Às vezes, a compaixão é só agressividade enrustida.
Normalmente, a gente se compadece com a dor de uma pessoa porque realmente nos preocupamos com ela e temos empatia.
Mas, às vezes, a gente pode expressar compaixão simplesmente porque não nos permitimos fazer aquilo que, de fato, a gente tem vontade: agredir o outro.
Isso acontece muito em relacionamentos tóxicos.
O cara é grosseiro, rude, frio. No fundo, a companheira tem vontade de mandá-lo para a PQP, mas, em vez disso, ela é compreensiva: “Tadinho, ele é assim porque teve uma infância muito ruim”.
Ela não pensa isso porque tem compaixão genuína por ele. A verdade é que ela usa essa falsa piedade para se defender da própria agressividade.
Quer entender isso melhor?
Então, participe da AULA AO VIVO de hoje, a partir das 20h, na CONFRARIA ANALÍTICA, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Ela faz parte do seminário “As pulsões e seus destinos: leitura crítica”.
Quando o seu paciente não teve o básico na infância, o básico que você oferece pode ser essencial.
Muitos psicanalistas acham que só estão ajudando seus pacientes quando fazem boas intervenções (interpretações, cortes etc.)
Mas isso não é verdade.
Alguns pacientes precisam mais do puro e simples acolhimento do que de insights e elaboração.
Ou seja, eles precisam do básico: um ambiente confiável no qual se sintam ouvidos e validados.
Quem nos ensina isso é o psicanalista inglês Donald Winnicott no texto “O ódio na contratransferência”, de 1947.
E eu explico essa ideia na aula "LENDO WINNICOTT 15 - Quando o básico é o mais importante" que acaba de ser publicada na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Você vai aprender que em certos casos, oferecer o básico não é fazer pouco. É justamente o que o paciente precisa.
Tem gente que se deixa machucar porque, no fundo, tem muita vontade de machucar o outro.
Há pessoas que, por n razões, acabam desenvolvendo uma pulsão sádica, ou seja, uma ânsia por dominar, agredir, machucar o outro.
Porém, em muitos casos, essa pulsão não é colocada em prática de maneira ativa e direta porque o próprio sujeito a reprova.
O problema é que as pulsões sempre encontram um caminho para se satisfazerem.
Então, se o sujeito sente a ânsia por dominar o outro, mas, ao mesmo tempo, a condena, ele pode acabar se tornando objeto dela junto a outra pessoa.
Quer entender como acontece essa transformação do sadismo em masoquismo?
Então, participe da aula AO VIVO de hoje, a partir das 20h, na CONFRARIA ANALÍTICA, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
A aula faz parte do seminário “As pulsões e seus destinos: leitura crítica”.
Para participar e ter acesso também às gravações das aulas anteriores do seminário e a todo o nosso acervo, torne-se membro da Confraria - confrariaanalitica.com/
Sem um apego seguro, a criança não tem tranquilidade para mentalizar.
O psicólogo e psicanalista contemporâneo Peter Fonagy define mentalização como a capacidade de supor estados mentais como explicações para o comportamento dos outros e de nós mesmos.
A gente faz isso quase o tempo todo, sem perceber.
A mentalização só aparece conscientemente quando a gente se surpreende com algum comportamento.
Nessas horas, a gente faz que nem aquela personagem de Divertidamente:
“Já olhou pra alguém e pensou: O que se passa na cabeça dela?”
Muitos pacientes que nós recebemos na clínica contemporânea não desenvolveram bem a capacidade de mentalizar e todo psicanalista precisa saber disso para poder ajudá-los.
Mas o que leva uma pessoa a desenvolver bem a mentalização? Para Fonagy, a qualidade da relação de apego vivida na infância.
Sim, eu tô falando daquele apego mesmo teorizado pelo Bowlby.
Eu explico essa hipótese na aula "Peter Fonagy: a relação entre apego e mentalização", que acaba de ser publicada na Confraria Analítica, a minha escola de formação teórica em Psicanálise.
A aula já está disponível no módulo "Aulas Temáticas - Temas Variados". Para assistir, é só se tornar membro da Confraria, a maior escola de teoria psicanalítica do Brasil.
Você se oferece como objeto porque não se permite ser sujeito?
Freud descobriu que a gente pode fazer isso.
Você tem um anseio muito forte, mas, por n motivos (medo, vergonha, culpa), não se permite colocá-lo em prática, de maneira ativa, com outra pessoa.
Por outro lado, você também não o reprime. Afinal, o seu problema não é com o anseio em si. O que você não dá conta é de ser o protagonista dele numa relação.
Para resolver esse impasse, sabe o que pode acabar acontecendo?
Você pode renunciar ao papel de protagonista e se oferecer para o outro a fim de que ele assuma esse lugar e realize o anseio com você, que agora ocupa uma posição passiva.
Esse processo acontece de forma totalmente inconsciente e pode estar por trás de várias formas de sofrimento que a gente encontra na clínica.
Nós vamos falar profundamente sobre ele na AULA AO VIVO de hoje, a partir das 20h, na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
A aula faz parte do seminário “As pulsões e seus destinos: leitura crítica”.
Para participar e ter acesso também às gravações das aulas anteriores do seminário e a todo o nosso acervo, torne-se membro da Confraria - confrariaanalitica.com/
Tem gente que tenta fugir da culpa e, por isso, acaba se tornando prisioneiro dela.
Há pessoas que são tão frágeis emocionalmente que não suportam a dor de se sentirem culpadas.
Elas não se enxergam como pessoas falíveis, que podem fazer bobagem, mas que também podem se arrepender e agir de forma diferente.
Não. Elas se percebem como essencialmente más e destrutivas. Por isso, não conseguem elaborar a culpa e acabam tentando se defender dela.
Melanie Klein descobriu dois mecanismos que essas pessoas usam para tentar fugir da culpa: a repetição obsessiva e a defesa maníaca.
E eu explico os dois na aula "LENDO KLEIN 12 - Duas formas doentias de lidar com a culpa" que acaba de ser publicada na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Você vai aprender a identificar esses mecanismos na clínica e a compreender como a análise pode ajudar o paciente a lidar de forma mais saudável com a culpa.
A aula já está disponível no módulo "Aulas Temáticas - Klein". Para assistir, é só se tornar membro da Confraria, a maior escola de teoria psicanalítica do Brasil.
Nos seres humanos, a sexualidade nasce fragmentada, desorganizada e sem qualquer vínculo com a reprodução.
Quem propôs essa tese foi Sigmund Freud.
Atendendo centenas de pacientes, o pai da Psicanálise teve acesso a um universo de fantasias e experiências sexuais que a ciência moralista de sua época considerava coisa de gente “degenerada”.
A escuta clínica mostrou a Freud que, na verdade, aquelas fantasias e experiências eram expressões naturais da sexualidade humana — uma sexualidade que é, por natureza, múltipla, polimorfa, diversa.
Só que tem um problema: essa descoberta, sozinha, não explica tudo. Por que uma pessoa desenvolve uma fantasia X e não outra? Tudo se resume a uma mera fixação?
A gente vai conversar sobre tudo isso na AULA AO VIVO de hoje, a partir das 20h, na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
A aula faz parte do seminário "As pulsões e seus destinos: leitura crítica", em que a gente não fica só repetindo o que disse Freud: a gente testa, questiona e expande o que ele deixou.
Mesmo se você está chegando agora, dá pra entrar direto, tá? Cada aula se sustenta sozinha.
Mitos são narrativas fictícias que um povo cria para explicar a origem de determinadas coisas.
Mas você sabia que nós também podemos criar ficções semelhantes para narrar nossa história de vida?
O super-herói que, sem o apoio de ninguém, superou sua infância difícil e se tornou bem-sucedido.
A pobre mulher que nunca pôde ser feliz no amor por carregar nos ombros o peso da rejeição materna.
Mitos.
Mitos pessoais.
Narrativas redondinhas, fechadas que, apesar de baseadas em fatos reais, são, na verdade, recortes cuidadosamente editados, extraídos de uma história muito mais complexa e ambígua.
Se você é psicanalista e quer entender por que nós construímos esses mitos e como eles aparecem na clínica, eu te convido a assistir a aula "Ernst Kris: a história de vida como mito", que acaba de ser publicada na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Nela eu comento o artigo “O mito pessoal: um problema em técnica psicanalítica”, publicado em 1956 por Ernst Kris, o primeiro autor que abordou diretamente esse assunto.
Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Às vezes, a compaixão é só agressividade enrustida.
Normalmente, a gente se compadece com a dor de uma pessoa porque realmente nos preocupamos com ela e temos empatia.
Mas, às vezes, a gente pode expressar compaixão simplesmente porque não nos permitimos fazer aquilo que, de fato, a gente tem vontade: agredir o outro.
Isso acontece muito em relacionamentos tóxicos.
O cara é grosseiro, rude, frio. No fundo, a companheira tem vontade de mandá-lo para a PQP, mas, em vez disso, ela é compreensiva: “Tadinho, ele é assim porque teve uma infância muito ruim”.
Ela não pensa isso porque tem compaixão genuína por ele. A verdade é que ela usa essa falsa piedade para se defender da própria agressividade.
Quer entender isso melhor?
Então, participe da AULA AO VIVO de hoje, a partir das 20h, na CONFRARIA ANALÍTICA, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Ela faz parte do seminário “As pulsões e seus destinos: leitura crítica”.
Para assistir, é só se tornar meu aluno.
Link: confrariaanalitica.com/
15 hours ago | [YT] | 179
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Quando o seu paciente não teve o básico na infância, o básico que você oferece pode ser essencial.
Muitos psicanalistas acham que só estão ajudando seus pacientes quando fazem boas intervenções (interpretações, cortes etc.)
Mas isso não é verdade.
Alguns pacientes precisam mais do puro e simples acolhimento do que de insights e elaboração.
Ou seja, eles precisam do básico: um ambiente confiável no qual se sintam ouvidos e validados.
Quem nos ensina isso é o psicanalista inglês Donald Winnicott no texto “O ódio na contratransferência”, de 1947.
E eu explico essa ideia na aula "LENDO WINNICOTT 15 - Quando o básico é o mais importante" que acaba de ser publicada na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Você vai aprender que em certos casos, oferecer o básico não é fazer pouco. É justamente o que o paciente precisa.
Para assistir, é só se tornar meu aluno.
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3 days ago | [YT] | 235
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Tem gente que se deixa machucar porque, no fundo, tem muita vontade de machucar o outro.
Há pessoas que, por n razões, acabam desenvolvendo uma pulsão sádica, ou seja, uma ânsia por dominar, agredir, machucar o outro.
Porém, em muitos casos, essa pulsão não é colocada em prática de maneira ativa e direta porque o próprio sujeito a reprova.
O problema é que as pulsões sempre encontram um caminho para se satisfazerem.
Então, se o sujeito sente a ânsia por dominar o outro, mas, ao mesmo tempo, a condena, ele pode acabar se tornando objeto dela junto a outra pessoa.
Quer entender como acontece essa transformação do sadismo em masoquismo?
Então, participe da aula AO VIVO de hoje, a partir das 20h, na CONFRARIA ANALÍTICA, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
A aula faz parte do seminário “As pulsões e seus destinos: leitura crítica”.
Para participar e ter acesso também às gravações das aulas anteriores do seminário e a todo o nosso acervo, torne-se membro da Confraria - confrariaanalitica.com/
1 week ago | [YT] | 272
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Sem um apego seguro, a criança não tem tranquilidade para mentalizar.
O psicólogo e psicanalista contemporâneo Peter Fonagy define mentalização como a capacidade de supor estados mentais como explicações para o comportamento dos outros e de nós mesmos.
A gente faz isso quase o tempo todo, sem perceber.
A mentalização só aparece conscientemente quando a gente se surpreende com algum comportamento.
Nessas horas, a gente faz que nem aquela personagem de Divertidamente:
“Já olhou pra alguém e pensou: O que se passa na cabeça dela?”
Muitos pacientes que nós recebemos na clínica contemporânea não desenvolveram bem a capacidade de mentalizar e todo psicanalista precisa saber disso para poder ajudá-los.
Mas o que leva uma pessoa a desenvolver bem a mentalização? Para Fonagy, a qualidade da relação de apego vivida na infância.
Sim, eu tô falando daquele apego mesmo teorizado pelo Bowlby.
Eu explico essa hipótese na aula "Peter Fonagy: a relação entre apego e mentalização", que acaba de ser publicada na Confraria Analítica, a minha escola de formação teórica em Psicanálise.
A aula já está disponível no módulo "Aulas Temáticas - Temas Variados". Para assistir, é só se tornar membro da Confraria, a maior escola de teoria psicanalítica do Brasil.
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1 week ago | [YT] | 166
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Você se oferece como objeto porque não se permite ser sujeito?
Freud descobriu que a gente pode fazer isso.
Você tem um anseio muito forte, mas, por n motivos (medo, vergonha, culpa), não se permite colocá-lo em prática, de maneira ativa, com outra pessoa.
Por outro lado, você também não o reprime. Afinal, o seu problema não é com o anseio em si. O que você não dá conta é de ser o protagonista dele numa relação.
Para resolver esse impasse, sabe o que pode acabar acontecendo?
Você pode renunciar ao papel de protagonista e se oferecer para o outro a fim de que ele assuma esse lugar e realize o anseio com você, que agora ocupa uma posição passiva.
Esse processo acontece de forma totalmente inconsciente e pode estar por trás de várias formas de sofrimento que a gente encontra na clínica.
Nós vamos falar profundamente sobre ele na AULA AO VIVO de hoje, a partir das 20h, na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
A aula faz parte do seminário “As pulsões e seus destinos: leitura crítica”.
Para participar e ter acesso também às gravações das aulas anteriores do seminário e a todo o nosso acervo, torne-se membro da Confraria - confrariaanalitica.com/
2 weeks ago | [YT] | 369
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Tem gente que tenta fugir da culpa e, por isso, acaba se tornando prisioneiro dela.
Há pessoas que são tão frágeis emocionalmente que não suportam a dor de se sentirem culpadas.
Elas não se enxergam como pessoas falíveis, que podem fazer bobagem, mas que também podem se arrepender e agir de forma diferente.
Não. Elas se percebem como essencialmente más e destrutivas. Por isso, não conseguem elaborar a culpa e acabam tentando se defender dela.
Melanie Klein descobriu dois mecanismos que essas pessoas usam para tentar fugir da culpa: a repetição obsessiva e a defesa maníaca.
E eu explico os dois na aula "LENDO KLEIN 12 - Duas formas doentias de lidar com a culpa" que acaba de ser publicada na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Você vai aprender a identificar esses mecanismos na clínica e a compreender como a análise pode ajudar o paciente a lidar de forma mais saudável com a culpa.
A aula já está disponível no módulo "Aulas Temáticas - Klein". Para assistir, é só se tornar membro da Confraria, a maior escola de teoria psicanalítica do Brasil.
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2 weeks ago | [YT] | 231
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Nos seres humanos, a sexualidade nasce fragmentada, desorganizada e sem qualquer vínculo com a reprodução.
Quem propôs essa tese foi Sigmund Freud.
Atendendo centenas de pacientes, o pai da Psicanálise teve acesso a um universo de fantasias e experiências sexuais que a ciência moralista de sua época considerava coisa de gente “degenerada”.
A escuta clínica mostrou a Freud que, na verdade, aquelas fantasias e experiências eram expressões naturais da sexualidade humana — uma sexualidade que é, por natureza, múltipla, polimorfa, diversa.
Só que tem um problema: essa descoberta, sozinha, não explica tudo. Por que uma pessoa desenvolve uma fantasia X e não outra? Tudo se resume a uma mera fixação?
A gente vai conversar sobre tudo isso na AULA AO VIVO de hoje, a partir das 20h, na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
A aula faz parte do seminário "As pulsões e seus destinos: leitura crítica", em que a gente não fica só repetindo o que disse Freud: a gente testa, questiona e expande o que ele deixou.
Mesmo se você está chegando agora, dá pra entrar direto, tá? Cada aula se sustenta sozinha.
Para assistir, é só se tornar meu aluno - confrariaanalitica.com/
3 weeks ago | [YT] | 201
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Pare de estudar Psicanálise de forma solta.
Na Confraria Analítica, você encontra aulas semanais, seminários teóricos, estudos de casos e um acervo completo para aprofundar sua formação.
Seja meu aluno.
Link: confrariaanalitica.com/
3 weeks ago | [YT] | 135
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Para assistir à aula completa, torne-se meu aluno - confrariaanalitica.com/
3 weeks ago | [YT] | 1
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Mitos são narrativas fictícias que um povo cria para explicar a origem de determinadas coisas.
Mas você sabia que nós também podemos criar ficções semelhantes para narrar nossa história de vida?
O super-herói que, sem o apoio de ninguém, superou sua infância difícil e se tornou bem-sucedido.
A pobre mulher que nunca pôde ser feliz no amor por carregar nos ombros o peso da rejeição materna.
Mitos.
Mitos pessoais.
Narrativas redondinhas, fechadas que, apesar de baseadas em fatos reais, são, na verdade, recortes cuidadosamente editados, extraídos de uma história muito mais complexa e ambígua.
Se você é psicanalista e quer entender por que nós construímos esses mitos e como eles aparecem na clínica, eu te convido a assistir a aula "Ernst Kris: a história de vida como mito", que acaba de ser publicada na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Nela eu comento o artigo “O mito pessoal: um problema em técnica psicanalítica”, publicado em 1956 por Ernst Kris, o primeiro autor que abordou diretamente esse assunto.
Para assistir, é só se tornar meu aluno.
Link: confrariaanalitica.com/
3 weeks ago (edited) | [YT] | 61
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