Toda semana alguém me diz a mesma frase. “Eu não acredito que caí nisso.”
Vem sempre acompanhada de vergonha, como se o problema estivesse na pessoa e não em quem aplicou o golpe. Só que golpe bancário não é um teste de inteligência.
É uma operação montada por alguém que faz isso o dia inteiro, que estuda o roteiro, treina a abordagem, conhece o vocabulário do banco e sabe a hora certa de ligar.
Quando o telefone toca, tudo já foi desenhado para funcionar em quem está no meio do dia, distraído, cansado ou com pressa. Ou seja, qualquer um de nós.
E existe uma pergunta que quase ninguém faz. Se o banco tem sistema para identificar movimentação fora do padrão, por que a fraude passou?
A resposta depende da análise de cada caso, das provas, do que foi ou não comunicado, de como a instituição reagiu. Não existe regra automática para nenhum lado.
Mas antes de assumir que o prejuízo é seu, vale entender o que aconteceu.
Salva esse post e compartilha com quem precisa saber disso.
Meus dois mundos e dentro deles, tantas versões diferentes da mesma pessoa.
Sempre fui a Laura que vive na academia, compartilhando treino e alimentação. A Laura que está sempre envolvida com a causa animal. A Laura que tem vários sobrinhos e que ama muito essa versão!
E, aos poucos, fomos tendo uma outra versão, dando espaço para um novo mundo, a Laura advogada.
A Laura que compartilha a rotina como advogada, que traz informações sobre situações diversas, que compartilha casos, aprendizados, os bastidores da profissão e tudo que vem junto com essa escolha.
E eu amo muito todas essas versões.
Porque, no fim, são mundos diferentes, versões diferentes, mas continuam sendo partes da mesma Laura 🤍
A 12ª Vara Cível de São Paulo condenou um banco após entender que a instituição não dispunha de mecanismos de segurança eficazes para impedir operações fraudulentas na conta do cliente.
A decisão reconheceu que a falha no sistema de segurança configura fortuito interno, um risco da própria atividade bancária, e determinou a restituição dos valores e o pagamento de indenização por danos morais.
O Código de Defesa do Consumidor prevê responsabilidade objetiva das instituições financeiras justamente para casos assim, o banco responde pela falha, independentemente de culpa direta do cliente.
Cada processo tem suas particularidades, provas, valores, comportamento das partes, e o resultado depende da análise do caso concreto. Mas decisões como essa mostram que o consumidor não fica desamparado quando o banco falha em proteger sua conta.
Já salva esse post e compartilha com alguém que precisa saber disso.
Golpes bancários estão entre as demandas que mais crescem em direito bancário hoje — a cada semana aparecem versões novas, mais elaboradas e mais difíceis de identificar.
Separei 4 golpes que atendemos só na última semana:
Falso gerente Liga dizendo ser do banco, alega fraude na conta e induz você a passar senha ou chave de acesso “por segurança”.
Falsa central antifraude Liga logo depois que você contrata um empréstimo, dizendo ser da central antifraude, e pede transferência pra uma “conta segura” — que não existe.
Falsa portabilidade Oferece trocar seu empréstimo por um com juros menores e “troco” na volta. Você assina sem perceber que é um empréstimo novo, não portabilidade — e o boleto de “quitação” é falso.
Clonagem de cartão Seus dados são copiados e usados em compras que você não fez, sem o cartão sair da sua mão.
O que todos têm em comum? Acesso a informações pessoais. Foi isso que fez cada um parecer real.
Desconfie de quem tem pressa.
Desligue e ligue direto pro número oficial do banco — nunca pro número que te passaram. Ou vá direto na agência.
Salva esse post e manda pra alguém que precisa saber disso 🤍
Laura Silva | Advogada
Toda semana alguém me diz a mesma frase. “Eu não acredito que caí nisso.”
Vem sempre acompanhada de vergonha, como se o problema estivesse na pessoa e não em quem aplicou o golpe. Só que golpe bancário não é um teste de inteligência.
É uma operação montada por alguém que faz isso o dia inteiro, que estuda o roteiro, treina a abordagem, conhece o vocabulário do banco e sabe a hora certa de ligar.
Quando o telefone toca, tudo já foi desenhado para funcionar em quem está no meio do dia, distraído, cansado ou com pressa. Ou seja, qualquer um de nós.
E existe uma pergunta que quase ninguém faz. Se o banco tem sistema para identificar movimentação fora do padrão, por que a fraude passou?
A resposta depende da análise de cada caso, das provas, do que foi ou não comunicado, de como a instituição reagiu. Não existe regra automática para nenhum lado.
Mas antes de assumir que o prejuízo é seu, vale entender o que aconteceu.
Salva esse post e compartilha com quem precisa saber disso.
#fraudebancária #seusdireitos #direitoconsumidor #advogada
1 week ago | [YT] | 0
View 0 replies
Laura Silva | Advogada
Meus dois mundos e dentro deles, tantas versões diferentes da mesma pessoa.
Sempre fui a Laura que vive na academia, compartilhando treino e alimentação. A Laura que está sempre envolvida com a causa animal. A Laura que tem vários sobrinhos e que ama muito essa versão!
E, aos poucos, fomos tendo uma outra versão, dando espaço para um novo mundo, a Laura advogada.
A Laura que compartilha a rotina como advogada, que traz informações sobre situações diversas, que compartilha casos, aprendizados, os bastidores da profissão e tudo que vem junto com essa escolha.
E eu amo muito todas essas versões.
Porque, no fim, são mundos diferentes, versões diferentes, mas continuam sendo partes da mesma Laura 🤍
#advogada #marketingjuridico #advocacia
3 weeks ago | [YT] | 2
View 0 replies
Laura Silva | Advogada
A 12ª Vara Cível de São Paulo condenou um banco após entender que a instituição não dispunha de mecanismos de segurança eficazes para impedir operações fraudulentas na conta do cliente.
A decisão reconheceu que a falha no sistema de segurança configura fortuito interno, um risco da própria atividade bancária, e determinou a restituição dos valores e o pagamento de indenização por danos morais.
O Código de Defesa do Consumidor prevê responsabilidade objetiva das instituições financeiras justamente para casos assim, o banco responde pela falha, independentemente de culpa direta do cliente.
Cada processo tem suas particularidades, provas, valores, comportamento das partes, e o resultado depende da análise do caso concreto. Mas decisões como essa mostram que o consumidor não fica desamparado quando o banco falha em proteger sua conta.
Já salva esse post e compartilha com alguém que precisa saber disso.
#fraudebancária #seusdireitos #direitodoconsumidor #marketingjuridico
3 weeks ago | [YT] | 1
View 0 replies
Laura Silva | Advogada
Golpes bancários estão entre as demandas que mais crescem em direito bancário hoje — a cada semana aparecem versões novas, mais elaboradas e mais difíceis de identificar.
Separei 4 golpes que atendemos só na última semana:
Falso gerente
Liga dizendo ser do banco, alega fraude na conta e induz você a passar senha ou chave de acesso “por segurança”.
Falsa central antifraude
Liga logo depois que você contrata um empréstimo, dizendo ser da central antifraude, e pede transferência pra uma “conta segura” — que não existe.
Falsa portabilidade
Oferece trocar seu empréstimo por um com juros menores e “troco” na volta. Você assina sem perceber que é um empréstimo novo, não portabilidade — e o boleto de “quitação” é falso.
Clonagem de cartão
Seus dados são copiados e usados em compras que você não fez, sem o cartão sair da sua mão.
O que todos têm em comum? Acesso a informações pessoais. Foi isso que fez cada um parecer real.
Desconfie de quem tem pressa.
Desligue e ligue direto pro número oficial do banco — nunca pro número que te passaram. Ou vá direto na agência.
Salva esse post e manda pra alguém que precisa saber disso 🤍
#fraudebancária #direitodoconsumidornaprática #advogada #advocacia
1 month ago | [YT] | 2
View 0 replies