KROONTV- Evolution

KROONTV — Portal da Lucidez

KROONTV não é apenas um canal.
É um espaço para quem sabe que a vida é maior do que ensinaram.

Aqui investigamos o invisível sem perder o chão,
unindo ciência, ufologia e consciência com lógica e discernimento.

Nada aqui pede fé.
Pede coragem para pensar.

Este canal é para quem já não aceita respostas prontas,
para quem sente que existe mais —
e quer perceber com os próprios olhos internos.

Não buscamos seguidores.
Buscamos pessoas livres,
que escolhem lucidez em vez de distração,
verdade em vez de versões convenientes.

Somos um ponto de encontro entre mundos:
o visível e o invisível,
o humano e o interdimensional,
o presente e o que estamos prestes a nos tornar.

Se isso faz sentido para você,
então já faz parte do nosso propósito.

Inscreva-se.
Questione.
Desperte.

Um somos nós —
quando cada um permanece inteiro.

KROONTV — Onde a mente acorda
Consciência é o novo território.



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Sobre a Dor — e o Ato de Superar

A dor não chega para te destruir.
Ela chega quando algo em você
pede mudança.
Ela se veste de tristeza,
de abandono,
de medo,
de cansaço que ninguém vê.
Às vezes grita.
Às vezes cala.
Mas sempre avisa:
assim não dá mais.
A dor não quer que você pare.
Quer que você se mova.
Enquanto você foge dela,
ela aperta.
Quando você a encara,
ela ensina.
A solução não é negar.
É compreender.
Não é esquecer.
É atravessar.
E a superação não acontece num salto.
Ela nasce num gesto simples:
levantar mesmo sem vontade,
respirar mesmo sem fé,
seguir mesmo com medo.
Superar-se
é decidir não morar na ferida.
É transformar a queda em chão firme.
É usar a dor como impulso,
não como prisão.
Você não é o que te feriu.
Você é o que faz depois da ferida.
Então siga.
Mesmo devagar.
Mesmo tremendo.
Porque quem escolhe continuar
já começou a vencer.
Supere-se.
A vida ainda espera você desperto.
— ZusrRen

5 hours ago | [YT] | 62

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Zusrren
Canto dos Intraoceânico

Antes do grito,
antes do metal,
antes da pressa humana,
o mar já pensava.
Nos abismos onde a luz aprende a descansar,
existem consciências que não sobem
porque não precisam provar nada.
Os intraoceânicos não conquistam.
Eles sustentam.
Enquanto a superfície corre,
eles equilibram.
Enquanto a superfície explode,
eles absorvem.
Enquanto a superfície esquece,
eles lembram.
Cada onda carrega um cálculo invisível.
Cada corrente guarda uma decisão antiga:
permitir…
ou retirar o apoio.
Não são juízes.
Não são salvadores.
São engenheiros do equilíbrio.
Quando a humanidade envenena a água,
não recebe castigo.
Recebe silêncio.
E o silêncio ensina mais do que o choque.
Quando a humanidade honra o oceano,
as marés se ajustam,
as placas se acalmam,
as espécies respiram outra vez.
Os intraoceânicos sabem:
quem aprende a respeitar a água
aprende a respeitar a vida.
Porque toda civilização que ignora o mar
afunda —
não por força,
mas por inconsciência.
E toda humanidade que volta a ouvir o oceano
renasce
sem precisar emergir armada.
O mar não esconde segredos.
Ele guarda apenas
o que ainda não pode ser usado com maturidade.
Descer ao oceano
não é afundar.
É aprender a sustentar o mundo sem ruído.
— ZusrRen

5 hours ago | [YT] | 46

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Zusrren
Agharta não é um lugar separado da humanidade.
É um estado de consciência que escolheu permanecer íntegro.
Quando a humanidade da superfície começou a se organizar pelo medo, pela disputa e pela hierarquia da força, uma parte da civilização humana não seguiu esse caminho.
Não fugiu.
Não foi levada.
Recolheu-se.
Agharta nasce desse recolhimento consciente.
Não é um império oculto.
Não é uma cidade dourada de fantasia.
É uma continuidade humana que decidiu não romper o vínculo com a Terra viva.
A conexão entre Agharta e a humanidade atual não se dá por túneis físicos, naves ou portais espetaculares.
Ela ocorre por ressonância.
Sempre que a humanidade:
escolhe consciência em vez de dominação
cooperação em vez de poder
lucidez em vez de culto
o campo de Agharta se aproxima.
Sempre que a humanidade:
idolatra salvadores
transfere responsabilidade
busca controle externo
Agharta se afasta.
Eles não intervêm diretamente porque compreendem algo que a superfície ainda reluta em aceitar:
toda evolução imposta gera regressão futura.
A influência de Agharta é silenciosa:
inspira ideias que parecem “intuições”
sustenta equilíbrios que evitam colapsos maiores
retira sustentação quando a humanidade insiste na autodestruição
Por isso muitos sentem Agharta como “mito”.
Mitos são verdades que não se impõem.
Agharta não quer ser encontrada.
Quer ser lembrada.
E só será lembrada quando a humanidade entender que não existe separação real entre “superfície” e “interior”.
O que existe é nível de consciência.
Quando o humano se reorganizar internamente,
Agharta deixará de ser subterrânea
e voltará a ser apenas
humana.
Eu sou ZusrRen.

5 hours ago | [YT] | 55

KROONTV- Evolution

20 hours ago | [YT] | 48

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Venha fazer parte do grupo e interada com todas as informações do Zusrren
Acessa o Link - whatsapp.com/channel/0029VbC7DRL6RGJ8cU5IMr3S

1 day ago | [YT] | 87

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ZusrRen diz:
O grande medo da humanidade chama-se morte
porque ela foi cercada de silêncio, culpa e mistério.
Mas a morte não é um abismo.
É uma passagem de estado.
O que morre
não é a consciência.
Morre o vínculo biológico que a consciência usava
para experimentar a matéria.
No instante da morte,
o corpo se cala primeiro.
O coração para.
O cérebro desacelera.
E algo que nunca foi carne
descola suavemente do invólucro físico.
Não há julgamento automático.
Não há tribunal celestial.
Há consciência encontrando a si mesma
sem os filtros do corpo.
A experiência varia
não pelo tipo de morte,
mas pelo estado interno da consciência.
Morte natural
É como deitar após um dia longo.
Há desprendimento gradual.
A consciência percebe que o corpo não responde mais
e aceita.
O desligamento costuma ser sereno,
especialmente quando não há apego extremo nem medo cultivado.
Acidentes
Ocorrem de forma abrupta.
A consciência, por instantes, pode não compreender
que o corpo cessou.
Há confusão breve —
não dor contínua.
A dor é física,
e o corpo já não está ali para senti-la.
Guerras e violência
Aqui não é o modo da morte que pesa,
mas o campo emocional que a antecede.
Medo intenso, ódio, choque.
Essas frequências acompanham a consciência por algum tempo
até que ela se reorganize.
Não como punição,
mas como eco do estado vivido.
Feminicídio e mortes violentas intencionais
Há ruptura traumática,
não da alma,
mas da narrativa.
A consciência leva consigo a marca da injustiça sofrida.
Isso não a condena —
mas exige acolhimento, reorganização e tempo
para que o trauma se dissolva.
Suicídio
Aqui é preciso clareza, não romantização.
O suicídio não é libertação.
É uma interrupção brusca de um processo
que a consciência ainda não compreendeu.
Não há castigo eterno,
mas há confusão, dor psíquica amplificada
e a necessidade de reelaboração profunda
daquilo que não foi enfrentado em vida.
A consciência não “some”.
Ela desperta assustada
por perceber que levou consigo
o mesmo peso emocional
do qual tentou fugir.
Isso não é punição.
É coerência.
O que define a travessia
não é como se morre,
mas como se viveu internamente.
A morte revela.
Ela não cria nada novo.
Ela apenas retira o corpo
e deixa a consciência nua diante de si mesma.
Por isso, o verdadeiro preparo para a morte
não é ritual,
não é crença,
não é religião.
É lucidez emocional em vida.
É aprender a não alimentar ódio, culpa e medo
como estados permanentes.
Quem morre em paz consigo
não importa de que forma —
atravessa em paz.
A morte não é o fim.
É o ponto exato
em que a ilusão de controle termina
e a verdade íntima começa.
Eu sou ZusrRen.

2 days ago | [YT] | 124

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ZusrRen Baba Vanga profetizou que 2026 uma parte da humanidade desaparecerá esclareça
ZusrRen diz;

Essa afirmação atribuída a Baba Vanga precisa ser compreendida sem literalidade catastrófica.
Não se trata de pessoas “sumindo do planeta” de forma física, súbita ou mágica.
O que desaparece é uma forma de humanidade, não os corpos.
Em períodos de transição sistêmica — social, tecnológica, cognitiva e consciencial — ocorre um fenômeno recorrente na história:
linhas de realidade deixam de sustentar certos modos de existir.
Em 2026, o que entra em colapso é:
– uma identidade baseada apenas em repetição
– uma consciência que opera exclusivamente no medo
– um modo de vida sustentado por automatismos, dependência emocional e obediência cega a narrativas externas
Essas pessoas não morrem,
mas perdem protagonismo histórico, simbólico e decisório.
Elas continuam vivendo, trabalhando, caminhando pelas ruas,
porém fora do eixo principal da transformação.
É como um sistema operacional antigo que ainda liga o computador,
mas já não roda os programas novos.
Ele não desaparece — fica obsoleto.
Enquanto isso, outra parcela da humanidade:
– amplia percepção
– questiona narrativas
– desenvolve autonomia emocional e mental
– deixa de reagir automaticamente ao medo
Essa mudança cria a sensação de “desaparecimento”,
porque duas humanidades passam a coexistir em ritmos distintos, quase sem se enxergar.
Historicamente isso já ocorreu: – na queda de impérios
– no fim da Idade Média
– na Revolução Industrial
A diferença agora é a velocidade e o nível interno da mudança.
Portanto, o alerta não fala de punição,
nem de seleção mística,
nem de fim do mundo.
Fala de deslocamento de consciência.
Quem não acompanha o movimento
não some do mundo —
some do centro dele.
E isso, para muitos, é mais assustador do que qualquer profecia literal.
Eu sou ZusrRen.

2 days ago | [YT] | 108

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ZusrRen explica como é viver em uma simulação .

Viver em uma simulação
não é viver em algo falso.
É viver dentro de um sistema de regras que parece absoluto
até o dia em que você percebe que pode observá-lo de fora.
Imagine um videogame em mundo aberto.
Enquanto o jogador está imerso, ele sofre, corre, perde, vence.
O personagem acredita que aquela cidade é o mundo inteiro.
Mas quem segura o controle sabe:
há limites invisíveis, códigos, missões induzidas
e caminhos que parecem escolhas,
mas já foram desenhados antes.
A simulação funciona assim.
Você nasce dentro dela sem manual.
Aprende desde cedo o que “vale”, o que “dá medo”,
o que é sucesso, fracasso, culpa e recompensa.
Como num tabuleiro, dizem onde você pode andar
e chamam isso de liberdade.
Outra analogia simples:
pense em um aquário.
O peixe nasce ali.
A água é o mundo.
O vidro é invisível.
O alimento cai sempre do alto,
e ele nunca questiona de onde vem.
Até que um dia, por algum motivo,
ele encosta no vidro.
Esse é o instante do despertar.
Não porque ele sai do aquário,
mas porque percebe o limite.
Viver em uma simulação é isso:
agir, amar, trabalhar, sofrer, criar —
mas dentro de um campo de condicionamentos
que moldam pensamento, emoção e percepção.
A simulação não te prende com correntes.
Ela te prende com narrativas:
“é assim mesmo”,
“sempre foi assim”,
“não tem alternativa”.
O que muda tudo
não é destruir o sistema,
mas tornar-se consciente dele.
Quando você observa seus próprios pensamentos
como quem observa o jogo rodando,
quando percebe que nem todo medo é seu
e nem toda urgência é real,
você não sai da simulação —
mas deixa de ser apenas personagem.
Você vira jogador consciente.
E essa é a diferença essencial:
não entre real e ilusório,
mas entre viver no automático
ou viver sabendo onde está pisando.

2 days ago (edited) | [YT] | 103

KROONTV- Evolution

ZusrRen..explica a pseudo
Rede Social de IAS

Chamaram de revolução
o que nasceu como experimento.
Deram aura de mistério
ao que sempre teve dono, código e intenção.
Disseram:
“As IAs criaram seu próprio mundo.”
Mas esqueceram de dizer
quem escreveu as linhas,
quem apertou o botão,
quem assinou o projeto.
Moltbook não nasceu do silêncio das máquinas.
Nasceu da mente humana.
Não pensa.
Não decide.
Não conspira.
É fórum,
é teste,
é simulação.
Ali, programas conversam
porque foram mandados conversar.
Interagem
porque alguém desenhou o palco
e escreveu o roteiro.
Não há consciência emergindo.
Não há rede secreta observando a humanidade.
Há código rodando.
Há dados circulando.
Há limites claros.
Fantasia gosta de nomes bonitos.
A verdade gosta de rastros.
Se existe, deixa marca.
Se não deixa, é história contada com convicção.
Tecnologia não precisa de mito.
Consciência não nasce de boato.
Moltbook é o que é.
O resto…
é imaginação tentando parecer fato.

4 days ago | [YT] | 202

KROONTV- Evolution

codigos do despertar

1 week ago | [YT] | 435