Sei sim, Lucas. Um trauma emocional acontece quando a gente vive uma dor que ultrapassa nossa capacidade de elaboração, como, por exemplo, quando a gente perde de repente um familiar muito querido.
Isso é verdade. No trauma, a gente vive mesmo uma dor insuportável.
Mas sabe por que essa dor é insuportável?
Não é por causa da situação em si, mas porque ela não encontra validação, reconhecimento, compreensão.
Ou seja, as nossas dores só viram traumas quando somos deixados sozinhos com elas ou quando somos obrigados a fingir que elas não existem.
Esta é a tese de Robert Stolorow e outros autores da Psicanálise Intersubjetiva, uma corrente contemporânea, pouquíssimo conhecida aqui no Brasil.
E eu acabo de publicar na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise, uma aula explicando essa visão inovadora sobre o trauma.
Hoje é dia de torcer pelo Brasil na Copa do Mundo.
Mas também é dia de aula ao vivo na Confraria Analítica, a minha escola de formação teórica em Psicanálise.
A partir das 8 da noite, nós teremos a 6ª aula do seminário “As pulsões e seus destinos: leitura crítica”.
Se você é psicanalista ou estudante de Psicanálise, participar deste seminário pode fazer uma enorme diferença na sua formação.
Em primeiro lugar, porque você terá a oportunidade de estudar, linha a linha, um dos textos mais importantes da obra de Freud - que todo psicanalista precisa conhecer em profundidade.
Em segundo lugar, porque eu vou ajudar você a ler esse texto como um artigo científico e não como um texto sagrado.
Você verá não só a potência das ideias de Freud, mas também seus limites e suas inconsistências.
Porque é assim que um bom psicanalista lê os textos dos grandes autores: com olhar crítico.
Para assistir à aula de hoje e ter acesso às gravações dos cinco encontros anteriores do seminário, torne-se membro da Confraria.
Um psicanalista não deve só atender seus pacientes.
Ele precisa também reservar tempo na sua agenda para PENSAR sobre cada um dos casos que conduz.
O problema é que muitos bons profissionais não sabem como fazer isso na prática.
Por isso, eu decidi ministrar a aula COMO PENSAR UM CASO EM PSICANÁLISE lá na Confraria Analítica, a minha escola de formação teórica em Psicanálise.
A primeira parte da aula foi publicada na semana passada e nela eu ensinei os alunos a organizarem o material clínico bruto que aparece a cada sessão.
Na segunda parte, publicada hoje, eu proponho uma série de questões que vão ajudar o aluno a fazer, com segurança, o diagnóstico do paciente e a definir a direção do tratamento.
Esta é uma das aulas mais importantes e mais úteis que eu já ministrei na Confraria.
Para ter acesso a ela e a todo o nosso acervo que já tem mais de 400 aulas, faça parte da nossa escola.
Pessoal, há mais ou menos um mês nós começamos um novo seminário lá na Confraria Analítica sobre o texto de Freud “As pulsões e seus destinos”.
É um seminário diferente porque, nele, meus alunos e eu não estamos preocupados apenas em entender o que Freud diz, mas também em questionar o que o autor propõe.
Ou seja, nós estamos fazendo uma leitura crítica do texto.
Mas, veja: não se trata de questionar por questionar.
Nosso objetivo é confrontar a teoria freudiana das pulsões com aquilo que a gente observa na experiência, especialmente na experiência clínica - tarefa que o próprio Freud via como necessária.
Na aula de hoje, nós vamos estudar, com esse olhar crítico, as 4 propriedades que Freud atribui a uma pulsão (pressão, meta, objeto, fonte).
Eu já adianto que é possível tomar esses 4 elementos como um mapa extremamente útil na clínica.
A aula começa às 20h lá na Confraria e, para acompanhar, é só se tornar meu aluno.
A Confraria é a maior e mais acessível escola de teoria psicanalítica do Brasil.
Eu quero falar com você que é psicanalista ou que está se formando em Psicanálise.
Você sabe PENSAR seus casos clínicos?
Deixa eu te perguntar de forma mais clara:
Você sabe organizar aquela quantidade enorme de material que o paciente te apresenta, articular os diversos elementos que aparecem nas sessões, formular hipóteses diagnósticas e planejar o tratamento com base nelas?
Infelizmente, muitos analistas não sabem fazer isso.
Não porque sejam maus profissionais, mas simplesmente porque ninguém lhes ensinou.
Eles sabem escutar o paciente, fazem boas interpretações, mas ainda têm dificuldade para PENSAREM os casos que atendem.
Por isso, eu decidi ministrar para meus alunos a aula COMO PENSAR UM CASO EM PSICANÁLISE?
O conteúdo é tão abrangente que dividi em duas partes.
Nessa primeira, eu apresento um roteiro prático para ajudar o aluno a refletir sobre o material clínico após as sessões - uma etapa preliminar essencial para formular o diagnóstico e o plano de tratamento.
A aula já está disponível na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Freud sempre achou que, no fundo, nós gostaríamos de viver num estado de absoluta ausência de estímulos, ou seja, de total quietude.
Para o autor, a gente só não vive nessa condição porque… não tem jeito.
Porque a gente pode até fugir dos estímulos que vêm do mundo. Mas não consegue escapar daqueles que brotam de nós mesmos: as pulsões.
E aí, a questão passa a ser: o que você faz com suas pulsões?
Algumas pessoas procuram aliviá-las da forma mais rápida possível - o que pode fazer todo o sentido já que elas incomodam pra caramba.
Outras tentam se proteger delas por meio de problemas emocionais.
E tem ainda aqueles que usam as pulsões como combustível para pensar, trabalhar, se relacionar.
Mas antes de refletir sobre o que nós fazemos com nossas pulsões, talvez valha a pena formular uma pergunta mais básica:
Elas realmente são estímulos naturais que nascem dentro de nós?
A gente vai conversar sobre tudo isso na AULA AO VIVO DE HOJE, a partir das 20h, na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Este será o 4º encontro do seminário “As pulsões e seus destinos: leitura crítica”.
Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Este é um trecho da aula “'Dor não é patologia': o trauma na Psicanálise Intersubjetiva”, disponível na Confraria Analítica.
Para assistir à aula completa, torne-se meu aluno - confrariaanalitica.com/
13 hours ago | [YT] | 3
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Você sabe como acontecem os traumas emocionais?
Talvez, a sua resposta seja:
Sei sim, Lucas. Um trauma emocional acontece quando a gente vive uma dor que ultrapassa nossa capacidade de elaboração, como, por exemplo, quando a gente perde de repente um familiar muito querido.
Isso é verdade. No trauma, a gente vive mesmo uma dor insuportável.
Mas sabe por que essa dor é insuportável?
Não é por causa da situação em si, mas porque ela não encontra validação, reconhecimento, compreensão.
Ou seja, as nossas dores só viram traumas quando somos deixados sozinhos com elas ou quando somos obrigados a fingir que elas não existem.
Esta é a tese de Robert Stolorow e outros autores da Psicanálise Intersubjetiva, uma corrente contemporânea, pouquíssimo conhecida aqui no Brasil.
E eu acabo de publicar na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise, uma aula explicando essa visão inovadora sobre o trauma.
Para assistir, é só se tornar meu aluno - confrariaanalitica.com/
1 day ago | [YT] | 81
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Hoje é dia de torcer pelo Brasil na Copa do Mundo.
Mas também é dia de aula ao vivo na Confraria Analítica, a minha escola de formação teórica em Psicanálise.
A partir das 8 da noite, nós teremos a 6ª aula do seminário “As pulsões e seus destinos: leitura crítica”.
Se você é psicanalista ou estudante de Psicanálise, participar deste seminário pode fazer uma enorme diferença na sua formação.
Em primeiro lugar, porque você terá a oportunidade de estudar, linha a linha, um dos textos mais importantes da obra de Freud - que todo psicanalista precisa conhecer em profundidade.
Em segundo lugar, porque eu vou ajudar você a ler esse texto como um artigo científico e não como um texto sagrado.
Você verá não só a potência das ideias de Freud, mas também seus limites e suas inconsistências.
Porque é assim que um bom psicanalista lê os textos dos grandes autores: com olhar crítico.
Para assistir à aula de hoje e ter acesso às gravações dos cinco encontros anteriores do seminário, torne-se membro da Confraria.
Link: confrariaanalitica.com/
5 days ago | [YT] | 193
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Este é um trecho da aula “Como pensar um caso em Psicanálise? (parte 02)”, disponível na Confraria Analítica.
Para assistir à aula completa, torne-se meu aluno - confrariaanalitica.com/
1 week ago | [YT] | 4
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Um psicanalista não deve só atender seus pacientes.
Ele precisa também reservar tempo na sua agenda para PENSAR sobre cada um dos casos que conduz.
O problema é que muitos bons profissionais não sabem como fazer isso na prática.
Por isso, eu decidi ministrar a aula COMO PENSAR UM CASO EM PSICANÁLISE lá na Confraria Analítica, a minha escola de formação teórica em Psicanálise.
A primeira parte da aula foi publicada na semana passada e nela eu ensinei os alunos a organizarem o material clínico bruto que aparece a cada sessão.
Na segunda parte, publicada hoje, eu proponho uma série de questões que vão ajudar o aluno a fazer, com segurança, o diagnóstico do paciente e a definir a direção do tratamento.
Esta é uma das aulas mais importantes e mais úteis que eu já ministrei na Confraria.
Para ter acesso a ela e a todo o nosso acervo que já tem mais de 400 aulas, faça parte da nossa escola.
Link: confrariaanalitica.com/
1 week ago | [YT] | 174
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Pessoal, há mais ou menos um mês nós começamos um novo seminário lá na Confraria Analítica sobre o texto de Freud “As pulsões e seus destinos”.
É um seminário diferente porque, nele, meus alunos e eu não estamos preocupados apenas em entender o que Freud diz, mas também em questionar o que o autor propõe.
Ou seja, nós estamos fazendo uma leitura crítica do texto.
Mas, veja: não se trata de questionar por questionar.
Nosso objetivo é confrontar a teoria freudiana das pulsões com aquilo que a gente observa na experiência, especialmente na experiência clínica - tarefa que o próprio Freud via como necessária.
Na aula de hoje, nós vamos estudar, com esse olhar crítico, as 4 propriedades que Freud atribui a uma pulsão (pressão, meta, objeto, fonte).
Eu já adianto que é possível tomar esses 4 elementos como um mapa extremamente útil na clínica.
A aula começa às 20h lá na Confraria e, para acompanhar, é só se tornar meu aluno.
A Confraria é a maior e mais acessível escola de teoria psicanalítica do Brasil.
Link para participar: confrariaanalitica.com/
1 week ago | [YT] | 176
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Este é um trecho da aula “Como pensar um caso em Psicanálise? (parte 01)”, disponível na Confraria Analítica.
Para assistir à aula completa, torne-se meu aluno - confrariaanalitica.com/
2 weeks ago | [YT] | 5
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Eu quero falar com você que é psicanalista ou que está se formando em Psicanálise.
Você sabe PENSAR seus casos clínicos?
Deixa eu te perguntar de forma mais clara:
Você sabe organizar aquela quantidade enorme de material que o paciente te apresenta, articular os diversos elementos que aparecem nas sessões, formular hipóteses diagnósticas e planejar o tratamento com base nelas?
Infelizmente, muitos analistas não sabem fazer isso.
Não porque sejam maus profissionais, mas simplesmente porque ninguém lhes ensinou.
Eles sabem escutar o paciente, fazem boas interpretações, mas ainda têm dificuldade para PENSAREM os casos que atendem.
Por isso, eu decidi ministrar para meus alunos a aula COMO PENSAR UM CASO EM PSICANÁLISE?
O conteúdo é tão abrangente que dividi em duas partes.
Nessa primeira, eu apresento um roteiro prático para ajudar o aluno a refletir sobre o material clínico após as sessões - uma etapa preliminar essencial para formular o diagnóstico e o plano de tratamento.
A aula já está disponível na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Para assistir, é só se tornar meu aluno - confrariaanalitica.com/
2 weeks ago | [YT] | 172
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Freud sempre achou que, no fundo, nós gostaríamos de viver num estado de absoluta ausência de estímulos, ou seja, de total quietude.
Para o autor, a gente só não vive nessa condição porque… não tem jeito.
Porque a gente pode até fugir dos estímulos que vêm do mundo. Mas não consegue escapar daqueles que brotam de nós mesmos: as pulsões.
E aí, a questão passa a ser: o que você faz com suas pulsões?
Algumas pessoas procuram aliviá-las da forma mais rápida possível - o que pode fazer todo o sentido já que elas incomodam pra caramba.
Outras tentam se proteger delas por meio de problemas emocionais.
E tem ainda aqueles que usam as pulsões como combustível para pensar, trabalhar, se relacionar.
Mas antes de refletir sobre o que nós fazemos com nossas pulsões, talvez valha a pena formular uma pergunta mais básica:
Elas realmente são estímulos naturais que nascem dentro de nós?
A gente vai conversar sobre tudo isso na AULA AO VIVO DE HOJE, a partir das 20h, na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Este será o 4º encontro do seminário “As pulsões e seus destinos: leitura crítica”.
Para acompanhar, é só entrar para a Confraria - confrariaanalitica.com/
2 weeks ago | [YT] | 272
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Este é um trecho da aula “Como lidar com o silêncio em análise?”, disponível na Confraria Analítica.
Para assistir à aula completa, torne-se meu aluno - confrariaanalitica.com/
3 weeks ago | [YT] | 1
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