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Marcelo Andrade

Hoje a história marca duas datas que raramente são lembradas juntas, mas que dizem muito quando colocadas lado a lado.

Em 21 de janeiro de 1793, Luís XVI foi executado em Paris.

Não caiu apenas um rei, caiu um princípio: o da legitimidade, da ordem e da continuidade histórica.

A Revolução Francesa mostrou ali que buscava ruptura total, mesmo que isso significasse inaugurar o terror como método político.

Mais de um século depois, em 21 de janeiro de 1924, morria Vladimir Lênin.

O homem que transformou teoria em regime, ideologia em Estado e perseguição em sistema.

Sua morte não encerrou o processo revolucionário, pelo contrário: consolidou um modelo que seria exportado, replicado e radicalizado ao longo do século XX.

Esses dois episódios estão separados no tempo, mas unidos por uma mesma lógica:

Quando intelectuais e ideólogos rompem com a realidade humana em nome de abstrações políticas, o custo é sempre pago em sangue e destruição.

É para compreender esse fio histórico, da Revolução Francesa ao comunismo moderno, que duas obras fundamentais entram hoje em condição especial:

📘 Os Intelectuais da Revolução Francesa com 30% de desconto
Um retrato preciso de como ideias gestadas em salões e panfletos acabaram legitimando tribunais, guilhotinas e o Terror.

📕 Lênin: O Homem Por Trás do Mito com 40% de desconto
Uma análise direta da figura que estruturou o comunismo como regime de poder.

As duas obras estão com desconto especial por tempo limitado.

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12 hours ago | [YT] | 291

Marcelo Andrade

É indiscutível que a Idade Média foi o período que moldou o Ocidente.

A ciência, a arte, os bons valores, a educação e a filosofia floresceram sob a influência da Igreja Católica.

• Foram criadas as primeiras universidades
• A arquitetura gótica ergueu construções imponentes.
• A filosofia escolástica estruturou o pensamento racional.
• A Igreja preservou e disseminou os pilares da fé cristã.

Mas os iluministas precisavam reescrever a história para justificar suas revoluções. E assim, rotularam esse período como “Idade das Trevas”.

O Renascimento e o Iluminismo vieram com promessas de progresso, mas aos poucos deram lugar à corrupção dos valores e revoluções sanguinárias.

A beleza da arte foi substituída pelo grotesco, a ciência foi usada contra a moral, a sociedade perdeu seu senso de propósito.

Hoje, o mundo moderno colhe os frutos da decadência: cidades sem identidade, educação falida, cultura vazia e uma civilização em ruínas.

Mas ainda há esperança. Conhecer a verdade é o primeiro passo para resgatar o que foi perdido.

Conheça como a Europa foi construída e o que a levou até a crise. O Combo Europa está com 40% de desconto e um curso bônus.

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1 day ago | [YT] | 1,562

Marcelo Andrade

“A Inquisição matou milhões de pessoas.”

Segundo o levantamento de Guy Bourdé, no pior caso da Inquisição, 800 pessoas foram executadas em 7 séculos.

Ou seja, menos de uma execução a cada dez meses.

A Inquisição existiu em contextos distintos: Espanha, Portugal, Itália e França, com regras, métodos e números diferentes. Generalizações ignoram essas diferenças.

A maioria dos processos inquisitoriais não terminava em pena de morte. As sentenças mais comuns envolviam penitências religiosas, multas, peregrinações ou absolvições. Execuções eram exceção.

Comparações históricas ajudam a dimensionar os números: somente durante a Revolução Francesa, mais de 40 mil pessoas foram executadas em poucos anos.

No século XX, regimes ideológicos causaram milhões de mortes em poucas décadas.

A imagem de uma Inquisição onipresente e genocida foi construída, em grande parte, pela propaganda anticatólica moderna, especialmente a partir do Iluminismo. A historiografia recente revisou esses dados com base em arquivos oficiais.

Para combater a mentira, você precisa conhecer a verdade. A obra História da Inquisição voltou. E usando o cupom INQUISICAO, você garante mais 15% de desconto.

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2 days ago | [YT] | 1,751

Marcelo Andrade

Poucas parcerias intelectuais do século XX foram tão significativas quanto a amizade entre Hilaire Belloc e G. K. Chesterton.

Afinal, ambos partiram da mesma convicção:

A civilização europeia só pode ser compreendida à luz da fé cristã que a formou.

A partir disso, desenvolveram críticas rigorosas ao mundo moderno, à perda da unidade espiritual do Ocidente e às falsas soluções oferecidas tanto pelo capitalismo quanto pelo socialismo.

Muitas das ideias que hoje associamos a Belloc, como o diagnóstico da crise moral da Europa ou a defesa de uma ordem social enraizada na fé, amadureceram nesse diálogo constante com Chesterton.

Essa amizade também foi decisiva para o surgimento do distributismo, pensado como resposta concreta ao empobrecimento material e espiritual causado pelos sistemas modernos. Tratava-se de uma visão de sociedade que recoloca a família, a propriedade e a moral cristã no centro da vida social.

Conhecer essa relação ajuda a ler Belloc com mais profundidade. Seus livros partem de uma tradição intelectual coerente, construída em diálogo, debate e fidelidade à verdade.

Para aprofundar essa visão, o Combo Europa, com os livros A Europa e a Fé e A Crise de Nossa Civilização, de Hilaire Belloc, está disponível com 50% de desconto para os 200 primeiros compradores.

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5 days ago | [YT] | 1,559

Marcelo Andrade

Acaba de ser lançado o Combo Europa, reunindo duas das obras centrais de Hilaire Belloc para a compreensão da crise civilizacional do Ocidente:

- A Europa e a Fé
- A Crise de Nossa Civilização

Nos dois livros, Belloc apresenta uma leitura histórica e filosófica da Europa a partir de sua formação cristã e do processo de ruptura que levou à modernidade secularizada, ao colapso moral e às tensões políticas do século XX, diagnósticos que permanecem atuais.

O Combo Europa está disponível com 50% de desconto para os primeiros 200 compradores, pelo valor de R$ 82,34.

Uma oportunidade para quem busca compreender as raízes espirituais da Europa, sua decadência moderna e os desafios que moldam o mundo contemporâneo.

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6 days ago | [YT] | 397

Marcelo Andrade

Enquanto o Brasil ainda sustentava a escravidão, ele já pensava o país depois dela.

Engenheiro militar, projetou portos, ferrovias e sistemas de água. Ajudou a redigir as bases da Lei Áurea, foi amigo de Dom Pedro II e estrategista político.

Essa é a história de André Rebouças:

Nascido em 13 de janeiro de 1838, em Cachoeira (BA), André Rebouças recebeu formação sólida no Colégio Militar do Rio de Janeiro e, depois, na Escola de Aplicação da Praia Vermelha, onde se destacou em ciências físicas e matemáticas.

Nomeado engenheiro militar em 1860, Rebouças atuou na Guerra do Paraguai entre 1864 e 1866. Durante o conflito, desenvolveu um torpedo autopropulsado, uma inovação tecnológica que antecedeu modelos semelhantes usados na Europa.

De volta à vida civil, foi nomeado diretor da Alfândega do Rio de Janeiro. À frente do cargo, participou da modernização dos portos, projetou sistemas de abastecimento de água e contribuiu para obras decisivas da infraestrutura nacional, como ferrovias, docas e pontes.

Para Rebouças, engenharia e política não se separavam. Por isso, passou a defender publicamente a abolição da escravidão, a reforma agrária e a educação técnica dos libertos.

Na década de 1880, tornou-se um dos principais articuladores do movimento abolicionista.

Participou da fundação da Sociedade Brasileira Contra a Escravidão, escreveu intensamente na imprensa e criou o Centro Abolicionista da Escola Politécnica, onde lecionava.

Em parceria com José do Patrocínio, redigiu o Manifesto da Confederação Abolicionista e, em 1888, elaborou as bases do texto que resultaria na Lei Áurea.

Sua atuação influenciou diretamente a Princesa Isabel e contou com o apoio de Dom Pedro II.

Monarquista convicto e amigo pessoal do imperador, Rebouças rompeu com a República após o golpe de 1889.

Exilou-se voluntariamente, vivendo em Portugal e atuando como correspondente do jornal The Times.

André Rebouças faleceu em 1898, na Ilha da Madeira. Sua morte foi profundamente lamentada pela Escola Politécnica do Rio de Janeiro, que registrou a perda como irreparável para a engenharia e o magistério superior brasileiro.

Este conteúdo foi escrito por Daniel Jorge, da página Brazil Imperial.

Use o cupom DANIELJORGE no site da editora e garanta mais 5% de desconto nas suas compras!

1 week ago | [YT] | 3,058

Marcelo Andrade

Em 2026, a Igreja celebra os 800 anos da morte de São Francisco de Assis.

Um santo que não marcou apenas a espiritualidade cristã, mas um dos momentos mais altos da civilização europeia.

Por determinação do Papa, 2026 foi instituído como Ano Jubilar de São Francisco, celebrado de 10 de janeiro de 2026 a 10 de janeiro de 2027. Um convite à conversão, à paz e à santidade, inspirado no Pobrezinho de Assis.

Durante este Jubileu, a Igreja concede indulgência plenária aos fiéis que participarem devotamente das celebrações e peregrinações ligadas a São Francisco. Uma graça espiritual extraordinária, aberta a toda a Igreja.

A indulgência se dirige de modo especial às Famílias Franciscanas, mas se estende a todos os fiéis, sem distinção, que se aproximarem desse Jubileu com sincero desapego do pecado.

Mesmo aqueles que não podem peregrinar fisicamente, idosos, enfermos ou impossibilitados, podem receber a indulgência, unindo-se espiritualmente, oferecendo orações, dores e sofrimentos. A santidade nunca esteve restrita aos fortes ou aos privilegiados.

Confissão, comunhão, profissão de fé, oração pelo Papa. A indulgência nasce de uma vida sacramental ordenada, inserida na Igreja.

São Francisco viveu no ápice da Cristandade medieval, quando fé, cultura, arte, política e vida social formavam uma unidade orgânica. A Europa ainda sabia quem era, para onde ia e por que existia.

Nesse mesmo mundo floresceu São Luís IX, rei, santo e governante. Devoto de São Francisco e amigo pessoal de São Boaventura, um dos maiores intelectuais franciscanos da história.

A Europa que produziu São Francisco e São Luís atingiu seu apogeu civilizacional. A Europa de hoje, ao romper com esse ideal, vive sua crise mais profunda: espiritual, cultural e moral.

Nosso próximo lançamento parte exatamente dessa pergunta: Como uma civilização tão alta entrou em decadência? E o que perdemos quando abandonamos seus fundamentos?

No dia 15/01, teremos um grande lançamento.

Toque aqui e descubra em primeira mão os detalhes do nosso próximo lançamento: editoracaravelas.com/europa?utm_source=ig&utm_medi…

1 week ago | [YT] | 1,583

Marcelo Andrade

Há um detalhe em Venezuela: Verdades e Narrativas que merece ser destacado porque ele muda completamente a experiência de leitura.

Este livro também é um registro visual direto da realidade venezuelana.

A obra foi impressa em papel couchê, colorido, no padrão de revistas de alto nível editorial, justamente para preservar a alta qualidade das imagens.

As fotografias presentes no livro foram tiradas in loco por Bruno Musa, durante sua passagem pela Venezuela. São registros reais, captados no chão da crise, que mostram contrastes, precariedade, propaganda do regime e o cotidiano de um país em colapso.

A escolha do papel couchê permite que o leitor veja com nitidez aquilo que muitos tentam relativizar: a materialidade da miséria, do controle estatal e da deterioração institucional.

Por isso, o livro se aproxima mais de um documento histórico visual do que de um simples ensaio.

Ler Venezuela: Verdades e Narrativas é também ver a Venezuela como ela é.

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1 week ago | [YT] | 482

Marcelo Andrade

Soberania de quem?

Do regime que controla o país pela força ou do povo venezuelano, que há anos vive sob repressão e miséria?

A Venezuela é uma ditadura consolidada. Instituições foram capturadas, eleições perderam credibilidade e qualquer forma de oposição passou a ser tratada como ameaça.

A indignação internacional surge quando a ditadura é confrontada, mas desaparece quando o próprio regime viola direitos fundamentais de seu povo. E a palavra “soberania” se transforma em escudo retórico para proteger o autoritarismo.

Para entender como a Venezuela chegou até aqui e as narrativas que esconderam a verdade do mundo:

Conheça a obra Venezuela: Verdades e Narrativas, de Bruno Musa, com prefácio de Juan Guaidó.

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1 week ago | [YT] | 3,000

Marcelo Andrade

🔴 Estamos ao vivo no podcast!

Hoje relembramos os 15 anos do falecimento de Dom Manoel Pestana, com uma conversa profunda e necessária ao lado de Dom Athanasius Schneider.

Memória, fidelidade e clareza doutrinária em um diálogo que ajuda a compreender o nosso tempo à luz da tradição da Igreja.

Acompanhe e participe!

1 week ago | [YT] | 349