Sempre gostei de inventar coisas.
De consertar o que parecia não ter solução, de experimentar sem saber exatamente no que ia dar, de aprender fazendo.
Desde cedo fui atraído por ciência, biologia, arte e tecnologia — não como matérias separadas, mas como partes do mesmo impulso de criar.
Eu fazia meus próprios brinquedos, transformava ideias em coisas reais e usava gibis como mapas para imaginar mundos, mecanismos e possibilidades.
Este canal é a continuação disso.
Um espaço para experimentar, criar com as mãos, errar, ajustar e aprender no processo.
Não é sobre perfeição. É sobre curiosidade, construção e descoberta.
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