Canal Oficial do Prof. Dr. Filipe Prado Macedo da Silva. É Bacharel em Ciências Econômicas (Universidade Salvador), Especialista em Finanças Corporativas (Universidade Salvador), em Gestão Educacional (Centro Universitário Jorge Amado), em Entrepreneurship: Launching an Innovative Business (University of Maryland), em Challenges in Global Affairs (Leiden University e University of Geneva) e em Virtual Teacher Program (University of California), Mestre em Economia (Universidade Federal de Uberlândia) e Doutor em Economia (Universidade Federal de Uberlândia). Atualmente é Professor Efetivo da Universidade Federal de Uberlândia (no Campus Monte Carmelo, MG – Brasil), Economista vinculado ao Conselho Regional de Economia 10ª Região/MG, Criador do Canal “Filipe Prado – Professor, Economista e Financista” no YouTube e Editor Independente no Selo “Editorial FPMS”. Além disso, é Experto em Europa e União Europeia, e Líder do “Conexão Bruxelas | Grupo de Estudo sobre Europa e União Europeia”.
Filipe Prado - Professor, Economista e Financista
💰 ᴀᴍᴇᴀçᴀꜱ ɢᴇᴏᴘᴏʟíᴛɪᴄᴀꜱ ᴄᴏɴꜰɪʀᴍᴀᴍ ᴏ ᴀᴄᴏʀᴅᴏ ᴜᴇ-ᴍᴇʀᴄᴏꜱᴜʟ 💰
Neste insight inédito, o professor Filipe Prado Macedo da Silva (líder de pesquisa do grupo Conexão Bruxelas) analisa os impactos geopolíticos que favoreceram a aprovação do novo Acordo UE-Mercosul.
Quando o Conselho Europeu – a instituição da União Europeia (UE) que reúne os Chefes de Estado e/ou de Governo dos 27 países-membros – confirmou politicamente a aprovação do Acordo UE-Mercosul, em 9 de janeiro de 2026, tornou-se evidente o ambiente paradoxal no qual a Europa passou a operar.
No plano interno (dentro das fronteiras da UE), as tensões geradas pela mobilização dos agricultores europeus intensificaram-se a partir de dezembro de 2025, culminando no maior protesto agrícola desde os anos 1990.Na França, os produtores rurais mantêm há mais de duas semanas bloqueios de vias e manifestações contínuas em Paris e em outras cidades, direcionadas contra o Acordo UE–Mercosul.
Em dezembro de 2025, parecia que o Acordo UE-Mercosul poderia fracassar. Emmanuel Macron, presidente francês, convenceu a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, de que era prematuro ratificar o acordo com os países sul-americanos. Na ocasião, Lula, à frente da presidência pro tempore do Mercosul, criticou o adiamento da conclusão do tratado comercial.
Para ler: relacoesexteriores.com.br/ameacas-geopoliticas-de-…
📷 @relacoesexteriores
#Europa #Continente #EU #UniãoEuropeia #Europe #EUA #Transatlantico #US-EU #internacional #AcordoUEMercosul #Mercosul #EUA #Trump
8 hours ago | [YT] | 0
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Filipe Prado - Professor, Economista e Financista
💰 ᴀᴍᴇᴀçᴀꜱ ɢᴇᴏᴘᴏʟíᴛɪᴄᴀꜱ ᴄᴏɴꜰɪʀᴍᴀᴍ ᴏ ᴀᴄᴏʀᴅᴏ ᴜᴇ-ᴍᴇʀᴄᴏꜱᴜʟ 💰
Neste insight inédito, o professor Filipe Prado Macedo da Silva (líder de pesquisa do grupo Conexão Bruxelas) analisa os impactos geopolíticos que favoreceram a aprovação do novo Acordo UE-Mercosul.
Quando o Conselho Europeu – a instituição da União Europeia (UE) que reúne os Chefes de Estado e/ou de Governo dos 27 países-membros – confirmou politicamente a aprovação do Acordo UE-Mercosul, em 9 de janeiro de 2026, tornou-se evidente o ambiente paradoxal no qual a Europa passou a operar.
No plano interno (dentro das fronteiras da UE), as tensões geradas pela mobilização dos agricultores europeus intensificaram-se a partir de dezembro de 2025, culminando no maior protesto agrícola desde os anos 1990.Na França, os produtores rurais mantêm há mais de duas semanas bloqueios de vias e manifestações contínuas em Paris e em outras cidades, direcionadas contra o Acordo UE–Mercosul.
Em dezembro de 2025, parecia que o Acordo UE-Mercosul poderia fracassar. Emmanuel Macron, presidente francês, convenceu a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, de que era prematuro ratificar o acordo com os países sul-americanos. Na ocasião, Lula, à frente da presidência pro tempore do Mercosul, criticou o adiamento da conclusão do tratado comercial.
Para ler: doi.org/10.64628/ADE.vac3d69p5
📷 @theconversationbr
#Europa #Continente #EU #UniãoEuropeia #Europe #EUA #Transatlantico #US-EU #internacional #AcordoUEMercosul #Mercosul #EUA #Trump
16 hours ago | [YT] | 1
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Filipe Prado - Professor, Economista e Financista
📹 #YouTube • 26/12/2025 • Resultados 2025 • É com grande satisfação que compartilhamos os resultados de 2025 de nosso canal no YouTube! Foi um ano incrível, ultrapassando 10 mil inscritos e mais de 500 mil visualizações!
De janeiro a dezembro, registramos:
+ 257 mil visualizações
+ 3 mil inscritos
+ 6 mil público mensal médio (único)
E, mais de 21 mil horas de tempo de exibição do nosso conteúdo, sendo 43% pelo computador, 43% por dispositivos móveis e 8% pela TV.
Que venha 2026 com novas metas e novos conteúdos de economia, finanças e negócios!
Fonte: YouTube Analytics.
#FilipePrado #youtuber #Economia #UFU
2 weeks ago | [YT] | 12
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Filipe Prado - Professor, Economista e Financista
🎯 The United States as the EU’s Constraining Partner 🎯
In this original insight, Professor Filipe Prado Macedo da Silva (research leader of the Conexão Bruxelas group) analyses the diplomatic impacts of the new US National Security Strategy and how it is perceived from the perspective of Europe and the European Union.
The new US National Security Strategy marks an uncomfortable shift in how Washington views the transatlantic relationship. The document abandons the notion of a partnership among equals and instead treats the European Union (EU) as a project to be corrected, disciplined, and aligned with American interests.
During Trump’s second term, a clear inflection in foreign policy has taken shape: the United States increasingly acts towards Europe as a “constraining partner”, with little willingness to recognise the EU’s strategic autonomy.
This shift goes beyond rhetoric and reflects the global projection of what may be called the “Trump corollary to the Monroe Doctrine”. Previously confined to the Western Hemisphere, its underlying logic — strategic primacy, exclusivity of influence, and rejection of autonomous poles such as the BRICS — is now implicitly applied to the international system as a whole.
When applied to Europe, this principle redefines the alliance: the EU may be strong, sovereign, and relevant only insofar as it aligns with the White House’s agenda. The transatlantic partnership thus moves away from cooperation and takes on the contours of political and economic tutelage.
To read: www.brusselstimes.com/opinion/1881778/europe-is-no…
#Europe #EU #EuropeanUnion #UnitedStates #Transatlantic #US-EU #International #EUMercosur #Mercosur #Trump
3 weeks ago | [YT] | 4
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Filipe Prado - Professor, Economista e Financista
🚜 ᴘʀᴏᴛᴇꜱᴛᴏꜱ ᴀɢʀíᴄᴏʟᴀꜱ ɴᴀ ᴜᴇ ᴇꜱᴛãᴏ ᴇǫᴜɪᴠᴏᴄᴀᴅᴏꜱ 🚜
Neste insight inédito, o professor Filipe Prado Macedo da Silva (líder de pesquisa do grupo Conexão Bruxelas) analisa os impactos e os equívocos dos protestos agrícolas que ocorreram em Bruxelas contra o novo Acordo UE-Mercosul.
Quando a Comissão Europeia — órgão executivo da UE e responsável por negociar acordos comerciais em nome dos 27 países‑membros — recomendou a adoção do Acordo UE-Mercosul, em 2 de setembro de 2025, novas ondas de protestos agrícolas se espalharam pelo bloco europeu.
Desde então, tratores bloquearam rodovias, sindicatos e movimentos rurais denunciaram suposta concorrência desleal e lideranças políticas nacionais intensificaram a pressão sobre Bruxelas pelo endurecimento das salvaguardas (já pré-estabelecidas no acordo político final em 5 de dezembro de 2024).
A pressão social e política já provocou efeitos concretos nas decisões sobre o Acordo UE-Mercosul. Em 16 de dezembro de 2025, o Parlamento Europeu aprovou uma nova cláusula de salvaguarda para produtos agrícolas. As medidas só serão acionadas se importações em grande volume causarem ou ameaçarem prejuízo grave aos produtores europeus.
Para ler: doi.org/10.64628/ADE.5n9sd65aq
📷 @theconversationbr
#Europa #Continente #EU #UniãoEuropeia #Europe #EUA #Transatlantico #US-EU #internacional #AcordoUEMercosul #Mercosul #EUA #Trump
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🎯 ᴇᴜᴀ ᴄᴏᴍᴏ ᴘᴀʀᴄᴇɪʀᴏ ᴄᴏɴꜱᴛʀᴀɴɢᴇᴅᴏʀ ᴅᴀ ᴜᴇ 🎯
NO PORTAL R7 (Record)
Neste insight inédito, o professor Filipe Prado Macedo da Silva (líder de pesquisa do grupo Conexão Bruxelas) analisa os impactos diplomáticos da nova Estratégia de Segurança Nacional dos EUA e sua percepção à luz da Europa e da União Europeia.
A nova Estratégia de Segurança Nacional dos EUA marca uma mudança desconfortável na forma como Washington vê a relação transatlântica. O documento abandona a noção de parceria entre iguais e passa a tratar a União Europeia (UE) como um projeto a ser corrigido, disciplinado e alinhado aos interesses norte-americanos.
Neste segundo mandato de Trump, consolida-se uma inflexão na política externa: os EUA passam a atuar, em relação à Europa, como um “parceiro constrangedor”, pouco disposto a reconhecer sua autonomia estratégica.
Essa mudança vai além da retórica e reflete a projeção global do chamado “corolário Trump à Doutrina Monroe”. Antes restrita ao Hemisfério Ocidental, sua lógica – primazia estratégica, exclusividade de influência e rejeição a polos autônomos, como o BRICS – passa a ser aplicada de forma implícita ao sistema internacional.
Aplicado à Europa, esse princípio redefine a aliança: a UE pode ser forte, soberana e relevante apenas se alinhada à agenda da Casa Branca. A parceria transatlântica deixa a cooperação e assume contornos de tutela política e econômica.
Para ler: noticias.r7.com/jr-24h/the-conversation/nova-estra…
#Europa #Continente #EU #UniãoEuropeia #Europe #EUA #Transatlantico #US-EU #internacional #AcordoUEMercosul #Mercosul #EUA #Trump
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Filipe Prado - Professor, Economista e Financista
doi.org/10.64628/ADE.63xfmehr6
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🎯 ᴇᴜᴀ ᴄᴏᴍᴏ ᴘᴀʀᴄᴇɪʀᴏ ᴄᴏɴꜱᴛʀᴀɴɢᴇᴅᴏʀ ᴅᴀ ᴜᴇ 🎯
NO PORTAL TERRA
Neste insight inédito, o professor Filipe Prado Macedo da Silva (líder de pesquisa do grupo Conexão Bruxelas) analisa os impactos diplomáticos da nova Estratégia de Segurança Nacional dos EUA e sua percepção à luz da Europa e da União Europeia.
A nova Estratégia de Segurança Nacional dos EUA marca uma mudança desconfortável na forma como Washington vê a relação transatlântica. O documento abandona a noção de parceria entre iguais e passa a tratar a União Europeia (UE) como um projeto a ser corrigido, disciplinado e alinhado aos interesses norte-americanos.
Neste segundo mandato de Trump, consolida-se uma inflexão na política externa: os EUA passam a atuar, em relação à Europa, como um “parceiro constrangedor”, pouco disposto a reconhecer sua autonomia estratégica.
Essa mudança vai além da retórica e reflete a projeção global do chamado “corolário Trump à Doutrina Monroe”. Antes restrita ao Hemisfério Ocidental, sua lógica – primazia estratégica, exclusividade de influência e rejeição a polos autônomos, como o BRICS – passa a ser aplicada de forma implícita ao sistema internacional.
Aplicado à Europa, esse princípio redefine a aliança: a UE pode ser forte, soberana e relevante apenas se alinhada à agenda da Casa Branca. A parceria transatlântica deixa a cooperação e assume contornos de tutela política e econômica.
Para ler: www.terra.com.br/noticias/nova-estrategia-de-segur…
#Europa #Continente #EU #UniãoEuropeia #Europe #EUA #Transatlantico #US-EU #internacional #AcordoUEMercosul #Mercosul #EUA #Trump
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🎯 ᴇᴜᴀ ᴄᴏᴍᴏ ᴘᴀʀᴄᴇɪʀᴏ ᴄᴏɴꜱᴛʀᴀɴɢᴇᴅᴏʀ ᴅᴀ ᴜᴇ 🎯
Neste insight inédito, o professor Filipe Prado Macedo da Silva (líder de pesquisa do grupo Conexão Bruxelas) analisa os impactos diplomáticos da nova Estratégia de Segurança Nacional dos EUA e sua percepção à luz da Europa e da União Europeia.
A nova Estratégia de Segurança Nacional dos EUA marca uma mudança desconfortável na forma como Washington vê a relação transatlântica. O documento abandona a noção de parceria entre iguais e passa a tratar a União Europeia (UE) como um projeto a ser corrigido, disciplinado e alinhado aos interesses norte-americanos.
Neste segundo mandato de Trump, consolida-se uma inflexão na política externa: os EUA passam a atuar, em relação à Europa, como um “parceiro constrangedor”, pouco disposto a reconhecer sua autonomia estratégica.
Essa mudança vai além da retórica e reflete a projeção global do chamado “corolário Trump à Doutrina Monroe”. Antes restrita ao Hemisfério Ocidental, sua lógica – primazia estratégica, exclusividade de influência e rejeição a polos autônomos, como o BRICS – passa a ser aplicada de forma implícita ao sistema internacional.
Aplicado à Europa, esse princípio redefine a aliança: a UE pode ser forte, soberana e relevante apenas se alinhada à agenda da Casa Branca. A parceria transatlântica deixa a cooperação e assume contornos de tutela política e econômica.
Para ler: doi.org/10.64628/ADE.63xfmehr6
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1 month ago | [YT] | 6
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