Existem formas de amar que praticamente não se diferenciam do ódio. Para Freud, existem três formas básicas de amar: uma madura e duas imaturas.
A madura é aquela em que eu quero ter o outro ao meu lado (não abaixo nem acima de mim) e respeito sua individualidade.
As imaturas são aquela em que eu domino o outro e aquela em que eu trato o outro não como pessoa, mas como uma parte minha, sem existência própria.
Duas formas de amar em que, na prática, estou fazendo mal à outra pessoa.
Esta é uma ideia muito interessante que Freud nos apresenta no texto “As pulsões e seus destinos”.
E eu vou conversar sobre ela com meus alunos hoje, a partir das 20h, na AULA AO VIVO da Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Para participar da aula, é só se tornar meu aluno.
“Eu tenho uma fantasia sexual, ela me dá muito prazer, mas eu gostaria de não tê-la.”
Talvez você que é psicanalista já tenha atendido um paciente com essa queixa.
Ou talvez você mesmo sofra com esse problema.
Fantasias egodistônicas: a pessoa se excita com elas, mas, ao mesmo tempo, se condena ou acha que isso atrapalha sua vida.
E esse conflito pode acontecer mesmo se a pessoa coloca a fantasia em prática.
O que pode estar na base dessas fantasias?
Qual função elas desempenham no psiquismo do sujeito?
E por que a pessoa entra em conflito com elas?
Eu respondo essas três perguntas na aula “Quando o desejo assusta: fantasias e práticas sexuais egodistônicas”, que acaba de ser publicada na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Um sonho não precisa ser necessariamente interpretado para ter valor.Depois de conhecer a teoria psicanalítica dos sonhos, muita gente pensa assim:
Se os sonhos revelam conteúdos inconscientes, logo eles precisam ser interpretados para que a pessoa descubra o que está sendo revelado. Se não houver interpretação, o sonho não serve para nada.
Muitos psicanalistas, inclusive, acham isso…
Mas a verdade é que o ato de sonhar tem valor em si mesmo, pois ele é parte do processo de elaboração psíquica.Quem nos ensina isso é o psicanalista norte-americano Thomas Ogden.
E eu explico essa importantíssima lição na aula “Thomas Ogden: sonhar é elaborar”, que será publicada nesta sexta-feira na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Nela, você vai entender por que o simples ato de sonhar já é um trabalho de cura, independente de qualquer decifração — e como isso tira um peso enorme das costas do analista e do paciente.
Trecho da aula “ESTUDOS DE CASOS 25 - Quando o falso self cai e abre espaço para o desejo”, publicada ontem na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Freud era obcecado em remeter as formas de adoecimento psíquico a supostas fases do desenvolvimento.
Neurose obsessiva -> regressão à fase anal
Histeria -> regressão à fase fálica
E aí, por causa desse vício teórico regressista, ao enfrentar o problema da psicose, ele acabou precisando criar o conceito de narcisismo primário — a ideia de que o bebê, no início da vida, só tem olhos para si mesmo.
Na aula ao vivo desta segunda-feira na Confraria Analítica você vai entender por que esse conceito é altamente problemático e como podemos abandoná-lo com a ajuda de conceitos do próprio Freud.
A aula começa às 8 da noite e faz parte do seminário “As pulsões e seus destinos: leitura crítica”.
Para assistir e também ter acesso às gravações dos encontros anteriores, torne-se membro da Confraria - confrariaanalitica.com/
Aquela criança madura, quietinha, que não dá trabalho geralmente foi criada num ambiente que deu muito trabalho para ela.
O psicanalista húngaro Sándor Ferenczi observou que vários dos seus pacientes sonhavam que eram bebês sábios.
Isso mesmo: crianças recém-nascidas que já sabiam falar e davam conselhos para seus pais e outros adultos.
Inicialmente, o autor achou que esses sonhos eram simplesmente a realização do típico desejo infantil de superar os adultos.
Mas ele acabou percebendo que o bebê sábio representava, na verdade, uma parte da personalidade do sujeito.
Uma parte que precisou amadurecer antes da hora para proteger a outra parte — ferida.
É sobre isso que eu falo na aula “O bebê sábio e a autoclivagem narcísica”, publicada hoje na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Quem se queixa de ser controlado pelo outro também pode ser um baita controlador.Há pessoas que se posicionam em seus relacionamentos de forma muito passiva.
Elas obtém ganhos com essa posição, mas vivem se queixando.
Dizem que se sentem dominadas, controladas, subjugadas.
E isso pode ser verdade.
Mas talvez não seja toda a verdade…
Essas pessoas também podem ser bastante controladoras.
Só que se trata de um controle exercido de forma muito sutil, que nem elas mesmas percebem…
Pois é… O desejo de ser dominado pode conviver lado a lado com o desejo de dominar.
Quer entender isso melhor?
Então assista à AULA AO VIVO de hoje, a partir das 20h, na CONFRARIA ANALÍTICA, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Ela faz parte do seminário “As pulsões e seus destinos: leitura crítica”.
Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Existem formas de amar que praticamente não se diferenciam do ódio.
Para Freud, existem três formas básicas de amar: uma madura e duas imaturas.
A madura é aquela em que eu quero ter o outro ao meu lado (não abaixo nem acima de mim) e respeito sua individualidade.
As imaturas são aquela em que eu domino o outro e aquela em que eu trato o outro não como pessoa, mas como uma parte minha, sem existência própria.
Duas formas de amar em que, na prática, estou fazendo mal à outra pessoa.
Esta é uma ideia muito interessante que Freud nos apresenta no texto “As pulsões e seus destinos”.
E eu vou conversar sobre ela com meus alunos hoje, a partir das 20h, na AULA AO VIVO da Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Para participar da aula, é só se tornar meu aluno.
Link: confrariaanalitica.com/
3 days ago | [YT] | 219
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
“Eu tenho uma fantasia sexual, ela me dá muito prazer, mas eu gostaria de não tê-la.”
Talvez você que é psicanalista já tenha atendido um paciente com essa queixa.
Ou talvez você mesmo sofra com esse problema.
Fantasias egodistônicas: a pessoa se excita com elas, mas, ao mesmo tempo, se condena ou acha que isso atrapalha sua vida.
E esse conflito pode acontecer mesmo se a pessoa coloca a fantasia em prática.
O que pode estar na base dessas fantasias?
Qual função elas desempenham no psiquismo do sujeito?
E por que a pessoa entra em conflito com elas?
Eu respondo essas três perguntas na aula “Quando o desejo assusta: fantasias e práticas sexuais egodistônicas”, que acaba de ser publicada na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Para assistir, é só se tornar meu aluno.
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6 days ago | [YT] | 163
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Há pessoas que têm uma verdadeira aversão à ideia de não serem autossuficientes.
O ego delas é tão frágil que não suportam a constatação de que dependem do outro e de que têm carências e inseguranças.
Assim, para manterem a ilusão de serem autossuficientes, essas pessoas podem empregar dois mecanismos de defesa: a introjeção e a projeção.
Quando o outro as ajuda e se mostra indispensável, ele é percebido como uma mera extensão delas mesmas (introjeção).
Por outro lado, suas carências e inseguranças são vistas como acidentes causados pelo outro (projeção).
Essa dinâmica está na base de uma das formas de narcisismo patológico.
Quer entender melhor como ela funciona?
Então, participe da aula ao vivo de hoje, a partir das 20h, na CONFRARIA ANALÍTICA, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Ela faz parte do seminário “As pulsões e seus destinos: leitura crítica”.
Para assistir, é só se tornar meu aluno.
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1 week ago | [YT] | 292
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Um sonho não precisa ser necessariamente interpretado para ter valor.Depois de conhecer a teoria psicanalítica dos sonhos, muita gente pensa assim:
Se os sonhos revelam conteúdos inconscientes, logo eles precisam ser interpretados para que a pessoa descubra o que está sendo revelado. Se não houver interpretação, o sonho não serve para nada.
Muitos psicanalistas, inclusive, acham isso…
Mas a verdade é que o ato de sonhar tem valor em si mesmo, pois ele é parte do processo de elaboração psíquica.Quem nos ensina isso é o psicanalista norte-americano Thomas Ogden.
E eu explico essa importantíssima lição na aula “Thomas Ogden: sonhar é elaborar”, que será publicada nesta sexta-feira na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Nela, você vai entender por que o simples ato de sonhar já é um trabalho de cura, independente de qualquer decifração — e como isso tira um peso enorme das costas do analista e do paciente.
Para assistir, é só se tornar meu aluno.
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1 week ago | [YT] | 175
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Você sabe dizer quem foi a primeira pessoa que você amou na vida?
Não, eu não estou falando de amor romântico. Estou falando de amor no sentido geral.
Se você respondeu “minha mãe”, saiba que, para Freud, a resposta seria outra.
Para o pai da Psicanálise, antes de amar outra pessoa, você teria amado… você mesmo.
Pois é, meus amigos. Segundo Freud, todo bebezinho é um baita narcisista.
Mas será que chamar a experiência inicial da criança de narcisismo não seria forçar muito a barra?
É isso que eu quero discutir na AULA AO VIVO de hoje, a partir das 20h, na CONFRARIA ANALÍTICA, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
A aula faz parte do seminário “As pulsões e seus destinos: leitura crítica” e, para assistir, é só se tornar meu aluno.
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2 weeks ago | [YT] | 175
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Trecho da aula “ESTUDOS DE CASOS 25 - Quando o falso self cai e abre espaço para o desejo”, publicada ontem na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
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2 weeks ago | [YT] | 2
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Às vezes, se sentir perdido é a melhor coisa que poderia acontecer na sua vida.
S., paciente atendida por uma aluna minha, passou a vida inteira cuidando dos outros — posição que assumiu desde criança.
Até que um dia ela descobre algo sobre o marido e isso a faz entrar em crise.
“Será que eu amo de fato essa pessoa?”
“O que eu realmente quero para minha vida?”
Perguntas como essas angustiam e paralisam a vida da paciente porque ela não está acostumada a olhar para o próprio desejo.
Como conduzir esse caso e que conceitos teóricos ajudam a entendê-lo?
É sobre isso que eu falo na aula ESTUDOS DE CASOS 25 - Quando o falso self cai e abre espaço para o desejo.
A aula vai ao ar nesta sexta-feira na CONFRARIA ANALÍTICA, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Para assistir, é só se tornar meu aluno.
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2 weeks ago | [YT] | 303
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Freud tinha um vício.
Não, eu não estou falando de charuto.
Nem daquela outra substância…
Eu me refiro a um vício teórico.
Freud era obcecado em remeter as formas de adoecimento psíquico a supostas fases do desenvolvimento.
Neurose obsessiva -> regressão à fase anal
Histeria -> regressão à fase fálica
E aí, por causa desse vício teórico regressista, ao enfrentar o problema da psicose, ele acabou precisando criar o conceito de narcisismo primário — a ideia de que o bebê, no início da vida, só tem olhos para si mesmo.
Na aula ao vivo desta segunda-feira na Confraria Analítica você vai entender por que esse conceito é altamente problemático e como podemos abandoná-lo com a ajuda de conceitos do próprio Freud.
A aula começa às 8 da noite e faz parte do seminário “As pulsões e seus destinos: leitura crítica”.
Para assistir e também ter acesso às gravações dos encontros anteriores, torne-se membro da Confraria - confrariaanalitica.com/
3 weeks ago | [YT] | 347
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Aquela criança madura, quietinha, que não dá trabalho geralmente foi criada num ambiente que deu muito trabalho para ela.
O psicanalista húngaro Sándor Ferenczi observou que vários dos seus pacientes sonhavam que eram bebês sábios.
Isso mesmo: crianças recém-nascidas que já sabiam falar e davam conselhos para seus pais e outros adultos.
Inicialmente, o autor achou que esses sonhos eram simplesmente a realização do típico desejo infantil de superar os adultos.
Mas ele acabou percebendo que o bebê sábio representava, na verdade, uma parte da personalidade do sujeito.
Uma parte que precisou amadurecer antes da hora para proteger a outra parte — ferida.
É sobre isso que eu falo na aula “O bebê sábio e a autoclivagem narcísica”, publicada hoje na Confraria Analítica, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Para assistir, é só se tornar meu aluno.
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1 month ago | [YT] | 390
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Psicanálise em Humanês - Lucas Nápoli
Quem se queixa de ser controlado pelo outro também pode ser um baita controlador.Há pessoas que se posicionam em seus relacionamentos de forma muito passiva.
Elas obtém ganhos com essa posição, mas vivem se queixando.
Dizem que se sentem dominadas, controladas, subjugadas.
E isso pode ser verdade.
Mas talvez não seja toda a verdade…
Essas pessoas também podem ser bastante controladoras.
Só que se trata de um controle exercido de forma muito sutil, que nem elas mesmas percebem…
Pois é… O desejo de ser dominado pode conviver lado a lado com o desejo de dominar.
Quer entender isso melhor?
Então assista à AULA AO VIVO de hoje, a partir das 20h, na CONFRARIA ANALÍTICA, minha escola de formação teórica em Psicanálise.
Ela faz parte do seminário “As pulsões e seus destinos: leitura crítica”.
Para assistir, é só se tornar meu aluno.
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1 month ago | [YT] | 255
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