Inteligência Psicológica

Este canal é contribuição para o autoconhecimento e desenvolvimento psicológico. Sem autoridade, isto é, não há quem esteja ensinando e nem quem esteja aprendendo.
Quando compreendemos quem somos, passamos a viver uma vida real, de fato e com autenticidade.
Aqui, mostramos como perceber a vida e pensar por si mesmo, mesmo que isso seja difícil, porque muitas pessoas ainda estão acostumadas com o que sempre fizeram e acreditaram.


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Com carinho,
Jarbas Cruz

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Novo episódio já disponível (em outro canal nosso)

“O novo episódio da série Ouvir Integral já está no ar — mas ele está sendo publicado no meu outro canal, onde a série completa está concentrada.

Este episódio aprofunda como o nosso ‘ouvir automático’ cria ruídos e afeta relações reais do cotidiano — mesmo quando acreditamos estar presentes. É um conteúdo direto, vivo e transformador.

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Se quiser acompanhar a série completa, recomendo se inscrever por lá também.

Obrigado por caminhar junto nessa jornada do ouvir integral.”

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❓ Você acha que o casamento é:

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Podcast Inteligência Psicológica🚨 Episódio Novo no Ar! 🚨

O perigo que vive dentro do ciúmes... 😱💔

Neste episódio, exploramos como o ciúmes pode afetar nossas relações, tanto amorosas quanto de amizade e família. A emoção que, muitas vezes, achamos inofensiva, pode ser destrutiva quando não controlada.

✨ Assista ao episódio completo agora e compartilhe sua opinião nos comentários!
🔗https://youtu.be/N4g2YH9H2V4

3 months ago | [YT] | 0

Inteligência Psicológica

Artigo > Jarbas Cruz - Neuropsicanalista - 21/09/2025

O que vive escondido dentro do ciúmes — e como ele vira violência sem que a maioria daspessoas perceba.

Começamos com uma pergunta sincera:

Você sente ciúmes?
Já teve medo de perder alguém?
Já quis controlar, investigar, exigir, vigiar… em nome do amor?

Talvez sim.
E tudo isso pode até parecer normal.
Mas será que é mesmo?

🧠 O que está escondido dentro do ciúmes?

Muita gente ainda acredita que ciúmes é sinal de cuidado.
Mas a verdade é que:

O ciúmes não é amor.
O ciúmes é a voz do ego com medo de desaparecer.

Ele nasce quando você coloca seu valor pessoal nas mãos do outro.
Quando acredita que só será alguém se estiver com aquela pessoa.

E então, quando o outro demonstra liberdade...
...fala com alguém, sorri demais, sai sozinho, se arruma...

Você sente que está perdendo a sua identidade.

Por isso o ciúmes dói tanto. Porque ele não fala só de amor.
Ele revela:

Insegurança

Medo de rejeição

Desejo de controle

Comparações internas

Sensação de inferioridade

O ciúmes é o sintoma de uma dor que está em você — não no outro.

💣 E o que o ciúmes pode se tornar?

Quando não é visto com atenção e verdade, o ciúmes se deforma.
Ele escapa por caminhos doentios — às vezes silenciosos, às vezes perigosos.

a) Violência Psicológica

Começa sutil, quase invisível. Mas machuca por dentro.

“Olha como você se veste… tá querendo chamar atenção de quem?”

“Se você me amasse mesmo, não faria isso.”

Controle: senhas, localização, mensagens, stories…
O outro vira um suspeito constante.

b) Violência Moral

O ciúmes ataca a dignidade da pessoa — sem gritar.

Controle sobre comportamento, roupas, amizades

“Você me faz passar vergonha.”

“Você é vulgar.”

“Você não presta.”

Até que a pessoa duvida de si mesma.

c) Violência Física (explícita ou velada)

Começa com “impulsos”, mas isso não é amor — é agressão justificada.

Empurrões, trancos, tapas “sem querer”, objetos quebrados

Punições emocionais baseadas em imaginação

E depois…
“Desculpa. É que eu te amo demais.”

d) Violência Intrínseca — contra si mesmo

Às vezes, quem mais sofre é quem sente o ciúmes.

Se apaga tentando “ser suficiente”

Se molda pra agradar

Abre mão da própria essência pra manter o relacionamento

🚨 Quando o ciúmes esconde traços de psicopatia relacional

Esse ponto é sério.
Em alguns casos, o ciúmes não é insegurança — é dominação emocional.

Pessoas com traços psicopáticos:

Não sentem culpa

Não têm empatia

Usam o ciúmes como arma

Não amam — possuem.
Não sofrem — controlam.

Sinais de alerta:

Frieza emocional com ciúmes intenso:
Não sofre. Só quer controlar.

Jogo de culpa invertido:
Te agride e faz você se sentir culpado.

Isolamento social planejado:
Aos poucos, te afasta de todos — pra te dominar.

Falsa sensibilidade:
Finge ser afetuoso, espiritualizado… mas é só tática.

Ausência total de culpa:
A pessoa agride e segue a vida como se nada tivesse acontecido.
Ou diz:
“A culpa é sua. Olha o que você me faz fazer.”

❗ Isso não é amor. É abuso com estrutura psicopática.
E sim, pode escalar para violência grave ou fatal.

⚠️ ALERTA IMPORTANTE:

Ciúmes não é prova de amor.
É alarme emocional — e às vezes, sinal de perigo real.

Se você sente muito ciúmes:
não se culpe, mas olhe pra isso com verdade.

Pergunte a si mesmo:

“O que em mim ainda precisa controlar o outro pra se sentir alguém?”

E se você convive com alguém ciumento, possessivo, controlador:
Se proteja. Antes que vire tarde.

🌱 Existe caminho. E tudo começa em ver — sem fugir.

Não adianta fingir.
Não adianta repetir frases prontas.
Não adianta dizer “todo mundo sente ciúmes.”

A cura não vem do esforço.
Ela vem da atenção sincera.

Quando você vê o ciúmes surgindo…
Sem seguir, sem justificar, sem negar…

…ele perde força.
E você começa a se libertar.

🫂 Para quem vive com alguém ciumento ou controlador:

Se você:

Se sente vigiado o tempo todo

Não tem liberdade nem nas pequenas coisas

É acusado de coisas que nunca fez

Vive se justificando pra evitar conflitos…

Isso não é amor. É manipulação.

Amor de verdade:

Não prende

Não apaga sua essência

Não coloca medo de ser quem você é

✨ Finalizando com verdade:

O ciúmes pode parecer pequeno.
Pode parecer cuidado.
Mas ele revela mais do que você imagina:

Um ego em pânico

Carências escondidas

E às vezes… perigo real

Não se trata de julgar.
Se trata de acender uma luz.

Porque quando você vê de verdade,
o ciclo começa a se romper.

Atenção é cura.
Clareza é proteção.
E amor real… não precisa de vigilância, nem de correntes

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Inteligência Psicológica

🌱 Prévia exclusiva para inscritos: algo para sentir

Oi, comunidade! 👋
Quero que vocês vejam antes de todo mundo…
Um convite para parar e perceber algo simples, mas profundo:
O que surge dentro de você quando observa a natureza?

Assista aqui: youtube.com/shorts/99c9oI4VxZ...

🔔 Assista, sinta e me conte nos comentários o que você percebeu.
Seu feedback vai me ajudar! O vídeo vai ao ar a manhã!

👍 Curtam, 🗨️ comentem e compartilhem suas percepções — quero ouvir vocês!

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Inteligência Psicológica

Artigo > Jarbas Cruz - 01/09/2025

🌿 O Descondicionamento: A Porta da Verdadeira Liberdade Psicológica


O condicionamento é a base invisível que molda a vida humana. Ele começa no nascimento, através dos seus pais, da educação, da cultura, da religião, da propaganda, das tradições e até da própria linguagem que recebemos sem escolha. O pensamento cria trilhas repetitivas, e nelas passamos a existir como máquinas de hábitos, crenças e respostas automáticas. A maioria não questiona esse processo; vive nele como se fosse inevitável.
O momento em que alguém percebe o fato do condicionamento é decisivo. Não se trata de uma teoria, mas de ver diretamente que tudo — reações, opiniões, desejos, medos, crenças — foi moldado. Essa visão, quando lúcida e total, abre uma porta silenciosa: a liberdade psicológica e consequentemente física.
Há um instante em que o ser humano se surpreende ao perceber algo simples e, ao mesmo tempo, revolucionário: a maior parte de sua vida não foi vivida em liberdade, mas em condicionamento. Reações automáticas, repetições herdadas da família, da cultura, da religião e da tradição formaram um trilho fixo por onde corre o trem do pensamento. Esse momento de percepção é como abrir uma janela em um quarto abafado: o ar fresco entra, e a pessoa compreende o que é consciência. Não como ideia distante, mas como experiência direta de estar presente e ver, sem filtros, o movimento da mente. Esse ver é a porta invisível para a liberdade psicológica.




Como vive uma pessoa que atravessou essa porta
Quem atravessa essa porta não se torna um “ideal” ou uma “figura superior”; torna-se profundamente humano.

Sentir: as emoções continuam surgindo, mas já não dominam. São como ondas que vêm e vão sem arrastar. A tristeza não é resistência, a alegria não é euforia artificial. Há autenticidade em cada emoção.


Pensar: o pensamento se torna uma ferramenta útil — para criar, organizar, comunicar — mas não um tirano. Ele perde o trono de “autoridade”.


Agir: as ações não nascem da pressa em se adequar ou seguir a multidão, mas da clareza interior. Há espontaneidade, simplicidade e leveza.

Decidir: cada decisão é própria, enraizada na atenção plena, sem depender de regras ou dogmas. Escolhas nascem do agora, livres do peso do passado e da ansiedade pelo futuro.


Relacionar-se: existe uma percepção clara de si e, com isso, uma visão real do outro. As relações deixam de ser jogos de controle e passam a ser encontros autênticos, guiados por compaixão e firmeza.


Essa é a verdadeira liberdade: não a de “fazer o que se quer”, mas a de não ser escravo do que não se escolheu.


O desafio de viver em meio a uma humanidade condicionada
Essa liberdade tem um preço. A sociedade, como organismo coletivo, sente-se ameaçada quando alguém rompe o ciclo das repetições. Quem vive em liberdade pode ser visto como estranho, rebelde ou até perigoso, pois sua vida prova que não é necessário seguir o roteiro herdado.

Os principais desafios são:
* Isolamento: muitos não entenderão sua escolha e se afastarão.


* Hostilidade: a liberdade do outro expõe a prisão alheia, gerando resistência e crítica.


* Solidão: haverá momentos de caminhar contra o fluxo, sentindo o peso da incompreensão.


* Atritos sociais: tradições e convenções cobrarão conformidade, exigindo firmeza para não voltar às correntes.


* Viver nesta liberdade é viver sem máscaras. É por isso que ela é chamada de verdadeira: porque não depende de governos, religiões ou filosofias, mas de uma independência radical psicológica.


Como manter a vida nessa liberdade?
Manter-se livre não exige esforço ou método, mas atenção genuína.


> Silêncio real: não como ausência de som, mas quietude interior, onde o pensamento não ocupa o centro.


> Atenção genuína: presença em cada gesto, sem se perder em distrações compulsivas.


> Meditação espontânea: não forçada, sem técnicas ou controles; o fluir natural de uma mente que observa sem se agarrar.


> Dedicação e envolvimento: entrega consciente a cada instante, seja ao lavar um prato ou tomar uma decisão.


> Relacionamento autêntico: ouvir o outro em profundidade — palavras, silêncios, gestos e emoções — sem se deixar manipular ou perder a autenticidade.
O livre participa da sociedade sem se confundir com seus condicionamentos. Ama sem se anular. Ouve sem se aprisionar. Caminha no mundo sem carregar correntes.



A relação com a humanidade diante dessa nova vida.
À medida que mais pessoas atravessam a porta do descondicionamento, algo começa a mudar no tecido humano. As relações deixam de ser de exploração e se tornam de encontro. A sociedade deixa de repetir tradições cegas e se abre a uma criatividade viva.
Não será um mundo sem conflitos, mas um mundo em que as decisões partem da clareza e não do automatismo. Tradições não serão seguidas por medo, mas escolhidas com consciência. O convívio nascerá do respeito às diferenças e não da submissão.
Até lá, cada ser humano livre será como um farol em meio à tempestade: visível, solitário, e ao mesmo tempo indispensável.



📌 Conclusão
Viver a liberdade do condicionamento é viver de forma integral — sem ilusões, sem máscaras e sem medo. É enfrentar perigos, incompreensões e isolamento, mas sentir o sabor incomparável de existir sem correntes. Essa vida não promete conforto, mas revela autenticidade.
Ser livre é caminhar em meio a um mundo condicionado sem se tornar refém dele; é escolher a clareza em vez da repetição, a autenticidade em vez da conveniência, a consciência em vez do hábito.
A verdadeira liberdade não é conquistar algo externo, mas dissolver as amarras internas que moldavam a existência. E quando isso acontece, o ser humano não apenas se liberta de si, mas abre uma nova possibilidade para a humanidade inteira.

4 months ago (edited) | [YT] | 0