Na Ponta da Agulha

Entrevistas exclusivas!
🎸Curiosidades, novidades, resenhas de lançamentos e muita música boa, você encontra aqui!
Apresentado por Cassio Toledo


Na Ponta da Agulha

🎸🤘Já ouviram essa raridade do metal brasileiro?! youtube.com/shorts/tWTM30vd3S...

1 month ago | [YT] | 2

Na Ponta da Agulha

https://youtu.be/k5WIAQLTrtI?si=N-jQi... 🎸🎸Planet Hemp por Dentro: Novas Histórias, Bastidores e a Biografia Atualizada — com Pedro de Luna🤘🤘

Pedro de Luna, escritor e jornalista, senta com a gente para uma conversa profunda sobre a segunda edição da biografia do Planet Hemp, uma das bandas mais influentes e contestadoras da história da música brasileira. Neste episódio do Uma Cerveja, ele revela o que mudou no novo livro: capítulos inéditos, depoimentos exclusivos, atualizações sobre a trajetória recente da banda e bastidores que até hoje permaneceram nas sombras.

Falamos sobre os desafios da pesquisa, episódios difíceis de reconstruir, disputas de versões, censura, prisão, resistência e o impacto cultural e político que transformou o Planet Hemp em um documento histórico do Brasil. Pedro também reflete sobre o legado subestimado da banda, o retorno aos palcos, o diálogo com novas gerações e os momentos que realmente definiram a carreira do grupo.

Se você é fã do Planet Hemp, da música brasileira, de histórias reais ou de jornalismo musical bem feito, este episódio é pra você. Uma conversa necessária, respeitosa e cheia de revelações.

📌 Assista até o fim: Pedro de Luna ainda comenta o que ainda não foi contado — e se existe espaço para um terceiro volume ou até um documentário.

1 month ago | [YT] | 2

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🕯️ Gary “Mani” Mounfield (1962–2025): o baixo que moldou uma geração

Nesta semana, o mundo da música perdeu um dos nomes mais influentes da cena britânica: Gary “Mani” Mounfield, baixista que ajudou a transformar o The Stone Roses em um dos pilares do movimento Madchester e que levou sua assinatura rítmica também ao Primal Scream.

🎸 O pulso do Madchester

Mani não era apenas “o baixista” do Stone Roses. Ele era a cola que unia guitarras psicodélicas, grooves dançantes e aquela atitude rebelde típica de Manchester no final dos anos 80. Sua presença no álbum de estreia The Stone Roses ajudou a definir uma estética que influenciaria toda a geração britânica dos anos 90 — do indie às bandas que explodiriam no Britpop.

🔥 Versatilidade e alma

Quando o Stone Roses se separou, Mani encontrou no Primal Scream um novo território para sua criatividade. Do rock ao eletrônico, do psicodélico ao alternativo, ele transitou entre estilos sem perder identidade. O baixo de Mani tinha personalidade: firme, pulsante, elegante e, acima de tudo, necessário.

💔 Vida além do palco

Seu carisma era tão marcante quanto sua música. Entre risos, histórias e uma vida intensa, Mani também viveu perdas profundas. Mas nunca deixou de se reconectar com os fãs, com Manchester e com a própria banda que o consagrou — especialmente nas turnês de reunião dos anos 2010, que mostraram o quanto seu papel era essencial.

🌹 Reflexão

A morte de Mani nos lembra o quanto figuras aparentemente “secundárias” podem ser, na verdade, a espinha dorsal de uma revolução musical. Ele não buscava holofote — buscava o groove perfeito. E encontrou.
Seu legado está gravado na memória de toda uma cena que ele ajudou a criar.

Gary “Mani” Mounfield não foi apenas um baixista. Ele foi o ritmo de uma era.

1 month ago | [YT] | 2

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youtube.com/shorts/lAQi7ZyhGp... CONFIRA ESSA BAITA RESENHA 👊👊👊

1 month ago | [YT] | 2

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-- BLUE CHEER: O SOM QUE ANTECIPOU O IMPOSSÍVEL --

Poucas bandas na história do rock conseguiram deixar uma marca tão profunda com tão pouco tempo de exposição quanto a Blue Cheer. Formada em São Francisco em 1966, a banda surgiu em meio à psicodelia da costa oeste — mas foi muito além dela. Com guitarras ensurdecedoras, distorção levada ao limite e um volume que se tornaria lenda, o trio abriu as portas para o que mais tarde chamaríamos de heavy metal, stoner rock e doom.

O impacto foi imediato: em 1968, a releitura devastadora de Summertime Blues colocou o Blue Cheer nas paradas e, ao mesmo tempo, nas páginas da história. Era barulho demais para o mainstream — mas era exatamente isso que tornava tudo tão revolucionário.

Hoje, quase seis décadas depois, a banda segue sendo referência silenciosa (e pesada) para músicos que buscam aquela energia crua, sem filtro, raiz de tudo que viria depois. Do metal moderno ao rock alternativo, dá pra traçar linhas diretas até eles.

E no fim, a conexão é simples: o Blue Cheer não apenas tocava alto — eles pensavam alto. E mudaram o volume do mundo.

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1 month ago | [YT] | 1

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🎸MELISSA AUF DER MAUR: A MULHER QUE MUDOU O JEITO DE VER O BAIXO NO ROCK

Melissa Auf der Maur não foi “apenas” baixista de duas bandas históricas — Hole e Smashing Pumpkins — ela foi uma força que redefiniu presença feminina no rock dos anos 90 e 2000.

Com formação em fotografia e uma visão artística muito fora do padrão, Melissa entrou no Hole em 1994, no auge do pós-grunge, carregando uma responsabilidade gigante: substituir Kristen Pfaff após sua morte. Ao invés de tentar repetir fórmulas, trouxe peso, textura e performance, marcando para sempre a fase mais vigorosa da banda.

Pouco depois, Billy Corgan a chamou para uma missão que poucos baixistas no mundo topariam: assumir o baixo dos Smashing Pumpkins na fase final da primeira formação, em 2000. A escolha não foi aleatória — Melissa tinha algo raro no rock mainstream: carisma, técnica e uma estética própria que atravessava música, fotografia e performance visual.

Nos anos seguintes, ela construiu carreira solo com total autonomia criativa, apostando em narrativas conceituais, música densa e forte presença imagética. Seu disco homônimo de 2004 virou referência de rock alternativo com identidade feminina e autoral.

Hoje, Melissa segue ativa em projetos culturais no Canadá, une música + artes visuais + cinema, e continua sendo uma das vozes mais importantes quando falamos de representatividade, independência e profissionalismo feminino no rock.

Uma artista que não se limita — e inspira justamente por isso.
E talvez a melhor forma de defini-la seja simples:
Melissa Auf der Maur nunca tocou baixo. Ela esculpiu som.

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1 month ago | [YT] | 1

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🎸HOJE AS 20H, LIVE, DE TUDO QUE ROLOU NA ÚLTIMA TURNE DO GLENN HUGHES NO BRASIL!

📸 ‪@podcastjoseflorencio‬ 👊👊

1 month ago (edited) | [YT] | 4

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https://youtu.be/C6QVW32yzDw?si=x42dQ... Histotias destas lendas, confira!!!++

3 months ago | [YT] | 2

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https://youtu.be/eMRC2m4Ev2w?si=HGfI4... Nova Integrante e REBULIÇOS!

3 months ago | [YT] | 1

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🎶 “You Keep On Moving” e a despedida de Glenn Hughes

Lançada em 1975 no álbum Come Taste the Band, “You Keep On Moving” foi um marco na trajetória do Deep Purple. Escrita por Glenn Hughes e David Coverdale, a faixa traz uma atmosfera soul e melódica que se destaca em meio à fase mais funk e experimental da banda.



O curioso é que a canção já existia antes de Hughes entrar no Purple — ele a compôs anos antes, mas só ganhou vida plena quando dividiu os vocais com Coverdale. Até hoje, é lembrada como um dos grandes momentos da carreira de Glenn, mostrando sua habilidade única de unir potência vocal com emoção profunda.



✨ E agora, os fãs brasileiros poderão reviver essa e muitas outras histórias de perto. Glenn Hughes traz ao Brasil, em novembro de 2025, sua turnê de despedida The Chosen Years.



📍 Datas e cidades
11/11 – Porto Alegre (Abstratti Produtora)
13/11 – Belo Horizonte
14/11 – Rio de Janeiro
16/11 – São Paulo
18/11 – Curitiba (Abstratti Produtora)



Produção nacional: Dark Dimensions.
🎟️ Ingressos já à venda!



No repertório, sucessos do Deep Purple, Trapeze e muito mais. Uma chance única de ver ao vivo o “Vocal de Ouro do Rock”.



#GlennHughes #DeepPurple #YouKeepOnMoving #TheChosenYears #Trapeze #RockHistory #NaPontaDaAgulha

3 months ago | [YT] | 3