Freud era obcecado em remeter as formas de adoecimento psíquico a supostas fases do desenvolvimento.
Neurose obsessiva -> regressão à fase anal
Histeria -> regressão à fase fálica
E aí, por causa desse vício teórico regressista, ao enfrentar o problema da psicose, ele acabou precisando criar o conceito de narcisismo primário — a ideia de que o bebê, no início da vida, só tem olhos para si mesmo.
Na aula ao vivo desta segunda-feira na Confraria Analítica você vai entender por que esse conceito é altamente problemático e como podemos abandoná-lo com a ajuda de conceitos do próprio Freud.
A aula começa às 8 da noite e faz parte do seminário “As pulsões e seus destinos: leitura crítica”.
Para assistir e também ter acesso às gravações dos encontros anteriores, torne-se membro da Confraria - confrariaanalitica.com/
Aquela criança madura, quietinha, que não dá trabalho geralmente foi criada num ambiente que deu muito trabalho para ela.
O psicanalista húngaro Sándor Ferenczi observou que vários dos seus pacientes sonhavam que eram bebês sábios.
Isso mesmo: crianças recém-nascidas que já sabiam falar e davam conselhos para seus pais e outros adultos.
Inicialmente, o autor achou que esses sonhos eram simplesmente a realização do típico desejo infantil de superar os adultos.
Mas ele acabou percebendo que o bebê sábio representava, na verdade, uma parte da personalidade do sujeito.
Uma parte que precisou amadurecer antes da hora para proteger a outra parte — ferida.
É sobre isso que eu falo na aula “O bebê sábio e a autoclivagem narcísica”, publicada hoje na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Quem se queixa de ser controlado pelo outro também pode ser um baita controlador.Há pessoas que se posicionam em seus relacionamentos de forma muito passiva.
Elas obtém ganhos com essa posição, mas vivem se queixando.
Dizem que se sentem dominadas, controladas, subjugadas.
E isso pode ser verdade.
Mas talvez não seja toda a verdade…
Essas pessoas também podem ser bastante controladoras.
Só que se trata de um controle exercido de forma muito sutil, que nem elas mesmas percebem…
Pois é… O desejo de ser dominado pode conviver lado a lado com o desejo de dominar.
Quer entender isso melhor?
Então assista à AULA AO VIVO de hoje, a partir das 20h, na CONFRARIA ANALÍTICA, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Ela faz parte do seminário “As pulsões e seus destinos: leitura crítica”.
Este é um trecho da aula “Quando o analista erra para poder acertar”, publicada ontem na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Na Psicanálise, a gente precisa errar para poder acertar.
Freud dizia que o analista deveria atuar como um espelho, ajudando o paciente a se enxergar, sem se deixar afetar pela transferência.
Na prática, todo o mundo sabe que isso é impossível.
É óbvio que a gente se afeta.
E não só isso. Frequentemente, a gente se deixa levar pela transferência e acaba encarnando o papel que o paciente está projetando em nós.
Isso é um erro técnico, óbvio.
Mas talvez ele seja… inevitável.
A questão é: como fazer desse limão uma limonada?
Como fazer desse erro um trampolim para a melhora do paciente?
É isso que eu explico na aula “O analista erra para poder acertar”, que acaba de ser publicada na CONFRARIA ANALÍTICA, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Às vezes, a compaixão é só agressividade enrustida.
Normalmente, a gente se compadece com a dor de uma pessoa porque realmente nos preocupamos com ela e temos empatia.
Mas, às vezes, a gente pode expressar compaixão simplesmente porque não nos permitimos fazer aquilo que, de fato, a gente tem vontade: agredir o outro.
Isso acontece muito em relacionamentos tóxicos.
O cara é grosseiro, rude, frio. No fundo, a companheira tem vontade de mandá-lo para a PQP, mas, em vez disso, ela é compreensiva: “Tadinho, ele é assim porque teve uma infância muito ruim”.
Ela não pensa isso porque tem compaixão genuína por ele. A verdade é que ela usa essa falsa piedade para se defender da própria agressividade.
Quer entender isso melhor?
Então, participe da AULA AO VIVO de hoje, a partir das 20h, na CONFRARIA ANALÍTICA, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Ela faz parte do seminário “As pulsões e seus destinos: leitura crítica”.
Quando o seu paciente não teve o básico na infância, o básico que você oferece pode ser essencial.
Muitos psicanalistas acham que só estão ajudando seus pacientes quando fazem boas intervenções (interpretações, cortes etc.)
Mas isso não é verdade.
Alguns pacientes precisam mais do puro e simples acolhimento do que de insights e elaboração.
Ou seja, eles precisam do básico: um ambiente confiável no qual se sintam ouvidos e validados.
Quem nos ensina isso é o psicanalista inglês Donald Winnicott no texto “O ódio na contratransferência”, de 1947.
E eu explico essa ideia na aula "LENDO WINNICOTT 15 - Quando o básico é o mais importante" que acaba de ser publicada na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Você vai aprender que em certos casos, oferecer o básico não é fazer pouco. É justamente o que o paciente precisa.
Tem gente que se deixa machucar porque, no fundo, tem muita vontade de machucar o outro.
Há pessoas que, por n razões, acabam desenvolvendo uma pulsão sádica, ou seja, uma ânsia por dominar, agredir, machucar o outro.
Porém, em muitos casos, essa pulsão não é colocada em prática de maneira ativa e direta porque o próprio sujeito a reprova.
O problema é que as pulsões sempre encontram um caminho para se satisfazerem.
Então, se o sujeito sente a ânsia por dominar o outro, mas, ao mesmo tempo, a condena, ele pode acabar se tornando objeto dela junto a outra pessoa.
Quer entender como acontece essa transformação do sadismo em masoquismo?
Então, participe da aula AO VIVO de hoje, a partir das 20h, na CONFRARIA ANALÍTICA, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
A aula faz parte do seminário “As pulsões e seus destinos: leitura crítica”.
Para participar e ter acesso também às gravações das aulas anteriores do seminário e a todo o nosso acervo, torne-se membro da Confraria - confrariaanalitica.com/
Sem um apego seguro, a criança não tem tranquilidade para mentalizar.
O psicólogo e psicanalista contemporâneo Peter Fonagy define mentalização como a capacidade de supor estados mentais como explicações para o comportamento dos outros e de nós mesmos.
A gente faz isso quase o tempo todo, sem perceber.
A mentalização só aparece conscientemente quando a gente se surpreende com algum comportamento.
Nessas horas, a gente faz que nem aquela personagem de Divertidamente:
“Já olhou pra alguém e pensou: O que se passa na cabeça dela?”
Muitos pacientes que nós recebemos na clínica contemporânea não desenvolveram bem a capacidade de mentalizar e todo psicanalista precisa saber disso para poder ajudá-los.
Mas o que leva uma pessoa a desenvolver bem a mentalização? Para Fonagy, a qualidade da relação de apego vivida na infância.
Sim, eu tô falando daquele apego mesmo teorizado pelo Bowlby.
Eu explico essa hipótese na aula "Peter Fonagy: a relação entre apego e mentalização", que acaba de ser publicada na Confraria Analítica, a minha escola de formação teórica em Psicanálise.
A aula já está disponível no módulo "Aulas Temáticas - Temas Variados". Para assistir, é só se tornar membro da Confraria, a maior escola de teoria psicanalítica do Brasil.
Você se oferece como objeto porque não se permite ser sujeito?
Freud descobriu que a gente pode fazer isso.
Você tem um anseio muito forte, mas, por n motivos (medo, vergonha, culpa), não se permite colocá-lo em prática, de maneira ativa, com outra pessoa.
Por outro lado, você também não o reprime. Afinal, o seu problema não é com o anseio em si. O que você não dá conta é de ser o protagonista dele numa relação.
Para resolver esse impasse, sabe o que pode acabar acontecendo?
Você pode renunciar ao papel de protagonista e se oferecer para o outro a fim de que ele assuma esse lugar e realize o anseio com você, que agora ocupa uma posição passiva.
Esse processo acontece de forma totalmente inconsciente e pode estar por trás de várias formas de sofrimento que a gente encontra na clínica.
Nós vamos falar profundamente sobre ele na AULA AO VIVO de hoje, a partir das 20h, na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
A aula faz parte do seminário “As pulsões e seus destinos: leitura crítica”.
Para participar e ter acesso também às gravações das aulas anteriores do seminário e a todo o nosso acervo, torne-se membro da Confraria - confrariaanalitica.com/
Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Freud tinha um vício.
Não, eu não estou falando de charuto.
Nem daquela outra substância…
Eu me refiro a um vício teórico.
Freud era obcecado em remeter as formas de adoecimento psíquico a supostas fases do desenvolvimento.
Neurose obsessiva -> regressão à fase anal
Histeria -> regressão à fase fálica
E aí, por causa desse vício teórico regressista, ao enfrentar o problema da psicose, ele acabou precisando criar o conceito de narcisismo primário — a ideia de que o bebê, no início da vida, só tem olhos para si mesmo.
Na aula ao vivo desta segunda-feira na Confraria Analítica você vai entender por que esse conceito é altamente problemático e como podemos abandoná-lo com a ajuda de conceitos do próprio Freud.
A aula começa às 8 da noite e faz parte do seminário “As pulsões e seus destinos: leitura crítica”.
Para assistir e também ter acesso às gravações dos encontros anteriores, torne-se membro da Confraria - confrariaanalitica.com/
2 days ago | [YT] | 270
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Aquela criança madura, quietinha, que não dá trabalho geralmente foi criada num ambiente que deu muito trabalho para ela.
O psicanalista húngaro Sándor Ferenczi observou que vários dos seus pacientes sonhavam que eram bebês sábios.
Isso mesmo: crianças recém-nascidas que já sabiam falar e davam conselhos para seus pais e outros adultos.
Inicialmente, o autor achou que esses sonhos eram simplesmente a realização do típico desejo infantil de superar os adultos.
Mas ele acabou percebendo que o bebê sábio representava, na verdade, uma parte da personalidade do sujeito.
Uma parte que precisou amadurecer antes da hora para proteger a outra parte — ferida.
É sobre isso que eu falo na aula “O bebê sábio e a autoclivagem narcísica”, publicada hoje na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Para assistir, é só se tornar meu aluno.
Link: confrariaanalitica.com/
1 week ago | [YT] | 390
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Quem se queixa de ser controlado pelo outro também pode ser um baita controlador.Há pessoas que se posicionam em seus relacionamentos de forma muito passiva.
Elas obtém ganhos com essa posição, mas vivem se queixando.
Dizem que se sentem dominadas, controladas, subjugadas.
E isso pode ser verdade.
Mas talvez não seja toda a verdade…
Essas pessoas também podem ser bastante controladoras.
Só que se trata de um controle exercido de forma muito sutil, que nem elas mesmas percebem…
Pois é… O desejo de ser dominado pode conviver lado a lado com o desejo de dominar.
Quer entender isso melhor?
Então assista à AULA AO VIVO de hoje, a partir das 20h, na CONFRARIA ANALÍTICA, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Ela faz parte do seminário “As pulsões e seus destinos: leitura crítica”.
Para assistir, é só se tornar meu aluno.
Link: confrariaanalitica.com/
2 weeks ago | [YT] | 254
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Este é um trecho da aula “Quando o analista erra para poder acertar”, publicada ontem na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Torne-se meu aluno e assista à aula completa - confrariaanalitica.com/
2 weeks ago (edited) | [YT] | 3
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Na Psicanálise, a gente precisa errar para poder acertar.
Freud dizia que o analista deveria atuar como um espelho, ajudando o paciente a se enxergar, sem se deixar afetar pela transferência.
Na prática, todo o mundo sabe que isso é impossível.
É óbvio que a gente se afeta.
E não só isso. Frequentemente, a gente se deixa levar pela transferência e acaba encarnando o papel que o paciente está projetando em nós.
Isso é um erro técnico, óbvio.
Mas talvez ele seja… inevitável.
A questão é: como fazer desse limão uma limonada?
Como fazer desse erro um trampolim para a melhora do paciente?
É isso que eu explico na aula “O analista erra para poder acertar”, que acaba de ser publicada na CONFRARIA ANALÍTICA, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Link para se tornar membro da Confraria: www.confrariaanalitica.com/
2 weeks ago | [YT] | 169
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Às vezes, a compaixão é só agressividade enrustida.
Normalmente, a gente se compadece com a dor de uma pessoa porque realmente nos preocupamos com ela e temos empatia.
Mas, às vezes, a gente pode expressar compaixão simplesmente porque não nos permitimos fazer aquilo que, de fato, a gente tem vontade: agredir o outro.
Isso acontece muito em relacionamentos tóxicos.
O cara é grosseiro, rude, frio. No fundo, a companheira tem vontade de mandá-lo para a PQP, mas, em vez disso, ela é compreensiva: “Tadinho, ele é assim porque teve uma infância muito ruim”.
Ela não pensa isso porque tem compaixão genuína por ele. A verdade é que ela usa essa falsa piedade para se defender da própria agressividade.
Quer entender isso melhor?
Então, participe da AULA AO VIVO de hoje, a partir das 20h, na CONFRARIA ANALÍTICA, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Ela faz parte do seminário “As pulsões e seus destinos: leitura crítica”.
Para assistir, é só se tornar meu aluno.
Link: confrariaanalitica.com/
3 weeks ago | [YT] | 400
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Quando o seu paciente não teve o básico na infância, o básico que você oferece pode ser essencial.
Muitos psicanalistas acham que só estão ajudando seus pacientes quando fazem boas intervenções (interpretações, cortes etc.)
Mas isso não é verdade.
Alguns pacientes precisam mais do puro e simples acolhimento do que de insights e elaboração.
Ou seja, eles precisam do básico: um ambiente confiável no qual se sintam ouvidos e validados.
Quem nos ensina isso é o psicanalista inglês Donald Winnicott no texto “O ódio na contratransferência”, de 1947.
E eu explico essa ideia na aula "LENDO WINNICOTT 15 - Quando o básico é o mais importante" que acaba de ser publicada na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Você vai aprender que em certos casos, oferecer o básico não é fazer pouco. É justamente o que o paciente precisa.
Para assistir, é só se tornar meu aluno.
Link: confrariaanalitica.com/
3 weeks ago | [YT] | 285
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Tem gente que se deixa machucar porque, no fundo, tem muita vontade de machucar o outro.
Há pessoas que, por n razões, acabam desenvolvendo uma pulsão sádica, ou seja, uma ânsia por dominar, agredir, machucar o outro.
Porém, em muitos casos, essa pulsão não é colocada em prática de maneira ativa e direta porque o próprio sujeito a reprova.
O problema é que as pulsões sempre encontram um caminho para se satisfazerem.
Então, se o sujeito sente a ânsia por dominar o outro, mas, ao mesmo tempo, a condena, ele pode acabar se tornando objeto dela junto a outra pessoa.
Quer entender como acontece essa transformação do sadismo em masoquismo?
Então, participe da aula AO VIVO de hoje, a partir das 20h, na CONFRARIA ANALÍTICA, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
A aula faz parte do seminário “As pulsões e seus destinos: leitura crítica”.
Para participar e ter acesso também às gravações das aulas anteriores do seminário e a todo o nosso acervo, torne-se membro da Confraria - confrariaanalitica.com/
4 weeks ago | [YT] | 275
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Sem um apego seguro, a criança não tem tranquilidade para mentalizar.
O psicólogo e psicanalista contemporâneo Peter Fonagy define mentalização como a capacidade de supor estados mentais como explicações para o comportamento dos outros e de nós mesmos.
A gente faz isso quase o tempo todo, sem perceber.
A mentalização só aparece conscientemente quando a gente se surpreende com algum comportamento.
Nessas horas, a gente faz que nem aquela personagem de Divertidamente:
“Já olhou pra alguém e pensou: O que se passa na cabeça dela?”
Muitos pacientes que nós recebemos na clínica contemporânea não desenvolveram bem a capacidade de mentalizar e todo psicanalista precisa saber disso para poder ajudá-los.
Mas o que leva uma pessoa a desenvolver bem a mentalização? Para Fonagy, a qualidade da relação de apego vivida na infância.
Sim, eu tô falando daquele apego mesmo teorizado pelo Bowlby.
Eu explico essa hipótese na aula "Peter Fonagy: a relação entre apego e mentalização", que acaba de ser publicada na Confraria Analítica, a minha escola de formação teórica em Psicanálise.
A aula já está disponível no módulo "Aulas Temáticas - Temas Variados". Para assistir, é só se tornar membro da Confraria, a maior escola de teoria psicanalítica do Brasil.
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1 month ago | [YT] | 166
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Você se oferece como objeto porque não se permite ser sujeito?
Freud descobriu que a gente pode fazer isso.
Você tem um anseio muito forte, mas, por n motivos (medo, vergonha, culpa), não se permite colocá-lo em prática, de maneira ativa, com outra pessoa.
Por outro lado, você também não o reprime. Afinal, o seu problema não é com o anseio em si. O que você não dá conta é de ser o protagonista dele numa relação.
Para resolver esse impasse, sabe o que pode acabar acontecendo?
Você pode renunciar ao papel de protagonista e se oferecer para o outro a fim de que ele assuma esse lugar e realize o anseio com você, que agora ocupa uma posição passiva.
Esse processo acontece de forma totalmente inconsciente e pode estar por trás de várias formas de sofrimento que a gente encontra na clínica.
Nós vamos falar profundamente sobre ele na AULA AO VIVO de hoje, a partir das 20h, na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
A aula faz parte do seminário “As pulsões e seus destinos: leitura crítica”.
Para participar e ter acesso também às gravações das aulas anteriores do seminário e a todo o nosso acervo, torne-se membro da Confraria - confrariaanalitica.com/
1 month ago | [YT] | 368
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