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À luz da ciência

Descubra os fascinantes mistérios por trás da propagação da luz eletromagnética e as incríveis descobertas de Maxwell! 💡✨

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1 year ago | [YT] | 4

À luz da ciência

Imagine um mundo onde cada pedaço de plástico utilizado encontra um destino não apenas sustentável, mas altamente benéfico. Este mundo está rapidamente se tornando uma realidade com o advento das tecnologias de "reciclagem avançada". Estas inovações prometem não apenas converter qualquer tipo de plástico usado em algo incrivelmente útil - mais plástico -, mas também estabelecer uma economia circular para este material tão onipresente.

Desde a década de 1950, a humanidade produziu mais de 10 bilhões de toneladas de plástico, com mais de 8 bilhões de toneladas acabando como resíduos. Esse dilúvio de plástico tem sido um flagelo para o meio ambiente, contribuindo para crises planetárias como mudanças climáticas, perda de biodiversidade e poluição. No entanto, as tecnologias tradicionais de reciclagem têm sido limitadas, resultando em apenas uma pequena fração do plástico sendo reciclado, enquanto o restante continua a poluir o meio ambiente.

As abordagens convencionais, como a reciclagem mecânica, têm sido problemáticas. Embora eficazes para certos tipos de plástico, muitos outros são inadequados para esse processo e acabam degradando-se em qualidade a cada ciclo de reciclagem. Além disso, a reciclagem mecânica frequentemente não limpa o plástico o suficiente para ser reutilizado em embalagens de alimentos, limitando suas aplicações.

No entanto, a reciclagem avançada oferece uma solução promissora. Ao contrário da reciclagem mecânica, que se baseia em processos físicos, a reciclagem avançada opera quimicamente, permitindo a conversão de resíduos plásticos misturados em produtos químicos puros. Estes produtos podem então ser usados para criar plástico de alta qualidade, idêntico ao virgem, ou serem aplicados em outras indústrias.

A Europa está liderando o caminho nesse avanço, com mais de 100 tecnologias de reciclagem avançada em operação ou desenvolvimento. Essas tecnologias têm o potencial de transformar uma parte significativa dos resíduos plásticos em matéria-prima valiosa, reduzindo assim a dependência de plástico virgem.

Além disso, os Estados Unidos também estão investindo pesadamente nessa área, com mais de 7 bilhões de dólares destinados à reciclagem avançada desde 2017. Produtos feitos de plástico reciclado já estão ganhando espaço no mercado, demonstrando o potencial econômico dessas inovações.

No entanto, desafios persistem. A reciclagem avançada ainda consome energia e pode gerar resíduos tóxicos, exigindo uma análise cuidadosa de suas credenciais ambientais. Além disso, a resistência pública e preocupações sobre a purificação dos produtos finais representam desafios adicionais a serem superados.

Apesar desses obstáculos, a reciclagem avançada oferece uma perspectiva emocionante para o futuro do plástico. Se alcançar seu potencial máximo, poderíamos ver uma redução significativa na quantidade de plástico desperdiçado, criando assim um ciclo virtuoso onde o plástico de hoje se torna a matéria-prima de amanhã. Com isso, o plástico, uma vez considerado um flagelo, poderá realmente ser visto como uma solução fantástica para os desafios modernos.

Lei mais:
www.newscientist.com/article/mg26234881-900-the-in…

1 year ago | [YT] | 4

À luz da ciência

No vasto cenário do Sistema Solar, há um mundo que se destaca pela sua natureza infernal e vulcânica: Io. Constantemente expelindo magma sulfuroso para o espaço, esta lua de Júpiter revela-se como um dos corpos mais dinâmicos e intrigantes do nosso sistema planetário. Um novo estudo, publicado na prestigiada revista Science, lança luz sobre a longa história de furor vulcânico que caracteriza Io.

Ao longo dos seus impressionantes 4,57 bilhões de anos de existência, Io tem sido um palco de atividade vulcânica incessante, conforme revelam as descobertas deste estudo inovador. Como a lua mais próxima de Júpiter, Io está sujeita a um intenso jogo de forças gravitacionais entre o gigante gasoso e as suas luas vizinhas, Europa e Ganimedes. Esta interação, conhecida como ressonância orbital, influencia diretamente a atividade vulcânica de Io, criando um ambiente verdadeiramente único no Sistema Solar.

Dada a natureza altamente vulcânica de Io, sua superfície é constantemente renovada, dificultando a investigação de sua história remota. Para superar esse desafio, os pesquisadores recorreram ao Atacama Large Millimeter-submillimeter Array (ALMA) para analisar a composição atmosférica tênue de Io. A presença de isótopos estáveis de enxofre e cloro na atmosfera forneceu pistas cruciais sobre a história vulcânica da lua.

Os resultados revelam um padrão intrigante: os isótopos mais leves estão esgotados, enquanto os mais pesados dominam as recentes erupções vulcânicas. Essa descoberta sugere que Io perdeu uma proporção significativa de seu enxofre ao longo de sua existência, evidenciando um ciclo contínuo de atividade vulcânica.

Para contextualizar essa perda de enxofre, os cientistas estimam que, inicialmente, Io continha uma quantidade colossal desse elemento. No entanto, as erupções contínuas têm exaurido grande parte desse recurso precioso, deixando apenas uma fração para futuras atividades vulcânicas.

O estudo também lança luz sobre o futuro de Io e suas luas irmãs. Enquanto as tensões de maré continuarão a moldar Io, os cientistas especulam sobre o destino do vulcanismo quando o enxofre se esgotar completamente. Novas pesquisas serão necessárias para compreender como Io poderá continuar a alimentar suas erupções sem esse componente vital.

Além disso, as implicações desse estudo vão além de Io, fornecendo insights valiosos sobre a formação e evolução das luas galileanas de Júpiter. Se Io tem sido vulcanicamente ativo por bilhões de anos, isso sugere que o sistema joviano manteve uma configuração dinâmica desde os primórdios do Sistema Solar.

Em suma, o estudo revela Io como um mundo de constante tumulto vulcânico, oferecendo vislumbres fascinantes sobre a dinâmica interna e evolução de nosso Sistema Solar.

Leia mais:
www.astronomy.com/science/jupiters-moon-io-has-bee…

1 year ago | [YT] | 4

À luz da ciência

Pesquisadores da Universidade Cornell estão explorando a possibilidade de que a vida alienígena possa ser de cor roxa em vez de verde, como estamos acostumados a associar com a vida na Terra. Enquanto na Terra, o verde é associado à clorofila e à fotossíntese, em ambientes sem luz solar ou oxigênio, algumas bactérias utilizam radiação infravermelha para obter energia, e muitas delas são roxas.

A equipe de pesquisa, liderada por Ligia Fonseca Coelho, publicou um estudo intitulado "Purple is the New Green", sugerindo que as bactérias roxas podem ser uma forma de vida dominante em diferentes mundos, especialmente ao redor de estrelas anãs vermelhas, que são abundantes na galáxia.

Os pesquisadores estão desenvolvendo métodos para detectar a assinatura de luz roxa desses mundos, usando telescópios de próxima geração, como o Extremely Large Telescope e o Habitable Worlds Observatory. Eles também estão construindo um catálogo de cores e assinaturas químicas para identificar possíveis formas de vida extraterrestre.

A descoberta de vida roxa em outros planetas exigirá a eliminação de outras fontes possíveis de cor roxa, como minerais coloridos. No entanto, se a vida roxa for detectada, isso sugere que a vida pode ser mais diversa e difundida no universo do que previamente imaginado.

Em suma, os pesquisadores acreditam que, quando se trata de vida alienígena, o roxo pode ser o novo verde.

Leia mais:
earthsky.org/space/is-alien-life-purple-new-green/

1 year ago | [YT] | 4

À luz da ciência

A NASA define lixo espacial como qualquer objeto humano em órbita que não serve mais a um propósito útil, incluindo fragmentos de naves espaciais e satélites desativados. Um incidente emblemático ocorreu em 2009, quando o satélite de comunicações americano Iridium 33 colidiu com o satélite militar russo Kosmos 2251, gerando mais de 2.200 novos pedaços de detritos, conforme relatado pela NASA.

Mais colisões estão à espreita. Recentemente, em fevereiro, um satélite russo passou perigosamente perto de um satélite da NASA, destacando a crescente ameaça. A constelação de satélites Starlink, da SpaceX, executou mais de 25.000 manobras para evitar colisões entre dezembro de 2022 e maio de 2023. Além disso, incidentes como a queda de uma bateria da Estação Espacial Internacional na Flórida em março destacam os perigos do lixo espacial, mesmo na Terra.

A origem do lixo espacial varia, desde a explosão de satélites até lascas de tinta e ferramentas perdidas por astronautas. A maioria desses detritos reside na órbita baixa da Terra, representando uma ameaça significativa. Mesmo fragmentos pequenos podem desencadear colisões catastróficas, e a chamada "síndrome de Kessler" é uma ameaça real, onde a órbita da Terra pode se tornar inutilizável devido à quantidade de detritos.

É crucial tomar medidas para conter o crescimento do lixo espacial. No entanto, a falta de regulamentação centralizada no espaço torna essa tarefa desafiadora. As atividades espaciais seguem a lógica do "primeiro a chegar, primeiro a servir", sem um sistema claro de responsabilidade pelos detritos. A cooperação internacional é essencial para abordar essa "tragédia dos comuns".


Leia mais:
www.scientificamerican.com/article/low-earth-orbit…

1 year ago (edited) | [YT] | 5

À luz da ciência

Enquanto as florestas ajudam, boa parte do oxigênio que elas produzem é consumido na respiração e decomposição de animais e plantas. Já as algas, para nossa sorte, fabricam muito mais oxigênio do que precisam.

Além disso, elas ocupam uma área bem maior que as árvores e habitam todos os oceanos do planeta. As algas azuis, as espécies mais simples, lançaram oxigênio na atmosfera há 3,5 bilhões de anos, permitindo o surgimento de plantas e animais. Devemos muito às algas, nossos verdadeiros "pulmões do mundo".


#divulgaçãocientífica #algas #oxigênio #meioambiente #ciência

2 years ago | [YT] | 2

À luz da ciência

Nascido em Pisa, Itália, em 1564, Galileu estudou medicina antes de se tornar matemático. Seu interesse pelo movimento o levou a confrontar as ideias aristotélicas sobre a queda dos corpos, que eram amplamente aceitas na época.


Seu famoso experimento com corpos em queda desacreditou a teoria de Aristóteles de que a velocidade de um objeto em queda fosse proporcional a seu peso. Mas suas descobertas também desafiaram a autoridade da Igreja, que sustentava que os ensinamentos de Aristóteles faziam parte da sua doutrina.


Galileu relatou suas observações astronômicas, incluindo as luas orbitando o planeta Júpiter e as manchas no Sol, o que o colocou em conflito com a doutrina da Igreja. Sob pressão, ele retratou-se de suas descobertas, mas seu legado permanece.


Sentenciado à prisão domiciliar perpétua, Galileu faleceu em 1642, após danificar seus olhos ao investigar o Sol com seu telescópio.


Sua coragem em desafiar as autoridades estabelecidas e sua dedicação à busca do conhecimento o tornaram um dos maiores cientistas da história.


#GalileuGalilei #Ciência #HistóriaDaCiência #RebeldeIntelectual #FronteirasDoConhecimento

2 years ago | [YT] | 10

À luz da ciência

E você, o que acha disso? Compartilhe nos comentários.

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2 years ago | [YT] | 4

À luz da ciência

Vamos refletir juntos sobre nossa existência e o nosso lugar no universo? Você se sente pequeno diante dessa perspectiva cósmica? Compartilhe nos comentários suas reflexões e impressões sobre essa visão da nossa posição no universo. Será interessante trocar ideias e enriquecermos a nossa compreensão sobre o nosso lugar no cosmos. Vamos lá, deixe o seu comentário!



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2 years ago | [YT] | 12

À luz da ciência

A maioria das pessoas experimenta essa sensação, conhecida como déjà vu, em algum momento de suas vidas. É uma sensação difícil de estudar, no entanto, porque tende a surgir espontaneamente e ser facilmente esquecida, dizem os cientistas. Recriá-la sob comando em um laboratório é uma tarefa complicada.


No entanto, os cientistas acreditam que o déjà vu na verdade proporciona uma visão de como o sistema de memória funciona quando ele sai um pouco do eixo. A sensação pode surgir quando partes do seu cérebro que reconhecem situações familiares são ativadas de forma inadequada.

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Fonte:

www.scientificamerican.com/article/what-causes-the…

2 years ago | [YT] | 5