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