Sejam muito bem vindos ao canal!!! Temos como objetivo ensinar o método bíblico e infalível de fazer apologética. Pensar os pensamentos de Deus após Ele!!!
Este aviso é sério: este livro não é para os fracos. Se você procura uma apologética educada, diplomática e inofensiva, pode parar por aqui. Apologética Impiedosa não foi escrita para agradar ateus, relativistas ou secularistas — foi escrita para confrontá-los.
Aqui não há concessões à mentira nem respeito artificial a argumentos autocontraditórios. Este livro ensina a expor contradições, demolir pressupostos anticristãos e sustentar a verdade sem pedir desculpas por ela. Não é um manual para “dialogar”, é um arsenal para quem entende que a fé cristã exige defesa firme, lógica afiada e cosmovisão bíblica consistente.
Não escrevi para formar debatedores simpáticos. Escrevi para forjar soldados intelectuais.
Se você faz parte da Academia de Apologética, este livro é a continuação natural do que defendemos aqui.
⚔️ Apologética Impiedosa — para quem não quer aplausos, quer vitória.
“O Ateísmo É Uma Piada Intelectual – E o Pressuposicionalismo Está Aqui Para Acabar Com a Brincadeira”
Ateus são parasitas intelectuais. Constroem suas crenças com tijolos roubados da cosmovisão cristã e depois cospem no chão em que estão em pé. Falam de lógica, moral, verdade, ciência — mas não conseguem justificar absolutamente nada disso dentro do lixo filosófico naturalista que defendem.
O ateísmo é uma fábrica de contradições. É a arte de abrir a boca e destruir o próprio argumento na primeira frase. Querem discutir ética enquanto acreditam que somos apenas acidentes biológicos. Querem falar de razão quando, na sua visão de mundo, o cérebro é só um monte de reações químicas aleatórias. Querem exigir coerência enquanto vivem num universo que, segundo eles, não tem propósito, nem mente, nem padrão. É um circo, mas sem graça.
O ateísmo não é só falso. É estúpido. É covarde. É uma farsa arrogante sustentada por conceitos que só fazem sentido se Deus existe — e precisamente o Deus da Bíblia. Ateus vivem de empréstimo: roubam da fé cristã até para articular sua negação.
A imagem resume perfeitamente a dinâmica real dos debates: de um lado, cristãos armados com a verdade absoluta da revelação divina. Do outro, ateus jogando pedrinhas emocionais, berrando frases de efeito, implorando por relativismo quando encurralados, e se escondendo atrás de um muro que já está em ruínas. Enquanto o pressuposicionalista dispara a artilharia teológica que destrói fundamentos falsos, o ateu se desespera. Porque sabe, lá no fundo, que sua “cosmovisão” é uma piada. E o pior: uma piada reciclada, velha, previsível, vazia e intelectualmente falida.
Não existe neutralidade. Não existe debate honesto entre verdade absoluta e delírio irracional. O papel do cristão não é dialogar como se fosse um mendigo pedindo respeito. O papel do cristão é demolir. É expor a nudez do tolo. É enterrar debaixo dos escombros a arrogância daqueles que se levantam contra o conhecimento de Deus. Se você ainda está tratando ateus como se fossem parceiros de discussão legítimos, você não entendeu o evangelho. Eles não precisam de argumentos educados. Precisam de vergonha. Precisam de humilhação. Precisam ser esmagados pela incoerência que defendem com a boca — e negam com a vida.
O pressuposicionalismo não pede licença. Ele entra, derruba e deixa claro: todo pensamento que rejeita Cristo é maldito, e todo raciocínio que não começa com Deus é ruído sem sentido. E quem não gosta... que aprenda a lidar com a verdade.
Quanto às premissas demande justificação; Não aceite nenhuma suposição não justificada; Questione a definição; Aponte as falácias do argumento; Pergunte pelo fundamento de predicação que seu oponente parte para argumentar; Pratique uma Apologética impiedosa; Destrua todo sofisma que se levanta contra o conhecimento de Deus. -A. Galvão
A existência de Deus é o problema dos problemas;
nele reside a conclusão de toda a filosofia e do
conhecimento humano, tanto ordinário quanto
científico, porque dele depende a orientação definitiva que o
homem deve dar à sua conduta e à sua vida interior [...]. O
problema de Deus é o problema essencial do
homem essencial, de cuja solução depende a clareza de
todos os outros problemas da existência (da ética, do direito,
da economia...) - Cornelio Fabro
Qual a causa primeiríssima de todas as coisas? A matéria não pode ter sido a causa da matéria, isso porque ela teria que existir antes de existir. O tempo não pode ser a causa do tempo, pela simples razão que o tempo teria que existir para causar o tempo, mas se ele já existia não tinha porque causar a si mesmo. Processos naturais não pode ser a causa da natureza, obviamente porque a natureza ainda não existia para haver processos naturais. Segue-se que somente uma causa imaterial, atemporal, sobrenatural, e inteligente pode ter sido a causa primeira de todas as coisas. A não ser que os ateus queiram insistir que um filho pode gerar sua própria mãe.
O MAIOR CRIME JÁ PRATICADO Talvez você esteja pensando em assassinato ou estupro de veneráveis, ou qualquer outro crime hediondo. No entanto, o maior crime que quero denunciar e condenar não está catalogado em nenhum código penal. Esse crime que é pior que um crime hediondo, dá aval para qualquer outro crime, pois, ele é o pai e a mãe de todos os delitos e imoralidades. Esse crime é o "tranquilizador" das consciências transgressoras. Esse mais que hediondo crime é a relativização das palavras de Deus revelada na Bíblia Sagrada, o único padrão absoluto, objetivo e universal para o estabelecimento do moralmente certo e errado. E se o único padrão é relativizadp, então o que é que sobra? Nada! Tudo colapsa em em relativismo e subjetividade. Talvez agora você ache que eu exagerei e peguei pesado, mas como? Pois, se a Bíblia que é o padrão moral absoluto que condena o assassinato, o estupro, a tortura, a mentira, etc. Está sendo descartada, todos esses crimes por necessidade lógica são relativizados. Um padrão moral, objetivo e universal que condene tais crimes como hediondo deixa de existir, e tudo passa ser uma questão de percepção e gosto pessoal. Todos os tiranos e genocidas da história são inocentados, e é dado o aval para que outros milhares surjam. O engraçado é que não conheço nenhum relativista relativizando bula de remédio, informação na caixa de veneno de rato, o aviso: PERIGO! Nas subestações de energia elétrica. Não, Esses dizeres são cânones sagrados, jamais devem ser relativizados, são verdades por demais absolutas. Agora um livro que manda eu renunciar o meu eu, se arrepender dos meus pecados preferidos, abandonar minha vida de luxúria e prazeres da carne, esse sim deve ser relativizado. Como imortalizou o escritor russo Fiódor Dostoiévski na boca de Ivan Karamazov: "Se Deus não existe tudo é permitido"! A. Galvão
PARA QUEM É UM PROBLEMA O PROBLEMA DO MAL? Premissa 1: A existência do mal inviabiliza a existência do Deus da Bíblia. Premissa 2: O mal existe. Conclusão: Logo, o Deus da Bíblia não existe.
O silogismo acima é apresentado por muitos ateus como seu mais poderoso cavalo de batalha, a ponta de lança que é apontada contra a Cosmovisão teísta cristã.
Porém, os mesmos ateus que são por natureza relativistas no campo da moralidade e ética, afirmam que é a sociedade que decide por convenção o que é o certo e o errado, o que é bom e o que é mal. Eles repugnam um padrão ético metafisico que determina o bem e mal, o certo e o errado em termos de comportamento moral e ético. Tudo o que há segundo eles em termos éticos é o que o indivíduo e a sociedade determina.
Mas, sendo o mal ou o comportamento mal, apenas uma questão de determinação social, como que esse mal que não é intrinsecamente, objetivamente e universalmente mal prova a não existência de Deus?
Supondo que uma sociedade local "A" decida que assassinar é um mal moral, o argumento em termos silogísticos ficaria assim:
P1: Assassinar um ser humano segundo a convenção da sociedade “A” é mal, e o mal inviabiliza a existência do Deus da Bíblia. P2: João transgrediu a convenção da sociedade “A” e assassinou o Pedro, cometendo assim um mal C.: Logo, o Deus da Bíblia não existe porque o assassinato que é mal existe.
Agora suponha que uma outra sociedade local que chamamos de "B" decida o oposto, que assassinar não é.mal e sim o oposto, no caso promover a vida. O argumento em termos silogísticos ficaria assim:
P1: Não assassinar um ser humano segundo a convenção da sociedade “B” é mal, e o mal inviabiliza a existência do Deus da Bíblia. P2: João transgrediu a convenção da sociedade “B” e não assassinou Pedro, cometendo assim um mal. C.: Logo, o Deus da Bíblia não existe porque o não assassinato que é mal existe.
Percebem o quanto é irracional o postulado relativista ateísta sobre o problema do mal. Parece que o problema do mal de fato é um grande problema, não porém para a Cosmovisão cristã e sim para a credibilidade da lógica desses ateus. A.Galvão
ACADEMIA DE APOLOGÉTICA A. Galvão
⚔️ APOLOGÉTICA IMPIEDOSA ⚔️
Este aviso é sério: este livro não é para os fracos.
Se você procura uma apologética educada, diplomática e inofensiva, pode parar por aqui. Apologética Impiedosa não foi escrita para agradar ateus, relativistas ou secularistas — foi escrita para confrontá-los.
Aqui não há concessões à mentira nem respeito artificial a argumentos autocontraditórios. Este livro ensina a expor contradições, demolir pressupostos anticristãos e sustentar a verdade sem pedir desculpas por ela. Não é um manual para “dialogar”, é um arsenal para quem entende que a fé cristã exige defesa firme, lógica afiada e cosmovisão bíblica consistente.
Não escrevi para formar debatedores simpáticos.
Escrevi para forjar soldados intelectuais.
Se você faz parte da Academia de Apologética, este livro é a continuação natural do que defendemos aqui.
⚔️ Apologética Impiedosa — para quem não quer aplausos, quer vitória.
🔗 Acesse o livro no site:
clubedeautores.com.br/livro/apologetica-impiedosa
1 month ago | [YT] | 35
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ACADEMIA DE APOLOGÉTICA A. Galvão
“O Ateísmo É Uma Piada Intelectual – E o Pressuposicionalismo Está Aqui Para Acabar Com a Brincadeira”
Ateus são parasitas intelectuais. Constroem suas crenças com tijolos roubados da cosmovisão cristã e depois cospem no chão em que estão em pé. Falam de lógica, moral, verdade, ciência — mas não conseguem justificar absolutamente nada disso dentro do lixo filosófico naturalista que defendem.
O ateísmo é uma fábrica de contradições. É a arte de abrir a boca e destruir o próprio argumento na primeira frase. Querem discutir ética enquanto acreditam que somos apenas acidentes biológicos. Querem falar de razão quando, na sua visão de mundo, o cérebro é só um monte de reações químicas aleatórias. Querem exigir coerência enquanto vivem num universo que, segundo eles, não tem propósito, nem mente, nem padrão. É um circo, mas sem graça.
O ateísmo não é só falso. É estúpido. É covarde. É uma farsa arrogante sustentada por conceitos que só fazem sentido se Deus existe — e precisamente o Deus da Bíblia. Ateus vivem de empréstimo: roubam da fé cristã até para articular sua negação.
A imagem resume perfeitamente a dinâmica real dos debates: de um lado, cristãos armados com a verdade absoluta da revelação divina. Do outro, ateus jogando pedrinhas emocionais, berrando frases de efeito, implorando por relativismo quando encurralados, e se escondendo atrás de um muro que já está em ruínas.
Enquanto o pressuposicionalista dispara a artilharia teológica que destrói fundamentos falsos, o ateu se desespera. Porque sabe, lá no fundo, que sua “cosmovisão” é uma piada. E o pior: uma piada reciclada, velha, previsível, vazia e intelectualmente falida.
Não existe neutralidade. Não existe debate honesto entre verdade absoluta e delírio irracional. O papel do cristão não é dialogar como se fosse um mendigo pedindo respeito. O papel do cristão é demolir. É expor a nudez do tolo. É enterrar debaixo dos escombros a arrogância daqueles que se levantam contra o conhecimento de Deus.
Se você ainda está tratando ateus como se fossem parceiros de discussão legítimos, você não entendeu o evangelho. Eles não precisam de argumentos educados. Precisam de vergonha. Precisam de humilhação. Precisam ser esmagados pela incoerência que defendem com a boca — e negam com a vida.
O pressuposicionalismo não pede licença. Ele entra, derruba e deixa claro: todo pensamento que rejeita Cristo é maldito, e todo raciocínio que não começa com Deus é ruído sem sentido. E quem não gosta... que aprenda a lidar com a verdade.
6 months ago | [YT] | 22
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ACADEMIA DE APOLOGÉTICA A. Galvão
LINK para acessar esse debate entre ATEUS e o pessoal da TDI : https://www.youtube.com/watch?v=y2bqU...
1 year ago (edited) | [YT] | 14
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ACADEMIA DE APOLOGÉTICA A. Galvão
Quanto às premissas demande justificação;
Não aceite nenhuma suposição não justificada; Questione a definição;
Aponte as falácias do argumento;
Pergunte pelo fundamento de predicação que seu oponente parte para argumentar;
Pratique uma Apologética impiedosa;
Destrua todo sofisma que se levanta contra o conhecimento de Deus.
-A. Galvão
2 years ago | [YT] | 23
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ACADEMIA DE APOLOGÉTICA A. Galvão
Iniciaremos essa semana um quadro em nosso canal: RESPONDENDO AS OBJEÇÕES ATEÍSTAS. Sua companhia e participação nas lives será muito bem vinda.
Espero sugestões dos escritos a quais objeções responder. Deixem suas sugestões nos comentários.
Obrigado!
2 years ago | [YT] | 21
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ACADEMIA DE APOLOGÉTICA A. Galvão
Você ficará surpreso com o que Vincent Cheung diz nesse vídeo...
2 years ago | [YT] | 5
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ACADEMIA DE APOLOGÉTICA A. Galvão
A existência de Deus é o problema dos problemas; nele reside a conclusão de toda a filosofia e do conhecimento humano, tanto ordinário quanto científico, porque dele depende a orientação definitiva que o homem deve dar à sua conduta e à sua vida interior [...].
O problema de Deus é o problema essencial do
homem essencial, de cuja solução depende a clareza de todos os outros problemas da existência (da ética, do direito, da economia...)
- Cornelio Fabro
2 years ago | [YT] | 30
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ACADEMIA DE APOLOGÉTICA A. Galvão
Qual a causa primeiríssima de todas as coisas? A matéria não pode ter sido a causa da matéria, isso porque ela teria que existir antes de existir. O tempo não pode ser a causa do tempo, pela simples razão que o tempo teria que existir para causar o tempo, mas se ele já existia não tinha porque causar a si mesmo. Processos naturais não pode ser a causa da natureza, obviamente porque a natureza ainda não existia para haver processos naturais. Segue-se que somente uma causa imaterial, atemporal, sobrenatural, e inteligente pode ter sido a causa primeira de todas as coisas. A não ser que os ateus queiram insistir que um filho pode gerar sua própria mãe.
2 years ago | [YT] | 25
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ACADEMIA DE APOLOGÉTICA A. Galvão
O MAIOR CRIME JÁ PRATICADO
Talvez você esteja pensando em assassinato ou estupro de veneráveis, ou qualquer outro crime hediondo. No entanto, o maior crime que quero denunciar e condenar não está catalogado em nenhum código penal. Esse crime que é pior que um crime hediondo, dá aval para qualquer outro crime, pois, ele é o pai e a mãe de todos os delitos e imoralidades. Esse crime é o "tranquilizador" das consciências transgressoras. Esse mais que hediondo crime é a relativização das palavras de Deus revelada na Bíblia Sagrada, o único padrão absoluto, objetivo e universal para o estabelecimento do moralmente certo e errado. E se o único padrão é relativizadp, então o que é que sobra? Nada! Tudo colapsa em em relativismo e subjetividade.
Talvez agora você ache que eu exagerei e peguei pesado, mas como? Pois, se a Bíblia que é o padrão moral absoluto que condena o assassinato, o estupro, a tortura, a mentira, etc. Está sendo descartada, todos esses crimes por necessidade lógica são relativizados. Um padrão moral, objetivo e universal que condene tais crimes como hediondo deixa de existir, e tudo passa ser uma questão de percepção e gosto pessoal. Todos os tiranos e genocidas da história são inocentados, e é dado o aval para que outros milhares surjam.
O engraçado é que não conheço nenhum relativista relativizando bula de remédio, informação na caixa de veneno de rato, o aviso: PERIGO! Nas subestações de energia elétrica. Não, Esses dizeres são cânones sagrados, jamais devem ser relativizados, são verdades por demais absolutas. Agora um livro que manda eu renunciar o meu eu, se arrepender dos meus pecados preferidos, abandonar minha vida de luxúria e prazeres da carne, esse sim deve ser relativizado.
Como imortalizou o escritor russo Fiódor Dostoiévski na boca de Ivan Karamazov: "Se Deus não existe tudo é permitido"!
A. Galvão
2 years ago (edited) | [YT] | 18
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ACADEMIA DE APOLOGÉTICA A. Galvão
PARA QUEM É UM PROBLEMA O PROBLEMA DO MAL?
Premissa 1: A existência do mal inviabiliza a existência do Deus da Bíblia.
Premissa 2: O mal existe.
Conclusão: Logo, o Deus da Bíblia não existe.
O silogismo acima é apresentado por muitos ateus como seu mais poderoso cavalo de batalha, a ponta de lança que é apontada contra a Cosmovisão teísta cristã.
Porém, os mesmos ateus que são por natureza relativistas no campo da moralidade e ética, afirmam que é a sociedade que decide por convenção o que é o certo e o errado, o que é bom e o que é mal. Eles repugnam um padrão ético metafisico que determina o bem e mal, o certo e o errado em termos de comportamento moral e ético. Tudo o que há segundo eles em termos éticos é o que o indivíduo e a sociedade determina.
Mas, sendo o mal ou o comportamento mal, apenas uma questão de determinação social, como que esse mal que não é intrinsecamente, objetivamente e universalmente mal prova a não existência de Deus?
Supondo que uma sociedade local "A" decida que assassinar é um mal moral, o argumento em termos silogísticos ficaria assim:
P1: Assassinar um ser humano segundo a convenção da sociedade “A” é mal, e o mal inviabiliza a existência do Deus da Bíblia.
P2: João transgrediu a convenção da sociedade “A” e assassinou o Pedro, cometendo assim um mal
C.: Logo, o Deus da Bíblia não existe porque o assassinato que é mal existe.
Agora suponha que uma outra sociedade local que chamamos de "B" decida o oposto, que assassinar não é.mal e sim o oposto, no caso promover a vida. O argumento em termos silogísticos ficaria assim:
P1: Não assassinar um ser humano segundo a convenção da sociedade “B” é mal, e o mal inviabiliza a existência do Deus da Bíblia.
P2: João transgrediu a convenção da sociedade “B” e não assassinou Pedro, cometendo assim um mal.
C.: Logo, o Deus da Bíblia não existe porque o não assassinato que é mal existe.
Percebem o quanto é irracional o postulado relativista ateísta sobre o problema do mal. Parece que o problema do mal de fato é um grande problema, não porém para a Cosmovisão cristã e sim para a credibilidade da lógica desses ateus.
A.Galvão
2 years ago (edited) | [YT] | 23
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