Gustavo GPP – Prisão, Ciência, Mundo, Vida & Tech

Sou Gustavo GPP – psicólogo / Policial Penal do RS (desde fev/2013), pai da Manuela (7) e tutor de um salsicha velhinho. Admirador da vida, da espiritualidade e da natureza. Trabalho no Complexo Prisional de Canoas, referência no RS.
Aqui falo de sistema prisional, ciência, tecnologia, humanidades e vida real, misturando bastidores com dados, pesquisa, humor e uma boa dose de ironia.

Sou psicólogo desde 2007, com formação em Psicologia Hospitalar (UFRGS) e residência em Saúde Mental Coletiva (ESP-RS). Alma autodidata, com “fervor quase religioso” por ciência, evidências e evolução tecnológica.

🔍 Aqui você encontrará:
• Análises e dramatizações sobre prisões, sobre segurança, políticas penais e sobre a própria vida
• Aplicações de ciência e tecnologia ao cotidiano
• Materiais e ferramentas gratuitos para auxílio

⚖️ Disclaimer:
Opiniões pessoais, sem vínculo oficial com órgãos públicos.
Não é recomendação jurídica, política, institucional ou financeira – é convite à reflexão.


Gustavo GPP – Prisão, Ciência, Mundo, Vida & Tech

Pense por você mesmo.

Vivemos em um país com dezenas de partidos políticos e outros ainda em processo de criação. Em vez de aceitar discursos prontos, vale a pena comparar ideias, analisar resultados e formar a própria opinião.

Na minha visão, depois de décadas do atual modelo político, o Brasil continua profundamente dividido e com dificuldades para enfrentar problemas estruturais. Isso me faz questionar se apenas repetir o mesmo processo, da mesma forma, produzirá resultados diferentes.

Também acredito que reduzir a participação pode ser uma forma de demonstrar insatisfação com o sistema, já que campanhas eleitorais dependem de recursos e legitimidade política. Cada cidadão deve refletir sobre qual é a maneira mais coerente de expressar sua posição.

Você pode concordar ou discordar. O importante é não terceirizar o seu pensamento para políticos, partidos, influenciadores, emissoras de TV ou redes sociais.

Leia. Compare. Questione. E, acima de tudo, pense por você mesmo.

1 week ago | [YT] | 5

Gustavo GPP – Prisão, Ciência, Mundo, Vida & Tech

🇳🇴 Noruega versus Brasil — “Educação”

A educação como liberdade, não como moeda de troca

A Noruega é reconhecida mundialmente por revisar continuamente seu sistema educacional. Em vez de tratar a escola como instrumento de disputa política, busca aperfeiçoar currículos, desenvolver pensamento crítico, autonomia intelectual, capacidade científica e resolução de problemas. É um modelo que dialoga com valores defendidos por Karl Popper: uma sociedade aberta depende de cidadãos capazes de questionar, testar ideias e aprender continuamente.

No Brasil, infelizmente, ainda convivemos com uma realidade diferente. A educação frequentemente acaba envolvida em disputas ideológicas, programas de governo e políticas de curto prazo, quando deveria ser encarada como investimento permanente na capacidade humana.

Essa reflexão também alcança o sistema prisional. Como psicólogo da Polícia Penal, acompanho diariamente projetos importantes, como a Remição pela Leitura. Considero essa política relevante e prevista em lei, pois amplia oportunidades de acesso ao conhecimento. Contudo, ela também revela um desafio cultural: muitas vezes o livro passa a ser visto principalmente como meio para reduzir a pena, e não pelo valor intrínseco da leitura.

Ler deveria significar ampliar horizontes, desenvolver pensamento crítico, fortalecer a autonomia intelectual e criar novas possibilidades de vida. Quando o conhecimento passa a ser buscado apenas pela recompensa imediata, perde-se parte de sua essência.

Karl Popper defendia que o progresso nasce da crítica, do debate aberto e da disposição para corrigir erros. Sociedades evoluem quando ensinam seus cidadãos a pensar, não apenas a repetir.

Talvez esse seja um dos maiores desafios brasileiros: construir uma cultura em que a educação deixe de ser instrumento, favor, moeda de troca ou requisito burocrático e passe a ser reconhecida como o maior patrimônio de uma nação.

“Devemos avançar numa educação que não ensinasse o assistencialismo, o vitimismo, nem a militância, mas a ciência e a capacidade de descobrir o poder que nós realmente temos como brasileiros.” GPP

1 week ago | [YT] | 3

Gustavo GPP – Prisão, Ciência, Mundo, Vida & Tech

Dois projetos. Duas narrativas. Mas existe ruptura estrutural?

Minha leitura é que um eventual governo Luciano Zucco tenderia a ser mais hierarquizado, disciplinar, pragmático, tecnológico e conservador. A segurança pública provavelmente ocuparia posição central, enquanto a gestão buscaria maior eficiência fiscal e administrativa. Ao mesmo tempo, vejo o risco de aprofundar a verticalização das decisões e o fortalecimento das estruturas de comando.

Já um eventual governo Juliana Brizola, na minha avaliação, preservaria boa parte da lógica administrativa dos últimos anos. Mudariam o discurso, as prioridades e a composição política, mas não necessariamente a estrutura do Estado. Por isso, considero que haveria maior continuidade do modelo vigente do que uma ruptura propriamente dita.

Esta é minha interpretação do cenário político atual. Posso estar certo ou errado, mas acredito que a democracia se fortalece quando ideias podem ser comparadas, criticadas e debatidas.

📌 Disclaimer

Este conteúdo expressa exclusivamente minha opinião política, construída ao longo de mais de 14 anos de acompanhamento da administração pública, da leitura contínua de livros, artigos, pesquisas, documentos oficiais e reportagens, além do acúmulo de estudos sobre gestão, política e democracia.

A análise resulta do cruzamento de diferentes fontes de informação e do apoio de múltiplas inteligências artificiais premium, utilizadas como ferramentas de pesquisa, comparação de cenários, organização de dados e processamento de grandes volumes de informação, sempre confrontados com fatos públicos e com minha interpretação pessoal.

O objetivo é contribuir para o debate público, exercendo a liberdade de pensamento e de expressão. Não há intenção de ofender, difamar ou atribuir fatos falsos a qualquer pessoa, partido ou instituição.

Quer conhecer minha visão de forma mais detalhada? Amplie o quadro em anexo ou, se preferir, imprima-o para uma leitura completa.

1 week ago | [YT] | 2

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🚢💥 Enquanto a esquerda gaúcha posava de ética e “defensora da democracia”…

Este autor acertou em cheio: diante da negligência com uma reforma política urgente — enquanto nosso “país” já bate a marca de 30 partidos (+23 aguardando autorização técnica tupiniquim) —, aqueles parlamentares que se diziam “puros”, que “criticavam o sistema”, que afirmavam combater os privilégios e que saltaram de um partido para criar um “SUPOSTAMENTE AINDA MAIS PURO” agora serão obrigados a se reformar na marra.

Traíram vergonhosamente suas bases e os princípios que diziam defender, tornando-se eles próprios os causadores da dissidência e da própria depreciação política que antes atribuíam aos outros. Hipocrisia. Autoritarismo. Decisões erradas. Alianças sem identidade. Imposições de cúpula… Resultado? Perda de bancadas, enfraquecimento e, muito provavelmente, derrota nas urnas.

E, para que ninguém esqueça o escândalo recente: o Diretório Nacional do PT literalmente obrigou setores da esquerda a se curvarem à chapa de Juliana Brizola — uma composição sem identidade ideológica clara, imposta de cima para baixo. Reportagem de O Globo expôs todo esse episódio.

Agora o navio afundará. Igual ao Titanic.

Disclaimer:

Esta é uma análise política baseada em fatos públicos e reportagens jornalísticas (como a citada de O Globo). Trata-se de opinião e sátira política, não de uma afirmação factual sobre resultados eleitorais futuros. As imagens utilizadas são simbólicas e servem apenas para ilustrar o contexto.

1 week ago (edited) | [YT] | 3

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🏛️ Casa-Grande Moderna. Senzala Esquecida.

Não critico a construção de uma sede moderna. Critico as prioridades.

Enquanto uma estrutura administrativa de alto padrão é erguida na Av. Bento Gonçalves, a estrada de acesso ao Complexo Prisional de Canoas permanece, desde 2014, simbolizando uma realidade conhecida por quem vive a atividade-fim.

Na minha avaliação técnica, o principal problema não é o prédio, mas a arquitetura organizacional.

Entendo que muitas responsabilidades poderiam ser melhor distribuídas entre diretores de unidades, chefias de segurança, coordenações e demais funções da ponta, aproximando decisões de quem conhece a realidade operacional. Da mesma forma, critérios de promoção e valorização poderiam reconhecer com maior intensidade quem efetivamente trabalha nas unidades.

Também se vê que o PLC 465 manteve uma estrutura fortemente inspirada em modelos administrativos antigos, com múltiplas camadas hierárquicas e assimetrias entre áreas de assistência e gestão. Na minha visão, uma organização mais enxuta, integrada e orientada por processos poderia gerar maior eficiência e direcionar mais recursos para a atividade-fim.

Episódios recentes envolvendo servidores também evidenciam, a meu ver, a necessidade de protocolos institucionais mais claros, maior padronização de procedimentos e absoluta manualizacao das funções, atribuições e procedimentos dos APPs. Inclusive, em tese pelo menos, existe um Departamento erigido para esta finalidade. Mas, que nunca se pronuncia sobre nada.

Uma sede moderna pode representar avanço institucional. Mas seu significado será muito maior quando a infraestrutura das unidades, a valorização da ponta e a simplificação da gestão receberem a mesma prioridade.

Uma estrada, às vezes, revela mais sobre uma organização do que um edifício inteiro.



Isenção de responsabilidade: Este conteúdo expressa opinião técnica e pessoal do autor sobre gestão pública e arquitetura organizacional, baseada em fatos públicos e experiência profissional. Trata-se de exercício da liberdade de expressão sobre tema de interesse público, sem imputação de ilícitos, irregularidades ou condutas individuais a qualquer pessoa ou instituição.

1 month ago | [YT] | 6

Gustavo GPP – Prisão, Ciência, Mundo, Vida & Tech

Feliz Dia aos Promovidos(as).

Em especial aos colegas do CPC – Complexo Prisional de Canoas.

Uma casa resistente. Uma casa resiliente. Uma casa que enfrentou tantas dificuldades e, ainda assim, permanece de pé. Tenho orgulho de ter feito parte dessa história e de ter conhecido profissionais extraordinários.

Conheci Agentes Penitenciários — hoje Policiais Penais — que permaneceram 13 anos na mesma letra, vítimas do antigo e ainda vigente, de certa forma também para eles, afunilamento da tabela remuneratória.

Mas, ao mesmo tempo, nasce outro.

Os atuais APPs passarão a conviver com um novo afunilamento. E todos sabemos que tabelas remuneratórias no serviço público levam muitos anos — às vezes décadas — para serem corrigidas. A história tende a se repetir.

Por isso, fica um gosto agridoce.

Feliz por tantos colegas que, enfim, receberam um reconhecimento mais do que merecido.

Triste por perceber que eu estava certo quando afirmava que o atual governo aprovou o que, na minha avaliação, será lembrado como um dos piores estatutos e uma das piores legislações da história da Polícia Penal gaúcha — e talvez do Brasil. Uma lei aprovada em 16 de dezembro de 2025, sem que os atuais candidatos e lideranças políticas, inclusive atuais postulantes ao cargo, sequer discutissem as emendas defendidas pela categoria.

Enquanto Santa Catarina avança com progressões automáticas e um modelo muito mais moderno de valorização, seguimos presos a uma estrutura que apenas substituiu um problema por outro.

Por isso, meu voto nenhum deles tem.

Também abomino esse discurso reconciliatório e cheio de hipocrisia da esquerda e não voto, nem a pau, em Luciano Zucco.

Continuarei defendendo a reforma política, o fortalecimento da sociedade civil e o aumento da abstenção consciente como forma legítima de protesto democrático. Foi por isso que criei meus canais: para conversar com as pessoas, produzir conteúdo e estimular reflexão.

Com os políticos e gestores atuais, este cidadão cansou.

Voto consciente.
Voto nulo.

E, acima de qualquer divergência política, meus parabéns aos promovidos e promovidas. Vocês merecem esse reconhecimento.

1 month ago (edited) | [YT] | 7

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COERÊNCIA INSTITUCIONAL OU MUDANÇA DE DISCURSO?

Nos últimos anos, o debate sobre o Banco Central revelou um contraste que merece reflexão.

Durante a gestão de Roberto Campos Neto, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez críticas frequentes à condução da política monetária e ao nível da taxa Selic. Ao mesmo tempo, foi nesse período que o Banco Central lançou o Pix, um sistema de pagamentos desenvolvido pela instituição e que se consolidou como uma das principais inovações financeiras do país.

Hoje, o governo destaca o Pix como um patrimônio nacional e defende sua importância estratégica. Enquanto isso, sob a presidência de Gabriel Galípolo, indicado pelo próprio governo, a Selic atingiu 15% ao ano antes de iniciar um ciclo de redução.

Esse contexto suscita uma pergunta legítima: por que o debate público sobre o Banco Central e sua política de juros parece ter mudado de intensidade? A resposta pode variar conforme a análise econômica ou política de cada observador, mas a comparação faz parte de uma discussão relevante sobre coerência institucional.

Mais do que personalizar o debate, vale refletir sobre um princípio mais amplo: instituições públicas tendem a ser mais fortes quando são avaliadas por critérios consistentes, independentemente de quem esteja no governo ou na direção dessas instituições.

Da mesma forma, o debate sobre reformas políticas e institucionais permanece atual. Em um sistema multipartidário amplo e complexo, discutir mecanismos que aumentem a previsibilidade, a responsabilidade e a estabilidade das instituições pode contribuir para um ambiente político mais coerente e transparente.

Independentemente da posição política de cada cidadão, a cobrança por coerência nas críticas a seus presidentes [do Banco Central] e nos elogios ou críticas às instituições em geral é um tema que merece espaço no debate público. No caso em questão, a hipocrisia e a falta de fundamentação, ignorância e oportunismo político foram claros como água cristalina ou até mais que isso.

1 month ago (edited) | [YT] | 1

Gustavo GPP – Prisão, Ciência, Mundo, Vida & Tech

Mais uma oportunidade de acompanhar uma turma de Psicologia em visita ao Complexo Prisional de Canoas (CPC), fortalecendo a aproximação entre a formação acadêmica e a realidade do sistema prisional.

Agradecimento à Direção, à ASD, especial ao Forneck e a Amanda, que estiveram juntos ministrando a visita comigo, APP Michele que “passou o bastão da atividade”, à Direção e a todos os servidores pela receptividade e apoio na condução da atividade com as 12 acadêmicas presentes e sua preceptora.
Espero que a Turma tenha gostado.

#FamíliaCPC #CPCSempre #CPCAcolhedor #Psicologia #SistemaPrisional IntegraçãoEnsinoPrática

1 month ago | [YT] | 11

Gustavo GPP – Prisão, Ciência, Mundo, Vida & Tech

Grandes Muros ou Grandes Projetos?

A charge não idolatra Santa Catarina nem demoniza o Rio Grande do Sul. O ponto é mais específico: quais prioridades cada sistema escolhe organizar.

No Plano Estadual de Trabalho e Renda, SC registra 7.628 presos trabalhando, cerca de 28,9% da população considerada. O dado mais relevante está no recorte remunerado: 90,8% dos que trabalham recebem remuneração, algo próximo de 7 mil pessoas. O plano também informa cerca de 220 parcerias com empresas, municípios e órgãos públicos.

No RS, o plano estadual registra 15.092 pessoas em atividade laboral, cerca de 27,6% da população considerada. Porém, no recorte remunerado, o número cai para 4.285 pessoas, aproximadamente 7,8% da base analisada. Em divulgação oficial recente, o Estado informa 16,1 mil pessoas trabalhando e 2.920 apenados vinculados a termos de cooperação.

Ou seja: ambos possuem trabalho prisional. A diferença aparece principalmente na escala do trabalho remunerado, dos convênios e dos espaços produtivos.

Hipótese do autor: parte dessa diferença pode não estar apenas nos pavilhões ou nos convênios. Pode estar também na arquitetura organizacional. Enquanto SC aparenta operar com uma estrutura historicamente mais enxuta e regionalizada, o RS aparenta possuir uma cadeia decisória mais extensa, com múltiplas camadas administrativas entre a formulação das políticas e sua execução na ponta. Trata-se de uma interpretação pessoal do autor, e não de uma auditoria institucional formal.

Mas, enfim, sem mais delongas: a pergunta não é quem constrói mais. A pergunta é o que se pretende construir.

Adianta contratar mais 25 profissionais jurídicos se ainda existe conflito sobre qual é a própria finalidade da função perante seu órgão classista?

Adianta contratar e contratar, se não há cosmovisão?

Antes de discutir o tamanho da prisão, talvez seja necessário discutir o tamanho da ideia.

Gustavo GPP: Prisões, Ciência, Mundo, Vida e Tech

Fontes: SENAPPEN/SISDEPEN, Planos Estaduais de Trabalho e Renda de SC e RS e dados públicos estaduais.

2 months ago | [YT] | 3

Gustavo GPP – Prisão, Ciência, Mundo, Vida & Tech

Quando a prisão vira uma cidade, a gestão perde o preso.

Imagine um hospital com 3.000 pacientes permanentes.

Ou uma escola com 3.000 alunos vivendo dentro dela.

Ninguém esperaria acompanhamento individualizado, proximidade ou conhecimento real das pessoas.

Mas, de alguma forma, esperamos isso de muitas prisões.

A Lei de Execução Penal fala em classificação, individualização da pena, trabalho, educação e acompanhamento técnico.

Tudo isso exige uma condição básica:

escala administrável.

Não existe fórmula mágica.

Não existe organograma capaz de compensar uma estrutura impossível.

Não existe departamento suficiente para substituir um modelo inadequado.

Prisões gigantes tendem a conhecer galerias.

Prisões menores conseguem conhecer pessoas.

Prisões gigantes administram massas.

Prisões menores administram trajetórias.

Por isso, a discussão não deveria ser apenas sobre construir mais vagas.

Deveria ser sobre construir unidades capazes de cumprir aquilo que a própria lei determina.

E isso exige duas coisas:

mais gestão e menos burocracia.

Mais capacidade de avaliar resultados.

Mais autocrítica institucional.

Mais coragem para corrigir erros.

Menos camadas distantes da realidade operacional.

Menos produção de papéis.

Mais modelo.

Mais método.

Mais estrutura.

Porque uma organização não melhora quando cria mais controles.

Ela melhora quando aprende.

E talvez a pergunta mais importante para o futuro do sistema prisional brasileiro seja esta:

Estamos construindo prisões para custodiar pessoas ou apenas para armazená-las?

2 months ago (edited) | [YT] | 5