Saiba mais na aula AO VIVO de hoje, a partir das 20h, na Confraria Analítica, a minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Será o 4º encontro do seminário “O Falso Self e o Verdadeiro Self”,.
Nele, estamos estudando LINHA A LINHA o texto de Winnicott “Distorção do ego em termos de self verdadeiro e falso self”.
Se você quer entender o que leva uma pessoa a ter uma vida funcional e até bem-sucedida, mas, ao mesmo tempo, vazia, inautêntica e sem sentido, participe deste seminário.
Se você é analista ou terapeuta, também aprenderá como deve ser feito o manejo clínico de pacientes que sofrem com esse problema.
Para ter acesso à aula de hoje, às gravações das aulas anteriores e a todo o acervo da Confraria (mais 600 horas de conteúdo), seja meu aluno.
Saiba mais na aula AO VIVO de hoje, a partir das 20h, na Confraria Analítica, a minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Será o terceiro encontro do seminário “O Falso Self e o Verdadeiro Self”,.
Nele, estamos estudando LINHA A LINHA o texto de Winnicott “Distorção do ego em termos de self verdadeiro e falso self”.
Se você quer entender o que leva uma pessoa a ter uma vida funcional e até bem-sucedida, mas, ao mesmo tempo, vazia, inautêntica e sem sentido, participe deste seminário.
Se você é analista ou terapeuta, também aprenderá como deve ser feito o manejo clínico de pacientes que sofrem com esse problema.
Para ter acesso à aula de hoje, às gravações das aulas anteriores e a todo o acervo da Confraria (mais 600 horas de conteúdo), seja meu aluno.
"Ah, Lucas, o bebê se apega à mãe porque é ela quem garante a sobrevivência dele."
Sabe quem também pensava mais ou menos assim?
O nosso querido Sigmund Freud.
Do ponto de vista do pai da Psicanálise, o bebê aprende a amar a mãe porque ela o satisfaz.
É, digamos assim, um amor "por interesse": é a mãe quem alivia os desconfortos dele, sacia sua fome e o mantém vivo.
Como não se apegar a esse ser tão satisfatório?
Alguns dos nossos colegas behavioristas também vão pelo mesmo caminho.
Para eles, o amor do bebê pela mãe é aprendido por condicionamento: mamãe faz com que eu me sinta bem, logo amo mamãe.
Já o psicanalista britânico John Bowlby achava que essa hipótese, embora faça muito sentido e pareça óbvia, está equivocada.
Ele observou, por exemplo, que os bebês podem se apegar até a mães que os colocam em risco.
Ou seja, parece haver em nós uma tendência inata, biológica para nos vincularmos a nossas mães, no início da vida, independentemente de como elas sejam.
Foi a partir dessa ideia que Bowlby desenvolveu sua teoria do apego.
Quem é psicanalista, terapeuta ou apenas alguém que deseja entender melhor o comportamento humano, precisa conhecer essa teoria.
Ela muda completamente nosso olhar sobre questões como: relações tóxicas, dependência emocional, isolamento...
E é por isso que eu acabo de publicar na Confraria Analítica a aula "Introdução à teoria do apego de John Bowlby".
A Confraria é a minha escola de formação teórica em Psicanálise. Ela já tem mais de 400 aulas, o que equivale a mais de 600 horas de conteúdo.
É um espaço para quem quer estudar Psicanálise de forma simples, leve e sem complicações desnecessárias.
Se você quer compreender o apego para além das simplificações da internet, o caminho é este: confrariaanalitica.com/
Tem gente que nunca traiu ninguém. Mas vive traindo a si mesmo desde criancinha.
Sim, há muitas pessoas que jamais cometeriam adultério, mas possuem uma personalidade ADULTERADA.
Elas vivem de forma falsa, artificial, INAUTÊNTICA.
E por que fazem isso?
Má-fé?
Covardia?
Não.
É que desde muito cedo aprenderam que não há lugar para elas no mundo e que, portanto, precisam reprimir o que verdadeiramente são para se conformarem ao que os outros querem que elas sejam.
Essa doença tem nome: FALSO SELF.
E você vai entender exatamente como ela se forma e como pode ser tratada no mais novo seminário da CONFRARIA ANALÍTICA, “O Falso Self e o Verdadeiro Self”, que teve início na semana passada.
Nesse seminário, nós vamos estudar LINHA A LINHA o texto “Distorção do ego em termos de self verdadeiro e falso self”, de Donald Winnicott.
A gravação da primeira aula já está disponível na plataforma da Confraria.
E a segunda aula será hoje, segunda-feira, AO VIVO, a partir das 20h.
Para participar, é só se tornar membro da nossa escola.
Esta é uma pequena fatia da aula “Como a Psicanálise trabalha com autistas” que já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS - TEMAS VARIADOS da CONFRARIA ANALÍTICA.
Recentemente, a Autoridade Nacional de Saúde da França afirmou que a Psicanálise não é recomendada para o autismo por falta de evidências suficientes de eficácia.
Muita gente interpretou isso como prova de que psicanalistas simplesmente não sabem o que fazer nesses casos.
E aí surgem ideias curiosas: que o analista colocaria a criança no divã, que pediria associação livre ou que ainda culparia os pais.
Nada disso acontece.
A clínica psicanalítica do autismo não trabalha interpretando conflitos. Ela cria condições para que o sujeito possa emergir na relação.
Na aula publicada hoje da CONFRARIA ANALÍTICA eu mostro isso NA PRÁTICA, comentando um caso real publicado em artigo científico recente.
Você verá intervenções extremamente simples — e justamente por isso profundamente difíceis:
Sustentar presença, atribuir sentido aos atos mínimos, e tratar a criança como interlocutora antes mesmo que ela responda como tal.
É aí que começa o trabalho.
A aula já está disponível no módulo Aulas Temáticas - Temas Variados.
Se você quer entender o que realmente está em jogo na clínica — e não apenas repetir opiniões — este é o momento.
***
Somente até HOJE (sexta, 20/02), você pode se tornar assinante no plano anual por apenas 497,00 (o valor normal é 597,00).
Algumas pessoas vivem esperando sempre a mesma coisa dos outros. Por exemplo: rejeição, crítica, abandono, frieza etc.
E, curiosamente… quase sempre encontram.
Coincidência?
Nem sempre.
Quando uma criança passa por um grande trauma ou vive em um ambiente consistentemente traumático, ela precisa criar uma defesa doentia para se proteger.
Se proteger do quê?
Da AGONIA gerada pelo trauma ou pelo ambiente traumático.
O que qualifica uma experiência como traumática é o fato de ela ultrapassar a capacidade de compreensão mental e emocional do sujeito.
É por isso que a criança tem mais chances de passar por traumas do que o adulto. Com efeito, a capacidade de compreensão infantil é muito precária.
Para se proteger da possibilidade de voltar a vivenciar o trauma ou continuar nele, a criança, como eu já disse, tende a criar uma defesa doentia.
Essa defesa tem a estrutura de uma fantasia relacional: o outro (ou o mundo) é do jeito X; logo, preciso ser do jeito Y.
Exemplos:
- O outro nunca me acolhe; logo, preciso me mostrar superior a ele. - O outro nunca me ajuda; logo, preciso fazer tudo sozinha. - O outro sempre me invade; logo, preciso me fechar. - O outro está sempre contra mim; logo, preciso estar na defensiva.
É claro que todas essas crenças são, como dizem certos filmes, "baseadas em fatos reais" — as experiências traumáticas.
Apesar disso, merecem o rótulo de fantasias porque fazem afirmações generalizadoras e absolutas que não correspondem à realidade.
São fantasias também porque são criadas justamente para substituírem a realidade.
É como se a criança pensasse:
"É melhor imaginar que esse trauma pelo qual passei sempre vai acontecer porque, assim, eu consigo, pelo menos, me manter preparada."
O problema é que, justamente por conta dessa função defensiva, a pessoa começa, sem perceber, a desejar que a realidade comprove a fantasia.
E isso pode acontecer de duas formas:
(1) O sujeito interpreta de forma distorcida certas experiências para encaixá-las na fantasia. Por exemplo:
Um homem pode interpretar uma simples discordância da namorada como ataque para continuar sustentando a fantasia de que o outro está sempre contra ele.
(2) O sujeito estabelece relacionamentos (amorosos, profissionais, de amizade etc.) com pessoas que, de fato, vão se comportar do modo "previsto" pela fantasia.
Uma mulher pode, por exemplo, se casar com um homem frio, que está sempre criticando-a, a fim de confirmar a fantasia de que o outro nunca a acolhe.
É assim que funciona a cabeça do traumatizado: ele prefere viver na previsível fantasia desagradável do que se abrir para a realidade e ser pego de surpresa...
Você se identificou com o texto?
Se sim, qual a sua fantasia?
E como vem fazendo para "comprová-la" no seu dia a dia?
***
Você pode estudar psicanálise por anos… e continuar sem saber o que fazer na sessão.
Foi exatamente para resolver isso que nasceu a Confraria Analítica.
Em comemoração aos 5 anos da escola, o plano anual está por R$ 497.
E sim: 👉 este é o menor valor disponível hoje 👉 e não voltará a acontecer
A promoção pode sair do ar a qualquer momento.
Hoje a Confraria reúne:
• mais de 400 aulas • mais de 600 horas de conteúdo • teoria explicada de forma clara • clínica pensada para a prática real
Nada de jargão vazio.
Nada de complicação desnecessária.
Se você quer estudar psicanálise com profundidade e direção clínica, comece agora.
Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Saiba mais na aula AO VIVO de hoje, a partir das 20h, na Confraria Analítica, a minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Será o 4º encontro do seminário “O Falso Self e o Verdadeiro Self”,.
Nele, estamos estudando LINHA A LINHA o texto de Winnicott “Distorção do ego em termos de self verdadeiro e falso self”.
Se você quer entender o que leva uma pessoa a ter uma vida funcional e até bem-sucedida, mas, ao mesmo tempo, vazia, inautêntica e sem sentido, participe deste seminário.
Se você é analista ou terapeuta, também aprenderá como deve ser feito o manejo clínico de pacientes que sofrem com esse problema.
Para ter acesso à aula de hoje, às gravações das aulas anteriores e a todo o acervo da Confraria (mais 600 horas de conteúdo), seja meu aluno.
Link: confrariaanalitica.com/
1 day ago | [YT] | 128
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Torne-se membro da Confraria e assista à aula completa.
Link: confrariaanalitica.com/
3 days ago | [YT] | 3
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Para Lacan, em ambas encontramos três dimensões fundamentais:
Política, estratégia e tática.
Para Clausewitz, o teórico militar do qual Lacan toma essa tríade, uma nação não decide guerrear contra outra apenas para vencê-la.
A vitória é apenas um meio para atingir um fim que não é militar, mas político.
"A guerra", diz Clausewitz, "é uma mera continuação da política por outros meios".
Nesse sentido, a estratégia adotada em uma guerra não pode ser escolhida livremente.
Ela deve estar subordinada à política que motivou o conflito.
É só no âmbito da tática que os militares gozam de liberdade.
Afinal, uma mesma estratégia pode ser concretizada de diversas formas, com mais ou menos recursos, por meio de diferentes manobras.
Algo muito parecido acontece na análise, diz Lacan.
Em uma sessão, o analista é livre para escolher quando e como vai pontuar, interpretar, cortar, fazer silêncio.
Já no âmbito da estratégia da análise, essa liberdade se reduz bastante.
Afinal, a posição do analista não admite muitas variações, já que deve estar subordinada a uma política muito específica:
Aquilo que Lacan chama de desejo do analista.
Quer entender isso de forma clara, acessível... em Humanês?
Então, assista à aula "LENDO LACAN 12 - A política, a estratégia e a tática do analista", que acaba de ser publicada na Confraria Analítica.
A Confraria é a minha escola de formação teórica em Psicanálise. Ela já tem mais de 400 aulas, o que equivale a mais de 600 horas de conteúdo.
É um espaço para quem quer estudar Psicanálise de forma simples, leve e sem complicações desnecessárias.
Sim, Lacan é difícil. Muito difícil às vezes.
Mas com o professor certo, você consegue entendê-lo.
Seja meu aluno: confrariaanalitica.com/
4 days ago | [YT] | 125
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Saiba mais na aula AO VIVO de hoje, a partir das 20h, na Confraria Analítica, a minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Será o terceiro encontro do seminário “O Falso Self e o Verdadeiro Self”,.
Nele, estamos estudando LINHA A LINHA o texto de Winnicott “Distorção do ego em termos de self verdadeiro e falso self”.
Se você quer entender o que leva uma pessoa a ter uma vida funcional e até bem-sucedida, mas, ao mesmo tempo, vazia, inautêntica e sem sentido, participe deste seminário.
Se você é analista ou terapeuta, também aprenderá como deve ser feito o manejo clínico de pacientes que sofrem com esse problema.
Para ter acesso à aula de hoje, às gravações das aulas anteriores e a todo o acervo da Confraria (mais 600 horas de conteúdo), seja meu aluno.
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1 week ago | [YT] | 242
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Torne-se membro da Confraria e assista à aula completa.
Link: confrariaanalitica.com/
1 week ago | [YT] | 6
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
O que leva os bebês a se apegarem a suas mães?
Você pode achar que a resposta é óbvia:
"Ah, Lucas, o bebê se apega à mãe porque é ela quem garante a sobrevivência dele."
Sabe quem também pensava mais ou menos assim?
O nosso querido Sigmund Freud.
Do ponto de vista do pai da Psicanálise, o bebê aprende a amar a mãe porque ela o satisfaz.
É, digamos assim, um amor "por interesse": é a mãe quem alivia os desconfortos dele, sacia sua fome e o mantém vivo.
Como não se apegar a esse ser tão satisfatório?
Alguns dos nossos colegas behavioristas também vão pelo mesmo caminho.
Para eles, o amor do bebê pela mãe é aprendido por condicionamento: mamãe faz com que eu me sinta bem, logo amo mamãe.
Já o psicanalista britânico John Bowlby achava que essa hipótese, embora faça muito sentido e pareça óbvia, está equivocada.
Ele observou, por exemplo, que os bebês podem se apegar até a mães que os colocam em risco.
Ou seja, parece haver em nós uma tendência inata, biológica para nos vincularmos a nossas mães, no início da vida, independentemente de como elas sejam.
Foi a partir dessa ideia que Bowlby desenvolveu sua teoria do apego.
Quem é psicanalista, terapeuta ou apenas alguém que deseja entender melhor o comportamento humano, precisa conhecer essa teoria.
Ela muda completamente nosso olhar sobre questões como: relações tóxicas, dependência emocional, isolamento...
E é por isso que eu acabo de publicar na Confraria Analítica a aula "Introdução à teoria do apego de John Bowlby".
A Confraria é a minha escola de formação teórica em Psicanálise. Ela já tem mais de 400 aulas, o que equivale a mais de 600 horas de conteúdo.
É um espaço para quem quer estudar Psicanálise de forma simples, leve e sem complicações desnecessárias.
Se você quer compreender o apego para além das simplificações da internet, o caminho é este: confrariaanalitica.com/
1 week ago | [YT] | 228
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Tem gente que nunca traiu ninguém. Mas vive traindo a si mesmo desde criancinha.
Sim, há muitas pessoas que jamais cometeriam adultério, mas possuem uma personalidade ADULTERADA.
Elas vivem de forma falsa, artificial, INAUTÊNTICA.
E por que fazem isso?
Má-fé?
Covardia?
Não.
É que desde muito cedo aprenderam que não há lugar para elas no mundo e que, portanto, precisam reprimir o que verdadeiramente são para se conformarem ao que os outros querem que elas sejam.
Essa doença tem nome: FALSO SELF.
E você vai entender exatamente como ela se forma e como pode ser tratada no mais novo seminário da CONFRARIA ANALÍTICA, “O Falso Self e o Verdadeiro Self”, que teve início na semana passada.
Nesse seminário, nós vamos estudar LINHA A LINHA o texto “Distorção do ego em termos de self verdadeiro e falso self”, de Donald Winnicott.
A gravação da primeira aula já está disponível na plataforma da Confraria.
E a segunda aula será hoje, segunda-feira, AO VIVO, a partir das 20h.
Para participar, é só se tornar membro da nossa escola.
Link para se tornar membro da Confraria: www.confrariaanalitica.com/
2 weeks ago | [YT] | 245
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Esta é uma pequena fatia da aula “Como a Psicanálise trabalha com autistas” que já está disponível no módulo AULAS TEMÁTICAS - TEMAS VARIADOS da CONFRARIA ANALÍTICA.
Para assistir à aula completa, seja membro da Confraria - confrariaanalitica.com/
2 weeks ago | [YT] | 9
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Recentemente, a Autoridade Nacional de Saúde da França afirmou que a Psicanálise não é recomendada para o autismo por falta de evidências suficientes de eficácia.
Muita gente interpretou isso como prova de que psicanalistas simplesmente não sabem o que fazer nesses casos.
E aí surgem ideias curiosas: que o analista colocaria a criança no divã, que pediria associação livre ou que ainda culparia os pais.
Nada disso acontece.
A clínica psicanalítica do autismo não trabalha interpretando conflitos. Ela cria condições para que o sujeito possa emergir na relação.
Na aula publicada hoje da CONFRARIA ANALÍTICA eu mostro isso NA PRÁTICA, comentando um caso real publicado em artigo científico recente.
Você verá intervenções extremamente simples — e justamente por isso profundamente difíceis:
Sustentar presença, atribuir sentido aos atos mínimos, e tratar a criança como interlocutora antes mesmo que ela responda como tal.
É aí que começa o trabalho.
A aula já está disponível no módulo Aulas Temáticas - Temas Variados.
Se você quer entender o que realmente está em jogo na clínica — e não apenas repetir opiniões — este é o momento.
***
Somente até HOJE (sexta, 20/02), você pode se tornar assinante no plano anual por apenas 497,00 (o valor normal é 597,00).
Link: lucasnapolipsicanalista.kpages.online/confraria202…
2 weeks ago | [YT] | 127
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Algumas pessoas vivem esperando sempre a mesma coisa dos outros. Por exemplo: rejeição, crítica, abandono, frieza etc.
E, curiosamente… quase sempre encontram.
Coincidência?
Nem sempre.
Quando uma criança passa por um grande trauma ou vive em um ambiente consistentemente traumático, ela precisa criar uma defesa doentia para se proteger.
Se proteger do quê?
Da AGONIA gerada pelo trauma ou pelo ambiente traumático.
O que qualifica uma experiência como traumática é o fato de ela ultrapassar a capacidade de compreensão mental e emocional do sujeito.
É por isso que a criança tem mais chances de passar por traumas do que o adulto. Com efeito, a capacidade de compreensão infantil é muito precária.
Para se proteger da possibilidade de voltar a vivenciar o trauma ou continuar nele, a criança, como eu já disse, tende a criar uma defesa doentia.
Essa defesa tem a estrutura de uma fantasia relacional: o outro (ou o mundo) é do jeito X; logo, preciso ser do jeito Y.
Exemplos:
- O outro nunca me acolhe; logo, preciso me mostrar superior a ele.
- O outro nunca me ajuda; logo, preciso fazer tudo sozinha.
- O outro sempre me invade; logo, preciso me fechar.
- O outro está sempre contra mim; logo, preciso estar na defensiva.
É claro que todas essas crenças são, como dizem certos filmes, "baseadas em fatos reais" — as experiências traumáticas.
Apesar disso, merecem o rótulo de fantasias porque fazem afirmações generalizadoras e absolutas que não correspondem à realidade.
São fantasias também porque são criadas justamente para substituírem a realidade.
É como se a criança pensasse:
"É melhor imaginar que esse trauma pelo qual passei sempre vai acontecer porque, assim, eu consigo, pelo menos, me manter preparada."
O problema é que, justamente por conta dessa função defensiva, a pessoa começa, sem perceber, a desejar que a realidade comprove a fantasia.
E isso pode acontecer de duas formas:
(1) O sujeito interpreta de forma distorcida certas experiências para encaixá-las na fantasia. Por exemplo:
Um homem pode interpretar uma simples discordância da namorada como ataque para continuar sustentando a fantasia de que o outro está sempre contra ele.
(2) O sujeito estabelece relacionamentos (amorosos, profissionais, de amizade etc.) com pessoas que, de fato, vão se comportar do modo "previsto" pela fantasia.
Uma mulher pode, por exemplo, se casar com um homem frio, que está sempre criticando-a, a fim de confirmar a fantasia de que o outro nunca a acolhe.
É assim que funciona a cabeça do traumatizado: ele prefere viver na previsível fantasia desagradável do que se abrir para a realidade e ser pego de surpresa...
Você se identificou com o texto?
Se sim, qual a sua fantasia?
E como vem fazendo para "comprová-la" no seu dia a dia?
***
Você pode estudar psicanálise por anos…
e continuar sem saber o que fazer na sessão.
Foi exatamente para resolver isso que nasceu a Confraria Analítica.
Em comemoração aos 5 anos da escola, o plano anual está por R$ 497.
E sim:
👉 este é o menor valor disponível hoje
👉 e não voltará a acontecer
A promoção pode sair do ar a qualquer momento.
Hoje a Confraria reúne:
• mais de 400 aulas
• mais de 600 horas de conteúdo
• teoria explicada de forma clara
• clínica pensada para a prática real
Nada de jargão vazio.
Nada de complicação desnecessária.
Se você quer estudar psicanálise com profundidade e direção clínica, comece agora.
Entre enquanto o valor ainda está disponível.
Link: lucasnapolipsicanalista.kpages.online/confraria202…
2 weeks ago | [YT] | 199
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