Às vezes, a exaustão não vem das 8 horas de trabalho, mas do esforço constante de se adaptar a um mundo que exige que você traia sua própria essência. Existe uma diferença crucial entre o cansaço do corpo e o esgotamento existencial. No vídeo de hoje, exploro por que o cansaço não pede férias, pede verdade. Um convite para parar de apenas "funcionar" e começar a, de fato, existir.
Existe um tipo de sofrimento que não nasce da falta de consciência, mas acontece apesar dela. Muitas vezes, quem vê de fora não entende: por que permanecer onde dói?
Neste vídeo, mergulho no paradoxo das relações abusivas e na lógica psíquica que sustenta a permanência. Eu falo aqui de um emaranhado onde o medo de perder o vínculo se torna maior que o medo de perder a si mesmo. Vamos refletir sobre como o sofrimento pode se tornar um "idioma". Eu falo aqui daa coragem de abandonar uma identidade construída na dor.
Uma conversa sobre responsabilidade existencial, o luto das fantasias e o desafio de se autorizar a existir sem que a dor seja a prova do amor. https://youtu.be/wQwZ9O7LCPc
Você já sentiu que o seu cansaço não é apenas físico, mas parece que a sua mente não consegue descansar? Neste vídeo, convido você a olhar para o seu corpo não como uma máquina que precisa de conserto, mas como o chão que sustenta a sua história. Vamos entender por que cuidar do ritmo e do sono não é sobre 'disciplina' ou 'produtividade', mas sobre criar condições para que você possa, finalmente, conseguir pensar e sentir a própria vida.
Você dorme as horas necessárias, mas acorda sentindo que a mente continua cansada? Neste vídeo, exploro por que o sono diurno é apenas uma 'manutenção técnica', enquanto o sono noturno é o verdadeiro terreno da elaboração psíquica. Entenda por que o corpo não é uma máquina e por que o escuro é essencial para que a mente processe a vida, e não apenas sobreviva a ela.
Quero hoje, aqui, falar de um cansaço diferente do cansaço que vem do excesso de tarefas. É um cansaço que emerge do ato de passar tempo demais se adaptando, se explicando, se diminuindo para manter vínculos, para manter papéis na vida do outro, para suprir expectativas dos outros. Eu falo de um cansaço que você não vai resolver com descanso. Você resolve com reposicionamento. Para se reposicionar é preciso escutar qual é a mensagem que esse cansaço está passando. Ele aponta onde você se abandonou, onde aceitou menos do que precisava. Toda mudança verdadeira exige um luto e esse luto faz referência a perda da versão de si que sobreviveu fazendo concessões demais para ser bem visto, aplaudido, amado, aceito pelos outros.
Caio Fernando de Araújo Psicólogo - CRP - 02/26054 WhatsApp para informações sobre acompanhamento psicológico - (81)986213022
Se você está exausto, confuso ou sentindo que “não está dando conta”, a primeira coisa a fazer não é tentar se consertar. Sofrimento psíquico não se resolve com mais cobrança. Quando a mente já está sobrecarregada, insistir em produtividade emocional só aprofunda a sensação de fracasso. A lógica dominante diz: “se esforce mais, pense positivo, seja forte”. A clínica ensina o contrário: há momentos em que o cuidado começa interrompendo essa lógica. Parar não é desistir. Parar é criar uma borda para que o psiquismo volte a respirar.
Observe com honestidade: o que hoje te cansa não é apenas o que você faz, mas o que você exige de si enquanto faz. Muitas angústias nascem menos da realidade e mais do ideal impossível que você tenta sustentar todos os dias. Se autorize a reconhecer seus limites, para sentir sem se explicar o tempo todo, para aceitar que algumas respostas só aparecem depois que o corpo sai do estado de alerta permanente.
Cuidar da saúde mental começa quando você troca a pergunta “como eu resolvo isso agora?” por “o que em mim está pedindo cuidado e não correção?”. Esse deslocamento, embora simples, já é profundamente terapêutico.
Psicologia no dia a dia não promete atalhos. Ela ensina a atravessar com menos violência contra si mesmo e com mais lucidez sobre o que é, de fato, humano.
Caio Fernando
Psicólogo - CRP - 02/26054
Whatsapp para informações sobre o acompanhamento psicológico on-line (81)9-86213022
Este vídeo não fala apenas de depressão, ansiedade ou pânico como categorias diagnósticas isoladas. Ele propõe uma escuta mais profunda: o que acontece quando o sujeito começa a perder não só energia psíquica, mas a confiança básica de que a vida pode continuar sendo habitada?
Há um ponto em que a vida para de pedir licença. Ela não pergunta se você está pronto, organizado, forte ou confiante. Ela simplesmente acontece. E é aí que muita gente tenta fugir, é aí que anestesia o sentir, adia decisões, terceiriza a própria existência. Não tente escapar da dor porque viver é atravessá-la com responsabilidade. O sofrimento que não é escutado vira sintoma. A verdade que não é dita vira corpo cansado, ansiedade, relações repetidas. Costumo dizer que há uma dignidade em assumir o próprio desejo, mesmo com medo, mesmo sem garantias. Crescer dói porque desmonta fantasias, mas também liberta do papel de vítima do próprio destino.
Caio Fernando Psicólogo - CRP - 02/26054 Diante do desejo de fazer terapia, entre em contato - WhatsApp - (81)9-86213022
Um vídeo sobre aquilo que está ruindo enquanto a gente segue fingindo normalidade. Sobre o colapso que não aparece só como crise individual, mas como cansaço coletivo, perda de sentido, adoecimento do corpo e empobrecimento das relações. Aqui, é tratado como sinal, um aviso de que as formas antigas de viver, trabalhar, amar e acreditar já não sustentam a vida. A proposta é olhar de frente para aquilo que foi silenciado, desviado ou medicado rápido demais, e sustentar a pergunta que assusta: o que acontece quando a gente não atravessa as crises que nos pedem transformação? Um convite direto, simples e incômodo para escutar o que dói antes que vire sintoma crônico no sujeito e no mundo.
Ser julgado é uma das experiências mais desorganizadoras da vida psíquica. Não porque o outro nos veja, mas porque nos veja de forma distorcida, nos reduza, nos leia a partir das próprias feridas. Quando isso acontece, algo muito profundo é acionado: a dúvida sobre quem somos. É aí que a relação deixa de ser encontro e passa a ser tribunal.
Este vídeo fala sobre a importância da terapia justamente nesse ponto delicado: quando o olhar do outro começa a nos atravessar como sentença. A clínica não existe para ensinar respostas prontas, mas para devolver ao sujeito aquilo que ele começa a perder quando é constantemente julgado, a autoria da própria narrativa. Em terapia, aprendemos a distinguir o que é projeção do outro do que, de fato, nos pertence. Aprendemos a não incorporar acusações como identidade.
Ser julgado repetidamente corrói o sono, a autoestima, o corpo. A pessoa começa a se explicar demais, a se defender o tempo todo, a viver em estado de suspeita sobre si mesma. A terapia funciona como um espaço ético onde a palavra pode existir sem ser usada contra você. Um lugar onde não há necessidade de convencer, apenas de compreender.
Mais do que “fortalecer”, a terapia ajuda a amadurecer psiquicamente: sustentar quem se é mesmo quando o outro não reconhece, não valida ou não acredita. Isso não é indiferença, é discernimento. É aprender a deixar no outro o que é do outro, sem se abandonar para ser aceito.
Este vídeo é um convite para refletir sobre relações em que o julgamento substitui o cuidado, e sobre como a terapia pode ser um gesto radical de preservação da própria subjetividade. Porque amar não deveria nos fazer desaparecer. E ser questionado pelo outro não pode significar perder a si mesmo.
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Às vezes, a exaustão não vem das 8 horas de trabalho, mas do esforço constante de se adaptar a um mundo que exige que você traia sua própria essência. Existe uma diferença crucial entre o cansaço do corpo e o esgotamento existencial. No vídeo de hoje, exploro por que o cansaço não pede férias, pede verdade. Um convite para parar de apenas "funcionar" e começar a, de fato, existir.
#psicologia #psicanalise #saudemental #autoconhecimento #cansaco #exaustao #burnout #reflexão #filosofia #byungchulhan #saudeemocional #identidade #transformação #existencialismo #saude #mentalidade
https://youtu.be/FJ5rhSGjL6E
1 week ago | [YT] | 2
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Existe um tipo de sofrimento que não nasce da falta de consciência, mas acontece apesar dela. Muitas vezes, quem vê de fora não entende: por que permanecer onde dói?
Neste vídeo, mergulho no paradoxo das relações abusivas e na lógica psíquica que sustenta a permanência. Eu falo aqui de um emaranhado onde o medo de perder o vínculo se torna maior que o medo de perder a si mesmo. Vamos refletir sobre como o sofrimento pode se tornar um "idioma". Eu falo aqui daa coragem de abandonar uma identidade construída na dor.
Uma conversa sobre responsabilidade existencial, o luto das fantasias e o desafio de se autorizar a existir sem que a dor seja a prova do amor.
https://youtu.be/wQwZ9O7LCPc
3 weeks ago | [YT] | 0
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Você já sentiu que o seu cansaço não é apenas físico, mas parece que a sua mente não consegue descansar? Neste vídeo, convido você a olhar para o seu corpo não como uma máquina que precisa de conserto, mas como o chão que sustenta a sua história. Vamos entender por que cuidar do ritmo e do sono não é sobre 'disciplina' ou 'produtividade', mas sobre criar condições para que você possa, finalmente, conseguir pensar e sentir a própria vida.
https://youtu.be/UUPYG2NHYXo
3 weeks ago | [YT] | 0
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Você dorme as horas necessárias, mas acorda sentindo que a mente continua cansada? Neste vídeo, exploro por que o sono diurno é apenas uma 'manutenção técnica', enquanto o sono noturno é o verdadeiro terreno da elaboração psíquica. Entenda por que o corpo não é uma máquina e por que o escuro é essencial para que a mente processe a vida, e não apenas sobreviva a ela.
https://youtu.be/Schx6U7w_Rw
4 weeks ago | [YT] | 1
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Quero hoje, aqui, falar de um cansaço diferente do cansaço que vem do excesso de tarefas. É um cansaço que emerge do ato de passar tempo demais se adaptando, se explicando, se diminuindo para manter vínculos, para manter papéis na vida do outro, para suprir expectativas dos outros. Eu falo de um cansaço que você não vai resolver com descanso. Você resolve com reposicionamento. Para se reposicionar é preciso escutar qual é a mensagem que esse cansaço está passando. Ele aponta onde você se abandonou, onde aceitou menos do que precisava.
Toda mudança verdadeira exige um luto e esse luto faz referência a perda da versão de si que sobreviveu fazendo concessões demais para ser bem visto, aplaudido, amado, aceito pelos outros.
Caio Fernando de Araújo
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1 month ago | [YT] | 6
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Se você está exausto, confuso ou sentindo que “não está dando conta”, a primeira coisa a fazer não é tentar se consertar. Sofrimento psíquico não se resolve com mais cobrança. Quando a mente já está sobrecarregada, insistir em produtividade emocional só aprofunda a sensação de fracasso. A lógica dominante diz: “se esforce mais, pense positivo, seja forte”. A clínica ensina o contrário: há momentos em que o cuidado começa interrompendo essa lógica. Parar não é desistir. Parar é criar uma borda para que o psiquismo volte a respirar.
Observe com honestidade: o que hoje te cansa não é apenas o que você faz, mas o que você exige de si enquanto faz. Muitas angústias nascem menos da realidade e mais do ideal impossível que você tenta sustentar todos os dias. Se autorize a reconhecer seus limites, para sentir sem se explicar o tempo todo, para aceitar que algumas respostas só aparecem depois que o corpo sai do estado de alerta permanente.
Cuidar da saúde mental começa quando você troca a pergunta “como eu resolvo isso agora?” por “o que em mim está pedindo cuidado e não correção?”. Esse deslocamento, embora simples, já é profundamente terapêutico.
Psicologia no dia a dia não promete atalhos. Ela ensina a atravessar com menos violência contra si mesmo e com mais lucidez sobre o que é, de fato, humano.
Caio Fernando
Psicólogo - CRP - 02/26054
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1 month ago | [YT] | 3
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Este vídeo não fala apenas de depressão, ansiedade ou pânico como categorias diagnósticas isoladas. Ele propõe uma escuta mais profunda: o que acontece quando o sujeito começa a perder não só energia psíquica, mas a confiança básica de que a vida pode continuar sendo habitada?
https://youtu.be/Nll4X87_724
1 month ago | [YT] | 3
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Há um ponto em que a vida para de pedir licença. Ela não pergunta se você está pronto, organizado, forte ou confiante. Ela simplesmente acontece. E é aí que muita gente tenta fugir, é aí que anestesia o sentir, adia decisões, terceiriza a própria existência. Não tente escapar da dor porque viver é atravessá-la com responsabilidade. O sofrimento que não é escutado vira sintoma. A verdade que não é dita vira corpo cansado, ansiedade, relações repetidas. Costumo dizer que há uma dignidade em assumir o próprio desejo, mesmo com medo, mesmo sem garantias. Crescer dói porque desmonta fantasias, mas também liberta do papel de vítima do próprio destino.
Caio Fernando
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1 month ago | [YT] | 1
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Um vídeo sobre aquilo que está ruindo enquanto a gente segue fingindo normalidade. Sobre o colapso que não aparece só como crise individual, mas como cansaço coletivo, perda de sentido, adoecimento do corpo e empobrecimento das relações. Aqui, é tratado como sinal, um aviso de que as formas antigas de viver, trabalhar, amar e acreditar já não sustentam a vida. A proposta é olhar de frente para aquilo que foi silenciado, desviado ou medicado rápido demais, e sustentar a pergunta que assusta: o que acontece quando a gente não atravessa as crises que nos pedem transformação? Um convite direto, simples e incômodo para escutar o que dói antes que vire sintoma crônico no sujeito e no mundo.
https://youtu.be/ZbYu9m5cTIc
1 month ago | [YT] | 2
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Mente Aberta em Psicologia e áreas afins
Ser julgado é uma das experiências mais desorganizadoras da vida psíquica. Não porque o outro nos veja, mas porque nos veja de forma distorcida, nos reduza, nos leia a partir das próprias feridas. Quando isso acontece, algo muito profundo é acionado: a dúvida sobre quem somos. É aí que a relação deixa de ser encontro e passa a ser tribunal.
Este vídeo fala sobre a importância da terapia justamente nesse ponto delicado: quando o olhar do outro começa a nos atravessar como sentença. A clínica não existe para ensinar respostas prontas, mas para devolver ao sujeito aquilo que ele começa a perder quando é constantemente julgado, a autoria da própria narrativa. Em terapia, aprendemos a distinguir o que é projeção do outro do que, de fato, nos pertence. Aprendemos a não incorporar acusações como identidade.
Ser julgado repetidamente corrói o sono, a autoestima, o corpo. A pessoa começa a se explicar demais, a se defender o tempo todo, a viver em estado de suspeita sobre si mesma. A terapia funciona como um espaço ético onde a palavra pode existir sem ser usada contra você. Um lugar onde não há necessidade de convencer, apenas de compreender.
Mais do que “fortalecer”, a terapia ajuda a amadurecer psiquicamente: sustentar quem se é mesmo quando o outro não reconhece, não valida ou não acredita. Isso não é indiferença, é discernimento. É aprender a deixar no outro o que é do outro, sem se abandonar para ser aceito.
Este vídeo é um convite para refletir sobre relações em que o julgamento substitui o cuidado, e sobre como a terapia pode ser um gesto radical de preservação da própria subjetividade. Porque amar não deveria nos fazer desaparecer. E ser questionado pelo outro não pode significar perder a si mesmo.
https://youtu.be/NKA63OMtyCg
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