🌟 Tarolando com a Jenni

Bem-vindos ao Tarolando com a Jenni, canal dedicado ao nosso crescimento e cura❤️
A finalidade é orientar, por meio das cartas, a jornada, às vezes um tanto confusa, da vida. E, principalmente, aprender e evoluir, junto com vcs, em cada parte dessa jornada 🦋
Mas é importante sempre lembrar que o poder da decisão e responsabilidade com a própria vida é de cada um, e não se deve transferir ou abdicar desse poder.
*Leituras gerais, podendo ou não ressoar com seu momento.


🌟 Tarolando com a Jenni

"Tudo o que acontecer à terra, acontecerá aos filhos da Terra"

*desconheço o autor

1 day ago | [YT] | 74

🌟 Tarolando com a Jenni

IRREPETÍVEL

Nunca mais haverá um sabor igual ao que sinto em minha boca;
Nem o mesmo vento, na mesma pele, causando a mesma sensação;
Nunca mais o céu será visto por meus olhos,
Nem refletido em um olhar igual ao meu.
Nem as células se organizarão exatamente como no meu corpo.
Nenhum outro coração jamais pulsará idêntico ao meu.
Nenhuma pele jamais se arrepiará igual a minha,
Nem pelas mesmas razões, intensidade ou... confirmação.
Cada lágrima é exclusiva,
Cada emoção sentida, expressa, guardada, ou ignorada, também é única.
Assim como cada floco de neve, efêmero e belo, que desce do infinito.
Cada ligação e conexão que minha mente faz, são sinapses que inauguram um novo Universo.
E se encaixam ou denunciam um desencaixe singular.
Vivo e descubro
Em que pedras tropeço,
E que pérolas produzo.
Mesmo a vida mais curta tem vocação de eternidade, e ficará gravada na alma da existência, que se lembrará sempre
da beleza que só eu percebi,
do que me comoveu,
do que me inspirou,
do que me transformou.
A cada respiração eu comungo com o Todo, e vou esculpindo minha passagem IRREPETÍVEL nessa Terra.
Então, me lembro de respirar fundo!
(✍🏼 Jenni-15/02/2026)

Mais do que nunca, é tempo de lembrar que somos ÚNICOS 🌹

1 week ago (edited) | [YT] | 227

🌟 Tarolando com a Jenni

Vivemos imersos em movimento — mas quase nada em nossa experiência cotidiana nos prepara para compreender a verdadeira escala desse fato.

Sentados numa cadeira, caminhando por uma rua ou olhando o horizonte, temos a impressão de estabilidade. O chão parece fixo. O céu parece distante e imóvel. Nosso corpo organiza a realidade a partir da gravidade terrestre e do alcance limitado dos sentidos. Essa estabilidade é uma construção biológica útil: ela permite sobrevivência. Mas é também uma ilusão de escala.

Enquanto lemos estas palavras, a Terra gira em torno de si mesma a mais de mil quilômetros por hora no equador. Ao mesmo tempo, orbita o Sol a cerca de 30 quilômetros por segundo. O próprio Sol, com todo o sistema solar, atravessa a galáxia a centenas de milhares de quilômetros por hora. E a galáxia, por sua vez, desloca-se dentro de uma teia ainda maior de estruturas cósmicas.

Estamos sempre em queda livre, viajando em camadas de movimento dentro de movimentos. Não há um “em cima” ou “embaixo” absolutos. Essas categorias pertencem ao corpo humano, não ao universo. No cosmos, há apenas relações dinâmicas entre massas, campos e energias.

O que chamamos de estabilidade é, na verdade, equilíbrio dinâmico.

Esse fato tem consequências filosóficas profundas. Nossa mente evoluiu para lidar com distâncias de metros e quilômetros, com velocidades comparáveis às do corpo humano, com tempos que cabem dentro de uma vida. A cosmologia opera em escalas que ultrapassam radicalmente essa moldura. Por isso, o universo não apenas nos espanta — ele resiste à imaginação.

Pensar o sistema solar como um objeto em movimento dentro de sistemas maiores exige abandonar a intuição cotidiana e confiar em modelos científicos. Não vemos diretamente esses movimentos; inferimos sua existência por meio de medições, equações e observações acumuladas. A ciência funciona, nesse sentido, como uma extensão da percepção humana: ela amplia o que podemos conceber.

Mas há um segundo choque, mais existencial.

No nível humano, o ego organiza a experiência como se fôssemos centros estáveis de um mundo relativamente fixo. Projetamos permanência onde há fluxo. Construímos identidades, narrativas e fronteiras simbólicas que nos dão orientação. Isso não é um erro — é uma necessidade psicológica. No entanto, quando confrontamos a realidade cosmológica, percebemos que essa centralidade é local e provisória.

Somos organismos que emergiram num planeta em movimento, dentro de um sistema em trânsito, num universo em expansão. A consciência que experimentamos como íntima e sólida é um fenômeno temporário sustentado por processos físicos altamente dinâmicos. O eu não está fora do cosmos: ele é um padrão momentâneo dentro dele.

Os campos que estruturam a realidade — gravitacionais, eletromagnéticos, quânticos — não respeitam as fronteiras que o ego imagina. Tudo está interconectado por interações contínuas. A matéria do nosso corpo participa das mesmas leis que governam estrelas e galáxias. A diferença é de organização e escala, não de substância.

E aqui surge uma tensão fértil.

Para viver, precisamos de referências estáveis: chão, direção, identidade. Para compreender o real, precisamos aceitar a instabilidade fundamental: movimento, relatividade, transformação. A maturidade intelectual e existencial talvez consista em sustentar simultaneamente essas duas verdades.

Habitamos um planeta que nos oferece a experiência de peso e verticalidade, mas pertencemos a um universo sem cima nem baixo. Vivemos a lentidão da biografia humana enquanto participamos de velocidades cósmicas vertiginosas. Construímos sentidos locais dentro de uma realidade que não foi feita para nos confortar.

Essa discrepância não diminui a experiência humana. Ao contrário, a torna mais preciosa. Saber que nossa percepção é limitada não a invalida; apenas a situa. Somos pontos de vista finitos capazes de vislumbrar parcialmente a vastidão que nos contém.

A jornada cósmica, então, não é apenas um deslocamento físico do sistema solar através do espaço. É também o percurso da consciência que tenta compreender seu lugar dentro desse fluxo. Cada avanço científico não nos afasta da experiência humana — ele a aprofunda, revelando o quão extraordinário é existir como matéria que se tornou capaz de perguntar.

Vivemos suspensos entre a gravidade que nos ancora e o movimento que nos atravessa. Entre a necessidade de chão e a verdade do fluxo. A vida humana acontece exatamente nessa interseção: um instante de lucidez dentro de uma dança cósmica que não começou conosco e não terminará por nossa causa.

E, ainda assim, é aqui — neste breve intervalo consciente — que o universo se torna capaz de perceber a si mesmo em movimento, pela perspetiva humana.
(Fonte: pág. A Caminhada)

3 weeks ago | [YT] | 163

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Lindezas, bateu aquele cansaço aqui...
Hora d me recolher pra recarregar.
Volto na segunda-feira 🌻
Bjs no coração ❤️
Jenni.

4 weeks ago | [YT] | 280

🌟 Tarolando com a Jenni

O Universo conhecido é lindo, mágico e inspirador...
Mas adivinha onde tem manga? Goiaba? Passarinhos? Ar? Água? Vida?
Nosso planeta é EXTRAORDINÁRIO!
Nada aqui é simples, pouco ou normal.
Mas a gente simplesmente esquece...!

1 month ago | [YT] | 254

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"Às vezes não queremos nos curar, pq a dor
é a última conexão q temos com o q perdemos".
(Rumi)

1 month ago | [YT] | 146

🌟 Tarolando com a Jenni

Olá, lindezas!
Como já havia mencionado, vou criar um grupo no whatsapp, onde a gente vai poder interagir, trocar experiências, e vou compartilhar com vcs algumas impressões e perspectivas adquiridas ao longo do meu trabalho com os oráculos, pois percebo que diferentes pessoas enfrentam desafios bastante semelhantes, e foi daí q nasceu a ideia de montar o grupo.
Vou compartilhar também alguns aprendizados da minha jornada espiritual pessoal, com o objetivo de auxiliar quem se identificar.
Será um grupo pequeno, máximo de 30 pessoas, com início previsto p meados d fevereiro.
Quem quiser participar, basta clicar no link abaixo e preencher o formulário.
Será feita uma seleção pq não será um grupo grande. Se der tudo certo, com o tempo abriremos outros.
Adianto q estou preparando tudo com muito carinho p receber vcs.
Bjs no coração!
Jenni ❤️
forms.gle/LqgAt4iyvhRPUV5r5

1 month ago | [YT] | 169

🌟 Tarolando com a Jenni

Ciclos são essenciais. Todas as religiões antigas, míticas, assim como a alquimia e as diversas tradições espirituais, sempre falaram dos ciclos da vida, do renascimento, da transformação — até que a morte chegue, não como inimiga, mas como passagem simbólica, necessária. O ciclo lunar, o solar, as estações, os aniversários, os ritos: tudo isso existe para harmonizar a vida, para nos lembrar que viver é entrar e sair de cenas, aprender a dar e a receber, aceitar o ritmo próprio de cada tempo.

Mas atravessar esses ciclos com consciência nunca foi simples. Hoje, talvez seja ainda mais difícil. Vivemos sob a luz elétrica contínua e sob o brilho permanente das telas. Perdemos a lua. Perdemos a terra. Perdemos o silêncio e o escuro fértil. Perdemos, pouco a pouco, o lado humano da humanidade. Tornamo-nos funcionais, reativos, previsíveis — quase robôs.

Talvez não seja por acaso que o grande debate contemporâneo gire em torno da tecnologia e de qual tecnologia “vai vencer”: a versão do Homo sapiens automatizado, reduzido a padrões de eficiência e resposta, ou a versão das inteligências artificiais generativas, capazes de simular linguagem, criatividade e pensamento.

Mas o embate verdadeiro não é técnico; é existencial.

Ainda assim, o humano tem uma escolha. Talvez a última escolha verdadeiramente humana: voltar aos clássicos. Voltar à filosofia, à ética, à estética. Voltar à areté, à eudaimonia, à complexidade, à transcendência. Não como nostalgia, mas como reenraizamento. Não como fuga do futuro, mas como condição para habitá-lo com dignidade.

Sem isso, a vida humana corre o risco de se tornar apenas eficiente — mas não pertinente. Estudar os clássicos, cultivar a sensibilidade, compreender os ciclos, reconhecer a importância dos limites e ter a sabedoria da prudência perante aquilo que é ainda mistério: talvez essa seja a única via para que a presença humana continue fazendo sentido neste planeta. Não como dominadora, não como máquina, mas como consciência viva em relação com o tempo, a Terra e o outro.

(Texto de Victor Megido/pág "A Caminhada)

1 month ago | [YT] | 283

🌟 Tarolando com a Jenni

ARIANOS e ARIANAS, essa canção nos abraça ♈
Como ariana d Sol e Ascendente, agradeço ❤️
🔥Apreciem🔥

1 month ago | [YT] | 15