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Observem quem saiu em defesa da da "soberania Venezuelana". Isso fala muito sobre o Brasil. Por trás de cada esquerdista prestando solidariedade, há um Ditador Comunista disfarçado.

1 month ago | [YT] | 72

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A LIÇÃO DA VENEZUELA PRO BRASIL

Não há mal que dure pra sempre. Não desista de lutar pelo seu país. Não parar. Não precipitar. Não retroceder. Quem aguentar mais vence.

1 month ago | [YT] | 281

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O "Tiro da Esquerda" saiu pela culatra.

Esse é Trump velório de Charlie Kirk.

No que será que ele estava pensando nesse momento?

4 months ago | [YT] | 922

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Esqueça...

4 months ago | [YT] | 1,700

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5 months ago | [YT] | 169

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Quem é esse lutando pela anistia?

5 months ago | [YT] | 205

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi atingido neste sábado (30) por um dos maiores abalos de seu mandato. A mais recente pesquisa da Gerp, revelada com exclusividade pela revista Exame, trouxe um golpe devastador: em praticamente todos os cenários testados para a eleição de 2026, o petista aparece derrotado. Um resultado que caiu como uma bomba no coração do governo, soando como um alerta brutal e um possível divisor de águas no já combalido projeto de reeleição.

Esse baque ocorre em meio a um cenário de turbulência crescente. O Planalto, cada vez mais sitiado, enfrenta uma guerra comercial com os Estados Unidos, onde o presidente Donald Trump impôs um tarifaço de 50% contra o Brasil. Como se não bastasse, ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) se tornaram alvo de sanções internacionais, incluindo a aplicação da Lei Magnitsky a Alexandre de Moraes. No campo interno, a crise ganha contornos ainda mais explosivos: um escândalo bilionário envolvendo a Previdência, perda acelerada de apoio no Congresso, debandada de figuras-chave do Centrão e as implacáveis pressões da CPMI do INSS.

Para agravar o quadro, a imagem de Lula no exterior sofre um desgaste humilhante. A imprensa internacional passou a retratá-lo como um líder acuado, refém do Judiciário e incapaz de governar com autonomia. Jornais e revistas em diferentes países já falam em um “regime de exceção” no Brasil, marcado pela chamada “ditadura do STF”. A cada nova publicação, o presidente é pintado como autoritário, envelhecido e isolado, sem o respaldo popular que outrora o sustentava.

5 months ago | [YT] | 791

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William Bonner, a voz que por quase três décadas deu o tom do Jornal Nacional, anunciou nesta segunda-feira (1º) a sua saída da bancada mais simbólica da televisão brasileira. A despedida acontecerá em 3 de novembro, data em que entregará o posto a César Tralli, que dividirá a responsabilidade com Renata Vasconcellos.

Mas por trás do discurso sereno e “planejado” — iniciado há cinco anos em conjunto com a Globo —, fica impossível não notar o peso desse anúncio. Bonner, que dedicou 29 anos de sua vida ao JN, sendo 26 deles como editor-chefe, não apenas apresentou notícias: ele moldou a forma como o país enxergava o próprio cotidiano. Esteve à frente de reuniões, analisou pautas, filtrou o que seria visto e, dia após dia, deu o tom da narrativa nacional.

Agora, em um gesto que soa mais como um alívio forçado do que uma escolha plena, ele será deslocado para o Globo Repórter. Um programa respeitado, sim, mas que carrega bem menos da pressão e do poder editorial do JN. Fica o discurso oficial de “honra” pela nova fase, mas a verdade é que estamos diante do fim de uma era e do início de um futuro incerto — tanto para Bonner quanto para a credibilidade do telejornal que se acostumou a ter nele seu pilar.

A transição será entregue a Tralli, que chegará embalado por promessas de apoio da redação. Mas o que está em jogo é maior do que nomes: é a própria identidade do Jornal Nacional, que perde aquele que, goste-se ou não, se tornou um símbolo incontornável da informação televisiva no Brasil.

5 months ago | [YT] | 55

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, protagonizou mais um episódio inquietante para a democracia brasileira. Durante um voo de São Luís para Brasília, na tarde de segunda-feira (1º), uma passageira ousou questionar o ministro. O resultado? Foi abordada por um policial dentro da própria aeronave, como se tivesse cometido um crime.

Segundo relato, o policial manteve uma conversa reservada com Dino e, logo em seguida, dirigiu-se à mulher para exigir seus dados. A justificativa foi, no mínimo, alarmante: “Vivemos num país democrático, mas certos comentários devem ser evitados para que os ânimos não fiquem inflamados”.

Que democracia é essa em que uma simples manifestação verbal é tratada como ameaça? Onde uma crítica feita em espaço público — um voo comercial — resulta em registro policial e coleta de informações pessoais?

O agente ainda invocou normas de direito internacional, lembrando que qualquer manifestação ocorrida durante o voo seria relatada às autoridades policiais em Brasília, destino da viagem. Ou seja, uma frase pode se transformar em prontuário.

E tudo isso aconteceu na véspera do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e seus aliados no STF. Coincidência? Ou mais um sintoma do clima sufocante em que críticas aos ministros deixam de ser parte do debate democrático e passam a ser tratadas como ofensas a serem silenciadas?

O episódio escancara o paradoxo: fala-se em democracia, mas se age como em regimes onde o cidadão deve medir cada palavra diante de figuras do poder. O gesto, ainda que pequeno, deixa uma mensagem sombria — há temas e pessoas diante das quais o silêncio parece ser a única forma “segura” de convivência social.

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5 months ago | [YT] | 943

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Na véspera do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no STF, o ministro Luís Roberto Barroso resolveu vestir-se de profeta político e antecipar aquilo que, em tese, deveria ser decidido apenas nos autos: “Empurraremos o extremismo para a margem da história”.

A fala, feita nesta segunda-feira, 1º de setembro, em entrevista a jornalistas, soou como sentença já proclamada antes mesmo do julgamento começar. Barroso declarou:

“Na democracia a regra é: quem ganha leva. Quem perde não perde seus direitos e pode concorrer… O que me preocupa é o extremismo. Acho que, em breve, nós vamos empurrar o extremismo para a margem da história…”

Mas que democracia é essa em que a Suprema Corte, em vez de guardiã da Constituição, molda conceitos conforme seus próprios interesses? O ministro fala de “extremismo” como se fosse um termo científico, quando, na prática, trata-se de uma palavra plástica, ajustada ao sabor da conveniência do tribunal.

Quando o presidente do STF anuncia, na véspera de um julgamento crucial, que o “extremismo será empurrado para a margem da história”, não está apenas se adiantando ao veredito — está assumindo papel de ator político, e não de magistrado.

E o paradoxo é gritante: o mesmo Barroso que já se declara “inimigo do extremismo” pede que o julgamento transcorra com “serenidade, sem interferências, venha de onde vier”. Serenidade? Como esperar imparcialidade de um processo cujo desfecho já foi praticamente anunciado?

Agora, o julgamento de Bolsonaro e de dezenas de militares e civis acusados de “trama golpista” é tratado como possível “marco democrático”. No entanto, a história ensina: quando tribunais políticos passam a decidir quem é o lado do “bem” e quem é o lado do “mal”, o destino nunca foi democracia — sempre foi autoritarismo travestido de virtude. Siga >>‪@dicanews‬

5 months ago | [YT] | 555