Liberdade e democracia são pilares fundamentais para a construção de sociedades justas e igualitárias. A liberdade garante que cada indivíduo tenha o direito de pensar, expressar-se e viver de acordo com suas crenças, enquanto a democracia assegura que as decisões coletivas sejam tomadas de forma inclusiva e representativa. Juntas, elas promovem o respeito à diversidade, a proteção dos direitos humanos e a busca constante pela justiça social. Sem liberdade, a democracia se torna uma ilusão; sem democracia, a liberdade corre o risco de ser privilegio de poucos. Assim, ambas caminham lado a lado, sustentando o ideal de um mundo mais livre e participativo.
PORTUGAL DESPERTO
🔴 VATICANO e A. FAUCI : Arcebispo Carlo Maria Viganò (que expôs a falsa pandemia, a Nova Ordem Mundial e a Agenda 20/30) acusa, mais uma vez, o Vaticano de ser conivente com o crime de Anthony Fauci ↙️
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31.07.2026
"Em 6 de maio de 2021, enquanto o mundo inteiro ainda estava sob o jugo de uma ditadura sanitária, a Santa Sé sediou — sob os auspícios do Pontifício Conselho para a Cultura — uma conferência intitulada "Explorando a Mente, o Corpo e a Alma. Unidos para Prevenir e Unidos para Curar". O palestrante que abriu a conferência não era um teólogo, nem um pastor, nem um defensor da lei natural. Era Anthony Fauci. Ao seu lado estavam Deepak Chopra, Chelsea Clinton... e, na programação, os chefes da Pfizer e da Moderna. A mesma Santa Sé que deveria ter se levantado contra as mentiras, contra a experimentação em massa, contra a suspensão dos direitos fundamentais, colaborou ativamente com os arquitetos do que foi — e continua sendo — uma das maiores operações de controle social e fraude na saúde da história contemporânea: um verdadeiro crime contra a humanidade. Eles não podem dizer que não sabiam. Não podem dizer que não foram avisados. Eu mesmo denunciei a fraude da pandemia já em maio de 2020 e escrevi duas vezes à Congregação para a Doutrina da Fé, alertando contra a adesão acrítica a uma narrativa pseudocientífica que contradizia não só a prudência, mas também os princípios inegociáveis da moral católica. Fui ignorado e ostracizado. Assim como muitos outros. O evento de maio de 2021 não foi uma "simples conferência". Foi uma demonstração pública de cumplicidade. A Santa Sé não se limitou a permanecer em silêncio: ofereceu sua autoridade moral e sua imagem àqueles que, em nome da "saúde", impuseram limitações às liberdades fundamentais, discriminação, chantagem e, sobretudo, soros experimentais que causaram a morte de milhões de pessoas: um verdadeiro massacre ainda em curso devido aos danos causados por esses soros. Bergoglio — que entrará para a história como o responsável pelo extermínio planejado de milhões de pessoas — encontrou seu destino, mas muitos de seus colaboradores mais próximos permanecem em seus cargos. Prevost apoiou a narrativa farsesca da pandemia ao promover máscaras, distanciamento social e vacinação em massa. Se Leone continuasse a apoiar a narrativa dominante hoje, justamente quando a fraude no sistema de saúde foi oficialmente reconhecida, ele estaria apenas confirmando sua continuidade com Bergoglio nesse aspecto. Aqueles que permanecem em silêncio diante do crime, ou pior, o legitimam com seu próprio consentimento, são corresponsáveis por ele. Que isso não seja esquecido. Que fique registrado."
10:28 · 31 de jul. de 2026
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Ia-se à igreja e o padre insistia na vacinação e no uso de máscaras. Os bancos estavam divididos, não era possível sentar perto uns dos outros. Sem hinários, sem vinho, sem água benta e muito mais! Só havia medo na igreja do Senhor! Era distópico. Jamais esquecerei o que fizeram diante do nosso Senhor.
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carmelo_gia
@CarmeloGia98799
1º de agosto
Um esclarecimento sobre o PATO ARGENTINO: "A vacinação é um ato de amor." O pato argentino fez essa declaração após dois encontros com A. BOURLA, CEO da PFIZER.
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Sabrina F.
@itsmeback_
31 de julho
DEUS PUNIRÁ OS ASSASSINOS. Prof. Avv. Augusto Sinagra ( @SinagraAugusto ) Da Comissão Parlamentar da Covid, dos Tribunais de Justiça (lentamente), da conscientização pública, da imprensa independente e livre (pouco verdadeira) e agora do interrogatório disso Mostrar mais
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Olivier
@OlivierSolaro
31 de julho
AGORA, o povo NOVAX deve se unir por um propósito, sob um único cartel, e tentar criar uma massa crítica para destruir essa elite maligna e assassina. Estima-se que sejamos entre 9 e 15 milhões de pessoas... mesmo que apenas 20% seja suficiente, invadiremos o palácio.
Via : Guida Correia
4 hours ago | [YT] | 50
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PORTUGAL DESPERTO
Sabem porque eu sei [ entre outrém] que vamos ter eleições em 2027?
Porque já começaram as sondagens por "encomenda".
É a VIDA
Paulo Gonçalves
9 hours ago | [YT] | 248
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PORTUGAL DESPERTO
Isto não foi noutro país da #Europa. Foi em Portugal.
Segundo a acusação do Ministério Público, uma rede criminosa terá lucrado cerca de 35 milhões de euros ao facilitar a entrada e regularização de 48 mil migrantes, existindo 31 arguidos no processo.
Uma das células da organização, de acordo com a investigação, estaria localizada no Martim Moniz, em Lisboa.
Se estas acusações se confirmarem em tribunal, estamos perante um caso de enorme gravidade que exige uma resposta firme da #Justiça e das autoridades.
Até onde deixámos chegar esta realidade?
14 hours ago | [YT] | 327
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PORTUGAL DESPERTO
Exacto...
19 hours ago | [YT] | 1,184
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PORTUGAL DESPERTO
O exemplo vrm de cima....
1 day ago | [YT] | 298
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PORTUGAL DESPERTO
Para o "Público" o problema não é a entrada massiva de milhares de imigrantes ilegais.
O problema é quem ousa defender fronteiras.
Quando o jornalismo substitui os factos pela propaganda ideológica, deixa de fazer jornalismo e passa a fazer militância.
Fartinho deste “jornalismo” militante 😡
1 day ago | [YT] | 299
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PORTUGAL DESPERTO
Cara Catarina Furtado,
Li o teu texto. Li-o com atenção. Está bem escrito, é emotivo, cheio de referências à humanidade, à "lotaria das vidas", à coragem e à empatia. É o tipo de texto que recolhe milhares de gostos nas redes sociais porque faz toda a gente sentir-se moralmente confortável.
O problema é que a realidade raramente cabe num post de Instagram.
Escrevo-te porque há uma parte da história que ficou por contar. A parte menos fotogénica.
A parte que não gera aplausos.
A parte da conta.
Tu recebes um ordenado que ronda os vinte mil euros por mês na RTP, pago, direta ou indiretamente, pelos contribuintes portugueses.
Dinheiro de quem trabalha, de quem paga impostos, de quem aperta o cinto todos os meses e vê o custo de vida subir sem que o salário acompanhe.
E é precisamente com essa segurança financeira que sobes ao púlpito da moral para dizeres que "aqui não aceito ódio".
Mas discordar não é odiar.
Questionar políticas públicas não é desumanizar pessoas.
Perguntar quem suporta os custos da imigração em massa não é um crime moral; é uma obrigação cívica.
Confesso que me custa ouvir lições de solidariedade dadas por quem dificilmente sofrerá as consequências das políticas que defende.
É muito fácil emocionar-se com a dor das mães quando nunca se teme pela segurança dos próprios filhos.
É muito fácil falar de justiça redistributiva quando o estilo de vida permanece intocável.
É muito fácil elogiar a coragem de quem atravessa fronteiras quando nunca se terá de lidar diariamente com os impactos dessa decisão.
É muito bonito ser solidário e empático quando tudo é privado: condomínio, colégio, saúde, transporte, etc., e apenas se lida com os benefícios da imigração em massa (empregados domésticos mais baratos, Uber Eats com fartura), enquanto os outros pagam a fatura.
Talvez seja aqui que reside a maior ironia.
Quem mais proclama a abertura das fronteiras vive, quase sempre, rodeado de fronteiras invisíveis: bairros protegidos, escolas privadas, clínicas privadas, segurança privada, carros com motorista, redes de contactos privilegiadas.
Os problemas ficam para os outros.
Tu dizes que devemos acolher.
Muito bem.
Então começa por acolher.
Abre a porta da tua casa. Recebe famílias.
Partilha o teu espaço, o teu tempo e os teus recursos.
Assume pessoalmente aquilo que pedes ao resto da sociedade.
Porque pedir aos outros que suportem um custo que tu própria não assumes chama-se transferir responsabilidades, não solidariedade.
Há uma enorme diferença entre praticar a generosidade e defender que ela seja financiada pelos impostos dos outros.
A solidariedade que custa aos outros é sempre a forma mais barata de solidariedade.
E talvez por isso seja tão popular.
Os portugueses estão cansados deste moralismo de cima para baixo.
Já ouviram demasiadas vezes discursos inflamados sobre humanidade vindos de quem vive protegido das consequências práticas das políticas que promove.
Não és obrigada a pensar como eu.
Nem eu pretendo pensar como tu.
Mas também não aceito que qualquer discordância seja automaticamente catalogada como ódio, xenofobia ou falta de humanidade.
Esse truque retórico está gasto.
A democracia vive precisamente da possibilidade de discutir políticas sem que uma das partes reivindique o exclusivo da virtude.
A empatia não se mede pelos textos que publicamos.
Mede-se pela coerência entre aquilo que defendemos e aquilo que estamos dispostos a fazer na nossa própria vida.
Se acreditas verdadeiramente no que escreves, demonstra-o com ações.
Caso contrário, tudo isto corre o risco de não passar de um elegante exercício de virtude... financiado por quem nunca foi consultado.
E isso, Catarina, não me inspira humanidade.
Inspira-me, sobretudo, uma profunda sensação de hipocrisia.
1 day ago | [YT] | 1,209
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PORTUGAL DESPERTO
Foi divulgada uma carta conjunta liderada por Itália e Dinamarca, apelando ao reforço da proteção das fronteiras externas da UE e a medidas mais eficazes para acelerar os retornos/expulsões de migrantes em situação irregular.
1- A carta não se limita a pedir "reforçar as fronteiras e acelerar as expulsões". Também aborda:
maior cooperação com países terceiros;
combate às redes de tráfico de migrantes;
adaptação do enquadramento jurídico europeu às atuais pressões migratórias.
Nota : anda por aí uma imbecil teoria, que partiu de alguns idiotas úteis pró sistema corrupto em portugal, que alega que este não assinou por razão da entrada de emigrantes no mês de Agosto em Portugal e da nossa porta de entrada e saída terrestre de mercadorias se fazer por Espanha.
Não poderia haver maior cretinice nestas alegações.
O que foi assinado foi um maior controle, rigor e fiscalização no espaço Shcenguen a cidadãos a este não pertencentes.
Portugal não ratificou a carta.
Porquê?
Como sempre digo, povo fraco, governos medíocres.
Cada um tem o que merece.
*** Juridicamente o acordo de Schenguen [ Regulamento (UE) 2024/1717 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 13 de junho de 2024], não pode ser suspenso por nenhum dos países que o ratificaram a não ser em sede de tratado.
Os estados podem é unilateralmente reforçar e aumentar a vigilãncia e fiscalização das suas fronteiras sem ferir o acordo.
Por outras palavras, os estados membros tem zero autonomia na soberania do seu territorio no que aquele diploma diz respeito.
A assinatura desta "carta conjunta de intenções, embora com exequibilidade prática, é mais simbólica e como manifesto politico do que qualquer outra coisa.
Nem isso portugal assinou, com medo de desagrado à comissão europeia.
Paulo Gonçalves
2 days ago (edited) | [YT] | 333
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PORTUGAL DESPERTO
Há muito que larguei as religiões [ que respeito] por evolução espiritual.
Não significa que não me suporte e motive diariamente em grandes homens, dentro e fora daquelas.
Este texto que vos partilho, porque não sou egoísta e quero que o usufruam e se inspirem, pertence a um dos mais sublimes homens da história da igreja Papa João XXIII [ 1965- 1969], há muito anda numa folha dentro da minha carteira.
Amiúde o releio e nele me fortaleço.
Partilho-o convosco aqui no canal para quem como eu, se lhe o aproveite e lhe dê uso.
Bem hajam queridos amigos
Paulo Gonçalves
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Dez Mandamentos da Serenidade do Papa João XXIII:
1 – Só por hoje…
Tratarei de viver exclusivamente este meu dia, sem querer resolver todos os problemas da minha vida de uma só vez.
2 – Só por hoje…
Terei o máximo cuidado com o meu modo de tratar os outros: delicado nas minhas maneiras; não criticar ninguém;
não pretenderei melhorar ou disciplinar ninguém, senão a mim mesmo.
3 – Só por hoje…
Sentirei-me feliz com a certeza de ter sido criado para ser feliz, não só na visa eterna, mas também neste mundo.
4 – Só por hoje…
Adaptarei-me às circunstâncias, sem pretender que as circunstâncias se adaptem aos meus desejos.
5 – Só por hoje…
Dedicarei dez minutos do meu tempo a uma boa leitura, lembrando-me de que assim como é preciso comer para sustentar o meu corpo, a leitura também é necessária para alimentar a vida da minha alma.
6 – Só por hoje…
Praticarei uma boa ação sem contá-la a ninguém.
7 – Só por hoje…
Farei uma coisa que não gosto e, se for ofendido nos meus sentimentos, procurarei que ninguém o saiba.
8 – Só por hoje…
Farei um programa bem completo do meu dia. Talvez, não o execute perfeitamente, mas, em todo caso, vou fazê-lo.
Guardarei bem duas calamidades: a pressa e a indecisão.
9 – Só por hoje…
Ficarei bem firme na fé de que a Divina Providência se ocupa de mim, mesmo se existisse somente eu no mundo e ainda que as circunstâncias manifestem o contrário.
10 – Só por hoje…
Não terei medo de nada em particular; não terei medo de desfrutar do que é belo; e não terei medo de crer na bondade.
Só por hoje
2 days ago (edited) | [YT] | 210
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PORTUGAL DESPERTO
Uma cidadã portuguesa - pela foto de perfil devrá rondar a minha geração - veio em mensagem privada ( facebook ) indignar-se com este vosso servidor, pela minha constante critica e assíduo comentário político em análise do país e do mundo.
Disse claramente e apontou-me : falta de DIGNIDADE.
Respondo-lhe educadamente em público :
Prezada Senhora
A crítica é sinal de dignidade.
Quem não tem dignidade nenhuma cala-se e aceita tudo.
O facto de eu ou outro alguém questionar, apontar, corrigir a mentira ou estar incomodado, mais que incomodado, revoltado com aqueles que gozam com a "coreografia institucional"... isso é dignidade.
Talvez até mais do que isso, é honra, decência e respeitabilidade pátria por mim próprio e pelos meus semelhantes.
É não aceitar o mal em detrimento do justo.
Dignidade é o que fazemos no dia a dia no acometimento de silenciarmos ou nos incomodarmos.
Um País sem dignidade não tem gente que ajuda o vizinho, que paga impostos mesmo revoltado, que trata bem quem trabalha, que é solidário com o seu semelhante por honra a irmandade sanguínea, pátria e de bandeira comum.
A dignidade de Portugal não está na veneração ignota por políticos como os milhões que a senhora representa.
Dignidade está na empregada da limpezq que se levanta às 5h da madrugada, no enfermeiro que faz turnos duplos, no idoso que tem uma reforma de 400 € e que ainda vota com esperança.
Está na garganta que continua a gritar mesmo rouca.
Está nas mãos calejadas que constroem apesar dos que só destroem.
Está em não baixar a cabeça só porque quem está em cima já a vendeu.
Se a dignidade de um povo dependesse dos políticos, já tínhamos morrido há décadas.
Felizmente o país não se faz de promessas.
Faz-se de gente.
Gente que paga a factura, que tapa buracos, que cria filhos num sistema que só sabe pedir e os que nada produzem são os que mais recebem para estarem silenciados. Jornalistas, políticos, minorias, etc. etc.
Estas nossas gentes, este povo milenar e tão secularmente magoado, não tem de pedir dignidade emprestada a ninguém.
Tem é de cobrar a quem a roubou.
Governos são inquilinos.
O país é a casa, e a casa é de quem lá vive não a quem pagamos renda no sufoco exacerbado dos impostos que longe de nos fazerem viver, somente nos deixam existir.
E Portugal vive disso para que os portugueses não vivam.
Como conveniente entre quem " manda" e quem "obedece".
Trsitemente não apenas políticos, mas cidadãs como vossa excelência sancionam tudo isto. Os primeiros por interesse, os segundos por ingenuidade voluntária.
A dignidade prezada senhora, minha e felizmente a de muitos milhares de outros bravos portugueses/as está em continuarmos a exigir melhor mesmo estando cansados.
Tratar bem todos por igual, mesmo aqueles cujos conceitos e ideias nos prejudicam, e não desistir de DESPERTAR quem está ao nosso alcance, mesmo quando alguns perante o óbvio insistem em venerar a mentira e o ilusionismo de massas.
Isso é dignidade.
Não nos calarmos, mesmo perante a ironia e o desdém daqueles a quem os cargos e responsabilidades só aproveita aos seus próprios interesses.
E no final de cada dia, já exaustos ainda nos importarmos o suficiente para perguntar "é assim que queremos ver tratado o nosso país?"
E no dia seguinte, recomeçar de novo, vigilantes e com amor pátrio.
Isso é dignidade.
Os políticos passam como lixo na maré.
O país fica.
E nós também ficamos para varrer a porcaria que eles deixam.
Essa é a minha ( e de tantos outros ) missão a que senhora epíteta de falta de dignidade.
Dignidade não é uma menção de veneração aos cargos que a senhora tanto respeita.
Dignidade " Dignidade é o valor próprio de cada ser humano que exige respeito, decência e justiça" ( cit).
Os políticos passam.
Os governos passam.
O país fica.
E a dignidade fica nas pessoas que insistem em fazer melhor apesar de tudo, e essa ecoa para a vida mesmo depois de se esquecerem dos seus nomes.
Cuide-se e espero ter ajudado, não na sua evolução patriótica ou despertar do mundo, mas na sua acepção da validação do conceito de DIGNIDADE.
Se contribuir para ambos, mais feliz me aconchego.
Um excelente domingo.
Paulo Gonçalves
Azeitão, 2 de Agosto de 2026
youtube.com/@portugaldesperto
Azeitão, 2 de Agosto de 2026
2 days ago | [YT] | 435
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